Política Linguística

Eleições 2026: cartazes em línguas indígenas orientam votação em aldeias de São Paulo

Materiais em Guarani e Guarani Mbya trazem orientações sobre a votação e outros serviços da Justiça Eleitoral para o pleito de 4 de outubro

Garantir o direito ao voto também significa considerar as diferentes realidades de quem vive em regiões mais isoladas ou de difícil acesso. Nas Eleições 2026, eleitoras e eleitores indígenas terão acesso a cartazes com orientações sobre o pleito em suas próprias línguas. Os materiais reúnem informações sobre temas como proibição do uso do celular na seção eleitoral, justificativa, boca de urna, entre outros. A iniciativa integra o Programa de Inclusão Político-Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) que, além de atuar nos territórios indígenas, desenvolve ações com o eleitorado quilombola, caiçara e de outras comunidades tradicionais que vivem em locais de difícil acesso.

Para o pleito deste ano, a Secretaria de Comunicação Social (Secom) do TRE-SP preparou modelos específicos para 15 zonas eleitorais que possuem eleitores da etnia Guarani-Mbya. Os cartazes explicam a ordem de votação, o uso da cola eleitoral e as regras de preferência na fila de votação, de acordo com as necessidades dessas comunidades. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também produziu e encaminhou ao estado cartazes na língua Guarani, que serão enviados a 14 aldeias.

A medida ocorre em um cenário de crescimento no estado do eleitorado que se identifica como indígena. São Paulo tem mais de 7.400 eleitoras e eleitores indígenas aptos a votar nas Eleições 2026, o dobro dos 3.700 registrados nas Eleições Municipais de 2024, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A iniciativa está alinhada à Resolução do TSE nº 23.659/2021, que estabelece que o atendimento aos povos indígenas deve considerar sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições. A norma também assegura o uso das línguas maternas no atendimento eleitoral.

                      Cartaz transferência Guarani Mbya – TRE-SP

Voto mais perto de casa

Além do eleitorado índigena, as ações do TRE-SP contemplam ainda quilombolas, caiçaras e outras comunidades tradicionais com a transferência temporária de eleitoras e eleitores, o transporte e a participação de pessoas das próprias comunidades no atendimento durante o pleito.

Em 2026, por meio do Programa de Inclusão Político-Eleitoral, foram realizadas ações itinerantes e facilitadas de transferências temporárias para pessoas que vivem nessas localidades. Com as mudanças, alguns eleitores que antes precisavam percorrer cerca de duas horas para votar poderão chegar à seção em aproximadamente 20 minutos.

No entanto, quando o deslocamento ainda é necessário, o transporte também faz parte do planejamento. Neste pleito, 16 aldeias indígenas e quilombos terão transporte fornecido pela Justiça Eleitoral. Em outras regiões, o deslocamento será feito por meio de linhas disponibilizadas pelas prefeituras. Em Ilhabela, também houve articulação com a Polícia Militar para o transporte de urnas, materiais e pessoas até as comunidades caiçaras isoladas de Bonete e Castelhanos.

                  Cartaz manual do eleitor traduzido para Guarani Mbya

Apoio de quem conhece a comunidade

A preparação para o pleito conta ainda com a participação de pessoas que conhecem de perto a realidade de cada comunidade. Em diferentes zonas eleitorais, foram designados apoios logísticos e colaboradores para auxiliar no atendimento ao eleitorado indígena. Esses profissionais poderão prestar informações no idioma local, organizar o fluxo nos locais de votação, esclarecer dúvidas e ajudar na articulação do transporte entre as aldeias e as seções eleitorais.

Na 403ª Zona Eleitoral — Jaraguá, houve treinamento específico sobre os cartazes traduzidos, além da atuação de mesários e apoios indígenas. Na 381ª ZE — Parelheiros, foi convocado apoio indígena e estabelecida interlocução com lideranças e servidores da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) para reforçar o atendimento nas escolas que recebem eleitorado da Terra Indígena Tenondé. Em outras regiões do estado, também foram adotadas medidas para contar com integrantes das próprias comunidades ou colaboradores articulados com as lideranças locais.

imprensa@tre-sp.jus.br

 

Confira a matéria na fonte: https://www.tre-sp.jus.br/comunicacao/noticias/2026/Outubro/eleicoes-2026-cartazes-em-linguas-indigenas-orientam-votacao-em-aldeias-de-sao-paulo

Instituto Federal abre 300 vagas em especialização EaD gratuita em Línguas Indígenas de Sinais

Por Marina Damasceno

 

O  Instituto Federal da Bahia (IFBA), por meio do Campus Porto Seguro, abriu 300 vagas gratuitaspara a Especialização em Línguas  Indígenas de Sinais (LIS). O curso será oferecido a distância, tem 450 horas e inscrições de 3 a 18 de outubro de 2026. A seleção, regulamentada pelo Edital nº 24/2026/PRPGI/IFBA, alcança candidatos de todas as regiões do país.

