Official Global Launch Event of the 2019 International Year of Indigenous Languages
This official launch event is co-organized by UNESCO, UNDESA, and the members of Steering Committee for the organization of the International Year, as well as with the participation of other relevant stakeholders.
To be held under the theme “Indigenous languages matter for sustainable development, peace building and reconciliation”, this official launch event will gather high-level governmental officials, indigenous peoples, civil society, academia, media, information and memory organizations, United Nations agencies, public language harmonization and documentation institutions and private sector bodies. Continue lendo
Idioma Iorubá é oficialmente patrimônio imaterial do Rio
Projeto de Lei evidencia a importância da preservação dos vestígios imateriais das presenças negras africanas no Brasil

Rio – O idioma Iorubá, praticado nas religiões afro-brasileiras, agora é patrimônio imaterial do Estado do Rio. O Projeto de Lei, que foi aprovado na Assembleia Legislativa (Alerj), evidencia a importância da preservação dos vestígios imateriais das presenças negras africanas no Brasil. Continue lendo
A defesa da permanência dos cursos de Ciências Humanas nas Universidades Públicas: ideia legislativa
Leitoras e leitores do Jornal GGN:
Escrevo para convidá-los a apoiar a ideia legislativa proposta por Acsa da Costa Silva, do Pará, que pede a garantia da continuidade do livre oferecimento de cursos de graduação em Ciências Humanas nas Universidades públicas brasileiras.
O link para apoio à proposta: https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=101909
Pode-se estranhar, mas afinal, qual a razão de uma proposta dessa natureza? Os cursos dessa área de conhecimento estão consolidados na universidade, tendo sido permanentemente oferecidos. A história da universidade inclusive confunde-se com a história das Humanidades, etc, etc.
Em Carta Capital, encontra-se um interessante texto que discute a ameaça às Humanidades, e traz como exemplo de sua importância, a formação em Economia: https://www.cartacapital.com.br/economia/o-descaminho-das-humanidades Continue lendo
7.000 idiomas para 7.000 milhões de pessoas. O mundo é um complexo xadrez linguístico
“Olá”, “Bom dia”, “Boa tarde”, “Boa noite” ou “Obrigado”.
São expressões que utiliza todos os dias. E que se tornaram tão naturais que, provavelmente, nem repara.
Mas já alguma vez pensou quantas formas diferentes há no mundo para dizer tudo isto?
A Sociedade Linguística norte-americana elaborou um levantamento global e não chegou a um número exatamente definitivo.
Porque, apesar de toda a evolução humana e da tecnologia avançada que temos ao nosso dispor, a verdade é que os investigadores do mundo dito civilizado ainda não conseguem chegar a todo o lado. Continue lendo
O que o mundo perde quando morre uma língua
Quando Yang Huanyi faleceu, em 2004, morreu também o nushu, um sistema de escrita silábico conhecido apenas pelas mulheres de uma área remota da província chinesa de Hunan. Aos 98 anos, ela era a última detentora de um conhecimento passado de mãe para filha que, durante séculos, permitiu que as mulheres se comunicassem secretamente entre si e burlassem o controle dos homens, ainda que fossem proibidas de receber educação formal.
De acordo com o Atlas Interativo das Línguas em Perigo, da UNESCO, mais de 100 línguas desapareceram nos últimos 10 anos e outras 2.572 são consideradas vulneráveis ou em risco de extinção. Dessas, 519 estão em situação crítica e 51 são faladas por uma única pessoa. A organização afirma que uma língua morre a cada 14 dias. Nesse ritmo, metade dos 7.000 idiomas falados hoje no mundo desaparecerá até o final do século 21, alguns deles sem nunca terem sido gravados ou documentados. Continue lendo



