Questões indígenas

“YANUNI – No coração da batalha pela Amazônia” – lançamento do documentário

.

Documentário-suspense ambiental premiado, YANUNI é uma história de amor e resistência.

.

Do aclamado diretor Richard Ladkani e dos produtores Juma Xipaia, Anita Ladkani e Leonardo DiCaprio, YANUNI acompanha a cacica indígena Juma Xipaia, que se ergue do ativismo até Ministério dos Povos Indígenas do Brasil. Enquanto seu marido Hugo, agente federal do IBAMA, faz operações de combate aos garimpos ilegais de ouro na Amazônia, ela enfrenta a política, ameaças e uma maternidade iminente — ao custo pessoal da resistência.
O documentário que se passa na Amazônia brasileira, é uma coprodução Áustria, Brasil, Estados Unidos, Canadá e Alemanha, dirigido pelo austríaco Richard Ladkani. A produção é assinada por Leonardo Di Caprio, Anita e Richard Ladkani, Juma Xipaia, Jennifer Davisson e Philip Watson.
O lançamento mundial foi no Amazon Day, 5 de setembro de 2026.
Assista! Compartilhe! Proteja! Lute!
Assista o trailer e programe-se para assistir o documentário: https://www.youtube.com/watch?v=80WKaCyAjUY
.
Saiba mais sobre a causa indígena: https://anaind.org.br/noticias/

Mullu, la plataforma de cine y comunicación desde los pueblos originarios de Abya Yala!

 

¡Por fin, una plataforma de cine desde los pueblos!

 

Nuestras historias han vivido en la palabra, en las imágenes, en la memoria de los pueblos y en la defensa de los territorios y la vida. Hoy se encuentran en un espacio propio y común: Llega Mullu.tv, una plataforma de acceso libre para encontrarnos, compartir películas, memorias y narrativas, y cuidar las historias que nacen en los territorios. Un archivo vivo donde el cine de los pueblos circula desde la soberanía narrativa, el cuidado colectivo y la justicia climática.

 

Sobre nosotrxs

Somos un colectivo diverso e intercultural de cineastas, comunicadorxs, periodistas y defensorxs que amplifica las voces de las culturas profundas que habitan los ríos, las selvas, los páramos, las llanuras y el mar, así como las nuevas geografías urbanas indígenas y afrodescendientes. Nos alineamos con las disputas anticoloniales y reivindicamos el derecho a imaginar y construir futuros culturalmente diversos y socialmente justos para todos los pueblos del mundo.

A inicios del 2022, frente al despojo y las amenazas que vivimos como pueblos originarios y comunidades en primera línea, nos inspiramos en las prácticas y enseñanzas de nuestrxs ancestrxs que intercambiaban el mullu para construir alianzas y fortalecer sus resistencias.

Interpelados por el arte y la cosmovisión del pueblo Manteño-Wankavilka, concebimos un proyecto multidisciplinar, reconociendo que el cine y la comunicación son el medio ideal para incidir, amplificar y conectar a los pueblos del mundo.

Así nace Mullu, una comunidad audiovisual alternativa, artística, diversa y comprometida.

Spot> https://vimeo.com/940873781?fl=pl&fe=cm

Lanzamiento oficial
Bogotá
9 de julio de 2026

Visite a página de entrada da plataforma MULLU.TV  em https://mullu.tv/sobre-nosotros/

confira… https://www.instagram.com/reels/DaWDmwaBKmr/

 

 

O que é  Abya Yala?

https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2023/08/o-que-e-abya-yala-o-nome-dado-ao-continente-americano

Língua Tupi e Língua Indígena Potiguara de Sinais são oficializadas como língua cooficiais do território indígena de Monte-Mor em Rio Tinto (PB)

|

O legislativo do município de Rio Tinto (PB), no Litoral Norte do Estado, realizou na tarde de hoje (29/04), a sua 7ª Sessão Ordinária, do 2º Período Legislativo, sobre o comando do vice-presidente, vereador Felipe Pessoa, na ausência do presidente Sandro Gomes, por conta de compromisso no Recife (PE).

A recente sessão ordinária foi marcada por intensos debates e uma pauta recheada, com destaque para Projeto de Lei Indicativo, nº 15/2026, de autoria da vereadora Claudecir Braz – Cacica Cal, que dispõe sobre a oficialização da Língua Tupi e da Língua Indígena Potiguara de Sinais, como língua cooficiais do território indígena de Monte-Mor, no município de Rio Tinto.

Durante a sessão, os vereadores apresentaram demandas da comunidade, fizeram o uso da tribuna para registrar cobranças e discutiram temas relevantes para o desenvolvimento do município. As falas reforçaram a importância do diálogo entre Legislativo, gestão municipal e população, especialmente em áreas que necessitam de atenção mais urgente.