IFBA abre edital para Especialização em Língua Brasileira de Sinais:

O curso é uma pós-graduação lato sensu gratuita, conduzida em ambiente virtual institucional. A programação combina atividades síncronas e assíncronas, permitindo que os conteúdos sejam acessados ao longo da semana, de acordo com a organização de cada estudante. A duração prevista é de 12 meses.

O foco formativo é relevante porque as línguas de sinais usadas em povos  indígenas não devem ser reduzidas a uma simples variação da Libras. Elas podem ter vocabulários, usos sociais e formas de transmissão ligados a histórias e comunidades específicas. Na escola, ignorar essa dimensão pode produzir barreiras de comunicação e de participação, mesmo quando há boa intenção de inclusão.

Para docentes, coordenadores e equipes de apoio, o curso pode contribuir para qualificar o diálogo entre  educação especial, educação escolar indígena e práticas pedagógicas interculturais. O ganho não está em prometer uma solução pronta para cada realidade, mas em construir repertório para escuta, planejamento conjunto e encaminhamentos respeitosos com as comunidades e suas lideranças.

Vagas por região

As vagas não foram concentradas apenas na Bahia. O edital prevê a mesma quantidade de lugares para cada região geográfica brasileira, uma distribuição que pode favorecer a formação de redes de troca entre profissionais de diferentes territórios. A classificação e as reservas de vagas devem ser verificadas diretamente no documento oficial.

Região Vagas
Norte 60
Nordeste 60
Centro-Oeste 60
Sudeste 60
Sul 60
Total 300

Quem pode se inscrever

O edital é voltado a profissionais graduados. Entre os perfis destacados pelo IFBA estão professores de comunidades indígenas com licenciatura, egressos de cursos de Licenciatura ou Bacharelado em Letras-Libras, Licenciatura Intercultural Indígena, Pedagogia Intercultural Indígena e Pedagogia. Também entram no público potencial professores não indígenas, gestores e técnicos da Educação Básica pública ou privada.

Há ainda a possibilidade de participação de graduados de outras áreas que pretendam contribuir para a estruturação de redes de ensino para indígenas surdos, desde que atendam às exigências previstas. Essa abertura não dispensa a conferência cuidadosa do edital: o candidato deve checar se sua formação, o nível de conhecimento linguístico e os documentos solicitados correspondem à modalidade de concorrência escolhida.

Como fazer a inscrição

As inscrições são exclusivamente on-line, no site do  IFBA Campus Porto Seguro, de 3 a 18 de outubro de 2026.

Etapa Informação
Inscrições 03 a 18/10/2026
Curso Especialização em Línguas Indígenas de Sinais (LIS)
Modalidade Educação a Distância, com atividades síncronas e assíncronas
Custo Gratuito

O candidato deve usar um e-mail que acompanhe com frequência e guardar os comprovantes de envio. Eventuais retificações, cronograma detalhado, critérios de seleção e o acesso ao formulário são divulgados na página do processo seletivo. Não deixe a conferência de documentos para o último dia, principalmente se precisar obter declarações de experiência ou de formação.

Inscrições abertas até 18 de outubro de 2026

A seleção é gratuita e ocorre pela internet. Consulte as regras, os documentos e o formulário na página oficial do IFBA Campus Porto Seguro.

Acessar o Edital nº 24/2026/PRPGI/IFBA

Confira a matéria na fonte: https://www.pebsp.com/instituto-federal-abre-300-vagas-em-especializacao-ead-gratuita-em-linguas-indigenas-de-sinais/

 

NJINGA e SEPÉ: Revista Internacional de Culturas, Línguas Africanas e Brasileiras (ISSN: 2764-1244) lança nova publicação

v. 6 n. 4 (2026): Educação inclusiva e inovação pedagógica: desafios e competência para a educação do futuro

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Prezados leitores, Prezadas leitoras!

