multilinguismo

A geopolítica das línguas no podcast “Mundo, Vasto Mundo”, uma iniciativa da Rádio Cultura FM

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Semanalmente, a jornalista Laura Greenhalgh recebe convidados no podcast “Mundo, Vasto Mundo” para conversas com especialistas em múltiplos campos de atuação, sejam eles: cientistas sociais, politólogos, economistas, linguistas, entre outros.

No episódio desta semana a conversa é com os professores Gilvan Müller de Oliveira e Rosângela Morello, linguistas, abordando a importância dos idiomas para a integração entre diferentes culturas, sociedades e países.
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“No contexto global, como as grandes potências, como Estados Unidos e China, se comportam diante de diferentes comunidades no seio do Estado nacional? E como o português pode servir como soft power para Brasil, Angola, Moçambique e Timor-Leste?”
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Para explorar e desmistificar esses e outros aspectos do multilinguismo, eles discutem a geopolítica das línguas e como Estados nacionais articulam seus idiomas para influenciar vizinhos e estreitar ou desfazer laços históricos, políticos e econômicos.
Para saber mais, acesse essa conversa no link:
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Foto: Giovanna Zanetti/Acervo TV Cultura
Foto: Giovanna Zanetti/Acervo TV Cultura
A Rádio Cultura FM de São Paulo (103,3 MHz), emissora da Fundação Padre Anchieta, apresenta o podcast Mundo, Vasto Mundo conduzido por Laura Greenhalgh, nome de destaque no jornalismo brasileiro e colunista da Folha de S.Paulo.

O programa é dedicado à análise de fatos que são notícia no mundo e despertam o interesse do público brasileiro. A produção chega no momento em que as fronteiras da política doméstica e internacional se cruzam, e oferece aos ouvintes análises atualizadas, com independência e pluralidade.

Semanalmente, o projeto apresentará conversas com especialistas em múltiplos campos de atuação, sejam eles: cientistas sociais, politólogos, economistas, entre outros. Jornalistas e correspondentes que acompanham o desenrolar dos fatos em diferentes países também farão parte da iniciativa.

“Vivemos tempos desafiadores com a entrada de novos atores na cena global, em meio a uma aceleração tecnológica sem precedentes. Entender o que se passa num mundo multipolar, interconectado e frenético, é condição sine qua non para atravessar turbulências e vislumbrar horizontes. O podcast nasce para levantar perguntas e buscar entendimentos”, diz Laura Greenhalgh.

A produção do podcast é uma iniciativa da Rádio Cultura. Mundo, Vasto Mundo estará disponível no Spotify toda quarta, a partir das 18h, com versão radiofônica ao ar às quintas, às 22h, pela Cultura FM.

Link Spotify para todos os episódios:

https://open.spotify.com/show/033SWURe0EQ8LzjPjmHhG5?si=4bd3f627a8d04474

“Mundo, Vasto Mundo”, com a jornalista Laura Greenhalgh
Quartas, 18h, no Spotify
Quintas, 22h, na Cultura FM

📻 103,3 FM

💻 culturafm.com.br
📱 App Cultura Play

 

 

Laura Greenhalgh é jornalista, editora e consultora na área de comunicação. Atuou em inúmeros veículos da imprensa brasileira e atualmente é colunista da Folha de S.Paulo para temas internacionais. Foi fundadora e diretora-executiva da Comissão Arns de Direitos Humanos.

 

Ciclo de Palestras “Políticas Linguísticas para o Multilinguismo” – evento online, participe!

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O NILT/SINTER e a Cátedra UNESCO de Políticas Linguísticas para o Multilinguismo da UFSC realizam um ciclo de palestras online sobre políticas linguísticas. O primeiro encontro ocorre em 20 de agosto, das 10h às 11h30, com participação gratuita e foco em ciência, educação superior e multilinguismo.

 

Profa. Dra. Paula Clarice Santos Grazziotin de Jesus é Doutora em Linguística (UFSC, 2018), com Pós-Doutorado em Educação UFSC, 2022), Mestra em Educação (UNIPLAC 2013); Especialista em Ciências Penais (UNIDERP 2012); Especialista em Língua Portuguesa – Produção e Revisão de textos (UNIPLAC 2008); Bacharel em Direito (UNIPLAC 2007); Licenciada em Letras – Português, Inglês e Literaturas Correspondentes (UNIPLAC 2006). Atualmente é docente no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (IFSC) na área de Língua Portuguesa.

 Faça sua inscrição através do e-mail nilt.sinter@gmail.com

Participe!

Seminário de Pesquisa em Política Linguística – Alena Mikolášková (Univerzita Karlova – República Tcheca) Assista!



Realizado na manhã de 4 de agosto, na modalidade remota, este Seminário de Pesquisa em Política Linguística aprofundou as teorias de gestão de línguas e sua aplicação a contextos locais, com a participação da pesquisadora Alena Mikolášková (Univerzita Karlova – República Tcheca).

