VI CONGRESSO IBERO-AMERICANO DE HUMANIDADES, CIÊNCIA E EDUCAÇÃO: Inteligência Artificial e Saberes em Conexão: Ciência, Cultura e Sociedade em Diálogo
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A inteligência artificial, cada vez mais presente no cotidiano, na ciência, na educação, na comunicação e nas relações humanas, tem provocado mudanças significativas na forma como produzimos conhecimento, nos conectamos e compreendemos o mundo. Ao mesmo tempo em que amplia possibilidades de inovação e desenvolvimento, também desperta importantes reflexões éticas, políticas, ambientais e sociais, exigindo diálogo entre diferentes áreas do saber e diferentes perspectivas da sociedade.

(https://digital.unesc.net/blog/inteligencia-artificial-da-ficcao-a-realidade)
É nesse contexto que o VI Congresso Ibero-Americano de Humanidades, Ciências e Educação propõe a temática “Inteligência Artificial e Saberes em Conexão: Ciência, Cultura e Sociedade em Diálogo”. O Ibero 2026 busca promover um espaço plural, interdisciplinar e internacional de troca de experiências, debates e construção coletiva de conhecimento, reunindo pesquisadores(as), professores(as), estudantes e profissionais de diferentes áreas e países ibero-americanos.
O evento será realizado de 16 a 18 de setembro de 2026, na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), em formato presencial. A programação contará com conferências, mesas temáticas, Grupos Temáticos (GTs), apresentações de trabalhos científicos, atividades culturais e espaços de diálogo, cooperação científica e integração da comunidade acadêmica ibero-americana.
As discussões estarão organizadas em cinco eixos temáticos: Ciência, Ética e Transformações Contemporâneas; Educação, Cultura e Produção de Saberes; Tecnologia, Inovação e Inteligência Artificial; Sustentabilidade, Território e Desenvolvimento Humano; e Saúde, Sociedade e Bem-Estar Coletivo. A proposta é fortalecer conexões entre ciência, cultura e sociedade, ampliando reflexões sobre os desafios contemporâneos e sobre os caminhos possíveis para uma atuação mais ética, humana e socialmente comprometida diante das transformações impulsionadas pela inteligência artificial.
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Las lenguas indígenas encuentran un espacio para fortalecer su voz en Wikimedia
Riohacha, La Guajira, fue el escenario del primer Encuentro de Comunidades Indígenas en los proyectos Wikimedia, realizado del 11 al 13 de junio de 2026. Durante tres días, representantes de pueblos indígenas de América Latina y el Caribe participaron en un espacio de diálogo orientado al fortalecimiento de la preservación, documentación y difusión de sus lenguas en entornos digitales. El encuentro se desarrolló bajo el lema “Voces, Redes y Autonomía”.
Iphan lança plataforma digital do Inventário Nacional da Diversidade Linguística
Evento, no dia 22 de junho, celebra novo acervo de pesquisas, imagens, sons e vídeos sobre as línguas brasileiras.

O Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Iphan) lança na próxima segunda-feira (22/6), às 14h, a plataforma digital oficial do Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL). O evento acontece na sede do Instituto, em Brasília, e poderá ser acompanhado ao vivo pelo Canal do Iphan no YouTube. A plataforma centraliza mais de 2 mil itens entre pesquisas, registros, imagens, sons e vídeos produzidos no âmbito do inventário.

“O lançamento da plataforma do INDL é um marco na difusão da diversidade linguística brasileira, pois permite fácil acesso a diagnósticos sociolinguísticos, informações gerais sobre as línguas e conteúdos qualificados para o público em geral. É uma forma de mostrar que o Brasil é mais do que apenas o português”, afirma a diretora do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan, Marina Lacerda.
Estarão presentes o presidente do Iphan, Deyvesson Gusmão, e a diretora do Patrimônio Imaterial do Iphan, Marina Lacerda, o diretor da Faculdade de Ciências da Informação, Dalton Martins, e demais representantes da Universidade de Brasília (UnB), parceira no projeto.
