Questões indígenas

Nações Unidas alertam para violência contra povos indígenas mundialmente

Mulher indígena brasileira. Foto: Banco Mundial/Yosef Hadar

Mulher indígena brasileira. Foto: Banco Mundial/Yosef Hadar

O progresso que destrói culturas tradicionais, línguas, terras e patrimônio humano “não é desenvolvimento, mas destruição intencional”, disse a vice-alta-comissária da ONU para os direitos humanos nesta quarta-feira (19), em defesa dos povos indígenas em todos os lugares.

Os comentários de Kate Gilmore se seguiram aos da relatora especial da ONU para os povos indígenas, Victoria Tauli Corpuz, que manifestou preocupação com “o aumento dramático” dos ataques contra povos indígenas, e esforços no sentido de criminalizá-los.

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Eleição também é assunto de índio: ‘Queremos votar’

Integrantes da tribo Krukutu relatam preocupação com baixa representatividade indígena na política

A campanha eleitoral começou oficialmente. Já é possível ver bandeiras, faixas e panfletos pelas ruas da região. Mas há um local no Grande ABC que parece estar alheio à toda movimentação eleitoral, mas isso não quer dizer que quem vive ali não se preocupa com política.

A equipe do Diário esteve na aldeia Krukutu, na divisa entre São Bernardo e Capital, conversou com a população indígena e se deparou com pessoas que se importam com política e fazem questão de participar do cenário eleitoral.

“O índio é tido como alheio ao que está acontecendo, como se não quiséssemos participar do que o homem branco faz ou organiza. Também queremos escolher nossos representantes”, discorreu o krukutu Olívio Jekupe, 53 anos. Uma das lideranças da aldeia, Jekupe crava: “Também queremos votar”. Continue lendo

Aldeias de Tarauacá são beneficiadas com quatro novas escolas

Em continuidade às ações de fortalecimento da educação também nas aldeias indígenas,o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEE), acaba de entregarquatro novas escolas indígenas no município de Tarauacá. O investimento, superior a R$ 360 mil, vai beneficiarestudantes de aldeias localizadas ao longo dos rios Muru, Tauari e Tarauacá.

As novas unidades educacionais fazem parte da política de expansão e modernização da rede, implementada pelo governo do Estado. Só este ano a SEE licitou a construção de dez escolas indígenas, beneficiando também comunidades de Feijó e Jordão. Continue lendo

Dia 12 de agosto aconteceu o 1º vestibular em uma Aldeia Indígena de Rondônia

Avaliamos que este momento constituiu uma importante referência para a UNIR nesta caminhada de dez anos de aprendizagens interculturais com os Povos originários da Amazônia.

Dia 12 de agosto aconteceu o 1º vestibular em uma Aldeia Indígena de RondôniaApós 10 anos de existência da aprovação do Projeto Pedagógico do Curso (PPC), ocorrido em outubro de 2008, a Licenciatura em Educação Básica Intercultural por meio de seu Departamento, estendeu pela primeira vez o processo seletivo discente até uma aldeia indígena do estado de Rondônia.

Nesta 7ª edição do vestibular, atendendo solicitação dos Povos Indígenas, dentre outros, o Professor indígena André Jabuti, foi escolhida a Aldeia Ricardo Franco, da Terra Indígena Rio Guaporé, distante cerca de 250 km de Guajará-Mirim, com acesso único por meio fluvial. Continue lendo

El guaraní antiguo: de la historia a la lengua

Curso libre. El guaraní antiguo. De la historia a la lengua.
Docente. Dr. Leonardo Cerno (CONICET, Argentina)
Fechas: 27 a 31 de agosto
Organización: Cuatro encuentros de 4 h.

Inscrições gratuitas e poderão ser feitas no primeiro dia.

Local: Auditório Celso Pedro Luft do Instituto de Letras – Campus do Vale. Continue lendo

As freiras que, em vez de catequizar, defenderam cultura indígena e viram povo ‘renascer’

As irmãs em 1976, antes de abandonarem as roupas tradicionais de freiras

Setembro de 2013, nordeste do Mato Grosso. A casa simples da freira Geneviève Hélène Boyé, a irmãzinha Veva, estava tomada por algumas dezenas de pessoas. No interior da residência, fora cavado um buraco retangular no chão de terra e, dentro dele, jazia seu corpo, pendurado em uma rede branca, a mesma na qual ela dormia todas as noites.

Ao redor, índios Apyãwa – conhecidos também como Tapirapé – batiam levemente os pés no chão, balançando sutilmente o corpo, enquanto entoavam um longo canto lamurioso. Depois de a cova ser fechada com tábuas, as mulheres, chorando, peneiraram quilos de terra por cima, conforme sua tradição. Alguns não indígenas acompanhavam o ritual e repetiam os movimentos, entre eles Odile Eglin, a irmã Odila. Continue lendo

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