Patrimônios culturais são bem protegidos em Xinjiang, diz livro branco

Fonte: Wikipedia

Um livro branco divulgado pelo Departamento de Comunicação do Conselho de Estado da China na quinta-feira indicou que os patrimônios culturais têm sido protegidos efetivamente na Região Autônoma Uigur de Xinjiang.

Segundo o livro branco “Direitos Humanos em Xinjiang — Desenvolvimento e Progresso”, mais de 3 mil relíquias culturais preciosas têm sido conservadas e renovadas.

Até o final de 2016, Xinjiang possuía dois locais de patrimônio cultural mundial, cinco cidades históricas e culturais nacionais, 113 locais de relíquia cultural sob proteção do Estado e 558 locais de relíquia cultural sob proteção da região autônoma, com mais de 616 mil relíquias culturais tangíveis sendo colecionados e preservados em 182 unidades estatais, segundo o livro branco.

  Além disso, as línguas faladas e escritas das minorias étnicas são usadas amplamente em Xinjiang, segundo ele.

Xinjiang tem atualmente 13 editoras que publicam livros, produtos audiovisuais e eletrônicos em seis línguas — Uigur, Mandarim, Cazaque, Quirguiz, Mongol e Xibe, de acordo com a mesma fonte.

Segundo o livro branco, Xinjiang publica 110 jornais, incluindo 52 em línguas de minorias étnicas, e 200 periódicos, incluindo 120 em línguas de minorias étnicas.

Fonte: CRI On line

Câmara de Barrancos quer barranquenho reconhecido como língua oficial

A Câmara de Barrancos vai candidatar o falar típico do concelho, o barranquenho, a Património Linguístico Nacional, para poder ser reconhecido como língua oficial, ensinado na escola básica da vila e candidatado a Património da Humanidade.

Fonte: Internet

Depois da classificação como Património Imaterial de Interesse Municipal em 2008, o “próximo passo” é candidatar o barranquenho à classificação de Património Linguístico Nacional, junto do Ministério da Cultura, e “depois, numa outra fase”, à de Património Cultural Imaterial da Humanidade, junto da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), disse hoje à agência Lusa o presidente da Câmara de Barrancos, António Tereno.

O objetivo da classificação como Património Linguístico Nacional é conseguir que o barranquenho seja “reconhecido oficialmente como língua – língua mista, mas língua -, a terceira em Portugal, além do português e do mirandês”, para poder ser ensinado como disciplina na Escola Básica Integrada de Barrancos.

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III Simpósio Internacional da Cátedra UNESCO para leitura e escrita

O  III Simpósio Internacional da Cátedra UNESCO para leitura e escrita acontece de 4 a 6 de outubro de 2017 na Universidad del Bío-Bío, no Chile. O evento marca a inauguração da Cátedra Unesco nessa instituição e tem como temas principais a alfabetização, compreensão leitora e ensino. Os investigadores interessados em submeter resumos têm até 23 de junho. 

Objetivos do Simpósio

  • Gerar um espaço de reflexão e discussão sobre as mudanças, tensões e desafios no ensino e na pesquisa sobre leitura e escrita em L1 e L2.
  • Discutir resultados de investigação sobre os processos de compreensão e produção da fala, a partir de uma perspectiva interdisciplinar.
  • Debater o  ensino da leitura e da escrita na nova escola e contextos profissionais em L1 e L2, acadêmicos.
  •  Aprofundar relações acadêmicas entre pesquisadores da Cátedra UNESCO de Alfabetização, tanto nacional como internacionalmente.

Áreas temáticas

  •     Alfabetização e escrita acadêmica em graduação e pós-graduação
  •     Compreensão e produção de texto multimodal
  •     Leitura e Escrita nas disciplinas e profissões
  •     Estratégias de leitura e escrita
  •     Ler e escrever literatura
  •     Interação em sala de aula
  •     Centros de leitura e escrita
  •     Gêneros do discurso
  •     Modos de organização do discurso
  •     Ensino e avaliação em leitura e escrita em L1 e L2
  •     Ensino e aprendizagem de leitura e escrita em Inglês
  •     O desafio de articulação entre o ensino secundário e superior

Mais informações através do e-mail tercersimposio@ubiobio.cl e na página do III Simpósio Internacional da Cátedra UNESCO para leitura e escrita.

Fonte: Plataforma 9

CineOP 2017: Noite de abertura é marcada por homenagens e pelo passado glorioso da Cinédia

OURO PRETO/MG 22.06.2017 – CINEOP – MOSTRA DE CINEMA DE OURO PRETO – Filme de Abertura. Desarquivando Alice Gonzaga. Local: Cine Vila Rica. Foto: Leo Lara/Universo Producao

A primeira imagem projetada na tela do Cine Vila Rica logo no início da cerimônia de abertura da tradicional Mostra de Cinema de Ouro Preto, na noite de quinta-feira (22), foi o rosto em primeiro plano da socióloga indígena Avelin Buniacá Kambiwá. Na face da mulher, uma lágrima escorre pela pintura de guerra feita com carvão e urucum enquanto ela fala sobre as lutas dos povos indígenas para sobreviver no Brasil ao longo dos últimos cinco séculos.

O brado de resistência de Kambiwá encontrou par e ressonância temática na poderosa performance musical do coletivo Negras Autoras, que usou a força do canto e da percussão para abordar a emergência da questão negra e de gênero no país.

Dedicada à noção de cinema como patrimônio, a CineOP chega a sua 12ª edição em 2017 com a proposta de debater a representação de grupos historicamente marginalizados ao longo de décadas de produção audiovisual no país. A pergunta “Quem conta a História no cinema brasileiro?” é o mote da mostra neste ano, que já em sua noite de abertura propôs um debate sobre o chamado “lugar de fala” e sobre protagonismo e representação de minorias na sétima arte.

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Prefeitura de Campo Grande demite únicas tradutoras indígenas na Casa da Mulher

Foto: Originalmente publicado no De Olho nos Ruralistas, por Isabela Sanches

Criada durante o governo de Dilma Rousseff (PT) em 2015, a Casa da Mulher Brasileira (CMB) funciona em Campo Grande e atende mulheres em situação de violência doméstica. O projeto inovador chegou a contratar duas mulheres indígenas que auxiliavam na tradução das línguas Terena e Guarani. Em dezembro elas foram demitidas e a Casa da Mulher está há seis meses sem o serviço.

A CMB funciona por meio de um convênio entre a Prefeitura de Campo Grande a União. Foi instalada em Mato Grosso do Sul por ser a quinta Unidade da Federação com mais casos de violência contra a mulher. O estado tem a segunda maior população indígena do país, cerca de 72 mil pessoas. Entre 2010 e 2014, os casos de violência contra a mulher indígena aumentaram cerca de 400%, segundo dados da própria Casa da Mulher.

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Lessons from Africa prove the incredible value of mother tongue learning

Sixty-five years ago a group of students paid with their lives in a fight for language. A number of students were shot and killed by police while demonstrating in defence of their language, Bengali (also called Bangla). The students wanted Bengali to be formally recognised as one of the two national languages in what was then Pakistan and is today Bangladesh.

Since 1999, the anniversary of the tragedy has been marked every year on February 21 by UNESCO as International Mother Language Day.

African research has made a valuable contribution to the framing of 2017’s International Mother Language Day theme: “Towards sustainable futures through multilingual education”.

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