O evento foi uma realização conjunta do Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística (IPOL), da Cátedra UNESCO em Políticas Linguísticas para o Multilinguismo (UCLPM) e do Grupo de Trabalho Geopolíticas do Multilinguismo (GT-GM).

Sobre a convidada:Alena Mikolášková é doutoranda em Estudos Germânicos na Faculdade de Letras da Universidade Carolina (Univerzita Karlova), em Praga, República Tcheca, onde desenvolve pesquisa sobre o status contemporâneo da língua alemã no sul do Brasil. Mestre em Estudos Germânicos e Estudos Portugueses, dedica-se aos estudos de políticas linguísticas e da Teoria da Gestão Linguística, com especial atenção aos processos de cooficialização de línguas. Atualmente realiza estágio de pesquisa no IPOL. Seus interesses acadêmicos incluem política e planejamento linguístico, línguas minoritárias, direitos linguísticos e gestão linguística.

Acesse o link abaixo para assistir a apresentação

VI CONGRESSO IBERO-AMERICANO DE HUMANIDADES, CIÊNCIA E EDUCAÇÃO: Inteligência Artificial e Saberes em Conexão: Ciência, Cultura e Sociedade em Diálogo

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A inteligência artificial, cada vez mais presente no cotidiano, na ciência, na educação, na comunicação e nas relações humanas, tem provocado mudanças significativas na forma como produzimos conhecimento, nos conectamos e compreendemos o mundo. Ao mesmo tempo em que amplia possibilidades de inovação e desenvolvimento, também desperta importantes reflexões éticas, políticas, ambientais e sociais, exigindo diálogo entre diferentes áreas do saber e diferentes perspectivas da sociedade.

 

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(https://digital.unesc.net/blog/inteligencia-artificial-da-ficcao-a-realidade)

 

É nesse contexto que o VI Congresso Ibero-Americano de Humanidades, Ciências e Educação propõe a temática “Inteligência Artificial e Saberes em Conexão: Ciência, Cultura e Sociedade em Diálogo”. O Ibero 2026 busca promover um espaço plural, interdisciplinar e internacional de troca de experiências, debates e construção coletiva de conhecimento, reunindo pesquisadores(as), professores(as), estudantes e profissionais de diferentes áreas e países ibero-americanos.

O evento será realizado de 16 a 18 de setembro de 2026, na Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), em formato presencial. A programação contará com conferências, mesas temáticas, Grupos Temáticos (GTs), apresentações de trabalhos científicos, atividades culturais e espaços de diálogo, cooperação científica e integração da comunidade acadêmica ibero-americana.

As discussões estarão organizadas em cinco eixos temáticos: Ciência, Ética e Transformações Contemporâneas; Educação, Cultura e Produção de Saberes; Tecnologia, Inovação e Inteligência Artificial; Sustentabilidade, Território e Desenvolvimento Humano; e Saúde, Sociedade e Bem-Estar Coletivo. A proposta é fortalecer conexões entre ciência, cultura e sociedade, ampliando reflexões sobre os desafios contemporâneos e sobre os caminhos possíveis para uma atuação mais ética, humana e socialmente comprometida diante das transformações impulsionadas pela inteligência artificial.

 

Venha discutir o tema conosco! Inscreva-se!

 

Visite a página do evento:

https://www.even3.com.br/vi-congresso-ibero-americano-de-humanidades-ciencia-e-educacao-inteligencia-artificial-e-saberes-em-conexao-ciencia-cultura-e-sociedade-em-dialogo-662349/

Línguas e fronteiras como recurso

Primer noticiario de TV en lengua indígena

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Primer noticiario de TV en lengua indígena

Por Gabriel Sosa Plata*

 

La televisión mexicana ha funcionado como si el país hablara una sola lengua y no es así.

Es una expresión persistente de la discriminación histórica estructural, pero que ahora busca romperse con la llegada de “Nocturno Plural”, un noticiario conducido en lengua zoque y transmitido por Plural TV, canal de la Suprema Corte de Justicia de la Nación (SCJN), antes llamado Justicia TV.

El proyecto es congruente con los cambios democráticos en la Corte, donde su mismo presidente, Hugo Aguilar Ortiz, es indígena, al igual que el director de la televisora, Mardonio Carballo, reconocido poeta, periodista y exservidor público que ha dedicado buena parte de su trayectoria a la defensa y promoción de las lenguas originarias.

El impulso de un noticiario en una lengua indígena y desde la máxima tribuna de justicia es un acontecimiento inédito en la industria televisiva nacional y en el periodismo televisivo, lo que desmonta la idea de que solo el español es apto para hablar de política, justicia o asuntos públicos.

La elección de la conductora refuerza esa apuesta. Mikeas Sánchez, originaria de Chapultenango, Chiapas, es poeta, narradora y maestra, con una trayectoria sólida en la literatura y en la formación cultural.

