Leituras Recomendadas

Revista Digital de Políticas Lingüísticas (RDPL) – Núm. 12 (2020)

Já está disponível o novo número da Revista Digital de Políticas Linguísticas (RDPL)
 Acesse aqui:

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Lançamento do livro – Políticas de Gestão do Multilinguissimo: práticas e debates

Novo dossiê da Cátedra UNESCO em Políticas Linguísticas para o Multilinguismo

Este novo dossiê, proposto  em nome da CÁTEDRA UNESCO EM ‘POLÍTICAS
LINGUÍSTICAS PARA O MULTILINGUISMO’ , busca discutir
cenários envoltos em multilinguismo em diferentes esferas da vida: no ensino; na tradução e
acessibilidade; nos transculturalismos; nas políticas de língua; nas migrações e mobilidade;
nos territórios e fronteiras; na internacionalização, na globalização e na superdiversidade; nas
tecnologias de informação.

Acesse a publicação completa:

https://revistas.ufrj.br/index.php/diadorim/issue/view/1437/showToc 

IV Simpósio Internacional sobre Multilinguismo no Ciberespaço

Lançamento – Dicionário do Ensino de Sociologia

 

Dicionário do ensino de sociologia
A Obra

Organizada por Antonio Alberto Brunetta (UFSC), Cristiano das Neves Bodart (UFAL) e Marcelo Pinheiro Cigales (UnB), a obra traz contribuições de 82 autores/as de 49 instituições de ensino básico e superior das cinco Regiões brasileiras. Ao todo são 85 verbetes selecionados pelos organizadores que tomaram como critério de escolha suas presenças e interfaces com as pesquisas do subcampo do ensino de Sociologia.

O contexto

O contexto de produção da obra é marcado por uma recente ampliação da pesquisa acadêmica em torno da Sociologia escolar e sua presença no ensino médio, esta tendo ocorrido por força da Lei 11.684, de 2008, embora tivesse já presente em documentos e normativas de todos os estados, inclusive muitos já ofertando a disciplina (BODART; AZEVEDO; TAVARES, 2020). Contudo, a despeito dessa presença, a Reforma do Ensino Médio (2017) trouxe novos riscos de exclusão da disciplina, tendo demandado a mobilização de grupos organizados, como a Associação Brasileira do Ensino de Ciências Sociais (ABECS) (BODART; PEREIRA, 2017), apoiadora desta obra.

Onde comprar a versão física com preço acessível

Reconhecendo que uma obra como esta não pode se perder entre milhares de arquivos que baixamos na internet, optamos por disponibilizar também para aquisição física (vale muito a pena ter a versão física). Assim, o “Dicionário do ensino de Sociologia” está sendo vendido sem obtenção de lucro por parte da editora, dos autores ou organizadores da obra, o que torna seu valor bem abaixo de outras obras com as mesmas dimensões físicas e intelectuais. O que seria o lucro da editora foi convertido em redução do valor (de 72,00 reais para 43,90).

A obra pode ser adquirida nas seguintes livrarias (observe que há valores distintos para o frete):

Amazon (AQUI) – Geralmente tem o frente mais barato

Submarino (AQUI)

Americanas (AQUI)

Onde baixar o pdf gratuitamente

A obra está sendo disponibilizada no Blog Café com Sociologia de forma gratuita. Pedimos apenas que não repassem o pdf baixado para outras pessoas, devendo cada interessado baixar diretamente no site. Assim, pedimos que divulgue o link e não o pdf. Tal solicitação visa a contabilização do números de interessados na obra, informação importante para definições de futuros projetos como este, inclusive a publicação de um possível volume 2. Contamos com a colaboração.

Baixe AQUI

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V CONEL- Publicação do e-book com artigos completos

A Comissão Organizadora do V CONEL comunica que o e-book contendo artigos completos foi publicado em sua versão digital e está disponível no site da Pedro & João Editores. É possível acessar diretamente o livro por este link:
Na mesma publicação é possível conferir o artigo “Políticas para as línguas brasileiras: inventariando e promovendo o hunrückish” de Rosângela Morello (IPOL) e Edenize Ponzo Peres.

Indígenas no espaço urbano: não foi a aldeia que chegou na cidade mas a cidade que chegou na aldeia

Quando se fala em indígenas sempre parece algo longe de nós, que não nos pertence, que está lá longe, na mata, na história etc. Para essa parcela da população, é reservado somente preconceitos e estereótipos. Até mesmo o termo “cultura indígena” costuma ser usado de forma romântica por quem se diz do meio, por desconhecimento, falta de acesso a informações mais coerentes ou preguiça. Mas o fato é: sempre tivemos indígenas entre nós.

Já nos séculos XIV e XVIII, há registros de cidades indígenas brasileiras, latino-americanas e dos povos polinésios. Somente no Brasil temos mais de 10 mil anos de presença humana. No estado de São Paulo, no mínimo 1700 anos levando em consideração exemplos de vestígios de cerâmica Guarani achados no interior do estado ao longo do Caminho do Peabiru, antiga e gigante trilha indígena que começava em Cuzco no Peru e terminava entre São Paulo e Rio de Janeiro, ou registros arqueológicos em cidades que até hoje mantém seu nome indígena, como por exemplo Indaiatuba. Também é sabido que na Amazônia brasileira tivemos cidades indígenas, assim como no nordeste.

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