Política Linguística

Minicurso “Políticas Linguísticas Indígenas e Interações Transculturais”

No dia 09 de fevereiro de 2019  das 08:00h às 17:00h será ministrado o minicurso “Políticas Linguísticas Indígenas e Interações Transculturais”, pela Profª. Drª. Beatriz Protti Christino – Museu Nacional – UFRJ, no Colégio Estadual Indígena Kijetxawê Zabelê, Aldeia Kaí – Cumuruxatiba- Bahia.

O minicurso faz parte das atividades do projeto “Paisagens Linguísticas no Extremo Sul Baiano”, coordenado pelo profº. Paulo de Tássio Borges da Silva, Colegiado da Licenciatura Interdisciplinar em Linguagens e Códigos e suas tecnologias, do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências – IHAC – Campus Paulo Freire – Universidade Federal do Sul da Bahia- UFSB, e está dentro do Ano Internacional das Línguas Indígenas (International Year of Indigenous languages – IYIL2019) que será comemorado pela UNESCO e seus parceiros ao longo do ano de 2019. Continue lendo

Como a cultura Tupi-guarani foi impactada pelo homem branco

A Cultura Tupi-guarani sofreu forte impacto no convívio com o colonizador

A Cultura Tupi-guarani sofreu forte impacto no convívio com o colonizador

O termo Tupi-guarani define uma das dez famílias linguísticas do tronco Tupi.

Os outros troncos linguísticos são o Jê e Arauak, de onde vêm o grupo de línguas dos habitantes do Brasil antes da chegada dos colonizadores portugueses.

O Tupi tem origem na língua Tupinambá, incorporada pelos colonizadores e missionários e adotada como Língua Geral do Brasil.

O Guarani é falado ainda nos dias de hoje pelos povos Guarani, Guarani-kaiowá, Guarani-ñhandeva e Guarani-m’byá.

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Diversidade e variação linguística em Mato Grosso

Autor(es): Neusa Inês Philippsen e José Leonildo Lima (Org.)

A obra Diversidade e Variação Linguística em Mato Grosso é fruto do trabalho de diferentes pesquisas desenvolvidas no projeto que leva este mesmo nome. Cabe ressaltar que o projeto objetiva refletir sobre a língua portuguesa e línguas minoritárias faladas em Mato Grosso e sintetizar resultados de pesquisa geo-sociolinguísticas em áreas geográficas mato-grossenses distintas, assim como em temáticas também distintas. Os artigos que compõem o livro são de cunho científico-analítico e apresentam resultados analisados à luz das teorias supracitadas, além de dialogarem, também, com a Linguística Aplicada. A obra apresenta onze artigos produzidos pelos pesquisadores integrantes do projeto. Continue lendo

Libras pode se tornar disciplina obrigatória nas escolas públicas

Língua Brasileira de Sinais (Libras) pode se tornar disciplina obrigatória nas escolas públicas brasileiras. A iniciativa da pedagogade São Paulo Marilei Monteiro, que tem uma filha com deficiência auditiva, está ganhando apoio de educadores de todas as partes. Em menos de quatro meses, ela recebeu mais de 20 mil apoios. Para virar lei, o projeto precisa ainda ser votado pelos senadores.

Aprender Libras é fundamental para o desenvolvimento nos aspectos social e emocional, não apenas do deficiente auditivo, mas também de todos que fazem parte do seu convívio. Ainda assim, o ensino da Língua de Sinais é bastante precário no Brasil. Muitos deficientes auditivos aprendem a linguagem em centros voltados exclusivamente para pessoas com deficiência.  Continue lendo

Diversidade linguística e Patrimônio Cultural são temas de Seminário em Belém

Estima-se que mais de 250 línguas sejam faladas no Brasil, entre indígenas, de imigração, de sinais, crioulas e afro-brasileiras. Toda essa pluralidade será tema do evento promovido em Belém (PA), nos dias 28 e 29 de novembro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e pela Universidade Federal do Pará (UFPa).

O Seminário Diversidade Linguística e Patrimônio Cultural tem como objetivo promover a reflexão e o diálogo sobre a diversidade linguística brasileira no âmbito do patrimônio cultural do Norte. A região, em especial a Amazônia Legal, guarda o maior tesouro linguístico do país, por concentrar a grande maioria das comunidades indígenas. Continue lendo

Esforço para se comunicar

Fonte: Diário do Grande ABC.

Aprender a se comunicar é necessidade de todo ser humano que deseja se fazer entender e compreender. Entre os inúmeros idiomas espalhados pelo mundo, também há espaço e maneiras para que as pessoas com surdez (incapazes de ouvir) ou que tenham problemas auditivos também interajam entre si e com o universo ao seu redor.

No País, tudo é feito por meio da Libras (Língua Brasileira de Sinais), na qual mãos e movimentos são usados para criar representações de letras do alfabeto, palavras prontas e simbologias. Continue lendo

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