O IFMA realiza, em Santa Inês, a aula inaugural de um curso técnico voltado à formação de professores indígenas, fortalecendo a educação nas comunidades tradicionais.

Esse projeto está sendo desenvolvido em parceria com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas e o Ministério da Educação. Ele é considerado inédito porque é voltado para uma comunidade indígena de recente contato.

Segundo Batista Botelho,  Diretor de Direitos Humanos e Inclusão Social do IFMA

“O curso é uma iniciativa da FUNAI que pensou junto com o povo Awa Guajá a proposta do curso e  o Instituto Federal do Maranhão entrou como executor do projeto. É uma parceria importante  que a gente está se dando, entre FUNAI, MEC e Instituto Federal do Maranhão, executado aqui em Santa Ines, através do campus local. É um curso da modalidade EJA, Educação de Jovens e Adultos, um magistério intercultural para a formação de professores indígenas ao EJA que será executado também na modalidade de alternância, onde teremos a atividade campo na sede do campus aqui em Santa Inês e atividades comunitárias.”

Acesse o link abaixo para conferir a matéria no G1: https://globoplay.globo.com/v/14560328/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Saiba mais sobre os Awá Guajá:

Os Awa: uma escola na língua da gente, matéria publicada em 24 de junho de 2024, por

José Bessa Freire, Escritor. Indigenista. Conselheiro da Revista Xapuri.

https://taquiprati.com.br/cronica/1746-os-awa-uma-escola-na-lingua-da-gente

 

Povo indígena de recente contato fortalece educação intercultural no Maranhão 

Iniciativa integra o projeto do Curso Médio Técnico em Magistério Awa Pape Mumu’ũha Ma’a Kwa Mataha, voltado à formação de professores indígenas do povo Awa Guajá. Por Redação
25 de janeiro de 2026

https://portalamazonia.com/educacao/indigenas-educacao-maranhao/

 

Por que e para quem cantam, fazem filmes e escolas os Awa Guajá?

Os Awa Guajá cantam, filmam e criam escolas como forma de resistência política, valorização cultural e proteção de seu modo de vida caçador-coletor frente aos impactos do contato com não indígenas. Essas ações visam fortalecer sua identidade para as novas gerações e comunicar sua visão de mundo e denúncias de invasão territorial

Por Renata Otto e Ruben Caixeta

https://www.forumdoc.org.br/ensaios/por-que-e-para-quem-cantam-fazem-filmes-e-escolas-os-awa-guaja

Acesse e assista vídeos

https://www.youtube.com/user/forumdoc/videos?app=desktop

https://www.forumdoc.org.br/mostras/cine-takaja-awa-guaja-modos-de-inventar-o-passado-futuro

 

Cantos do povo Awá-Guajá são eternizados em livros e gravações no MA

Roda de conversa com cantores e cantoras Awa Guajá

O canto, jãnaha, é a principal forma de expressão musical dos Awa Guajá. A música vocal está presente em muitos momentos da sua vida, sejam eles rituais, mundanos, de celebração ou de luto. As crianças desde cedo brincam de cantar, imitando os adultos que cantam o tempo todo. O canto é também a forma de comunicação dos karawara, os seres que habitam as camadas celestes do cosmos, o iwa. É na viagem ao iwa que se aprende a cantar com os karawara. Uma das ocasiões privilegiadas para se cantar e ouvir os cantos é o ritual no qual os homens awa sobem ao céu, acompanhados dos cantos femininos, e os karawara descem ao chão para cantar e dançar. Preocupados com a transmissão intergeracional dos cantos e o registro de um repertório quase infindável, os Awa Guajá têm experimentado se apresentar fora das aldeias para que mais pessoas os conheçam e fortalecer o canto entre os Awa mais jovens. Nesse evento, um grupo de cantores e cantoras awa das Terras Indígenas Caru e Awa, ambas localizadas na Amazônia Maranhense, irão contar sua história, apresentar alguns desses cantos, falar dos seus significados e da experiência de compartilhá-los com plateias indígenas e não indígenas.

