Política Linguística

Carta do I Encontro Regional do Inventário do Hunsrückisch e II Encontro de Falantes do Hunsrückisch

Carta do I Encontro Regional do Inventário do Hunsrückisch e II Encontro de Falantes do Hunsrückisch

 

O Brasil, país bilíngue desde 2005 (português/Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS), é muito rico em diversidade linguística. Apesar de uma história orientada para o monolinguismo que oficializou e aparelhou somente a língua portuguesa como língua de ensino e oficial, o censo demográfico realizado em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta a existência de cerca de 274 línguas indígenas no país, inclusive línguas indígenas de sinais, como a dos Ka´apor. Pesquisas indicam, ainda, aproximadamente 56 línguas faladas por descendentes de imigrantes, há pelo menos três gerações, em vários municípios brasileiros, como é o caso do talian, pomerano, hunsrückisch, polonês, russo, entre outras. Igualmente há as línguas afro-brasileiras e as que se intercalam, como é o caso dos crioulos Galibi Marworno, Karipuna do Norte e Palikur, falados na região do Oipoque, na fronteira do Brasil com a Guiana Francesa, e do Portunhol, na fronteira com países hispano falantes.

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Programação do Encontro do Inventário e de Falantes de Hunsrückisch.

Com o objetivo de reunir falantes de línguas alemã (Hunsrückisch / Deitsch) e mostrar os resultados obtidos com as pesquisas realizadas através do Inventário do Hunsrückisch como língua brasileira de imigração (IHLBrI), contemplando atividades como conversa sobre políticas linguísticas, amostra de filmes e documentários, atividades culturais em Hunsrückisch, a equipe do Inventário promove no próximo dia 24 o  I Encontro Regional do Inventário do Hunsrückisch e II Encontro de Falantes de Hunsrückisch.

Abaixo, você confere a programação e se organiza para participar também. Continue lendo

A bondade linguística e o cadáver adiado

O colóquio não era sobre ortografia, era sobre Unidade e Diversidade da Língua Portuguesa, mas como falar de diversidade sem pôr em causa a falsa “unidade” que a ameaça?

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Audiência pública #FICAESPANHOL

Audiência pública para tratar sobre a Discussão de questões relativas à disciplina de Espanhol na Educação Básica em Santa Catarina.

Dia: 14/08/2018

Horário: 9h às 13h

Local: Plenarinho Deputado Paulo Stuart Wright, na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina.

Pesquisa de Aluno do Uniaraxá é destaque em eventos nacionais

Pesquisa de Aluno do Uniaraxá é destaque em eventos nacionais
O Uniaraxá marcará presença no 38º Encontro Nacional de Engenharia de Produção que acontecerá em Maceió (AL), entre os próximos dias 16 e 19 de outubro. O trabalho de autoria do Aluno Egresso do Curso de Engenharia de Produção do Uniaraxá, Rafael dos Santos Guimarães, intitulado “Processo Produtivo de Batata Pré-Frita na Empresa Bem Brasil” foi aprovado e representará o Centro Universitário de Araxá, no evento de âmbito nacional.

O Encontro Nacional de Engenharia de Produção (Enegep) acontece, anualmente, desde 1981. A partir de 1986, passou a ser organizado pela Associação Brasileira de Engenharia de Produção (Abepro); Entidade que agrega profissionais, pesquisadores, estudantes e professores interessados no desenvolvimento da Engenharia de Produção no país. Continue lendo

Tribunal do Rio usa aplicativo WhatsApp e Libras em audiências

A Linguagem Brasileira de Sinais (Libra) e o aplicativo de comunicação whatsapp têm sido usados para solução de casos no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).

O aplicativo foi utilizado, por exemplo, na audiência em que o juiz decidiu manter o pagamento da pensão para Virgínia da Silva Siqueira, de 101 anos, moradora da comunidade da Cidade Alta, em Cordovil, na zona norte do Rio. O benefício corria o risco de suspenso em setembro, quando terminaria a validade da procuração da filha de moradora, Myriam da Silva, de 69 anos.

No ano passado, Myriam entrou com um pedido de interdição da mãe para conseguir a curatela e continuar respondendo em nome da mãe, inclusive no recebimento da pensão. O processo encontrou duas barreiras: a dificuldade de locomoção da idosa e a ida de peritos da Justiça até a casa dela, que fica em uma área de risco.

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