UNESCO: Meninas têm duas vezes menos chances de ingressar na educação formal
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A África Subsaariana foi apontada como uma das regiões onde a falta de oportunidades de educação para meninas é particularmente mais alta do que no resto do mundo. Foto: ONU / Tobin Jones
Em média, em todo o mundo, cerca de 16 milhões de meninas entre seis e 11 anos nunca colocarão o pé em uma escola; África Subsaariana, Ásia e países árabes são as regiões com maiores índices de disparidade de gênero.
Cerca de 16 milhões de meninas entre seis e 11 anos nunca terão a chance de aprender a ler e a escrever na escola primária. O número equivale ao dobro de meninos que serão privados do ensino formal, mas em escala bem inferior do que o público feminino. Em regiões como a Ásia Ocidental e Meridional, a proporção já alarmante de 50% sobre para 80%.
Inscrições abertas para a formação de lideranças indígenas no Programa de bolsas da ONU
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Encontro na UFSC discutirá situação de imigrantes e refugiados
O Encontro Regional Sul sobre Migrações e Refúgio será realizado nos dias 11 e 12 de março na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com o objetivo de discutir os fluxos migratórios atuais naregião Sul do Brasil. O evento trará palestras de professores e advogados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina sobre o tema, com atenção especial aos refugiados. A organização é do Núcleo de Pesquisas e Extensão sobre as Organizações Internacionais e a Promoção da Paz, dos Direitos Humanos e da Integração Regional (Eirené), que tem ligação com o curso de Relações Internacionais da UFSC.
“Manual para defender los derechos de los pueblos indígenas” disponível para baixar
El objetivo de este manual es contribuir, con un instrumento práctico, a la labor que realizan personas, pueblos indígenas y organizaciones dedicadas a proteger y gestionar a favor de los derechos de los pueblos indígenas. El manual no solo desarrolla los principales derechos de los pueblos indígenas protegidos por los instrumentos internacionales sino que también describe los sistemas universal e interamericano para la protección de los derechos humanos y el funcionamiento de los órganos que en cada uno de estos sistemas velan por el cumplimiento de estos derechos. Ante los múltiples conflictos que actualmente existen en la región, relacionados con la extracción de recursos naturales en zonas habitadas por poblaciones indígenas, este documento se presenta como una guía de actuación tanto para grupos afectados como para funcionarios estatales.
La amenaza a los derechos de los pueblos étnicos sigue en el año de 2016 en Brasil
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Foto: Manifiesto del movimiento indígena en rechazo a la PEC 215 en el Congreso brasileño. Brasilia, diciembre de 2015. Fuente: www.conferenciaindigenista.funai.gov.br.
La amenaza a los derechos de los pueblos étnicos sigue en el año de 2016 en Brasil
Liana Amin Lima*
El año de 2015 terminó para los pueblos étnicos de Brasil con la participación de líderes y lideresas en la COP-21 en Paris, donde denunciaron las contradicciones del gobierno brasileño en la articulación del Acuerdo del Clima. Brasil no está haciendo su “deber de casa” en relación con la conservación de las áreas protegidas (resguardos indígenas, territorios colectivos y unidades de conservación) frente a las violaciones de derechos por la construcción de hidroeléctricas en la región amazónica. Igualmente, denunciaron los recientes retrocesos legislativos, entre ellos, la promulgación de la nueva Ley de Acceso y Uso del Patrimonio Genético y Conocimientos Tradicionales (Ley n. 13.123, de 20 de mayo de 2015) que reglamenta el Convenio sobre la Diversidad Biológica. La promulgación de esta ley se hizo sin el consentimiento previo, libre e informado, violando dicha garantía constitucional en perjuicio de los pueblos indígenas y comunidades tradicionales.
Advogados prestam assessoria jurídica gratuita a refugiados e imigrantes
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XII Innovare – Assessoria jurídica gratuita para refugiados e migrantes em situação de vulnerabilidade social – Foto: Marco Zaoboni
Receber e regularizar a situação de estrangeiros que pedem refúgio no Brasil e, principalmente, assistir juridicamente e de forma gratuita casos de racismo, xenofobia e exploração da força de trabalho sofridos por este grupo de imigrantes vulneráveis socialmente: essa foi a iniciativa finalista na categoria Advocacia da 12ª edição do Prêmio Innovare, que identifica, premia e dissemina práticas inovadoras realizadas por magistrados, membros do Ministério Público estadual e federal, defensores públicos e advogados públicos e privados de todo Brasil.
O trabalho foi realizado por 15 advogados voluntários de Curitiba (PR) que, desde 2013, formam o núcleo jurídico da ONG Casa Latino-Americana (Casla). Semanalmente, o grupo acolhe cerca de 12 demandas, realiza triagem por temas, atende caso a caso e ministra aulas sobre legislação brasileira aos refugiados. Tudo pautado em prerrogativas de organismos internacionais como a Organização das Nações Unidas (ONU).