Línguas Indígenas

UFRR abre 30 vagas para curso de intérprete de línguas indígenas

Por G1 RR — Boa Vista

Universidade Federal de Roraima (UFRR) — Foto: Pedro Barbosa/Arquivo G1 RR

 

A Universidade Federal de Roraima (UFRR) abriu 30 vagas para o curso de formação básica de intérprete de línguas indígenas do estado. As inscrições podem ser feitas até 16 de janeiro, por meio de formulário online.

O curso será ofertado na modalidade à distância, no período de 18 de janeiro a 5 de fevereiro, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 12h.

A proposta, conforme a UFRR, é garantir os direitos linguísticos dos povos indígenas, com objetivo de facilitar o acesso dessas populações aos serviços sociais de saúde, justiça, educação e imigração.

Para se inscrever, os interessados devem preencher os seguintes pré-requisitos: falar e escrever ao menos uma língua indígena e português/espanhol; ter no mínimo o ensino médio concluído; ter acesso a internet, equipamento (celular, tablet ou computador) com o programa Zoom instalado; e habilidade básica em informática.

A classificação dos inscritos será feita obedecendo aos seguintes critérios: experiência prévia em tradução e interpretação de línguas indígenas nas áreas da saúde, administração, justiça, imigração e serviços sociais (entrevista); conhecimento dos sistemas normativos e de saúde indígena; computador para realizar as atividades do curso.

Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail fobilir@gmail.com ou WhatsApp: (21) 92003-1522.

El Gobierno boliviano impulsa la creación del Instituto Iberoamericano de las Lenguas Indígenas

Bolivia. Martha Ruiz impulsa la creación del Instituto Iberoamericano de las Lenguas Indígenas

El Estado Plurinacional de Bolivia, a través de la Supraestatal, Martha Ruiz, impulsa la creación del Instituto Iberoamericano de las Lenguas Indígenas con miras a declarar al decenio 2022-2032 como un tiempo para instar a gobiernos de países hermanos a tomar acciones urgentes referentes a la necesidad.

El Estado Plurinacional de Bolivia, a través de la Supraestatal, Martha Ruiz, impulsa la creación del Instituto Iberoamericano de las Lenguas Indígenas con miras a declarar al decenio 2022-2032 como un tiempo para instar a gobiernos de países hermanos a tomar acciones urgentes referentes a la necesidad.

Durante la reunión de Coordinación del Comité Directivo Interinstitucional del Año Internacional de las Lenguas Indígenas, realizada este lunes, la Coordinadora de las y los Parlamentarios Supraestatales, Martha Ruiz, expresó su compromiso por ser parte activa y propositiva en la elaboración y ejecución del Plan Maestro Nacional e Internacional para concretar la iniciativa boliviana.

“Con la finalidad de reiniciar las actividades para el Año Internacional de las Lenguas Indígenas y proyectar la declaración del Decenio 2022-2032, paralizada durante el gobierno transitorio (…) debemos apoyar y buscar alianzas estratégicas a nivel de los parlamentos internacionales desde el Parlamento Andino, Latinoamericano, Amazónico, Indígena, MERCOSUR y la UIP, para concretar los objetivos trazados por el Estado Boliviano”, señaló la Supraestatal Ruiz.

El 2016, con el objetivo de sensibilizar a la opinión pública sobre los riesgos a los que se enfrentan estas lenguas y su valor como vehículos de la cultura, los sistemas de conocimiento y los modos de vida; la Organización de las Naciones Unidas para la Educación, la Ciencia y la Cultura (UNESCO) proclamó el 2019 Año Internacional de las Lenguas Indígenas y estableció ser la instancia coordinadora del mismo.

Para la UNESCO, las lenguas indígenas desempeñan un papel crucial para que las comunidades de hablantes asuman su destino y participen en la vida económica, cultural y política de sus países.

Resumen Latinoamericano

Inuit, Métis groups welcome hiring of Commissioner of Indigenous Languages

Natan Obed, president of the Inuit Tapiriit Kanatami, said it is a ‘really big deal’ that an Inuk was included in the selection committee for Canada’s first Commissioner of Indigenous Languages. In this file photo, Prime Minister Justin Trudeau looks on as Mr. Obed speaks during a press conference in Iqaluit, Nunavut on March 8, 2019.
SEAN KILPATRICK/THE CANADIAN PRESS

 

The national organizations representing Inuit and Métis people in Canada say they welcome the federal government’s move to hire the country’s first Commissioner of Indigenous Languages.

The federal government is currently recruiting one commissioner and up to three directors for the Office of the Commissioner of Indigenous Languages. The job posting, which closes Jan. 11, says the commissioner is expected to be a “national champion” for Indigenous languages, who will promote public awareness, conduct research and write annual reports on the effectiveness of the government’s initiatives on the file.