Luan Potigura

O vereador Lua Potiguara parabenizou a vereadora Cacica Cal, pela propositura da lei. “Somos cinco vereadores indígenas na Casa de Ponciano Pessoa. Então é importante que a gente traga mais Projeto de Lei. Esse espaço que a gente ocupa faça com que assegure cada vez mais os nossos direitos”, disse.

Felipe Pessoa

“Eu acompanho o raciocínio do vereador Luan Potiguara. Parabenizo também a vereadora Cal, muito louvável e dizer que essa casa vai está aqui de portas abertas, irmanadas, para a gente garantir o direito do nosso povo, de quem tanto reivindica a cada um de nós, sendo a voz de quem mais precisa”, disse.

Gratidão

A vereadora Cacica Cal agradeceu a todos da ‘Casa de Ponciano Pessoa’. “Agradeço aos pares da casa pela colaboração, não só em relação a esse projeto que acaba de ser aprovado, mais por todas as proposituras acolhidas por todos. Minha gratidão”, disse Cal.

 

Acesse a matéria na fonte: https://www.valenoticiapb.com.br/lingua-tupi-e-lingua-indigena-potiguara-de-sinais-sao-oficializadas-como-lingua-cooficiais-do-territorio-indigena-de-monte-mor-em-rio-tinto-pb/

O IFMA realiza, em Santa Inês, a aula inaugural de um curso técnico voltado à formação de professores indígenas, fortalecendo a educação nas comunidades tradicionais.

Esse projeto está sendo desenvolvido em parceria com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas e o Ministério da Educação. Ele é considerado inédito porque é voltado para uma comunidade indígena de recente contato.

Segundo Batista Botelho,  Diretor de Direitos Humanos e Inclusão Social do IFMA

“O curso é uma iniciativa da FUNAI que pensou junto com o povo Awa Guajá a proposta do curso e  o Instituto Federal do Maranhão entrou como executor do projeto. É uma parceria importante  que a gente está se dando, entre FUNAI, MEC e Instituto Federal do Maranhão, executado aqui em Santa Ines, através do campus local. É um curso da modalidade EJA, Educação de Jovens e Adultos, um magistério intercultural para a formação de professores indígenas ao EJA que será executado também na modalidade de alternância, onde teremos a atividade campo na sede do campus aqui em Santa Inês e atividades comunitárias.”

Acesse o link abaixo para conferir a matéria no G1: https://globoplay.globo.com/v/14560328/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Saiba mais sobre os Awá Guajá:

Os Awa: uma escola na língua da gente, matéria publicada em 24 de junho de 2024, por

José Bessa Freire, Escritor. Indigenista. Conselheiro da Revista Xapuri.

https://taquiprati.com.br/cronica/1746-os-awa-uma-escola-na-lingua-da-gente

 

Povo indígena de recente contato fortalece educação intercultural no Maranhão 

Iniciativa integra o projeto do Curso Médio Técnico em Magistério Awa Pape Mumu’ũha Ma’a Kwa Mataha, voltado à formação de professores indígenas do povo Awa Guajá. Por Redação
25 de janeiro de 2026

https://portalamazonia.com/educacao/indigenas-educacao-maranhao/

 

Por que e para quem cantam, fazem filmes e escolas os Awa Guajá?

Os Awa Guajá cantam, filmam e criam escolas como forma de resistência política, valorização cultural e proteção de seu modo de vida caçador-coletor frente aos impactos do contato com não indígenas. Essas ações visam fortalecer sua identidade para as novas gerações e comunicar sua visão de mundo e denúncias de invasão territorial

Por Renata Otto e Ruben Caixeta

https://www.forumdoc.org.br/ensaios/por-que-e-para-quem-cantam-fazem-filmes-e-escolas-os-awa-guaja

Acesse e assista vídeos

https://www.youtube.com/user/forumdoc/videos?app=desktop

https://www.forumdoc.org.br/mostras/cine-takaja-awa-guaja-modos-de-inventar-o-passado-futuro

 

Cantos do povo Awá-Guajá são eternizados em livros e gravações no MA

Roda de conversa com cantores e cantoras Awa Guajá

O canto, jãnaha, é a principal forma de expressão musical dos Awa Guajá. A música vocal está presente em muitos momentos da sua vida, sejam eles rituais, mundanos, de celebração ou de luto. As crianças desde cedo brincam de cantar, imitando os adultos que cantam o tempo todo. O canto é também a forma de comunicação dos karawara, os seres que habitam as camadas celestes do cosmos, o iwa. É na viagem ao iwa que se aprende a cantar com os karawara. Uma das ocasiões privilegiadas para se cantar e ouvir os cantos é o ritual no qual os homens awa sobem ao céu, acompanhados dos cantos femininos, e os karawara descem ao chão para cantar e dançar. Preocupados com a transmissão intergeracional dos cantos e o registro de um repertório quase infindável, os Awa Guajá têm experimentado se apresentar fora das aldeias para que mais pessoas os conheçam e fortalecer o canto entre os Awa mais jovens. Nesse evento, um grupo de cantores e cantoras awa das Terras Indígenas Caru e Awa, ambas localizadas na Amazônia Maranhense, irão contar sua história, apresentar alguns desses cantos, falar dos seus significados e da experiência de compartilhá-los com plateias indígenas e não indígenas.

