Educação

Brasil quer sistematizar ensino da língua portuguesa nos países lusófonos

Da Redação
Com Lusa

O Governo brasileiro defendeu esta segunda-feira junto dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) a sistematização dos programas curriculares do ensino do português a estrangeiros e a nacionais que tenham como primeiro idioma línguas locais. Continue lendo

Política linguística para internacionalização do ensino superior

A FAUBAI, ciente da importância que as línguas vêm assumindo na concretização de uma internacionalização mais inclusiva e possível, criou, em encontro realizado em Porto Alegre, em abril de 2017, um Grupo de Trabalho (GT) sobre Políticas Linguísticas para Internacionalização. Composto por assessores de relações internacionais (RIs) e pesquisadores ligados à área de Linguística Aplicada, o GT tem objetivo de elaborar sugestões norteadoras para a política linguística de internacionalização do ensino superior das instituições brasileiras. Continue lendo

MEC nomeia defensora do ensino domiciliar para coordenar formação de alfabetizadores

Maria Eduarda Manso Mostaço não possui experiência em sala de aula ou formação em Educação

Fachada lateral do Ministério da Educação (MEC) em Brasília   Foto: Elza Fiuza/Agência Brasil

O Ministério da Educação (MEC) nomeou Maria Eduarda Manso Mostaço para ocupar o cargo de coordenadora-geral de formação de professores na Secretaria de Alfabetização. A nomeação, divulgada nesta quarta-feira (30/01) no Diário Oficial, está gerando polêmica porque Maria Eduarda é defensora da regulamentação do ensino domiciliar (homeschooling) no Brasil. Com isso, a hashtag #MinistériodaEducação ficou no topo dos trending topics do Twitter. Continue lendo

Libras pode se tornar disciplina obrigatória nas escolas públicas

Língua Brasileira de Sinais (Libras) pode se tornar disciplina obrigatória nas escolas públicas brasileiras. A iniciativa da pedagogade São Paulo Marilei Monteiro, que tem uma filha com deficiência auditiva, está ganhando apoio de educadores de todas as partes. Em menos de quatro meses, ela recebeu mais de 20 mil apoios. Para virar lei, o projeto precisa ainda ser votado pelos senadores.

Aprender Libras é fundamental para o desenvolvimento nos aspectos social e emocional, não apenas do deficiente auditivo, mas também de todos que fazem parte do seu convívio. Ainda assim, o ensino da Língua de Sinais é bastante precário no Brasil. Muitos deficientes auditivos aprendem a linguagem em centros voltados exclusivamente para pessoas com deficiência.  Continue lendo

Unicamp recebe 610 inscrições para 1º vestibular indígena; AM concentra 74% dos pedidos

Vista aérea da Unicamp, em Campinas — Foto: Antoninho Perri/Ascom/Unicamp

Vista aérea da Unicamp, em Campinas — Foto: Antoninho Perri/Ascom/Unicamp

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) divulgou nesta quinta-feira (27) que registrou 610 pedidos de inscrição para o 1º vestibular indígena – 74% dos pedidos vieram do estado do Amazonas. São oferecidas 72 vagas em 27 cursos.

A cidade de São Gabriel da Cachoeira (AM) foi a cidade com o maior número de pedidos, com 350, seguida por Manaus (AM), com 107, e Campinas (SP), com 84.

A língua também pode ser o pior inimigo na escola

Na maioria das escolas africanas a língua em que se leciona é a língua oficial do país e geralmente é uma língua europeia. Mas será que aprender a escrever num idioma que não é o aprendido em casa é uma boa ideia?
Kenia Schüler bei Abschlussprüfung für (DW/Shisia Wasilwa)

A sul do Saara falam-se mais de 2.000 idiomas africanos diferentes. Estes ouvem-se, sobretudo, dentro das casas e na rua, em algumas estações de rádio, mas quase nunca dentro das salas de aula: aqui as línguas ensinadas são uma herança da era colonial. Muitas crianças, especialmente as provenientes de ambientes rurais, entram nas escolas de inglês, francês ou português com poucos conhecimentos.

Para a especialista em educação, Birgit Brock-Utne, da Universidade sul-africana de Witwatersrand, aprender num idioma que não é a língua materna é contraproducente. “Já fizemos experiências em escolas secundárias na Tanzânia e em escolas primárias na África do Sul onde pusemos as crianças a aprender na língua que lhes é familiar e vimos como são muito melhores”, garante a investigadora. Continue lendo

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