Natan Obed, president of the Inuit Tapiriit Kanatami, said it is a “really big deal” that an Inuk was included in the selection committee. He said the government has promised that one of the three directors being hired to support the commissioner will also be Inuk.

“We are thankful for Minister [Steven] Guilbeault and his willingness to include Inuit all throughout the process,” Mr. Obed said.

“We’ve also been promised that there will be an Inuk director along with First Nations and Métis and that also is a step forward from past practices of seeing Indigenous peoples as a melting pot and not necessarily considering the huge distinctions between First Nations, Inuit and Métis.”

David Chartrand, the national spokesperson for the Métis National Council, said he has also been told that one of the directors will be Métis.

He praised the Indigenous Languages Act, which passed last year and established the office for the first time. The goal of the act and the office is to prevent further erosion of Indigenous languages in Canada, as part of the broader effort toward reconciliation.

“This languages legislation means a lot to us,” Mr. Chartrand said.

According to the 2016 census, 4.9 per cent of the Canadian population were Indigenous, with more than half being First Nations people. There are hundreds of First Nations communities with their own distinct languages and cultures living in their traditional territories in what is now known as Canada.

Inuit, who live mainly in Nunavut, northern Quebec and the Northwest Territories, are just 4 per cent of the overall Indigenous population and leaders sometimes express concern that their unique needs can be overshadowed by larger Indigenous communities in the south.

The 2016 census also reported 70 Indigenous languages were in use. According to a Statistics Canada analysis, the number of people who could speak an Indigenous language grew by 8 per cent between 1996 and 2016. But that rate of growth was far lower than the rate of growth for the Indigenous population as a whole, which means the share of Indigenous people who can speak an Indigenous language has fallen.

Statistics Canada attributed the population growth rate largely to more people identifying themselves as Indigenous to census-takers, and said most of the language growth rate was from people learning it as a second language.

The federal government drafted the Indigenous Languages Act in collaboration with First Nations, Métis and Inuit, and has continued consultations throughout the year on the act’s implementation.

Heritage Minister Steven Guilbeault, who has responsibility for protecting Indigenous languages, said the issue is one that he “cares for and feels very deeply” about.

“This is something we’re moving along, but it doesn’t get the same attention that [tackling] web giants gets,” Mr. Guilbeault said.

Know what is happening in the halls of power with the day’s top political headlines and commentary as selected by Globe editors (subscribers only). Sign up today.

Participação do IPOL no II Encontro dos Professores e Intérpretes de Línguas Indígenas de Roraima

Dia 03/12 (quinta-feira)

 

10 horas – Mesa 4

Inventário Nacional da Diversidade Linguística

​Mediação: Larissa Guimarães.

Participação: Marcus Vinícius (IPHAN Brasília); Helder Perry “Línguas e Dialetos Yanomami no Brasil – Pacificando as visões sobre diversidade Yanomami”; Rosângela Morello (INDL Guarani Mbyá).

Dia 04/12 (sexta-feira)

 

10 horas – Mesa 6

Políticas Linguísticas: Conquistas e Desafios

​Mediação: Ananda Machado.

Participação: Ivo Cípio Aureliano Makuxi (advogado e assessor jurídico do CIR); Deputada Joênia Wapichana; Gilvan Muller de Oliveira (Coordenador da Cátedra Políticas Linguísticas para o Multilinguismo (UNESCO).

Inscrições aqui:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeLcciV2YVRc738ykINZ6-jTrpbFMwsUZwmJHP6Ca4fxyCyHA/viewform

II Encontro dos Professores e Intérpretes de Línguas Indígenas de Roraima

O Programa de Valorização das Línguas e Culturas Indígenas de Roraima (PVLCIR-UFRR) e a comissão organizadora do evento o convidam para o III Encontro dos Professores e Intérpretes de Línguas Indígenas de Roraima que acontecerá nos dias 02, 03 e 04 de dezembro de 2020 das 8 às 12 pela internet.

No evento trataremos de temas que incluirão educação escolar em línguas indígenas, cooficialização de línguas a nível municipal, inventário da diversidade linguística, serviço de mediação linguística, atendimento diferenciado em saúde, na área jurídica, assistência social, dentre outros assuntos.

 

PROGRAMAÇÃO

Dia 02/12 (quarta-feira)

8 horas – Mesa 1 

Abertura:

OPIRR, CIR, OMIRR, APIRR, TWM, PAUXI, HUTUKARA, SEEDUME, COPING, SODIURR, UFRR, DIEI

Mediação: Maria Betânia (CIR)

10 horas – Mesa 2 

O Ensino de Línguas Indígenas: um compartilhar de experiências

Mediação: Edite Andrade (OPIRR).

Participação: Bruna Francheto; Cléia Wai Wai; Lelnícia André Padrinho; Joceline Neide Araújo Veras (curso de extensão); Maria Shirlene Souza (EAD-parceria Univirr-PVLCIR-UFRR).

