Política Linguística

Participação da Cátedra UNESCO em Políticas Linguísticas para o Multilinguismo no Congresso Virtual UFBA 2020

 

Assist

Assista aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=PaEzdB32fEU&list=PLSIGD7-rHf2VRMa1eYJ-8spcXJY1oC1jj&index=120&t=0s

Mais informações:

https://congresso2020.ufba.br/

https://www.facebook.com/congressoufba/

Talian de Luto

Faleceu nesta manhã do dia 18 de maio o professor e escritor de Talian Darcy Loss Luzzatto. Luzzatto escreveu dezenas de livros, entre eles Talian (Veneto Brasileiro): Noções de Gramática e o dicionário Talian/Português. Em 25 de outubro de 2017 o Prof. Luzzatto participou como palestrante no I Seminário Internacional Talian, juntamente com o Prof. Alessandro Mocellin, da região do Vêneto-Itália. O Seminário foi um importante evento de integração histórica, linguística e cultural entre falantes, estudantes e pesquisadores da língua veneta e suas variantes. Na ocasião Luzzatto publicamente oficializou o encerramento de suas participações em eventos, em função de sua idade e do entendimento de ter cumprido sua missão na difusão do Talian. Assim, o I Seminário Internacional Talian foi seu último evento público, o que muito honrou o Projeto Talian CTISM/UFSM.

 

Aula Inaugural: Linguistic Landscapes: Policies, Diversities and Migration in Public Spaces

Linguistic Landscapes: Policies, Diversities and Migration in Public Spaces

Prof. Karolina Bielenin-Lenczovska, Visiting Professor

March, 3rd, 2020, Federal University of Santa Catarina, Brazil

 

GT Políticas Linguísticas e Educação: migrações, fronteiras e deslocamento

Participe!

O GT: Políticas Linguísticas e educação: migrações, fronteiras e deslocamentos contempla:
            1) relação entre migração, refúgio e políticas linguísticas;
           2) relação entre cidadania e línguas;
           3) direitos humanos e direitos linguísticos;
           4) planejamento linguístico e educação: ensino de línguas no contexto escolar (imigrantes, sobretudo refugiados);
           5) relação entre políticas linguísticas e reformas curriculares
           6) políticas linguísticas e contexto de internacionalização das universidades;
           7) ensino de línguas nas regiões de fronteiras;
          8) políticas afirmativas e ensino bilíngue.
Ficaríamos muito felizes em receber vocês! Seguem as instruções para participação:

Prazo para inscrição até 18 de fevereiro de 2020!

Regras para submissão:
Cada trabalho poderá conter até três (03) autores(as);
Serão aceitos trabalhos submetidos por profissionais da educação básica, estudantes de pós-graduação, mestres(as) e doutores(as);
O profissional da educação básica deve ser estudante de pós-graduação ou possuir a titulação mínima de especialista;
Será aceita a submissão de até dois (02) trabalhos (autoria e/ou coautoria);
Os resumos serão obrigatoriamente enviados via Área do Inscrito (não há template), no período de 18 de novembro de 2019 a 18 de fevereiro de 2020, e deverão conter:
a) Título (máx. 200 caracteres com espaços);
b) O uso de títulos, integralmente, em caixa alta não é permitido;
c) Texto (mín. 1.000 e máx. 1.500 caracteres com espaços);
d) O corpo do resumo não poderá conter citações (diretas e indiretas), referências
bibliográficas ou notas de rodapé;
e) Palavras-chave separadas por ponto e vírgula (mín. 3 e máx. 5);
f) Fonte financiadora (quando houver).

Acesse o link na página do evento!

Unificação do Kichwa em debate em Quito, Equador

Sebastião Salgado na Amazônia

IanomâmisAventureiros do ouro e seus rastros nos rios e na selva põem em risco o maior grupo indígena de pouco contato com os brancos, que há mil anos vive em seu shangri-lá entre picos, vales e cachoeiras, no extremo norte do Brasil

As índias Cecilia e Edna; os ianomâmis têm tabus relacionados a nomes: uma pessoa jamais é tratada por seu nome indígena, embora os outros possam usá-lo para se referir a ela, mas não na sua frente. Quando pequena, a criança é chamada pelos pais de “filho” ou “filha” (ôse). Outros membros da família lhe dão um apelido, pelo qual será conhecida na comunidade. Para se comunicar com não índios, o grupo passou a adotar nomes brancos. Continue lendo

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