Pesquisadores: Guilherme Ramos Cardoso (Doutor em Antropologia em Social – Unicamp) Flávia de Freitas Berto (Doutora em Linguística e Língua Portuguesa – Unesp, professora da U.I.E.E.I. Pape Japoharipa ‘Yruhu)

Acesse o link:

Estreia Global do Filme Katô: Sonhos de Terra Preta (The Eternal Song)

(extraído do site https://theeternalsong.org/)

No coração da Amazônia brasileira, o povo Munduruku de Sawré Muybu resiste à destruição de seu território, ameaçado pela exploração madeireira ilegal e pela mineração de ouro. Na bacia do rio Tapajós, na Amazônia, o povo Munduruku de Sawré Muybu defende seu território tradicional da ameaça implacável do garimpo e da extração ilegal de madeira. Quando o Estado falha em agir, lideranças comunitárias se levantam para resistir à invasão e proteger a floresta como um arquivo vivo de seus conhecimentos e memórias ancestrais.

Katô: Dreams of Dark Earth segue líderes indígenas e um coletivo de mídia liderado por mulheres enquanto defendem sua terra, cultura e os pulmões da Mãe Terra.

Assista ao trailer: https://theeternalsong.org/kato-screenings/

O filme “Katô: Sonhos de terra preta” integra o projeto “The eternal song”. A série de documentários de 12 filmes SABEDORIA DOS ANCESTRAIS  carrega a missão de honrar a resiliência indígena, iluminar a sabedoria sagrada mantida para a humanidade e a Terra e convidar a cura em comunidades que enfrentam trauma e apagamento colonial.

Para saber mais sobre a série de 12 filmes SABEDORIA DOS ANCESTRAIS, acesse a página https://theeternalsong.org/

 

 

 

FOIRN celebra retomada histórica do Curso de Licenciatura Indígena da UFAM em São Gabriel da Cachoeira

A Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN) participou, nesta segunda-feira, 5 de janeiro de 2026, da solenidade de retomada do Curso de Licenciatura Indígena em Políticas Educacionais e Desenvolvimento Sustentável (CLIPE), realizada no Auditório do IFAM, em São Gabriel da Cachoeira (AM). Vinculado ao Instituto de Filosofia, Ciências Humanas e Sociais (IFCHS) da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), o curso representa uma conquista histórica do movimento indígena, após sete anos de paralisação.

Instituições compondo a mesa de abertura, Foto: Joelson Felix

A cerimônia foi conduzida pelo professor Dr. Auxiliomar Silva Ugarte, coordenador do curso, responsável pelo convite institucional e pela condução do processo de retomada. O momento marcou não apenas o retorno das atividades acadêmicas, mas também a reafirmação de uma luta coletiva por uma educação superior indígena específica, diferenciada, intercultural e de qualidade no Alto Rio Negro.

Retomada após sete anos de paralisação

Em sua fala, o professor Auxiliomar Ugarte destacou que o curso esteve paralisado por sete anos em decorrência de cortes orçamentários ocorridos em períodos anteriores, e que sua retomada exigiu intenso esforço institucional e político. O curso reinicia com o Módulo I, composto por seis fases, contando com a atuação de 33 docentes.

professor Dr. Auxiliomar Silva Ugarte, Foto: Joelson Felix

Entre janeiro e março de 2026 será realizado um módulo presencial intensivo, com previsão de um segundo módulo em menor escala no mês de julho. Para 2027 está planejado um novo módulo intensivo, consolidando o cronograma até a conclusão do curso, prevista para 2030.
O coordenador ressaltou ainda o trabalho conjunto da coordenação, dos vice-coordenadores — professores Raimundo Nonato Pereira da Silva e Nelcioney José de Souza Araújo — e da equipe técnica, responsável por assegurar o suporte administrativo e a gestão dos recursos necessários à continuidade do curso.
Outro ponto enfatizado foi o esforço de inclusão de professores indígenas no corpo docente, valorizando profissionais do próprio território com titulação de mestrado e doutorado. O primeiro professor indígena confirmado é Maximiliano Correia Menezes, mestre em Geografia e egresso da própria Licenciatura Indígena.