Voltamos mais uma vez com uma produção científica. Trata-se do Vol.6, nº 4 (2026)composto por vinte artigos que somam 367 páginas. O interesse pela pesquisa e pela publicação é de salutar e faz parte da vida acadêmica e profissional.  Criamos  esta revista (Njinga & Sepé)  gratuita e de acesso livre para permitir a circulação do conhecimento de qualidade e proporcionar debates permanentes entre investigadores, docentes e estudantes. Pesquisar é examinar, é observar um fenomeno, um objeto a partir de uma prisma ou por uma perspectiva. Todas as perspectivas podem ser válidas a partir do ponto em que observamos e isso torna o conhecimento científico mais democrático. Nenhuma sociedade evoluiu sem apostar em estudos e pesquisas que  revelam novas reflexões, caminhos e descobertas. Por isso, a Njinga & Sepé: Revista Internacional de Culturas, Linguas Africanas de Brasileiras (ISSN: 2764-1244) aposta no compartilhamento de estudos e pesquisas redigidas por pesquisadores brasileiros e dos países africanos, europeus, asiáticos, americanos e australianos. Esta revista é a única no Brasil (talvez no mundo) que respeita as linguas dos povos minoritários (muitas dellas não oficiais) e aceita a publicação de materiais em línguas brasileiras, em línguas africanas (incluindo as  línguas de sinais).

Esta publicação resulta de parcerias entre a Revista Njinga & Sepé (UNILAB) e as universidades africanas. Desta feita convidamos três docentes angolanos para organizar a publicação. Convidamos o Prof.  Leonardo Tuyenikumwe Pedro (FCSH – Universidade do Namibe), o Prof. Dinis Fernando da Costa (FCSH – Universidade do Namibe) e o Prof. Reginaldo Ngola dos Santos Brinco (ISCED-Huila). Eles aceitaram o desafio e nos proporcionam este momento rico de aprendizagem a quem agradecemos.

Agora convidamos ao leitor e à leitora a percorrer a revista, compartilhando e lendo os trabalhos publicados. A democratização do conhecimento passa necessariamente por permitir que pesquisadores, docentes e estudantes de outros países (muitos deles sem revista na sua universidade) possam ter a oportunidade de divulgar seus trabalhos, estudos e pesquisas. Por isso caro e caro leitor aproveite o máximo nesta revista revista. No fim de cada artigo colocamos as possiveis formas de apresentar as referências em trabalhos acadêmico-científicos. Copie e cole as referências do seu artigo lido e citado.

Caso deseja organizar uma publicação entre em contato com o Editor-Chefe por meio do e-mail da revista. Agradecemos aos avaliadores, aos tradutores e aos organizadores pela dedicação na organização desta obra. O nosso muito obrigado, pois sem vocês seria impossivel. Esta publicação é uma das primeiras de tantas outras que serão publicadas ao longo do semestre.  Encontrem nesta publicação temáticas linguisticas, literárias, de educação, de Gestão, de Psicopedagogia,  entre várias.

Desejamos a todos uma boa leitura!

Alexandre António Timbane (Editor-Chefe)

Conheça o Repositório institucional da UNILAB. Lá encontra muitos livros, anais, revistas e outras publicações que podem ser úteis para a sua pesquisa. Visite:

1.A gramaticalização do português nas suas variedades e as políticas linguísticas para a autoestima e democracia linguística

https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7815

2.Ensino-aprendizagem de línguas e estudos literários na perspectiva cultural no século XXI

https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7816

3.As línguas africanas e o português na África lusófona: reflexões, descrições e políticas de ensino

https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/4424

4.A lexicografia, a lexicologia e a onomástica em português: a língua em constante evolução
https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7814

5.O português de/em Angola: peculiaridades linguísticas

https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/2305

6.O cabo-verdiano e o português em convivência: descrição, ensino, literatura e cultura

https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/3527

7.Estudos linguísticos, literários e culturais da Guiné-Bissau

https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/7487

8.Descrição linguística, educação e cultura em contextos pós-coloniais

https://repositorio.unilab.edu.br/jspui/handle/123456789/2966

 

Publicado: 17-09-2026

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Curso de extensão “Fundamentos para a leitura & escrita do Hunsrückisch falado no Brasil”

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Atenção professores e estudantes de diferentes áreas, com conhecimentos básicos de Hunsrückisch e/ou de língua alemã.


Venham participar do curso com Prof. Dr. Cléo V. Altenhofen Dra. Jussara M. Habel. O curso é no formato de aulas online, com carga horária de 15 horas-aula distribuídos em 05 encontros online de 2h-aula + atividade prática da semana equivalente a 1h-aula

 


O curso de extensão “Fundamentos para a leitura & escrita do Hunsrückisch falado no Brasil” é uma iniciativa diretamente ligada aos trabalhos de mapeamento e codificação linguística desenvolvidos no âmbito do PPG-Letras (Programa de Pós-Graduação em Letras) da UFRGS

OBJETIVO GERAL:
Introduzir, de forma sistemática e reflexiva, fundamentos para a leitura e escrita do Hunsrückisch como língua de imigração alemã no Brasil.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
a) Instrumentalizar os participantes na leitura e escrita do Hunsrückisch;
b) Contribuir com a educação para o plurilinguismo voltada para a valorização e transferência de conhecimentos entre línguas e variedades diferentes.