Estima-se que, no Brasil, são faladas mais de 250 línguas entre indígenas, de imigração, de sinais, crioulas e afro-brasileiras, além do português e de suas variedades.
Desenvolvida pelo Iphan, em parceria com Laboratório de Inteligência de Redes da Faculdade de Ciências da Informação da Universidade de Brasília (FCI/UnB), a ferramenta oferece ao público a possibilidade de conhecer diferentes aspectos das línguas brasileiras, compreender o funcionamento do Inventário e acompanhar informações sobre as línguas já reconhecidas e aquelas em processo de inclusão. Atualmente, o acervo contempla pesquisas sobre 27 línguas, com diferentes níveis de documentação.
O Inventário
Fruto da mobilização de setores da sociedade civil e de instâncias governamentais, o Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL) foi criado em 2010 e é o instrumento federal de identificação, documentação, reconhecimento e valorização das línguas portadoras de referência à identidade, à ação e à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira.
A atuação se estrutura em cinco eixos: promoção e valorização; engajamento comunitário; documentação linguística; pesquisa e estudo; publicação e disseminação.
A plataforma
A plataforma reúne mais de 2 mil itens produzidos ao longo dos anos de execução do INDL, organizados entre línguas indígenas, de imigração, de sinais, crioulas e afro-brasileiras. O conjunto reúne pesquisas, registros, imagens, sons e vídeos que documentam e difundem a pluralidade linguística do país.
Além de registrar essa diversidade, os estudos sociolinguísticos disponibilizados estimulam a mobilização das comunidades em torno de suas línguas maternas, fortalecendo seu protagonismo na preservação e gestão do próprio patrimônio cultural.
O Inventário é construído de forma colaborativa. Órgãos e instituições públicas federais, estaduais, distritais e municipais, além de entidades da sociedade civil e representações de falantes, podem solicitar a inclusão de línguas ou a complementação das informações já existentes.
SERVIÇO
Data: 22/06/2026
Horário: 14h às 18h
Local: Auditório Heloísa Alberto Torres – Iphan sede
Endereço: SEPS 702/902 Centro Empresarial Brasília Torre Iphan – Asa Sul, Brasília – DF, 70390-025
Programação
14h – Mesa de Abertura com a presença de autoridades
14h45 – Apresentação de vídeo sobre o INDL
15h – 16h – Mesa 1: Panorama da Diversidade Linguística brasileira
16h – 16h45 – Mesa 2: Dados e informações sobre cultura e o diálogo com o cidadão
16h45 – 17h30 – Mesa 3: Acervos Digitais do Patrimônio Cultural no Tainacan na Perspectiva do ensino e pesquisa
Confira a matéria na página do IPHAN: https://www.gov.br/iphan/pt-br/sala-de-imprensa/notas-e-avisos-de-pauta/iphan-lanca-plataforma-digital-do-inventario-nacional-da-diversidade-linguistica
Projeto Wikikaingáng fortalece a presença digital da língua Kaingáng
Por Emanuelli Oliveira
Publicado em

A Cátedra UNESCO em Políticas Linguísticas para o Multilinguismo, sediada na Universidade Federal de Santa Catarina e coordenada pelo professor Gilvan Müller de Oliveira, concluiu, em maio de 2026, a assessoria ao projeto Wikikaingáng, iniciativa desenvolvida no âmbito da Ação Saberes Indígenas na Escolada Universidade Federal do Rio Grande do Sul, coordenada neste ano pelo professor Bruno Ferreira Kaingang, com foco na criação da primeira Wikipédia em uma língua indígena brasileira.
