Televisão de Moçambique passa a transmitir programas em línguas locais

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INHAMBANE: TVM transmite programas em línguas locais

Victorino Xavier

A Televisão de Moçambique (TVM) – Delegação de Inhambane vai lançar nesta sexta-feira, 30, na sua grelha informativa, programas e noticiários em gitonga e xitswa, línguas mais faladas na província.

O facto foi dado a conhecer ao nosso Jornal pelo delegado provincial da TVM, Silvestre Macuvele, o qual referiu que depois deste facto o próximo desafio será a incorporação do xope e ndau, outras duas línguas que fazem parte dos idiomas falados na província de Inhambane.

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IsF e AUF ofertam curso em línguas românicas

intercompreensaoIsF e AUF ofertam curso em línguas românicas

O Programa Idiomas sem Fronteiras – Francês (IsF – Francês) em parceria com a Agence Universitaire pour la Francophonie (AUF) disponibiliza aos alunos de Letras-Francês e aos demais interessados, o MOOC (Massive Open Online Courses ou Curso online aberto a todos) de Intercompreensão das línguas românicas.

Trata-se de um curso gratuito e acessível aos interessados em plurilinguismo. O público-alvo do curso são professores de francês de todos os níveis, estudantes de Letras-Francês, Letras-Espanhol, Letras-Italiano e Letras-Português e todas as pessoas interessadas no tema, que tenham um nível básico de francês, língua da interface do curso. A equipe pedagógica é constituída por professores da Universidade Autônoma de Barcelona e a Universidade Grenoble Alpes.

As inscrições estão abertas e podem ser realizadas até o dia 9 de novembro de 2015 pelo site http://clom-ic.francophonie.org. O curso tem a duração de quatro semanas e as aulas terão início no dia 10 de novembro.

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Vídeo: Entrevista com escritor e dicionarista timorense sobre o contexto da língua portuguesa e literatura no país

luiscostaVídeo: Entrevista com escritor e dicionarista timorense sobre o contexto da língua portuguesa e literatura no país

Nesta postagem apresentamos uma entrevista com o escritor e dicionarista timorense, Prof. Luís Costa, realizada pelo Programa de Qualificação de Docentes e Ensino de Língua Portuguesa no Timor-Leste (PQLP) na cidade de Díli, no dia 02 de setembro de 2014. O professor lança seu olhar crítico sobre o contexto da língua portuguesa e literatura no país e comenta sobre sua caminhada como pesquisador da área. A entrevista foi realizada por Márcia Cavalcante.

Assista a entrevista – em quatro partes – abaixo (ou acesse aqui).

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Seminário brasileiro e encontro latino-americano de áreas protegidas e inclusão social

noticas-ufscSeminário brasileiro e encontro latino-americano de áreas protegidas e inclusão social

O VII Seminário Brasileiro e II Encontro Latino-Americano de Áreas Legalmente Protegidas e Inclusão Social (VII SAPIS/II ELAPIS) irão ocorrer no Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis, nos dias 3 a 6 de novembro de 2015. Aberto à comunidade.

O Seminário discutirá o atual cenário dentro e fora das unidades de conservação da natureza, terras indígenas, territórios quilombolas, reservas legais e outras áreas protegidas e conservadas, que contribuem decisivamente para o equilibro dos sistemas socioecológicos essenciais à saúde e ao bem-estar humano.

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Domínio da língua escrita dificulta inclusão de surdos na universidade

jcDomínio da língua escrita dificulta inclusão de surdos na universidade

Por Igor Truz e Giovanna Bellini, Redação JC/USP

Diferenças no processo de aprendizado entre português e língua brasileira de sinais são obstáculos adicionais para acesso de surdos ao ensino superior convencional

As palavras escritas também são mudas. Ao menos para grande parte dos surdos. Apesar de não ser de conhecimento geral, pessoas com deficiência auditiva não sabem, necessariamente, ler e escrever na Língua Portuguesa. Idiomas oficiais do Brasil, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e o Português são duas línguas diferentes. Enquanto, mesmo na escrita, o Português é processado a partir de sons, a Libras trabalha exclusivamente com a comunicação visual.

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Pesquisadores do TO criam tradutor de línguas indígenas para os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas

Ideia inicial do projeto partiu do orientador de Lima - Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal

Ideia inicial do projeto partiu do orientador de Lima – Foto: Divulgação/Arquivo Pessoal

Pesquisadores do TO criam tradutor de línguas indígenas para os JMPI

‘TraduzÍndio’ faz a interpretação de idiomas dos povos Xerente e Apinajé. Aplicativo é gratuito e está disponível para download.

Gabriela Lago
Do G1 TO

Um aplicativo capaz de traduzir palavras escritas nas línguas dos povos Xerente e Apinajé para o português. Essa é a criação de dois pesquisadores do Tocantins, o analista de sistema, Alain Neves Lima, de 27 anos e o doutor em Engenharia Elétrica, George Lauro Ribeiro de Brito, de 38 anos. Juntos, eles criaram um aplicativo gratuito para ser usado durante os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas (JMPI). O ‘TraduzÍndio‘, como foi chamado o programa, foi lançado na noite desta segunda-feira (26).

Leia também: Primeira edição dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas inicia em Palmas-TO dia 23

Lima explica que o aplicativo também faz a tradução de palavras em português para as duas línguas nativas. O software está disponível para download no site do app ou em qualquer celular com sistema android.

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