Sociolinguística

Colóquio Ética Metodológica y Análisis Etnográfico

COLOQUIO ÉTICA METODOLÓGICA
Y
ANÁLISIS ETNOGRÁFICO PERSPECTIVAS DESDE LA SOCIOLINGÜÍSTICA

 

No dia 05/07, a diretora do IPOL, Rosângela Morello é convidada para participar da

Construcción social del valor del español americano en Alemania: incorporación social, mundo
laboral y espacio público urbano.
13.00 – Almuerzo.
14:30 – Rosângela Morello

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Informações: Romanisches Seminar

Canadá. Relatório expõe genocídio de mulheres indígenas

Um novo relatório agora conhecido denuncia um genocídio de mulheres indígenas no Canadá. Durante 30 anos, foram assassinadas milhares de mulheres. Muitas outras continuam dadas como desaparecidas em circunstâncias misteriosas. O primeiro-ministro canadiano, Justin Trudeau, já se pronunciou.

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Cabo Verde e a Iberofonia

Há alguns anos, de um modo quase inadvertido, tem vindo a dar-se uma aproximação paulatina e natural entre o conjunto de países hispano falantes e de expressão oficial portuguesa do mundo. Não só os da América e da Península Ibérica – que formam a Comunidade Ibero-americana de Nações – mas também dos Estados iberófonos dos demais continentes, da África e Asia em particular.

Efectivamente, em 2014 abriu-se a vinculação à Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), dos países de língua portuguesa não ibero-americanos (Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, e Timor-Leste), na qualidade de observadores-colaboradores. Continue lendo

VI Colóquio do LABPEC – pesquisas em Política e Sociolinguística de Contato

VI COLÓQUIO DO LABPEC
PESQUISAS EM POLÍTICA E SOCIOLINGUÍSTICA DE CONTATO
18, 19 e 20 de março de 2019
Sala 212 do Bloco C
Instituto de Letras – UFF (Universidade Federal Fluminense)
Inscrições no local

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Monolinguismo – o analfabetismo do Século XXI?

Das cerca de sete mil línguas e dialetos que o mundo tem, duas mil e quinhentas estão em risco de extinção. E, para além destas, existem muitas mais ameaçadas e outras em situação muito vulnerável

A saída do Reino Unido da União Europeia veio levantar problemas de diversa ordem, um dos quais é a política das línguas à escala europeia e mundial.Trata-se de uma matéria que, sendo demasiado séria, tem estado afastada da ribalta mediática e da prioridade de muitos países, a começar por Portugal. O multilinguismo – no contexto da globalização vigente e da diversidade cultural e linguística num mundo aberto e cosmopolita – deve implicar políticas públicas que valorizem não só as línguas maternas mas também duas línguas estrangeiras por cada cidadão, independentemente da sua origem territorial, idade ou condição social. Continue lendo

‘Dia do Índio’: O que faz o Brasil ter 190 línguas em perigo de extinção

Känä́tsɨ (à esq.) e Híwa falam entre si uma língua que só eles conhecem | Foto: Liames/Unicamp

Moradores da fronteira do Brasil com a Bolívia, o casal Känä́tsɨ, de 78 anos, e Híwa, de 76, são os dois últimos falantes ativos da língua warázu, do povo indígena Warazúkwe.

Os dois se expressam mal em castelhano e português, e conversam entre si somente em warázu – embora seus filhos e netos que moram com eles falem em português e espanhol.

“Aquela casa desperta, para quem entra nela, uma sensação incômoda de estranheza, como se o casal idoso que vive nela viesse de outro planeta, de um mundo que eles nunca poderão ressuscitar”, escrevem os pesquisadores Henri Ramirez, Valdir Vegini e Maria Cristina Victorino de França em um estudo publicado na revista Liames, da Unicamp.

Com ajuda do casal idoso, esses linguistas da Universidade Federal de Rondônia descreveram pela primeira (e possivelmente a última) vez o idioma do povo Warazúkwe. Continue lendo

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