Pesquisadores: Guilherme Ramos Cardoso (Doutor em Antropologia em Social – Unicamp) Flávia de Freitas Berto (Doutora em Linguística e Língua Portuguesa – Unesp, professora da U.I.E.E.I. Pape Japoharipa ‘Yruhu)

Acesse o link:

O mistério do município brasileiro que preserva uma língua que não existe mais na Europa

Localizado no Espírito Santo, o município de Santa Maria de Jetibá se tornou uma cápsula do tempo para o pomerano, língua que foi apagada do mapa europeu após a Segunda Guerra Mundial

Vemos uma senhora idosa e uma criança em Santa Maria de Jetibá, em uma varanda rústica cercada pelas lavouras de café nas montanhas capixabas. Elas seguram um livro didático com o título claramente visível: 'POMMERANISCH LERNEN' / 'APRENDENDO O POMERANO'

A cidade de Santa Maria de Jetibá tornou-se o principal refúgio global do pomerano / Imagem ilustrativa

 

No entanto, um fenômeno linguístico raro transformou as montanhas do Espírito Santo em um “cofre” vivo. A cidade de Santa Maria de Jetibá tornou-se o principal refúgio global do pomerano, um idioma que foi praticamente apagado do continente europeu, mas que encontrou solo fértil no Brasil para sobreviver ao tempo.

A Pomerânia era uma região histórica entre a Alemanha e a Polônia que foi desmembrada após a Segunda Guerra Mundial.

Enquanto na Europa a língua original desapareceu devido às pressões políticas e geográficas, no interior capixaba o pomerano continuou a ecoar nas lavouras e no cotidiano das famílias.

Esse tipo de isolamento cultural não é um caso isolado em solo brasileiro.

O país abriga outros refúgios fascinantes, como o município onde o tempo parou para guardar os segredos de uma Ucrânia antiga, provando que o Brasil é um mosaico de culturas globais preservadas.

O idioma que sobreviveu ao próprio país

O pomerano não é uma curiosidade de museu em Santa Maria de Jetibá; ele é a língua do dia a dia.

É comum ouvir o dialeto nas feiras livres, nas rádios locais e nas conversas entre vizinhos no comércio.

Por décadas, o isolamento das comunidades agrícolas permitiu que o pomerano se mantivesse intacto, sem a influência direta do português.

Hoje, o município reconhece oficialmente o pomerano como língua cooficial.

Isso significa que placas de sinalização costumam ser bilíngues e o idioma tem o mesmo peso jurídico que o português em diversas instâncias municipais, um nível de reconhecimento raríssimo para línguas de imigrantes no Brasil.

Resistência nas salas de aula

A maior prova de vitalidade dessa cultura está nas novas gerações. Diferente de outros redutos europeus no Brasil onde a língua de origem se perdeu com o passar dos anos, em Santa Maria de Jetibá o pomerano é ensinado obrigatoriamente nas escolas municipais.

O ensino formal garante que os jovens mantenham o vínculo com a história de seus antepassados e consigam conversar com os mais velhos.

Como um patrimônio cultural imaterial, o pomerano deixou de ser apenas a herança de uma terra que não existe mais para se tornar um símbolo de identidade e resistência cultural no coração do Sudeste brasileiro.

 

 

 

Estreia Global do Filme Katô: Sonhos de Terra Preta (The Eternal Song)

(extraído do site https://theeternalsong.org/)

No coração da Amazônia brasileira, o povo Munduruku de Sawré Muybu resiste à destruição de seu território, ameaçado pela exploração madeireira ilegal e pela mineração de ouro. Na bacia do rio Tapajós, na Amazônia, o povo Munduruku de Sawré Muybu defende seu território tradicional da ameaça implacável do garimpo e da extração ilegal de madeira. Quando o Estado falha em agir, lideranças comunitárias se levantam para resistir à invasão e proteger a floresta como um arquivo vivo de seus conhecimentos e memórias ancestrais.