O povo Kaingáng está entre os povos indígenas mais numerosos do Brasil, com presença principalmente nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo. Sua língua pertence ao tronco linguístico Macro-Jê, mais especificamente ao grupo Jê Meridional, apresentando diferentes variantes linguísticas relacionadas às diversas regiões onde as comunidades estão localizadas. Além disso, o povo Kaingáng possui uma importante atuação no campo da educação indígena onde diferentes escolas indígenas desenvolvem ações voltadas ao fortalecimento da língua, da memória e dos conhecimentos tradicionais nas comunidades.
O encerramento das atividades de assessoria da UCLPM ocorreu durante o encontro presencial realizado entre os dias 4 e 6 de maio, na Faculdade de Educação da UFRGS, em Porto Alegre/RS, reunindo orientadores, professores e lideranças Kaingáng.

Ao longo dos três dias de atividades, os participantes compartilharam experiências pedagógicas desenvolvidas nas escolas indígenas, realizaram leituras coletivas de verbetes elaborados por eles, discutiram categorias próprias de organização do conhecimento Kaingáng, escreveram e aprimoraram novos verbetes e deram continuidade à tradução da interface da Wikipédia para a língua Kaingáng.
Os trabalhos envolveram diferentes eixos temáticos, como cantigas, alimentação, remédios, artesanato, histórias tradicionais, brincadeiras, frutas, memória coletiva, povo e escola indígena Kaingáng, fortalecendo a construção de uma plataforma digital alinhada às formas próprias de organização cultural e linguística do povo Kaingáng. Durante o encontro, houve um avanço expressivo no processo de tradução da interface da Wikipédia, alcançando a marca de 334 dos 584 principais termos traduzidos para o Kaingáng.
Por se tratar de um ambiente aberto e colaborativo, o projeto também foi pensado de modo a possibilitar a participação de diferentes regiões Kaingáng e de suas variedades linguísticas, buscando construir um espaço digital capaz de acolher a diversidade linguística presente entre as comunidades.
Outro ponto importante do encontro foi a discussão sobre a integração de recursos de áudio e vídeo aos verbetes, buscando valorizar a oralidade e os registros de memória da comunidade. Também houve troca de experiências com participantes da comunidade Mbyá-Guarani, fortalecendo o diálogo intercultural entre os povos indígenas envolvidos na iniciativa.
Desenvolvido entre novembro de 2025 e maio de 2026, o projeto contou com assessoria da UCLPM, com participação de Emanuelli Oliveira, do GT Geopolíticas do Multilinguismo, e de Artur Corrêa Souza, da Wikimedia Brasil. A iniciativa contou também com a participação ativa da equipe da Ação Saberes Indígenas nas Escolas do RS, composta pela profª Magali Mendes de Menezes, profª Daniela Pinheiro Machado Kern, Juliana Schneider Medeiros, Mariana Martins Maciel, Bianka Biazuz Vicente, Iracema Nascimento, Derli Bento e Sueli Krengre Candido.

Entre os principais resultados alcançados ao longo da assessoria, destacam-se a criação de 305 verbetes em língua Kaingáng na Incubadora Wikimedia, a formação de mais de 50 professores/as Kaingáng para atuação em ambientes digitais colaborativos e o fortalecimento das discussões sobre soberania linguística digital, circulação de conhecimentos indígenas e presença das línguas indígenas no ciberespaço. Mais do que uma proposta tecnológica, a Wikikaingáng consolidou-se como uma iniciativa voltada à valorização da língua Kaingáng, da memória coletiva e dos sistemas próprios de conhecimento indígena em ambientes digitais colaborativos, articulando universidade, comunidade e plataformas abertas de circulação do conhecimento.
Como encaminhamento final do projeto, está sendo elaborado o relatório técnico que será enviado ao Comitê de Novas Línguas da Fundação Wikimedia, etapa importante para a futura abertura oficial da Wikipédia em língua Kaingáng. O documento consolida os resultados alcançados ao longo da assessoria da UCLPM, fortalecendo a presença digital da língua Kaingáng e a circulação de conhecimentos indígenas em ambientes digitais.


