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Conheça a Yandê, a primeira rádio indígena online do Brasil

O surgimento da Yandê, primeira rádio indígena online do Brasil, vem para mudar a concepção que temos sobre a música e até sobre a cultura geral desses povos.

Toda mistura é bem vinda e, indo muito além dos maravilhosos cânticos e músicas tradicionais, a programação da Yandê contempla diferentes nacionalidades, etnias e línguas, oferecendo rap, rock, dub, forró e MPB da melhor qualidade, produzida por artistas de origens indígenas diversas.

A rádio foi fundada por três amigos, Anápuáka Tupinambá, Renata Tupinambá e Denilson Baniwa, que realizam o resgate, manutenção e afirmação de suas raízes olhando para o futuro, procurando aquilo de novo que essas tradições podem oferecer hoje, e para seus pares – uma programação indígena, para indígenas, mas que pode e deve ser apreciada por todos.

Pelos videos abaixo, podemos conhecer e nos deleitar com alguns dos artistas que fazem parte do repertório da Yandê.

Luanko, rapper do povo Mapuche, no Chile.

Acesse para maiores informações: https://www.hypeness.com.br/2016/04/conheca-a-yande-a-primeira-radio-indigena-online-do-brasil/

Equipe Base Warmis procura tradutor/a voluntário/a

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Via http://warmis.org/

Coronavirus: médicos podrán comunicarse con pacientes en siete lenguas originarias

Ministerio de Cultura (Peru) afina lanzamiento de la Central de Interpretación y Traducción que creará “puente comunicativo” entre galenos del Ministerio de Salud y pacientes de 37 grupos lingüísticos.

28/5/2020

José Vadillo Vila

En 15 días, aproximadamente, empezará a funcionar la Central de Interpretación y Traducción (CIT), un servicio de interpretación telefónica que permitirá a los médicos comunicarse con sus pacientes hablantes de lenguas originarias, por medio de un intérprete de planta del Ministerio de Cultura.
La CIT es un servicio pionero que el Mincul implementará durante la actual emergencia sanitaria por el covid-19.
¿Cómo funcionará? 
El médico llamará a la CIT y solicitará, por ejemplo, a un intérprete awajún para comunicarse con un paciente que necesita ser puesto en una máquina de respiración artificial. El intérprete anotará el pedido y el médico pasará el teléfono al paciente para que el especialista del Mincul le explique sobre la decisión del galeno y el procedimiento por tomar. Si el paciente awajún tiene alguna duda, la hará llegar al médico por medio del intérprete.
Gerardo García Chinchay, director de la Dirección de Lenguas Indígenas del Mincul, adelantó que el servicio empezará a trabajar “en pocos días” como parte del actual estado de emergencia.

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Cooperação linguística em prol do bilinguismo

As línguas africanas na história da educação angolana

Filipe Zau |*

Em 1986, o Ministério da Educação realizou um diagnóstico sobre a eficiência do ensino obrigatório, à época, apenas as primeiras quatro classes de escolarização, tendo chegado à seguinte conclusão: “em cada 1.000 crianças que ingressa na 1ª classe, somente 142 concluíam o 1º nível de ensino de base, das quais, 34 transitam sem repetições, 43 com uma, e 65 com duas ou três repetições.”