Katô: Dreams of Dark Earth segue líderes indígenas e um coletivo de mídia liderado por mulheres enquanto defendem sua terra, cultura e os pulmões da Mãe Terra.

Assista ao trailer: https://theeternalsong.org/kato-screenings/

O filme “Katô: Sonhos de terra preta” integra o projeto “The eternal song”. A série de documentários de 12 filmes SABEDORIA DOS ANCESTRAIS  carrega a missão de honrar a resiliência indígena, iluminar a sabedoria sagrada mantida para a humanidade e a Terra e convidar a cura em comunidades que enfrentam trauma e apagamento colonial.

Para saber mais sobre a série de 12 filmes SABEDORIA DOS ANCESTRAIS, acesse a página https://theeternalsong.org/

 

 

 

Cátedra UNESCO, IPOL e GT GeoMultLing publicam e-book “Cooficialização e Regulamentação de Línguas”

 

Por GT Geopolíticas do Multilinguismo

 

Nos dias 1 e 2 de setembro de 2025, a Cátedra UNESCO em Políticas Linguísticas para o Multilinguismo (UCLPM/UFSC), em parceria com o Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística (IPOL), realizou o II Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues (II ENMP), em Florianópolis. O evento teve como objetivo aprofundar as discussões sobre a regulamentação das políticas de cooficialização de línguas no Brasil.

Realizado presencialmente na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o encontro reuniu especialistas, acadêmicos, ativistas, autoridades e representantes da comunidade em geral. Durante os dois dias, foram compartilhadas experiências já desenvolvidas em municípios plurilíngues, evidenciando os avanços e os desafios da cooficialização no país. Além das palestras, o II ENMP contou com sessões de comunicações online, ampliando o debate e reunindo trabalhos que abordaram diferentes experiências de cooficialização em municípios brasileiros. As contribuições apresentadas deram origem ao e-book Cooficialização e Regulamentação de Línguas: debates e experiências no II Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues, organizado pelo GT Geopolíticas do Multilinguismo e disponível gratuitamente abaixo.

A obra reúne nove capítulos que abordam diferentes dimensões da temática da cooficialização e regulamentação de línguas. Além da discussão central, o volume contempla também experiências vinculadas ao ensino público. Nos capítulos I, VI e VII, são analisados, respectivamente, o papel do Programa de Educação Escolar Pomerana (Proepo) na promoção do pomerano e no fortalecimento das identidades culturais no Espírito Santo; a inserção do espanhol no currículo escolar como instrumento de diversidade e integração em regiões fronteiriças a partir do caso do município de Ramilândia (PR), localizado na divisa com Paraguai e Argentina; e os desafios e implicações da política curricular bilíngue na rede municipal de Blumenau. Numa perspectiva semelhante, o capítulo IV apresenta livros de herança nos espaços públicos a partir da experiência de uma biblioteca polonesa na Universidade Estadual do Paraná. Em um recorte político e jurídico, o capítulo III discute as recentes iniciativas de promoção e salvaguarda da língua polonesa no Brasil, enquanto o capítulo V, de forma mais específica, apresenta leis ordinárias municipais de cooficialização de línguas nas Missões Sul-Rio-Grandenses. O capítulo II, por sua vez, aborda os usos contemporâneos do talian em Garibaldi (RS), relacionando-os às políticas linguísticas passadas e atuais. Finalmente, o capítulo VIII, escrito em espanhol, sensibiliza o leitor para a compreensão da relação entre serviços de saúde e políticas linguísticas, destacando o papel central dos intérpretes em uma comunidade no sul do Peru.