Dia 03/12 (quinta-feira)

8 horas – Mesa 3

Línguas, Interculturalidade e Currículo: usos e sentidos

​Mediação: Benone Costa Filho.

Participação: Nilzimara de Souza Silva; Edite da Silva Andrade; Rosilda Silva.

10 horas – Mesa 4

Inventário Nacional da Diversidade Linguística

​Mediação: Larissa Guimarães.

Participação: Marcus Vinícius (IPHAN Brasília); Helder Perry “Línguas e Dialetos Yanomami no Brasil – Pacificando as visões sobre diversidade Yanomami”; Rosângela Morello (INDL Guarani Mbyá).

Dia 04/12 (sexta-feira)

8 horas – Mesa 5

Tradutores e Intérpretes de Línguas Indígenas: Experiências e Perspectivas

​Mediação: Cleia Alice Moraes.

Participação: Gerardo Garcia Chinchay (XIV curso de formação de intérpretes em Línguas Indígenas- Ministério da Cultura do Peru); Lucilene Souza da Silva (Intérprete no Tribunal de Justiça de RR); Jaqueline Neves Nordin (Formação de Intérpretes comunitários).

10 horas – Mesa 6

Políticas Linguísticas: Conquistas e Desafios

​Mediação: Ananda Machado.

Participação: Ivo Cípio Aureliano Makuxi (advogado e assessor jurídico do CIR); Deputada Joênia Wapichana; Gilvan Muller de Oliveira (Coordenador da Cátedra Políticas Linguísticas para o Multilinguismo (UNESCO).

Inscrições aqui:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeLcciV2YVRc738ykINZ6-jTrpbFMwsUZwmJHP6Ca4fxyCyHA/viewform

Chamada para publicação – Revista Brasileira de Linguística Antropológica (RBLA)

Dossiê Temático: Variação linguística em línguas indígenas: léxico, fonologia e morfossintaxe, para o seu volume 13 – 2021 –RBLA

A Revista Brasileira de Linguística Antropológica (RBLA) (https://periodicos.unb.br/index.php/ling) convida a comunidade acadêmica para a submissão de artigos no Dossiê Temático: Variação linguística em línguas indígenas: léxico, fonologia e morfossintaxe, para o seu volume 13 – 2021. A RBL dedicará esse Volume aos resultados de estudos sobre variação linguística em línguas indígenas, um tema minimamente abordado na literatura linguística sobre línguas indígenas da América do Sul. Entretanto, estudos sobre variações linguísticas de natureza léxica, fonológica ou morfossintática são de grande importância para os projetos de normatização de escrita e de letramento em comunidades indígenas. São também de importância reconhecida para os estudos histórico-comparativos e para o enriquecimento dos estudos variacionistas (Weireich, Labov, and Herzog 1969; Kiparsky 1989; Labov 1994). Nesta perspectiva, este dossiê visa estimular o aprofundamento e ampliação dos estudos linguísticos das línguas indígenas, com foco especial nas línguas indígenas do Brasil.

Artigos para esse dossiê serão recebidos  até 28 de fevereiro de 2021. Submissões pelo link
https://www.periodicos.unb.br/index.php/ling/about/submissions.

A proposta desse Volume 13 vem ao encontro dos objetivos da RBLA, que é uma revista que visa ser um fórum frutífero para os estudos acadêmicos sobre as línguas e culturas dos povos nativos das Américas, com foco especial no continente sul-americano. Seus principais interesses são artigos, relatórios de pesquisa, diários de campo, ensaios bibliográficos e recensões de estudos linguísticos que enfatizem a interface entre língua e cultura em uma perspectiva descritiva ou histórica. 

Fundada em 2009 por Aryon Dall’Igna Rodrigues e Ana Suelly Arruda Câmara Cabral, é uma revista aberta, de publicação contínua e publicação de números especiais, publicada pelo Laboratório de Línguas Indígenas, Instituto de Letras da Universidade de Brasília. A revista publica estudos sobre línguas e culturas nativas, entre os quais, léxico, fonologia, gramática, sistemas e campos semânticos, classificações culturais de plantas e animais, etnografia, etno-história, onomástica, sistemas de parentesco, pré-história linguística e cultural, genética humana, contato de línguas, processos de obsolescência e de revitalização linguística, análises de texto e de discurso, artes verbais, linguagem ritual e expressões linguísticas de distinções de gênero. Estudos sobre interpretações e discussões de material de arquivo, documentos históricos editados e contribuições à história do campo da linguística antropológica são também bem-vindos.

IPOL Pesquisa

Receba o Boletim

Facebook

Revista Platô

Visite nossos blogs

Clique na imagem

Clique na imagem

Visitantes

Arquivo