Só uma minoria da população dos PALOP e de Timor fala português

Dados que vão ser apresentados no IV Congresso de Cooperação e Educação (COOPEDU) revelam que menos de 30% da população de países como Timor-Leste, Guiné-Bissau e Moçambique fala português. “Não há 280 milhões de falantes de português no mundo”, garante uma das organizadoras.

Imagine que chegava à escola primária e as aulas eram dadas em chinês. Em casa e na rua falava português, mas os professores lecionavam em chinês. “Ia ser muito complicado. Ia demorar muito tempo até aprender alguma coisa”. Este é o cenário traçado ao DN por Clara Carvalho, investigadora do Centro de Estudos Internacionais (CEI) do ISCTE, para explicar a dificuldade que as crianças de algumas zonas dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) e de Timor-Leste sentem quando chegam à escola. “Como é que se consegue ensinar crianças que chegam ao ensino não sabendo nada de português e onde o português é a língua materna?” Continue lendo

Evento indígena promoveu cultura entre etnias de Mato Grosso

Jovem youtuber Xavante motiva outros jovens no uso de mídias digitais para divulgar a cultura indígena

Três terras indígenas, cinco povos e mais de 200 indígenas celebraram a diversidade e as semelhanças da cultura indígena do noroeste de Mato Grosso. Durante 4 dias a aldeia Cravari (Terra Indígena Manoki), foi um espaço de interação sociocultural entre os povos Myky, Manoki, Sabanê, Tawandê e Manduca. Um encontro entre jovens, professores, lideranças e anciãos, que promoveu o intercâmbio de saberes  tradicionais.

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Televisão de Moçambique passa a transmitir notícias nas línguas moçambicanas para todo o país

O canal público Televisão de Moçambique passa a emitir noticiários em cadeia nacional nas 15 línguas moçambicanas, permitindo a difusão de notícias para todo o país.

O canal público Televisão de Moçambique (TVM) passa a partir de esta segunda-feira a emitir noticiários em cadeia nacional nas línguas moçambicanas, como forma de alargar o acesso à informação aos telespectadores que não falam português, anunciou esta segunda-feira a emissora.

O administrador para a Área de Conteúdos da TVM, Cláudio Jone, disse à Lusa que o canal vai difundir notícias em 15 línguas locais para todo o país, de segunda a sexta-feira entre as 17h00 e as 18h00 locais (entre as 15h00 e as 16h00 em Lisboa). Continue lendo

II Seminário de Associações e Mestres da Cultura Taliana – SMISSIATE

O IPOL terá a honra de estar presente na mesa das 14h, abordando o tema da  Coficialização de Línguas pelo Município: Processo jurídico e cultural. A nossa equipe presente é composta por Rosângela Morello, coordenadora geral do IPOL e Gilvan Müller de Oliveira coordenador da cátedra Unesco políticas linguísticas para o multilinguismo – UFSC.

Abaixo, confira a programação completa do evento, bem como, os procedimentos para se inscrever e participar.

Data: 03/novembro/2018 – sábado

Local: Clube Cruzeiro

Endereço: Av. Tancredo Neves s/n° – Centro (em frente a Igreja Matriz)
Itá – SC

Inscrição até 26/10/2018 no site da FEIBEMO www.feibemo.com.br

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O acolhimento de alunos estrangeiros em sala de aula

O Brasil não está entre os países que mais acolhem estrangeiros, em nível mundial ou latino-americano. De acordo com números recentes da Polícia Federal, cerca de 750 mil imigrantes vivem em terras brasileiras, o que corresponde a apenas 0,4% da população total (207 milhões de habitantes).

Mesmo diante deste universo, é fundamental que a escola, seja pública ou privada, esteja pronta a acolher o estudante imigrante, seja qual a origem que ele tenha. Para ter no horizonte algumas ideias de como este processo pode acontecer, conversamos com a professora Olívia Nakaema, do curso de Letras do Instituto Singularidades. Confira a seguir alguns pontos ressaltados pela docente e que devem ser levados em conta pelas instituições de ensino.

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Acordo de Escazú e nossa democracia socioambiental não realizada

O acesso à informação, participação pública e acesso à justiça em assuntos ambientais na América Latina e Caribe

Histórico

Foi adotado em 04 de março deste ano, em Escazú, na Costa Rica, o Acordo Regional sobre Acesso à Informação, Participação Pública e Acesso à Justiça em Assuntos Ambientais na América Latina e Caribe. Plenamente compatível com nosso sistema jurídico interno, o Acordo de Escazú trata de questões da maior importância para a efetivação da democracia socioambiental na região e, particularmente, no Brasil, onde ocorreu, em 05/11/2015, o maior desastre envolvendo barragens de rejeitos de mineração em todo o planeta. Embora seja clara a convergência entre as disposições convencionais e o sistema normativo nacional, o penoso processo de reparação dos danos decorrentes do desastre ocorrido na bacia do rio Doce evidencia a importância de implementar entre nós processos (administrativos e judiciais) autenticamente participativos. Continue lendo

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