A Carta do II Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues, redigida coletivamente no último dia do evento, encerra o e-book destacando a relevância da iniciativa por meio de uma retomada histórica das conquistas dos direitos linguísticos no Brasil e apresenta nove recomendações voltadas à continuidade desses avanços. A publicação do e-book, portanto, reforça os passos a serem dados, de modo que a próxima década propicie resultados tão significativos quanto os já alcançados.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Confira a matéria na fonte em https://geomultling.ufsc.br/catedra-unesco-ipol-e-gt-geopoliticas-do-multilinguismo-publicam-e-book-cooficializacao-e-regulamentacao-de-linguas/

Saiba mais sobre Políticas Linguísticas para o Multilinguismo visitando as páginas do IPOL 

e da https://geomultling.ufsc.br/

 

IV Congreso Internacional de Lenguas–Migraciones-Culturas (CILMiC-2026)

En el marco del IV Congreso Internacional de Lenguas–Migraciones-Culturas (CILMiC-2026): “Subjetividades Migrantes frente a la crueldad: debates relacionales políticos, discursivos y culturales en los territorios y los medios” que se realizará los días 27, 28 y 29 de mayo de 2026 en la Facultad de Lenguas, Universidad Nacional de Córdoba (Córdoba, Argentina), nos dirigimos a Ud. para compartirle la Tercera Circular del congreso. En esta circular podrán ver una extensión en el plazo para el envío de propuestas y los nuevos costos.

Acompanhe a preparação do evento aqui: https://www.lenguas.unc.edu.ar/jornadasycongresos/cilmic

 

 

Primer noticiario de TV en lengua indígena

.

Primer noticiario de TV en lengua indígena

Por Gabriel Sosa Plata*

 

La televisión mexicana ha funcionado como si el país hablara una sola lengua y no es así.

Es una expresión persistente de la discriminación histórica estructural, pero que ahora busca romperse con la llegada de “Nocturno Plural”, un noticiario conducido en lengua zoque y transmitido por Plural TV, canal de la Suprema Corte de Justicia de la Nación (SCJN), antes llamado Justicia TV.

El proyecto es congruente con los cambios democráticos en la Corte, donde su mismo presidente, Hugo Aguilar Ortiz, es indígena, al igual que el director de la televisora, Mardonio Carballo, reconocido poeta, periodista y exservidor público que ha dedicado buena parte de su trayectoria a la defensa y promoción de las lenguas originarias.

El impulso de un noticiario en una lengua indígena y desde la máxima tribuna de justicia es un acontecimiento inédito en la industria televisiva nacional y en el periodismo televisivo, lo que desmonta la idea de que solo el español es apto para hablar de política, justicia o asuntos públicos.

La elección de la conductora refuerza esa apuesta. Mikeas Sánchez, originaria de Chapultenango, Chiapas, es poeta, narradora y maestra, con una trayectoria sólida en la literatura y en la formación cultural.

Su obra ha sido traducida a diversas lenguas y ha dialogado de manera constante con la memoria, el territorio y la identidad del pueblo zoque. Su presencia no solo da visibilidad a una lengua, sino que introduce una voz con autoridad cultural y simbólica en un espacio históricamente vedado.

En México, informar en lenguas indígenas no es una experiencia nueva, pero ha tenido en la radio su principal territorio.

Las radios comunitarias e indígenas, así como las emisoras que forman parte del Instituto Nacional de los Pueblos Indígenas (INPI), han sostenido durante años espacios informativos en lenguas originarias, con un periodismo cercano, contextual y profundamente arraigado en las comunidades.

La televisión, en cambio, había permanecido al margen de esa transformación, aferrada a una lógica monolingüe, a veces bilingüe (en inglés, of course) centralista y no pocas veces discriminatoria, sobre todo en el ámbito comercial.

La experiencia internacional muestra que este camino es posible.

En Perú, el noticiero Ñuqanchik abrió la pantalla pública al quechua como lengua informativa cotidiana.

En los países nórdicos, Ođđasat se transmite desde hace años en lengua sami como parte de los sistemas públicos de radiodifusión.

En Estados Unidos, proyectos como First Nations Experience han consolidado una oferta televisiva indígena con contenidos informativos y culturales propios.

En todos los casos, la lengua no funciona como para quedar bien o para ser “culturalmente correcto”, sino como eje editorial.