Dentro de uma visão sistémica, foram oficialmente apresentadas várias soluções, mas descuradas as interferências no diálogo pedagógico, já que a língua de escolaridade nem sempre é suficientemente dominada pela maioria dos alunos, nem pela maioria dos docentes.
Se, à época, analisássemos quem eram as pouco mais de 30 crianças, que, em cada 1.000, tiveram sucesso escolar, provavelmente constataríamos, que as mesmas viviam maioritariamente nas grandes cidades e tinham a língua oficial e de escolaridade interiorizada como língua materna. Do ponto de vista histórico, apesar da política de aculturação imposta, antes da proclamação da República, em 1910, a administração colonial também se preocupou em validar a aprendizagem das línguas africanas.
Entre 1482 e 1845, a visão eurocêntrica recorreu à militância cristã, para, através da cerimónia do baptismo e da catequização, modificar os hábitos culturais dos africanos. Só no início da segunda metade do século XVIII, por iniciativa do governador-geral, D. Francisco Inocêncio de Sousa Coutinho, surgiu, em Luanda, a primeira escola pública de ler, escrever e contar, na sequência da expulsão dos jesuítas.
Através do decreto de 14 de Agosto de 1845, assinado por Joaquim José Falcão, o Estado chamou a si a responsabilidade do ensino e o crescimento de mais escolas de primeiras letras surgiram apenas em Luanda e Benguela, mas destinadas sobretudo aos europeus e seus descendentes. Mas, antes de qualquer preocupação com a escolarização dos africanos, o governador-geral de Angola, em 1867, mandou para Lisboa dois filhos do régulo e barão de Cabinda, Manuel José Puna, para serem educados por conta do Estado, já que ele próprio havia sido educado e baptizado em Portugal, sendo seus padrinhos o rei D. Luís I e a rainha D. Maria Pia.
Por decreto do dia 21 de Setembro de 1904, do governo de Lisboa, os governadores das províncias de Angola, Moçambique e Cabo Verde, foram autorizados a criarem em cada uma delas uma escola prática para o ensino de algumas matérias de estudo, nomeadamente a língua portuguesa, a língua francesa ou inglesa (uma delas) e também os idiomas africanos mais difundidos e de maior importância nas relações entre portugueses, angolanos, moçambicanos e cabo-verdianos. O governador de Angola foi autorizado a abrir o crédito de doze contos por ano para poder implantar essa escola. Além das línguas acima indicadas, nela dever-se-ia também ensinar rudimentos de contabilidade, incluindo a prática das operações comerciais mais úteis, mais simples e mais correntes.
Há muitas dúvidas sobre a eventual concretização deste projecto. Contudo, o estudo das línguas africanas continuou a despertar algum interesse e Henrique de Paiva Couceiro determinou, em 23 de Julho de 1907, que o certificado de frequência do curso de kimbundu, ou curso de intérpretes Eduardo Costa, seria daí em diante um elemento a ter em conta na determinação da preferência para o provimento de lugares da administração ultramarina e outros, dependentes do Governo-Geral. A escola de intérpretes Eduardo Costa foi oficialmente inaugurada, no dia 17 de Julho de 1907, pelo príncipe real D. Luís Filipe de Bragança, que, nessa data aportara a Luanda, para a sua visita a esta cidade.
Em 9 de Janeiro de 1908, Paiva Couceiro encarregou o cónego P. Joaquim de Oliveira Gericota, o Pe. Manuel António Alves e o Pe. António Moreira Basílio, de redigirem uns guias, em que se encontrassem reunidas e em método reduzido as mais importantes regras de gramática, vocabulário de palavras e frases de uso corrente nas línguas indígenas de maior importância. No dia seguinte, 10 de Janeiro, encarregava também a Junta de Saúde de redigir um guia médico em que se definissem claramente algumas prescrições de higiene tropical, de pequena cirurgia, vacinação, tratamentos a fazer em casos de urgência ou acidente, em doenças mais vulgares em climas tropicais.
Com a implantação da República em 1910, a Constituição de 1911 manteve a obrigação dos indígenas trabalharem, mas limitava os contratos a dois anos e proibia os patrões de utilizar castigos corporais. No Estado Novo, o Diploma Legislativo n º 238, de 17 de Maio de 1930, estabelecia as principais diferenças entre o ensino indígena – «elevar gradualmente da vida selvagem à vida civilizada dos povos cultos a população autóctone das províncias ultramarinas» – e o ensino primário elementar para os não indígenas. Este último «visava dar à criança os instrumentos fundamentais de todo o saber e as bases de uma cultura geral, preparando-a para a vida social».
Com o Estado Novo, a lógica de cooperação linguística passou a dar lugar à política de exclusão das línguas africanas, que, até em tempo de pandemia, revelaram a sua real importância.

* Ph. D em Ciências da Educação e Mestre em Relações Intercultura

Via http://jornaldeangola.sapo.ao/

Curso Quechua – Gratuito e Online

El curso gratuito de quechua se desarrolla desde hace 7 años como parte de la responsabilidad y compromiso social del CIEP, y se promueve en alianza con la Fundación To Give Welfare “Das Bien”, TyT Cecitel y otras importantes instituciones.

PROCEDIMIENTO DEL PROGRAMA:

– Registro en el formulario de participantes:  REGISTRARSE AQUI
– Les envían en un plazo determinado según el inicio de cada programa recibe un correo confirmado de su inscripción, dándoles la bienvenida y los detalles del curso, además de los manuales y modelo de diploma y certificado a entregar.
– La metodología es sencilla: deben revisar los 36 videos temáticos, el libro guía, las 23 videoclases, el diccionario (adjuntados en el correo enviado a los que se han registrado en el formulario). Si tienen alguna consulta la pueden dejar en la sección de comentarios de cada video. De forma opcional se tomará a los 3 meses un examen para medir el nivel de quechua aprendido.
– Los fines de semana el docente responderá todas las preguntas que dejen en los videos. Asimismo, se va a programar en Lima nuevos grupos de clases presenciales que serán trasmitidas por internet (on-line) para que los participantes de otras regiones del Perú y otros paises puedan participar y hacer preguntas.
– El curso dura 4 meses. Se desarrolla de forma semipresencial en algunas sedes (Ayacucho, Lima y Piura) y virtual en todo el mundo. Habrá un examen para la obtención del diploma y certificado, es opcional y al tercer mes, se comunicará a los interesados.
– Los egresados del programa obtendrán un diplomado gratuito de Pontifical Catholic University of America.
*Solicitamos que se agreguen al GRUPO DE FACEBOOK DE T&T CECITEL, a su PÁGINA DE FACEBOOK T&T CECITEL, o PÀGINA DE FACEBOOK DE CIEP se comunicarán por esos medios novedades sobre el curso de quechua o de programas similares.

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Nota de pesar – Instituto Insikiran de Formação Superior Indígena da UFRR

Nota de pesar

O Instituto Insikiran de Formação Superior Indígena da UFRR vem a público informar com pesar o falecimento da acadêmica Bernita Miguel do Curso de Licenciatura Intercultural, hoje (21/05), por Covid-19. A estudante atuava como professora de Língua Macuxi, na Escola Estadual Indígena Artur Pinto, comunidade Nova Esperança/Alto São Marcos/T.I. São Marcos, município de Pacaraima/RR. A comunidade acadêmica do Insikiran se solidariza e expressa suas sinceras condolências aos familiares e amigos.

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