Emanuelli Oliveira
Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade Federal de Santa Catarina. Licenciada e bacharela em Letras – Língua Francesa e Literaturas e Graduada em Secretariado Executivo pela Universidade Federal de Santa Catarina.
Confira no link: https://geomultling.ufsc.br/projeto-wikikaingang-avanca-na-criacao-da-primeira-wikipedia-em-lingua-indigena-brasileira/
Multilinguismo Digital e Governança de Plataforma
Janny H. C. Leung (Universidade de Hong Kong)
Publicado online pela Cambridge University Press:23 de abril de 2026
De acordo com Leung, mais da metade dos oito bilhões de pessoas do mundo não têm um forte suporte digital para sua primeira língua. Isso resulta em uma falta desproporcional de acesso a informações vitais de saúde e segurança, oportunidades benéficas de comércio eletrônico e sites populares de mídia social. Essas disparidades para falantes de línguas minoritárias são exacerbadas pela abordagem de lucro das grandes plataformas de tecnologia para o mercado linguístico digital. Por exemplo, as plataformas digitais investem menos na moderação de conteúdo, deixando os palestrantes vulneráveis à violência causada por discurso de ódio; elas não fornecem sistemas de tradução automática confiáveis, levando a sérios erros de comunicação com consequências criminosas; e não fornecem acesso multilíngue a documentos legais importantes, deixando milhões de palestrantes sem os recursos necessários para participar de suas comunidades on-line de forma legal ou segura. Para abordar esses problemas sistêmicos na governança da plataforma, Leung fornece ideias práticas e soluções realistas em todo o seu Element, enfatizando que a linguagem é o proxy mais poderoso para entender e combater a injustiça digital global.
Resumo

Primer noticiario de TV en lengua indígena
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Por Gabriel Sosa Plata*
La televisión mexicana ha funcionado como si el país hablara una sola lengua y no es así.
Es una expresión persistente de la discriminación histórica estructural, pero que ahora busca romperse con la llegada de “Nocturno Plural”, un noticiario conducido en lengua zoque y transmitido por Plural TV, canal de la Suprema Corte de Justicia de la Nación (SCJN), antes llamado Justicia TV.
El proyecto es congruente con los cambios democráticos en la Corte, donde su mismo presidente, Hugo Aguilar Ortiz, es indígena, al igual que el director de la televisora, Mardonio Carballo, reconocido poeta, periodista y exservidor público que ha dedicado buena parte de su trayectoria a la defensa y promoción de las lenguas originarias.
El impulso de un noticiario en una lengua indígena y desde la máxima tribuna de justicia es un acontecimiento inédito en la industria televisiva nacional y en el periodismo televisivo, lo que desmonta la idea de que solo el español es apto para hablar de política, justicia o asuntos públicos.
La elección de la conductora refuerza esa apuesta. Mikeas Sánchez, originaria de Chapultenango, Chiapas, es poeta, narradora y maestra, con una trayectoria sólida en la literatura y en la formación cultural.
Su obra ha sido traducida a diversas lenguas y ha dialogado de manera constante con la memoria, el territorio y la identidad del pueblo zoque. Su presencia no solo da visibilidad a una lengua, sino que introduce una voz con autoridad cultural y simbólica en un espacio históricamente vedado.
En México, informar en lenguas indígenas no es una experiencia nueva, pero ha tenido en la radio su principal territorio.
Las radios comunitarias e indígenas, así como las emisoras que forman parte del Instituto Nacional de los Pueblos Indígenas (INPI), han sostenido durante años espacios informativos en lenguas originarias, con un periodismo cercano, contextual y profundamente arraigado en las comunidades.
La televisión, en cambio, había permanecido al margen de esa transformación, aferrada a una lógica monolingüe, a veces bilingüe (en inglés, of course) centralista y no pocas veces discriminatoria, sobre todo en el ámbito comercial.
La experiencia internacional muestra que este camino es posible.