Estos proyectos también van en sintonía con los derechos culturales y los derechos de las audiencias.

El acceso a la información en la propia lengua es una condición básica para ejercer plenamente el derecho a la comunicación, a la identidad cultural y a recibir contenidos comprensibles y pertinentes.

De igual manera, incorporar una lengua originaria a un noticiario cotidiano amplía el horizonte informativo, diversifica los puntos de vista y reconoce a las audiencias como sujetos plurales y culturalmente situados.

Por eso, lo que hace Plural TV es un acontecimiento cultural, político y periodístico, y le da un aire fresco a la televisión pública.

Muchas felicidades a Mardonio Carballo por hacer realidad este proyecto, el cual no se limita a coberturas en lenguas indígenas, sino a la producción de otros contenidos, muy atractivos, impensables en la televisión comercial, que ya se pueden disfrutar.

Para quienes quieran asomarse a este ejercicio inédito de convivencia lingüística, “Nocturno Plural se transmite de lunes a viernes a las 22:30 horas por la señal Plural TV, disponible en Izzi 190, Dish 360 y Sky y Totalplay 639, así como en www.pluraltv.mx y en línea en https://acortar.link/OZbpr7.

Crítica a radio automatizada llega tarde

Fernando Solís, dirigente del STIRTT, declaró estar en contra de la automatización, pero sí favor de una radio y una televisión más humanas en México.

El pronunciamiento del dirigente sindical coloca un tema relevante en la agenda pública, aunque llega tarde. Desde hace años, numerosas emisoras de radio operan con programación automatizada, cabinas sin locutor y contenidos pregrabados; una práctica que se normalizó sin debate público ni regulación.

Esta automatización, que se ha reforzado mucho más con el uso de la inteligencia artificial, ha reducido puestos de trabajo, ha desplazado funciones creativas y técnicas y ha debilitado la identidad local de muchas estaciones.

Es cierto, la lógica de eficiencia y reducción de costos se impuso sobre el valor humano de la radio y la televisión, lo cual ha afectado también la relación con las audiencias, que reciben contenidos cada vez más homogéneos y menos cercanos.

¿Qué hacer? No hay tantas opciones. La tecnología es avasalladora. Sin regulación, la automatización no parará, e invadirá derechos laborales, derechos de las audiencias y quizás, en algún momento, terminará por vaciar de sentido social a los medios tradicionales.

*Profesor e investigador de la UAM-Xochimilco y periodista. Defensor de audiencias. Conduce el programa Media 20.1 en TV UNAM


pluraltv.mx

www.youtube.com/@PluralTV_MX

Plural TV. El canal de la Suprema Corte de Justicia de la Nación. Un lugar desde la televisión habitado por todas, habitado por todos. El canal debe ser un espacio para el encuentro entre los distintos integrantes de un país como México. Deberá dar cátedra de la cultura y el pluralismo jurídico mexicano, pueblos indígenas incluidos. Deberá enfocarse también a los derechos humanos, así como dotar al público mexicano de la diversidad lingüística de nuestro país. Igualmente deberá ampliar su cobertura y convenios con distintas televisoras, tanto públicas como privadas, para hacer que su contenido inunde las pantallas de nuestro país. La justicia se traduce, para los que integramos este equipo, en todo aquello que dote al ser humano de una vida digna. Por una vida digna, justicia para todxs.

Assista aqui um programa: https://www.youtube.com/watch?v=KMqfVMrJEa4

 

Receba o Boletim

Facebook

Revista Platô

Revistas – SIPLE

Revista Njinga & Sepé

REVISTA NJINGA & SEPÉ

Visite nossos blogs

Forlibi

Forlibi - Fórum Permanente das Línguas Brasileiras de Imigração

Forlibi – Fórum Permanente das Línguas Brasileiras de Imigração

GELF

I Seminário de Gestão em Educação Linguística da Fronteira do MERCOSUL

I Seminário de Gestão em Educação Linguística da Fronteira do MERCOSUL

Clique na imagem

Arquivo

Visitantes