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Faça sua inscrição aqui:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyyr02OYnCp-ex-P1o1wDhNNwEmwTDEoYI3Ue6GwN3mt_DJQ/viewform

Confira o programa:

A geopolítica das línguas no podcast “Mundo, Vasto Mundo”, uma iniciativa da Rádio Cultura FM

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Semanalmente, a jornalista Laura Greenhalgh recebe convidados no podcast “Mundo, Vasto Mundo” para conversas com especialistas em múltiplos campos de atuação, sejam eles: cientistas sociais, politólogos, economistas, linguistas, entre outros.

No episódio desta semana a conversa é com os professores Gilvan Müller de Oliveira e Rosângela Morello, linguistas, abordando a importância dos idiomas para a integração entre diferentes culturas, sociedades e países.
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“No contexto global, como as grandes potências, como Estados Unidos e China, se comportam diante de diferentes comunidades no seio do Estado nacional? E como o português pode servir como soft power para Brasil, Angola, Moçambique e Timor-Leste?”
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Para explorar e desmistificar esses e outros aspectos do multilinguismo, eles discutem a geopolítica das línguas e como Estados nacionais articulam seus idiomas para influenciar vizinhos e estreitar ou desfazer laços históricos, políticos e econômicos.
Para saber mais, acesse essa conversa no link:
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Foto: Giovanna Zanetti/Acervo TV Cultura
Foto: Giovanna Zanetti/Acervo TV Cultura
A Rádio Cultura FM de São Paulo (103,3 MHz), emissora da Fundação Padre Anchieta, apresenta o podcast Mundo, Vasto Mundo conduzido por Laura Greenhalgh, nome de destaque no jornalismo brasileiro e colunista da Folha de S.Paulo.

O programa é dedicado à análise de fatos que são notícia no mundo e despertam o interesse do público brasileiro. A produção chega no momento em que as fronteiras da política doméstica e internacional se cruzam, e oferece aos ouvintes análises atualizadas, com independência e pluralidade.

Semanalmente, o projeto apresentará conversas com especialistas em múltiplos campos de atuação, sejam eles: cientistas sociais, politólogos, economistas, entre outros. Jornalistas e correspondentes que acompanham o desenrolar dos fatos em diferentes países também farão parte da iniciativa.

“Vivemos tempos desafiadores com a entrada de novos atores na cena global, em meio a uma aceleração tecnológica sem precedentes. Entender o que se passa num mundo multipolar, interconectado e frenético, é condição sine qua non para atravessar turbulências e vislumbrar horizontes. O podcast nasce para levantar perguntas e buscar entendimentos”, diz Laura Greenhalgh.

A produção do podcast é uma iniciativa da Rádio Cultura. Mundo, Vasto Mundo estará disponível no Spotify toda quarta, a partir das 18h, com versão radiofônica ao ar às quintas, às 22h, pela Cultura FM.

Link Spotify para todos os episódios:

https://open.spotify.com/show/033SWURe0EQ8LzjPjmHhG5?si=4bd3f627a8d04474

“Mundo, Vasto Mundo”, com a jornalista Laura Greenhalgh
Quartas, 18h, no Spotify
Quintas, 22h, na Cultura FM

📻 103,3 FM

💻 culturafm.com.br
📱 App Cultura Play

 

 

Laura Greenhalgh é jornalista, editora e consultora na área de comunicação. Atuou em inúmeros veículos da imprensa brasileira e atualmente é colunista da Folha de S.Paulo para temas internacionais. Foi fundadora e diretora-executiva da Comissão Arns de Direitos Humanos.

 

Ciclo de Palestras “Políticas Linguísticas para o Multilinguismo” – evento online, participe!

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O NILT/SINTER e a Cátedra UNESCO de Políticas Linguísticas para o Multilinguismo da UFSC realizam um ciclo de palestras online sobre políticas linguísticas. O primeiro encontro ocorre em 20 de agosto, das 10h às 11h30, com participação gratuita e foco em ciência, educação superior e multilinguismo.

 

Profa. Dra. Paula Clarice Santos Grazziotin de Jesus é Doutora em Linguística (UFSC, 2018), com Pós-Doutorado em Educação UFSC, 2022), Mestra em Educação (UNIPLAC 2013); Especialista em Ciências Penais (UNIDERP 2012); Especialista em Língua Portuguesa – Produção e Revisão de textos (UNIPLAC 2008); Bacharel em Direito (UNIPLAC 2007); Licenciada em Letras – Português, Inglês e Literaturas Correspondentes (UNIPLAC 2006). Atualmente é docente no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (IFSC) na área de Língua Portuguesa.

 Faça sua inscrição através do e-mail nilt.sinter@gmail.com

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