A África do Sul e o estatuto das suas línguas

A República sul-africana (RSA) é uma sociedade multicultural e plurilingue, tal como a grande maioria dos Estados africanos. Mas, contrariamente a muitos outros, consagrou o multiculturalismo e o plurilinguismo na sua Constituição e passou a estar comprometida com estes dois princípios em todos os domínios da sua vida pública, procurando superar possíveis problemas relacionados com o uso das suas línguas maternas: conflitos étnicos; restrições, por razões linguísticas, de acesso dos cidadãos aos direitos e privilégios em todos os domínios importantes da vida em sociedade (participação política, desenvolvimento educativo, oportunidades económicas e mobilidade social); possibilidade de alienação; morte cultural e linguística. Contudo, devemos salientar, que já existiam experiências bilingues na instrução primária desde o tempo do apartheid, já que nas chamadas “escolas negras”, a língua materna era usada, durante os primeiros quatro anos de escolaridade, em cooperação com mais uma das duas línguas oficiais da altura: o inglês e o africkaans. Continue lendo

Vagas para professores de portugês aumentam nas universidades norte-americanas

A contratação de professores de português nas universidades norte-americanas está a demonstrar uma recuperação, após anos de redução, disse à Lusa o presidente da Organização Americana de Professores de Português (AOTP, na sigla original), Luís Gonçalves.

Entre setembro e novembro, surgiram vários anúncios de vagas para professores de português em universidades e outras instituições nos Estadps Unidos, avançou o professor, à margem do I Simpósio Virtual Português como Língua de Herança no Mundo. Continue lendo

Esforço para se comunicar

Fonte: Diário do Grande ABC.

Aprender a se comunicar é necessidade de todo ser humano que deseja se fazer entender e compreender. Entre os inúmeros idiomas espalhados pelo mundo, também há espaço e maneiras para que as pessoas com surdez (incapazes de ouvir) ou que tenham problemas auditivos também interajam entre si e com o universo ao seu redor.

No País, tudo é feito por meio da Libras (Língua Brasileira de Sinais), na qual mãos e movimentos são usados para criar representações de letras do alfabeto, palavras prontas e simbologias. Continue lendo

XXII Encontro Nacional dos Difusores do Talian

La Comission Promotora del XXII INCONTRO NASSIONALDE DIFUSORIDEL TALIAN, ASSODITA – Associação dos Difusores do Talian, FEIBEMO – Federação das Entidades Ítalo Brasileiras do Meio Oeste Catarinense, FIBRA – Federação das Associações Ítalo-Brasileiras do Rio Grande do Sul e Prefeitura Municipal de Serafina Corrêa,la ga el onor de invitar Vostra Signoria par participar de questo importante incontro dela tradission, usi, costumi e ndovese vive la cultura talianadel Brasile. Nostro Incontro sucede nteigiorni 09, 10 e 11 de novembre de 2018 a Serafina Corrêa, RS – Brasil.

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Pesquisas nas universidades federais reduzem barreiras para deficientes em Minas

Aplicativo da UFMG visa a indicar melhores rotas para cadeirantes

Pelo menos uma centena de pesquisas voltadas à criação de tecnologias assistivas e ao aprendizado de pessoas com deficiência têm sido realizadas nas universidades federais de Minas nos últimos quatro anos. Aplicativo que traça as melhores rotas, mouse para pés, leitor de fórmulas matemáticas e biblioteca de contação de histórias na Língua Brasileira de Sinais (Libras) estão entre as produções.

Os trabalhos visam a melhorar o dia a dia de cadeirantes, pessoas com mobilidade reduzida, cegos e surdos, além dos que tem déficit intelectual. Atualmente, 4,4 milhões de mineiros têm alguma deficiência, conforme o último censo demográfico, de 2010.

Na UFMG, por exemplo, o Programa de Apoio à Inclusão e Promoção à Acessibilidade (Pipa) financia iniciativas de graduação voltadas para esse público. Em 2018, o edital contemplou 24 projetos. Continue lendo

Línguas africanas no ensino e seu estatuto político

Nos dias de hoje, a realidade face à utilização ou não das línguas africanas no ensino é caracterizada pelos seguintes três aspectos: monolinguismo de origem europeia; bilinguismo de origem afro-europeia; monolinguismo de origem africana. As duas primeiras representam as situações existentes nos sistemas escolares africanos, sendo o monolinguismo africano uma excepção.

Joseph Poth, especialista em didáctica de línguas junto do Instituto Nacional de Educação da República Centro Africana, informa-nos que a mera prática pedagógica, permite concluir que “as frequentes referências aos factos psicológicos próprios da criança europeia escondem e deformam a personalidade profunda da criança africana”. Justifica esta sua afirmação no facto de a “(…) criança africana ser marcada, desde o início da sua escolaridade, por uma situação de conflito grave, resultante do facto da sua língua materna, na qual até então se exprimiu e se afirmou correr o risco de ser brutalmente rejeitada.” Continue lendo

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