Ásia

Macau: a fronteira entre a Ásia e o Ocidente que fala português

Macau

Casinos de Macau são disputados por turistas dos EUA, do Japão e da Europa

Colônia portuguesa, o país é o único do mundo que possui uma língua do ramo latim e outra asiática como oficiais

Macau é uma fusão enorme entre dois mundos, onde a Ásia se encontra com a Portugal, com o Brasil e com todo o universo lusófono construído pela colonização portuguesa nos séculos XVI e XVII. Continue lendo

Congresso das Línguas Indígenas da Índia

Mesa de abertura do evento.

Por Ananda Machado

Congresso das Línguas Indígenas da Índia – Hyderabad- 21 e 22 de fevereiro de 2019.

O Congresso Internacional das Línguas Indígenas da Índia aconteceu na Universidade de Hydarabad. Foram dois dias de palestras e grupos de trabalho discutindo como preservar as línguas, as relações entre línguas indígenas e economia, documentação e descrição de Línguas, etnolinguística, dentre outros assuntos. Continue lendo

Kubatchi, onde o artesanato tradicional do Cáucaso do Norte sobrevive aos séculos

O pequeno assentamento montanhoso Kubatchi, no Daguestão, ainda vive de artesanato produzido há muitos séculos. O fotógrafo russo Evguêni Kurskov visitou a região em maio passado e registrou as pessoas que mantêm suas tradições vivas.

Único assentamento localizado na parte montanhosa da república russa do Daguestão está situado 1.750 metros acima do nível do mar.

Foto de Yevgeny Kurskov

“Indianos acham que português é língua que cria boas oportunidades de carreira”

Almoço com Shiv Kumar Singh, professor de Estudos Indianos na Universidade de Lisboa e autor do Dicionário Hindi-Português-Hindi

Estou já sentado no Natraj, restaurante indiano na lisboeta rua do Sol ao Rato, quando chega Shiv Kumar Singh, que, sabedor, foi quem escolheu o local. Não está atrasado o professor de Estudos Indianos e de Hindi na Faculdade de Letras, fui sim eu que cheguei um pouco antes, minutos suficientes para perceber pela ementa que se trata de um restaurante de comida do Norte da Índia, tão diferente da do Sul do país. Recebo logo um presente: o Dicionário de Hindi-Português-Hindi que Singh publicou em 2017 (o ano da visita do primeiro-ministro António Costa à Índia e de Narendra Modi a Portugal) e que é o primeiro por cá editado dedicado à mais falada das línguas indianas. No passado, pela ligação histórica à costa do Malabar e a Goa, foi dada primazia aos dicionários de Malaiala-Português e de Konkani-Português, explica o meu convidado, num português fluente. Continue lendo

Taiwan adotará inglês como segundo idioma oficial em 2019

Primeiro-ministro disse que a medida visa “impulsionar a competitividade internacional”

Taipé – O primeiro-ministro de Taiwan, William Lai, anunciou que em 2019 o inglês será adotado como segunda língua oficial “para impulsionar a competitividade internacional”.

A medida no território, que até agora tem só o chinês mandarim como língua oficial, ajudará a superar as barreiras idiomáticas para quem estuda no exterior ou faça negócios internacionais, entre outros intercâmbios, destacou Lai em entrevista ao jornal “UDN” publicada nesta segunda-feira. Continue lendo

Mok Ian Ian: “Macau é o centro de mestiçagem entre a China e os países de língua portuguesa”

A primeira edição do “Encontro em Macau – Festival de Artes e Cultura entre a China e os Países de Língua Portuguesa” concentra em Julho uma boa parte da programação que inclui exposições de artes, cinema, serão e fórum cultural, com música, dança e palestras. O evento deverá passar a incluir uma secção dedicada à literatura nas próximas edições, anunciou a presidente do Instituto Cultural, Mok Ian Ian.

Cláudia Aranda

A exposição “Chapas Sínicas – Histórias de Macau na Torre de Tombo”, com inauguração marcada para 6 de Julho, é um dos destaques da primeira edição do “Encontro em Macau – Festival de Artes entre a China e os Países de Língua Portuguesa”, cuja programação foi ontem anunciada na íntegra em conferência de imprensa. A presidente do Instituto Cultural (IC), Mok Ian Ian, adiantou que o Festival de Artes e Cultura, que conta com um orçamento de 28 milhões de patacas, surge em resposta “às políticas nacionais e às directivas do Primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, anunciadas em 2016”, que propunham a criação em Macau de um “Centro de Intercâmbio Cultural entre a China e os Países de Língua Portuguesa”. O plano é “organizar este evento anualmente”, acrescentou Mok Ian Ian, que considerou incluir a literatura nas próximas edições, adiantando que a intenção do IC é continuar a “enriquecer o festival com mais actividades culturais”. Continue lendo

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