África

Brasileira cria projeto para empoderar mulheres em favelas sul-africanas

Inicialmente era só uma viagem para estudar inglês, em 2004. Mas a brasileira Mila Moreano, hoje com 46 anos, acabou ficando permanentemente na África do Sul. E o tempo mostrou que esta decisão fez (e tem feito) a diferença nas vidas dela e de centenas de mulheres pobres da Cidade do Cabo.

Continue lendo

Constituição moçambicana disponível em Emakhuwa e Changana

Lei Mãe em línguas nacionaisO Centro de Estudos e Pesquisa de Comunicação Sekelekani lançou, pela primeira vez, a Constituição da Republica de Moçambique em Emakhuwa e Changana, as suas mais faladas no país. A iniciativa permitirá que mais de dez milhões de moçambicanos interpretem cabalmente a Lei Mãe, diz Maurício Bernardo, um dos tradutores. Continue lendo

Português está a expandir-se em África, sobretudo através de línguas nativas – investigadores

Macau, China, 09 mai 2019 (Lusa) — Um grupo de investigadores de políticas linguísticas defendeu hoje, num colóquio em Macau, que “o português europeu” está a expandir-se nos países africanos lusófonos, sobretudo através do fenómeno de nativização, do contacto com línguas indígenas.

O crescimento do uso da língua portuguesa como primeira e segunda língua verifica-se pelo menos em Angola, Moçambique e São Tomé e Príncipe, ex-colónias de Portugal, afirmaram os linguistas lusófonos num colóquio que decorreu na Universidade de São José, dedicado às variedades emergentes do português em África. Continue lendo

A promoção das línguas africanas no Quénia

A política linguística do Quénia responde aos pressupostos ideológicos adoptados aquando da independência, que dão ênfase à empresa livre, à realização individual e ao investimento estrangeiro. Esta política dá grande valor ao Inglês, como meio facilitador de contacto internacional e catalizador do desenvolvimento técnico e industrial.

Paralelamente, tende a mesma a assegurar a protecção da herança cultural local, incluindo as suas línguas africanas, a preservação da independência nacional e da identidade cultural. Esta combinação de finalidades resultou, segundo Kembo Sure, em «Educação Bilingue num ambiente desigual», nas seguintes decisões:
– “Que a língua materna seja a língua de instrução nos três primeiros anos do ensino primário, enquanto, o Inglês e o Kiswahili são introduzidos como disciplinas durante este período; Continue lendo

O Congo Democrático e a sua experiência educativa na utilização de línguas africanas

Tal como a grande maioria dos países africanos, a República Democrática do Congo é um país multicultural e plurilingue, mas com poucas línguas africanas consideradas predominantes. Estima-se, segundo A. Bamgbose, em «Language and the Nation. The Language Question in Sub-Saharan Africa», que sejam falados um total de 206 idiomas por uma população correspondente a cerca de 82 milhões de habitantes.

Apesar da longa tradição no uso de línguas africanas no Ensino, que remonta ao período colonial, estava em curso, nos anos 50, a transição para um sistema cujo paradigma era próximo do sistema francês. Esta política continuou em vigor depois da independência e estava em funcionamento quando, em princípios dos anos 70, após 15 anos de ensino exclusivos em língua francesa, mas, com magros resultados, foi retomada a ideia da educação em línguas africanas.  Continue lendo

Alfabantu: Professora cria aplicativo para ensinar idioma africano nas salas de aula

educação precisa ser inclusiva e abraçar a diversidade. Em tempos de ameaças de censura e projetos de despartidarização’ das salas de aula, a criação de instrumentos tecnológicos incentivadores da diversidade é mais que bem-vinda. É indispensável.

Odara Dèlé é professora da rede estadual de ensino de São Paulo e responsável pelo Alfabantu.Voltado ao público infantil, o aplicativo tem como proposta auxiliar na alfabetização de crianças por meio de jogos digitais e da contação de histórias sobre os povos africanos Bantu.

“Eu acredito que a infância é um momento importante construção de ideias e pensamentos. De identidade. E partir do momento que as crianças conseguem ter um contato ou com uma cultura diferente, ou mesmo com a sua cultura original, elas conseguem ter um fortalecimento identitário, se reconhecendo a entendo outras perspectivas sobre o mundo”, ressalta Odara em conversa com HypenessContinue lendo

IPOL Pesquisa

Receba o Boletim

Facebook

Revista Platô

Visite nossos blogs

Clique na imagem

Clique na imagem

Visitantes

Arquivo