Carta do I Encontro Regional do Inventário do Hunsrückisch e II Encontro de Falantes do Hunsrückisch

Carta do I Encontro Regional do Inventário do Hunsrückisch e II Encontro de Falantes do Hunsrückisch

 

O Brasil, país bilíngue desde 2005 (português/Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS), é muito rico em diversidade linguística. Apesar de uma história orientada para o monolinguismo que oficializou e aparelhou somente a língua portuguesa como língua de ensino e oficial, o censo demográfico realizado em 2010 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta a existência de cerca de 274 línguas indígenas no país, inclusive línguas indígenas de sinais, como a dos Ka´apor. Pesquisas indicam, ainda, aproximadamente 56 línguas faladas por descendentes de imigrantes, há pelo menos três gerações, em vários municípios brasileiros, como é o caso do talian, pomerano, hunsrückisch, polonês, russo, entre outras. Igualmente há as línguas afro-brasileiras e as que se intercalam, como é o caso dos crioulos Galibi Marworno, Karipuna do Norte e Palikur, falados na região do Oipoque, na fronteira do Brasil com a Guiana Francesa, e do Portunhol, na fronteira com países hispano falantes.

Continue lendo

O conteúdo das notícias replicadas por este blog é de responsabilidade dos autores.

Pela sobrevivência das línguas indígenas

Luciana Storto, professora do Departamento de Linguística da FFLCH-USP, fala sobre o trabalho de pesquisadores que buscam evitar o desaparecimento de idiomas nativos no Brasil.

Fonte: Revista Fapesp

Roraima discute cooficialização de línguas indígenas

Debate ocorre entre professores e intérpretes de línguas indígenas até o dia 13 de dezembro

O Tarde Nacional desta terça-feira (11) falou sobre o I Encontro dos Professores e Intérpretes de Línguas Indígenas de Roraima, que acontece até o dia 13 de dezembro. A entrevistada foi Ananda Machado, professora do Programa de Pós-Graduação em Letras e do Curso de Gestão Territorial Indígena da Universidade Federal de Roraima (UFRR).

Ela conversou sobre os principais assuntos que serão abordados no evento, entre eles as leis de cooficialização das línguas indígenas nos municípios do estado.

Continue lendo

Na Austrália, uma ilha de 500 pessoas possui 9 idiomas diferentes

Na comunidade Warruwi, o inglês mais uma porção de línguas indígenas se misturam nas conversas cotidianas – e todo mundo se entende

Warruwi fica localizada ao norte da terra dos cangurus, em uma pequena ilha chamada South Goulburn, e é a principal cidade do lugar. Por lá, os habitantes falam entre si nada menos do que nove línguas diferentes, vindas de famílias de idiomas igualmente distintos. Continue lendo

Jovens indígenas organizam rede de comunicadores no AM para aproximar aldeias distantes

Daniela usa rede de comunicadores para levar informação à aldeias distantes — Foto: Lana Torres/G1

Daniela usa rede de comunicadores para levar informação à aldeias distantes — Foto: Lana Torres/G1

Na tela do celular, a jovem indígena Daniela Patrícia Villegas Barbosa mostra os múltiplos idiomas falados em um grupo de troca de mensagens online. O português prevalece, mas são as frases em tukano, uma das línguas oficiais de São Gabriel da Cachoeira (AM), que revelam o objetivo da ferramenta: reunir e aproximar a juventude das aldeias do Alto Rio Negro. E, como a internet na cidade ainda é privilégio de poucos, os voluntários criaram também um programa de rádio para promover a interação, inclusive, com comunidades mais isoladas. Continue lendo

Diversidade e variação linguística em Mato Grosso

Autor(es): Neusa Inês Philippsen e José Leonildo Lima (Org.)

A obra Diversidade e Variação Linguística em Mato Grosso é fruto do trabalho de diferentes pesquisas desenvolvidas no projeto que leva este mesmo nome. Cabe ressaltar que o projeto objetiva refletir sobre a língua portuguesa e línguas minoritárias faladas em Mato Grosso e sintetizar resultados de pesquisa geo-sociolinguísticas em áreas geográficas mato-grossenses distintas, assim como em temáticas também distintas. Os artigos que compõem o livro são de cunho científico-analítico e apresentam resultados analisados à luz das teorias supracitadas, além de dialogarem, também, com a Linguística Aplicada. A obra apresenta onze artigos produzidos pelos pesquisadores integrantes do projeto. Continue lendo

Libras pode se tornar disciplina obrigatória nas escolas públicas

Língua Brasileira de Sinais (Libras) pode se tornar disciplina obrigatória nas escolas públicas brasileiras. A iniciativa da pedagogade São Paulo Marilei Monteiro, que tem uma filha com deficiência auditiva, está ganhando apoio de educadores de todas as partes. Em menos de quatro meses, ela recebeu mais de 20 mil apoios. Para virar lei, o projeto precisa ainda ser votado pelos senadores.

Aprender Libras é fundamental para o desenvolvimento nos aspectos social e emocional, não apenas do deficiente auditivo, mas também de todos que fazem parte do seu convívio. Ainda assim, o ensino da Língua de Sinais é bastante precário no Brasil. Muitos deficientes auditivos aprendem a linguagem em centros voltados exclusivamente para pessoas com deficiência.  Continue lendo

IPOL Pesquisa

Receba o Boletim

Facebook

Revista Platô

Visite nossos blogs

Clique na imagem

Clique na imagem

Visitantes

Arquivo