Línguas Africanas

Brasileira cria projeto para empoderar mulheres em favelas sul-africanas

Inicialmente era só uma viagem para estudar inglês, em 2004. Mas a brasileira Mila Moreano, hoje com 46 anos, acabou ficando permanentemente na África do Sul. E o tempo mostrou que esta decisão fez (e tem feito) a diferença nas vidas dela e de centenas de mulheres pobres da Cidade do Cabo.

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Constituição moçambicana disponível em Emakhuwa e Changana

Lei Mãe em línguas nacionaisO Centro de Estudos e Pesquisa de Comunicação Sekelekani lançou, pela primeira vez, a Constituição da Republica de Moçambique em Emakhuwa e Changana, as suas mais faladas no país. A iniciativa permitirá que mais de dez milhões de moçambicanos interpretem cabalmente a Lei Mãe, diz Maurício Bernardo, um dos tradutores. Continue lendo

Línguas Ofaié e Guarani

O Rondoniense Estudantes de escola pública criam dicionário de línguas indígenasMba’éichapa significa olá na língua indígena guarani. Foi esse simples cumprimento que inspirou o projeto Dicionário Indígena Ilustrativo: resgatando as línguas ofaié e guarani. Estudantes do 6°ano do ensino fundamental da Escola Municipal Antônio Henrique Filho, de Brasilândia (MS) produziram um dicionário com ilustrações próprias das duas línguas. O livro chegou a ser distribuído nas escolas do município e para a biblioteca da cidade. Continue lendo

Primeira obra cênica brasileira em iorubá é apresentada no Mercado Iaô

A promoção das línguas africanas no Quénia

A política linguística do Quénia responde aos pressupostos ideológicos adoptados aquando da independência, que dão ênfase à empresa livre, à realização individual e ao investimento estrangeiro. Esta política dá grande valor ao Inglês, como meio facilitador de contacto internacional e catalizador do desenvolvimento técnico e industrial.

Paralelamente, tende a mesma a assegurar a protecção da herança cultural local, incluindo as suas línguas africanas, a preservação da independência nacional e da identidade cultural. Esta combinação de finalidades resultou, segundo Kembo Sure, em «Educação Bilingue num ambiente desigual», nas seguintes decisões:
– “Que a língua materna seja a língua de instrução nos três primeiros anos do ensino primário, enquanto, o Inglês e o Kiswahili são introduzidos como disciplinas durante este período; Continue lendo

O Congo Democrático e a sua experiência educativa na utilização de línguas africanas

Tal como a grande maioria dos países africanos, a República Democrática do Congo é um país multicultural e plurilingue, mas com poucas línguas africanas consideradas predominantes. Estima-se, segundo A. Bamgbose, em «Language and the Nation. The Language Question in Sub-Saharan Africa», que sejam falados um total de 206 idiomas por uma população correspondente a cerca de 82 milhões de habitantes.

Apesar da longa tradição no uso de línguas africanas no Ensino, que remonta ao período colonial, estava em curso, nos anos 50, a transição para um sistema cujo paradigma era próximo do sistema francês. Esta política continuou em vigor depois da independência e estava em funcionamento quando, em princípios dos anos 70, após 15 anos de ensino exclusivos em língua francesa, mas, com magros resultados, foi retomada a ideia da educação em línguas africanas.  Continue lendo

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