Su obra ha sido traducida a diversas lenguas y ha dialogado de manera constante con la memoria, el territorio y la identidad del pueblo zoque. Su presencia no solo da visibilidad a una lengua, sino que introduce una voz con autoridad cultural y simbólica en un espacio históricamente vedado.

En México, informar en lenguas indígenas no es una experiencia nueva, pero ha tenido en la radio su principal territorio.

Las radios comunitarias e indígenas, así como las emisoras que forman parte del Instituto Nacional de los Pueblos Indígenas (INPI), han sostenido durante años espacios informativos en lenguas originarias, con un periodismo cercano, contextual y profundamente arraigado en las comunidades.

La televisión, en cambio, había permanecido al margen de esa transformación, aferrada a una lógica monolingüe, a veces bilingüe (en inglés, of course) centralista y no pocas veces discriminatoria, sobre todo en el ámbito comercial.

La experiencia internacional muestra que este camino es posible.

En Perú, el noticiero Ñuqanchik abrió la pantalla pública al quechua como lengua informativa cotidiana.

En los países nórdicos, Ođđasat se transmite desde hace años en lengua sami como parte de los sistemas públicos de radiodifusión.

En Estados Unidos, proyectos como First Nations Experience han consolidado una oferta televisiva indígena con contenidos informativos y culturales propios.

En todos los casos, la lengua no funciona como para quedar bien o para ser “culturalmente correcto”, sino como eje editorial.

Estos proyectos también van en sintonía con los derechos culturales y los derechos de las audiencias.

El acceso a la información en la propia lengua es una condición básica para ejercer plenamente el derecho a la comunicación, a la identidad cultural y a recibir contenidos comprensibles y pertinentes.

De igual manera, incorporar una lengua originaria a un noticiario cotidiano amplía el horizonte informativo, diversifica los puntos de vista y reconoce a las audiencias como sujetos plurales y culturalmente situados.

Por eso, lo que hace Plural TV es un acontecimiento cultural, político y periodístico, y le da un aire fresco a la televisión pública.

Muchas felicidades a Mardonio Carballo por hacer realidad este proyecto, el cual no se limita a coberturas en lenguas indígenas, sino a la producción de otros contenidos, muy atractivos, impensables en la televisión comercial, que ya se pueden disfrutar.

Para quienes quieran asomarse a este ejercicio inédito de convivencia lingüística, “Nocturno Plural se transmite de lunes a viernes a las 22:30 horas por la señal Plural TV, disponible en Izzi 190, Dish 360 y Sky y Totalplay 639, así como en www.pluraltv.mx y en línea en https://acortar.link/OZbpr7.

Crítica a radio automatizada llega tarde

Fernando Solís, dirigente del STIRTT, declaró estar en contra de la automatización, pero sí favor de una radio y una televisión más humanas en México.

El pronunciamiento del dirigente sindical coloca un tema relevante en la agenda pública, aunque llega tarde. Desde hace años, numerosas emisoras de radio operan con programación automatizada, cabinas sin locutor y contenidos pregrabados; una práctica que se normalizó sin debate público ni regulación.

Esta automatización, que se ha reforzado mucho más con el uso de la inteligencia artificial, ha reducido puestos de trabajo, ha desplazado funciones creativas y técnicas y ha debilitado la identidad local de muchas estaciones.

Es cierto, la lógica de eficiencia y reducción de costos se impuso sobre el valor humano de la radio y la televisión, lo cual ha afectado también la relación con las audiencias, que reciben contenidos cada vez más homogéneos y menos cercanos.

¿Qué hacer? No hay tantas opciones. La tecnología es avasalladora. Sin regulación, la automatización no parará, e invadirá derechos laborales, derechos de las audiencias y quizás, en algún momento, terminará por vaciar de sentido social a los medios tradicionales.

*Profesor e investigador de la UAM-Xochimilco y periodista. Defensor de audiencias. Conduce el programa Media 20.1 en TV UNAM


pluraltv.mx

www.youtube.com/@PluralTV_MX

Plural TV. El canal de la Suprema Corte de Justicia de la Nación. Un lugar desde la televisión habitado por todas, habitado por todos. El canal debe ser un espacio para el encuentro entre los distintos integrantes de un país como México. Deberá dar cátedra de la cultura y el pluralismo jurídico mexicano, pueblos indígenas incluidos. Deberá enfocarse también a los derechos humanos, así como dotar al público mexicano de la diversidad lingüística de nuestro país. Igualmente deberá ampliar su cobertura y convenios con distintas televisoras, tanto públicas como privadas, para hacer que su contenido inunde las pantallas de nuestro país. La justicia se traduce, para los que integramos este equipo, en todo aquello que dote al ser humano de una vida digna. Por una vida digna, justicia para todxs.

Assista aqui um programa: https://www.youtube.com/watch?v=KMqfVMrJEa4

 

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