Línguas Indígenas

Exposição com fotografias de jovens indígenas foi lançada dia 14/11, no MAUC-UFC

Foto de Aruena Tabajara que está exposta no Museu de Arte da UFC

A mostra fica em cartaz até 10 de dezembro e, por meio de 90 imagens, resgata hábitos e particularidades de povos nativos 

Se a curiosidade se avizinhar, chegue para Aruena Tabajara e pergunte o que é fotografia. “É sinal de amor próprio”, ela responderá. “Renasceu em mim o desejo de me amar nessa oportunidade de fotografar e ser fotografada. Eu amo os dois – fotografar o mundo, a beleza – e ser fotografada para o mundo”, dimensiona a indígena de 20 anos de idade, que se diz apaixonada por registrar a natureza, sorrisos, encontros, pessoas.

Por que sentir orgulho do caipira?

Típica do Brasil, viola caipira é tocada por todo interior do país / Dilvulgação/YouTube

Dialeto caipira nasce da junção do tupi com o português e tenta resistir em meio ao preconceito

Quando o assunto é o caipira brasileiro, os dicionários trazem definições como “aquele que vive no mato” ou que tem “modos rudes”. Será que essa é a melhor definição para o caipira? Quem conhece esse verdadeiro representante da cultura regional brasileira diz que não.

Para o geógrafo e jornalista Mouzar Benedito, o caipira “não é uma cultura menor, é uma cultura diferente das outras, mas muito rica. O caipira é um cara que conhece sinais da natureza, sabe quando vem chuva.”  Continue lendo

Eu quero falar OFAYÉ: a (in)visibilidade linguística no ensino e na pesquisa da Língua Materna Indígena

“Eu quero falar Ofayé”:

A (in)visibilidade linguística no ensino e na pesquisa da língua materna indígena.

Prof. Me. Carlos Alberto dos Santos Dutra (Artigo apresentado ao Curso de Especialização em Cultura e História dos Povos Indígenas da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul-UFMS em 2015.

Resumo: O artigo traz considerações sobre a língua materna do povo Ofaié, pertencente ao tronco linguístico Macro-Jê que habita a aldeia Anodi, no município de Brasilândia-MS. Trata-se de um olhar de indigenista e historiador sobre a realidade de um povo dado como extinto, egresso de perseguições e massacres, e que hoje ocupa o espaço institucional sendo foco de diversas pesquisas acadêmicas e estudos científicos sobre a língua que se encontra em vias de extinção. Continue lendo

Museu Nacional realiza aulas abertas sobre línguas indígenas

Horto Botânico do Museu Nacional. Foto: Raphael Pizzino

O setor de Linguística do Museu Nacional (MN) realiza, até 30/11, o curso básico de línguas indígenas brasileiras. As aulas estão abertas a qualquer pessoa interessada e ocorrem todas as sextas-feiras, das 14h às 17h, no auditório da biblioteca do Horto Botânico, na Quinta da Boa Vista.

A atividade de extensão dá atenção especial às línguas da família tupi-guarani, tais como mbyá, nhandeva e assurini. Durante o curso, são apresentadas a gramática, o discurso e a visão de mundo de cada povo. Também são fornecidas informações sobre como está a movimentação dessas línguas no território fluminense: se são praticadas ou se estão ameaçadas de extinção. Continue lendo

Estudantes de escola pública criam dicionário de línguas indígenas

Mba’éichapa significa olá na língua indígena guarani. Foi esse simples cumprimento que inspirou o projeto Dicionário Indígena Ilustrativo: resgatando as línguas ofaié e guarani. Estudantes do 6°ano do ensino fundamental da Escola Municipal Antônio Henrique Filho, de Brasilândia (MS) produziram um dicionário com ilustrações próprias das duas línguas. O livro chegou a ser distribuído nas escolas do município e para a biblioteca da cidade.

O Dicionário Indígena Ilustrativo é um dos premiados no Desafio Criativos da Escola, cujos vencedores foram anunciados nesta terça-feira (13).  Continue lendo

Evento indígena promoveu cultura entre etnias de Mato Grosso

Jovem youtuber Xavante motiva outros jovens no uso de mídias digitais para divulgar a cultura indígena

Três terras indígenas, cinco povos e mais de 200 indígenas celebraram a diversidade e as semelhanças da cultura indígena do noroeste de Mato Grosso. Durante 4 dias a aldeia Cravari (Terra Indígena Manoki), foi um espaço de interação sociocultural entre os povos Myky, Manoki, Sabanê, Tawandê e Manduca. Um encontro entre jovens, professores, lideranças e anciãos, que promoveu o intercâmbio de saberes  tradicionais.

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