Educação indígena

Santo André recebe inscrições para Mostra de Microcontos até dia 12

Mostra tem como tema “Trilhas Originárias: Heranças Indígenas”; textos selecionados serão impressos e expostos em diversos espaços públicos da cidade e postados nas redes sociais

A Secretaria de Cultura de Santo André está com inscrições abertas para a Mostra de Microcontos. Continue lendo

Vestibular dos Povos Indígenas deve ter recorde de inscritos

Saulo Ohara 20-08-2018

Facilitar o ingresso de indígenas no ensino superior é uma iniciativa pioneira no Paraná; concurso é realizado desde 2002.

As universidades estaduais abriram nesta segunda-feira (29) as inscrições para o 19º Vestibular dos Povos Indígenas do Paraná. Para facilitar o acesso dos candidatos, o concurso foi descentralizado e acontece em seis cidades onde há grande presença indígena. Além de Londrina e da capital, Curitiba, haverá provas em Chopinzinho e Mangueirinha (Sudoeste), Manoel Ribas (Centro) e Nova Laranjeiras (Centro-Oeste). Continue lendo

Audiência pública discute inclusão da temática indígena na rede estadual de ensino

A secretária de Promoção da Igualdade Racial, Fabya Reis, destacou que a audiência pública ajuda a aprimorar o espaço de construção democrática.
Audiência pública discute inclusão da temática indígena na rede estadual de ensino

Fotos: Elói Corrêa/GOVBA

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O ensino da história e da cultura indígenas será reforçado no currículo do ensino público baiano. Para a concretização da iniciativa, o Conselho Estadual de Educação da Bahia (CEE/BA) realizou uma audiência pública na terça-feira (7), com o intuito de colher contribuições para o projeto de Resolução sobre o Ensino da História e da Cultura Indígena nos Currículos da Educação Básica, no Sistema Estadual de Ensino da Bahia. Continue lendo

Estudantes de escola pública criam dicionário de línguas indígenas

Mba’éichapa significa olá na língua indígena guarani. Foi esse simples cumprimento que inspirou o projeto Dicionário Indígena Ilustrativo: resgatando as línguas ofaié e guarani. Estudantes do 6°ano do ensino fundamental da Escola Municipal Antônio Henrique Filho, de Brasilândia (MS) produziram um dicionário com ilustrações próprias das duas línguas. O livro chegou a ser distribuído nas escolas do município e para a biblioteca da cidade.

O Dicionário Indígena Ilustrativo é um dos premiados no Desafio Criativos da Escola, cujos vencedores foram anunciados nesta terça-feira (13).  Continue lendo

Aldeias de Tarauacá são beneficiadas com quatro novas escolas

Em continuidade às ações de fortalecimento da educação também nas aldeias indígenas,o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), acaba de entregarquatro novas escolas indígenas no município de Tarauacá. O investimento, superior a R$ 360 mil, vai beneficiarestudantes de aldeias localizadas ao longo dos rios Muru, Tauari e Tarauacá.

As novas unidades educacionais fazem parte da política de expansão e modernização da rede, implementada pelo governo do Estado. Só este ano a SEE licitou a construção de dez escolas indígenas, beneficiando também comunidades de Feijó e Jordão. Continue lendo

Como amansar a escola? O barro, o jenipapo, o giz

Duas mestras Xakriabá que trabalham com barro – dona Libertina Ferro e dona Lurdes Evaristo – foram convidadas pela Faculdade de Arquitetura da UFMG para serem professoras da disciplinaArquitetura e Cosmociência. Elas moram na terra indígena de São João das Missões, norte de Minas, e viajaram pela primeira vez a Belo Horizonte. Encerraram o Programa Saberes Tradicionaiscom aulas práticas, construindo no campus Pampulha da Universidade Federal uma casa tradicional de pau-a-pique com pinturas artísticas de pigmentos de toá e telhas de barro. Foi quando um aluno, com calculadora à mão, perguntou:

– Como é que se mede o espaçamento da madeira? Qual a quantidade de barro?

– São três mãos cheias de barro para cada quadrado – foi a resposta de uma das mestras, que encheu a mão e mostrou na hora como se fazia.

Os futuros arquitetos indagaram quanto tempo durava uma casa xakriabá e foram informados que entre quatro a seis anos, dependendo da fase da lua no momento de retirar o barro. Um deles, então, ofereceu uma técnica capaz de manter em pé durante a vida toda casas tão bonitas como aquela.

– Não, meu filho. Obrigado, mas isso é perigoso. Se aceito sua oferta, como é que vou ensinar meus filhos e netos a construir? Não é a casa que tem que durar, mas o conhecimento. A casa usada se desfaz justamente para que eles observem como se faz uma nova. A casa cai, mas se fica a forma de aprender, a gente levanta outras e é assim que o conhecimento permanece, circula e se renova.

A construção da casa, em 2015, foi narrada por Célia Xakriabá Mīndã Nynthê nesta terça-feira (31), na Universidade de Brasília (UnB) durante a defesa de sua dissertação de mestrado, que discute a reativação da memória e a lógica territorializada, com reflexões epistemológicas sobre os caminhos da educação numa temporalidade marcada pelo barro, o jenipapo e o giz. Continue lendo

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