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Webinário Direitos Linguísticos e Direitos Humanos é destaque no Boletim da Assessoria Internacional da DPU

I Encontro Regional Sul da Década das Línguas Indígenas no Brasil

Participe do primeiro encontro de discussão do “Plano de Ação da Década Internacional das Línguas Indígenas no Brasil” organizado pelo GT Nacional da Década das Línguas Indígenas. Esse plano foi elaborado por uma equipe formada por indígenas representantes das cinco regiões do país, representantes de organizações indígenas e parceiros não indígenas que compõem o GT da Década. Venham discutir com a gente as ações que serão realizadas na Década das Línguas Indígenas no Brasil (2022-2032).
Quando:  03/12/21
Horário do encontro: 19h (horário de Brasília).
Em breve, divulgaremos  o link da sala online (Meet Google).
Link para leitura do Plano de Ação AQUI

XXV Incontro Nassional dei Difusori del Talian

A Associassion dei Difusori del Talian convida para o XXV Incontro Nassional dei Difusori del Talian, a realizar-se nos dias 26 e 27 de novembro de 2021.
O evento será realizado de forma online e gratuita.
Para aqueles que desejarem obter seu certificado de participação, as inscrições poderão ser realizadas até o dia 25/11, via formulário eletrônico, disponível AQUI

Chamada para artigos | Dossiê temático Migrações Contemporâneas, Português Língua de Acolhimento e Políticas Linguísticas – Revista Lendu

A Revista Lendu, vinculada ao curso de Letras, da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC, publicada em sua versão eletrônica (ISSN) 2526-7671, torna pública a chamada de envio de novas publicações (artigos e ensaios) que comporão o dossiê Migrações Contemporâneas, Português Língua de Acolhimento e Políticas Linguísticas, com previsão de publicação em junho de 2022.

Saiba mais AQUI 

Prazo de submissão: 31 de janeiro de 2022.

I Encontro Regional Sudeste da Década Internacional das Línguas Indígenas

Discurso de brasileira na COP26 foi destaque no The New York Times

 

Foto de: Oli Scarff, da France-Presse/Getty Images

“Meu nome é Txai Suruí, eu tenho só 24, mas meu povo vive há pelo menos 6 mil anos na floresta Amazônica. Meu pai, o grande cacique Almir Suruí me ensinou que devemos ouvir as estrelas, a Lua, o vento, os animais e as árvores.

Hoje o clima está esquentando, os animais estão desaparecendo, os rios estão morrendo, nossas plantações não florescem como antes. A Terra está falando. Ela nos diz que não temos mais tempo.

Uma companheira disse: vamos continuar pensando que com pomadas e analgésicos os golpes de hoje se resolvem, embora saibamos que amanhã a ferida será maior e mais profunda?

Precisamos tomar outro caminho com mudanças corajosas e globais. Não é 2030 ou 2050, é agora!

Enquanto vocês estão fechando os olhos para a realidade, o guardião da floresta Ari Uru-Eu-Wau-Wau, meu amigo de infância, foi assassinado por proteger a natureza.

Os povos indígenas estão na linha de frente da emergência climática, por isso devemos estar no centro das decisões que acontecem aqui. Nós temos ideias para adiar o fim do mundo.

Vamos frear as emissões de promessas mentirosas e irresponsáveis; vamos acabar com a poluição das palavras vazias, e vamos lutar por um futuro e um presente habitáveis.

É necessário sempre acreditar que o sonho é possível.

Que a nossa utopia seja um futuro na Terra.

Obrigada”

 

Leia mais sobre a repercussão do discurso de Txai Suruí Blog do Moisés Mendes

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