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Curso Quechua – Gratuito e Online

El curso gratuito de quechua se desarrolla desde hace 7 años como parte de la responsabilidad y compromiso social del CIEP, y se promueve en alianza con la Fundación To Give Welfare “Das Bien”, TyT Cecitel y otras importantes instituciones.

PROCEDIMIENTO DEL PROGRAMA:

– Registro en el formulario de participantes:  REGISTRARSE AQUI
– Les envían en un plazo determinado según el inicio de cada programa recibe un correo confirmado de su inscripción, dándoles la bienvenida y los detalles del curso, además de los manuales y modelo de diploma y certificado a entregar.
– La metodología es sencilla: deben revisar los 36 videos temáticos, el libro guía, las 23 videoclases, el diccionario (adjuntados en el correo enviado a los que se han registrado en el formulario). Si tienen alguna consulta la pueden dejar en la sección de comentarios de cada video. De forma opcional se tomará a los 3 meses un examen para medir el nivel de quechua aprendido.
– Los fines de semana el docente responderá todas las preguntas que dejen en los videos. Asimismo, se va a programar en Lima nuevos grupos de clases presenciales que serán trasmitidas por internet (on-line) para que los participantes de otras regiones del Perú y otros paises puedan participar y hacer preguntas.
– El curso dura 4 meses. Se desarrolla de forma semipresencial en algunas sedes (Ayacucho, Lima y Piura) y virtual en todo el mundo. Habrá un examen para la obtención del diploma y certificado, es opcional y al tercer mes, se comunicará a los interesados.
– Los egresados del programa obtendrán un diplomado gratuito de Pontifical Catholic University of America.
*Solicitamos que se agreguen al GRUPO DE FACEBOOK DE T&T CECITEL, a su PÁGINA DE FACEBOOK T&T CECITEL, o PÀGINA DE FACEBOOK DE CIEP se comunicarán por esos medios novedades sobre el curso de quechua o de programas similares.

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Representação da APIB contra Racismo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Ministro cabo-verdiano quer debate sobre crioulo como língua oficial

O ministro da Cultura de Cabo Verde, Abraão Vicente, afirmou hoje que na próxima revisão constitucional “será obrigatório” um “debate aprofundado” sobre o tema da inclusão do crioulo como língua oficial cabo-verdiana.
Ministro cabo-verdiano quer debate sobre crioulo como língua oficial

Em causa está o artigo 9.º da Constituição da República de Cabo Verde, de 1992, que define apenas o português como língua oficial, mas também prevê que o Estado deve promover “as condições para a oficialização da língua materna cabo-verdiana, em paridade com a língua portuguesa”.

“Na próxima revisão constitucional será obrigatório que o artigo 9.º da nossa Constituição seja algo de debate aprofundado, consciente e que todos se envolvam com ciência e sentido de estado na sua alteração, a bem da nação cabo-verdiana“, refere o ministro da Cultura e Indústrias Criativas de Cabo Verde, numa mensagem colocada hoje na sua conta oficial no rede social Facebook.

A posição surge depois de esta semana, também nas redes sociais, o ex-primeiro-ministro José Maria Neves (PAICV, 2001 a 2016), ter defendido a elevação do crioulo cabo-verdiano a língua oficial, “a par do português”.

“Os ‘experts’ já demonstraram que o ensino bilingue é essencial para aprendizagem e domínio do português, de outras línguas, das ciências e da matemática”, defendeu José Maria Neves, que também já admitiu uma candidatura às eleições presidências de 2021 em Cabo Verde.

Na mensagem colocada hoje, Abraão Vicente acusa ainda José Maria Neves de “populismo”, por não ter avançado com esse propósito enquanto esteve em funções e recordando que o atual Governo (MpD) aprovou em 2019 a classificação da língua crioula como Património Imaterial Nacional.

“Ao cidadão comum é lhe permitido esse modelo de questionamento “para quando”, não a um ex-primeiro ministro. Alguém terá de explicar ao JMN [José Maria Neves] que quem esteve durante 15 longos anos como primeiro-ministro, com maioria parlamentar e presidente do partido que suportava o Governo jamais poderá se colocar na posição de um cidadão comum que questiona como se não soubesse de nada e não tivesse responsabilidade nenhuma sobre o seu próprio legado”, apontou o ministro cabo-verdiano.

Em entrevista à Lusa em julho passado, o primeiro-ministro de Cabo Verde, Ulisses Correia e Silva, afastou a possibilidade de propor uma revisão constitucional no atual mandato, que termina com as eleições legislativas previstas para o primeiro semestre de 2021.

22/01/20 11:08 ‧ HÁ 8 HORAS POR LUSA

MUNDO CABO VERDE

Encontro Mebengokrê: mobilização indígena para garantia dos direitos sociais no Brasil

No último dia do Encontro Mebengokrê Raoni promoveu uma reunião histórica com a presença de lideranças indígenas que fizeram parte da construção da Constituição Cidadã de 1988. Os que não estavam presentes em vida, foram representados por seus filhos e netos.

Os indígenas foram fundamentais na construção das leis que hoje regem o Brasil, garantindo no papel alguns dos direitos originários dos povos que habitam as terras brasileiras há milhares de anos. Hoje esses direitos estão ameaçados por um governo declaradamente anti-indígena e centenas de projetos em tramitação no Congresso Federal que querem interferir nas terras indígenas, além de projetos relacionados à grandes empreendimentos, como as hidrelétricas, mineração ou exploração de madeira e caça.

Durante o encontro o líder Kayapó fez uma fala ressaltando a importância da organização e mobilização dos povos indígenas do Xingu e do Brasil e denunciou, mais uma vez, o ataque aos povos tradicionais feito pelo atual governo.

Foto: @MidiaNINJA

#Mebengokrê #xingu #povosindigenas #direitosindigenas

Multilinguismo: hierarquias, desigualdades e marginalização

Acontece nessa semana (22 a 24 de janeiro 2020), no Institut National des Langues et Civilizations Orientales (INALCO), em Paris, o III Seminário Internacional da Cátedra Unesco Políticas Linguísticas para o Multilinguismo.

Confira a programação!

 

 

 

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