En Perú, el noticiero Ñuqanchik abrió la pantalla pública al quechua como lengua informativa cotidiana.
En los países nórdicos, Ođđasat se transmite desde hace años en lengua sami como parte de los sistemas públicos de radiodifusión.
En Estados Unidos, proyectos como First Nations Experience han consolidado una oferta televisiva indígena con contenidos informativos y culturales propios.
En todos los casos, la lengua no funciona como para quedar bien o para ser “culturalmente correcto”, sino como eje editorial.
Estos proyectos también van en sintonía con los derechos culturales y los derechos de las audiencias.
El acceso a la información en la propia lengua es una condición básica para ejercer plenamente el derecho a la comunicación, a la identidad cultural y a recibir contenidos comprensibles y pertinentes.
De igual manera, incorporar una lengua originaria a un noticiario cotidiano amplía el horizonte informativo, diversifica los puntos de vista y reconoce a las audiencias como sujetos plurales y culturalmente situados.
Por eso, lo que hace Plural TV es un acontecimiento cultural, político y periodístico, y le da un aire fresco a la televisión pública.
Muchas felicidades a Mardonio Carballo por hacer realidad este proyecto, el cual no se limita a coberturas en lenguas indígenas, sino a la producción de otros contenidos, muy atractivos, impensables en la televisión comercial, que ya se pueden disfrutar.
Para quienes quieran asomarse a este ejercicio inédito de convivencia lingüística, “Nocturno Plural” se transmite de lunes a viernes a las 22:30 horas por la señal Plural TV, disponible en Izzi 190, Dish 360 y Sky y Totalplay 639, así como en www.pluraltv.mx y en línea en https://acortar.link/OZbpr7.
Crítica a radio automatizada llega tarde
Fernando Solís, dirigente del STIRTT, declaró estar en contra de la automatización, pero sí favor de una radio y una televisión más humanas en México.
El pronunciamiento del dirigente sindical coloca un tema relevante en la agenda pública, aunque llega tarde. Desde hace años, numerosas emisoras de radio operan con programación automatizada, cabinas sin locutor y contenidos pregrabados; una práctica que se normalizó sin debate público ni regulación.
Esta automatización, que se ha reforzado mucho más con el uso de la inteligencia artificial, ha reducido puestos de trabajo, ha desplazado funciones creativas y técnicas y ha debilitado la identidad local de muchas estaciones.
Es cierto, la lógica de eficiencia y reducción de costos se impuso sobre el valor humano de la radio y la televisión, lo cual ha afectado también la relación con las audiencias, que reciben contenidos cada vez más homogéneos y menos cercanos.
¿Qué hacer? No hay tantas opciones. La tecnología es avasalladora. Sin regulación, la automatización no parará, e invadirá derechos laborales, derechos de las audiencias y quizás, en algún momento, terminará por vaciar de sentido social a los medios tradicionales.
*Profesor e investigador de la UAM-Xochimilco y periodista. Defensor de audiencias. Conduce el programa Media 20.1 en TV UNAM
Plural TV. El canal de la Suprema Corte de Justicia de la Nación. Un lugar desde la televisión habitado por todas, habitado por todos. El canal debe ser un espacio para el encuentro entre los distintos integrantes de un país como México. Deberá dar cátedra de la cultura y el pluralismo jurídico mexicano, pueblos indígenas incluidos. Deberá enfocarse también a los derechos humanos, así como dotar al público mexicano de la diversidad lingüística de nuestro país. Igualmente deberá ampliar su cobertura y convenios con distintas televisoras, tanto públicas como privadas, para hacer que su contenido inunde las pantallas de nuestro país. La justicia se traduce, para los que integramos este equipo, en todo aquello que dote al ser humano de una vida digna. Por una vida digna, justicia para todxs.
Assista aqui um programa: https://www.youtube.com/watch?v=KMqfVMrJEa4