Protagonismo indígena na construção do curso

Professor Maximiliano Menezes Foto: Gustavo Trindade

O professor Maximiliano Correia Menezes, docente do curso e liderança tradicional vinculada à FOIRN, destacou que a retomada do CLIPE é resultado direto de décadas de mobilização do movimento indígena no Alto Rio Negro. Segundo ele, a FOIRN, em parceria com a UFAM, teve papel fundamental na construção do Projeto Político-Pedagógico (PPP) do curso.

Maximiliano ressaltou que o curso atende estudantes dos polos Tukano, Baniwa e Nheengatu, que deverão concluir a graduação em aproximadamente dois anos. Para ele, o momento é histórico não apenas pela retomada do curso, mas também por representar sua primeira atuação como professor indígena no corpo docente da UFAM.

“O movimento indígena não discute apenas a graduação, mas também a abertura de caminhos para a pós-graduação, como mestrado e doutorado, garantindo a formação completa dos nossos povos”,

afirmou.

FOIRN e a luta pela educação escolar indígena

O coordenador do Departamento de Educação Escolar Indígena da FOIRN, Melvino Fontes, reforçou que a retomada do curso é fruto de uma longa trajetória de luta do movimento indígena organizado. Segundo ele, o Departamento de Educação da FOIRN acompanhou de perto todo o processo de reivindicação, articulação e negociação que possibilitou a retomada do curso.
Melvino destacou a expectativa de formar seis turmas, distribuídas entre os três polos linguísticos, e a importância de ampliar o número de professores indígenas qualificados para atuar nas escolas indígenas e nos sistemas municipais de ensino da região.
Para ele, o curso reafirma que a organização coletiva gera resultados concretos para os povos indígenas do Rio Negro.

Aula Magna e reconhecimento da trajetória histórica

Aula inaugural com a professora Dra. Iraildes Caldas Torres, foto: Joelson Felix

Na mesma ocasião, foi realizada a Aula Magna inaugural, ministrada pela professora Dra. Iraildes Caldas Torres, com o tema “A presença da UFAM com a educação superior indígena no Alto Rio Negro”. Em sua fala, a professora destacou que a educação escolar indígena se consolidou como realidade social na região graças à presença da UFAM e, sobretudo, ao protagonismo do movimento indígena.

A presença da UFAM com a educação superior indígena no Alto Rio Negro

Ela ressaltou que a educação superior no Rio Negro resulta de uma construção política de longo prazo, fortalecida com a criação da FOIRN nos anos 1980, e que a luta pela educação está diretamente associada à defesa do território, à resistência cultural e à continuidade dos povos indígenas, com o apoio de diversas instituições parceiras da região.

Uma conquista coletiva

Foto: Joelson Felix

A retomada do Curso de Licenciatura Indígena em Políticas Educacionais e Desenvolvimento Sustentável reafirma o compromisso da FOIRN com a formação superior indígena e com a construção de políticas educacionais que respeitem os saberes, as línguas e os territórios do Alto Rio Negro.
Trata-se de mais uma conquista coletiva do movimento indígena, que segue transformando luta em direito, resistência em política pública e organização em futuro.

 

Leia diretamente na fonte: https://foirn.blog/2026/01/07/foirn-celebra-retomada-historica-do-curso-de-licenciatura-indigena-da-ufam-em-sao-gabriel-da-cachoeira/


Saiba mais sobre o FOIRN (Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro), a federação que representa 24 povos indígenas no Brasil

Com sede em São Gabriel da Cachoeira (AM), considerado o município brasileiro mais indígena, a Foirn articula ações em defesa dos direitos e do desenvolvimento sustentável de mais de 750 comunidades indígenas na região mais preservada da Amazônia, na tríplice fronteira com Venezuela e Colômbia.

A Foirn nasceu com o lema “Terra e Cultura”, tendo como principal bandeira de luta defender o território e valorizar a cultura dos povos que há pelo menos 3 mil anos habitam a região. Valorizar esse território, a floresta e seus habitantes é a nossa missão. A cada dia surgem novos desafios e, hoje, diante de incertezas e ameaças aos direitos constitucionais conquistados, sabemos que a luta é pela vida e pela sobrevivência da espécie humana no planeta. Enfrentamos, hoje, a maior ameaça à vida na Terra: as mudanças climáticas.

Acesse o link para saber mais sobre o FOIRN, acessar seu estatuto e blog.

https://foirn.org.br/saiba-quem-somos-foirn/

Receba o Boletim

Facebook

Revista Platô

Revistas – SIPLE

Revista Njinga & Sepé

REVISTA NJINGA & SEPÉ

Visite nossos blogs

Forlibi

Forlibi - Fórum Permanente das Línguas Brasileiras de Imigração

Forlibi – Fórum Permanente das Línguas Brasileiras de Imigração

GELF

I Seminário de Gestão em Educação Linguística da Fronteira do MERCOSUL

I Seminário de Gestão em Educação Linguística da Fronteira do MERCOSUL

Clique na imagem

Arquivo

Visitantes