III Simpósio Internacional da Cátedra UNESCO para leitura e escrita

Fonte: Plataforma 9
O III Simpósio Internacional da Cátedra UNESCO para leitura e escrita acontece de 4 a 6 de outubro de 2017 na Universidad del Bío-Bío, no Chile. O evento marca a inauguração da Cátedra Unesco nessa instituição e tem como temas principais a alfabetização, compreensão leitora e ensino. Os investigadores interessados em submeter resumos têm até 23 de junho.
Objetivos do Simpósio
- Gerar um espaço de reflexão e discussão sobre as mudanças, tensões e desafios no ensino e na pesquisa sobre leitura e escrita em L1 e L2.
- Discutir resultados de investigação sobre os processos de compreensão e produção da fala, a partir de uma perspectiva interdisciplinar.
- Debater o ensino da leitura e da escrita na nova escola e contextos profissionais em L1 e L2, acadêmicos.
- Aprofundar relações acadêmicas entre pesquisadores da Cátedra UNESCO de Alfabetização, tanto nacional como internacionalmente.
Áreas temáticas
- Alfabetização e escrita acadêmica em graduação e pós-graduação
- Compreensão e produção de texto multimodal
- Leitura e Escrita nas disciplinas e profissões
- Estratégias de leitura e escrita
- Ler e escrever literatura
- Interação em sala de aula
- Centros de leitura e escrita
- Gêneros do discurso
- Modos de organização do discurso
- Ensino e avaliação em leitura e escrita em L1 e L2
- Ensino e aprendizagem de leitura e escrita em Inglês
- O desafio de articulação entre o ensino secundário e superior
Mais informações através do e-mail tercersimposio@ubiobio.cl e na página do III Simpósio Internacional da Cátedra UNESCO para leitura e escrita.
Fonte: Plataforma 9
CineOP 2017: Noite de abertura é marcada por homenagens e pelo passado glorioso da Cinédia

OURO PRETO/MG 22.06.2017 – CINEOP – MOSTRA DE CINEMA DE OURO PRETO – Filme de Abertura. Desarquivando Alice Gonzaga. Local: Cine Vila Rica. Foto: Leo Lara/Universo Producao
A primeira imagem projetada na tela do Cine Vila Rica logo no início da cerimônia de abertura da tradicional Mostra de Cinema de Ouro Preto, na noite de quinta-feira (22), foi o rosto em primeiro plano da socióloga indígena Avelin Buniacá Kambiwá. Na face da mulher, uma lágrima escorre pela pintura de guerra feita com carvão e urucum enquanto ela fala sobre as lutas dos povos indígenas para sobreviver no Brasil ao longo dos últimos cinco séculos.
O brado de resistência de Kambiwá encontrou par e ressonância temática na poderosa performance musical do coletivo Negras Autoras, que usou a força do canto e da percussão para abordar a emergência da questão negra e de gênero no país.
Dedicada à noção de cinema como patrimônio, a CineOP chega a sua 12ª edição em 2017 com a proposta de debater a representação de grupos historicamente marginalizados ao longo de décadas de produção audiovisual no país. A pergunta “Quem conta a História no cinema brasileiro?” é o mote da mostra neste ano, que já em sua noite de abertura propôs um debate sobre o chamado “lugar de fala” e sobre protagonismo e representação de minorias na sétima arte.
Prefeitura de Campo Grande demite únicas tradutoras indígenas na Casa da Mulher

Foto: Originalmente publicado no De Olho nos Ruralistas, por Isabela Sanches
Criada durante o governo de Dilma Rousseff (PT) em 2015, a Casa da Mulher Brasileira (CMB) funciona em Campo Grande e atende mulheres em situação de violência doméstica. O projeto inovador chegou a contratar duas mulheres indígenas que auxiliavam na tradução das línguas Terena e Guarani. Em dezembro elas foram demitidas e a Casa da Mulher está há seis meses sem o serviço.
A CMB funciona por meio de um convênio entre a Prefeitura de Campo Grande a União. Foi instalada em Mato Grosso do Sul por ser a quinta Unidade da Federação com mais casos de violência contra a mulher. O estado tem a segunda maior população indígena do país, cerca de 72 mil pessoas. Entre 2010 e 2014, os casos de violência contra a mulher indígena aumentaram cerca de 400%, segundo dados da própria Casa da Mulher.
Lessons from Africa prove the incredible value of mother tongue learning
Sixty-five years ago a group of students paid with their lives in a fight for language. A number of students were shot and killed by police while demonstrating in defence of their language, Bengali (also called Bangla). The students wanted Bengali to be formally recognised as one of the two national languages in what was then Pakistan and is today Bangladesh.
Since 1999, the anniversary of the tragedy has been marked every year on February 21 by UNESCO as International Mother Language Day.
African research has made a valuable contribution to the framing of 2017’s International Mother Language Day theme: “Towards sustainable futures through multilingual education”.
Aplicativo Giulia – para tradução simultânea entre falantes de LIBRAS e Português
Instalado em um smartfone compatível, o aplicativo oferece aos seus usuários diferentes recursos para comunicação, tais como: localização, chat, alerta, babá, despertador.
Fonte: Projeto Giulia
Funai seleciona instituições que queiram receber filmes indígenas para atividades arte-educativas

Foto: Acervo FUNAI
Instituições interessadas em realizar atividades arte-educativas por meio da exibição de filmes indígenas, com foco no povo Xavante, podem participar do processo de seleção da Funai que vai disponibilizar caixas de DVDs com sete filmes cada uma, por meio da Coordenação Regional (CR) Xavante. O material será distribuído gratuitamente para as 70 instituições selecionadas. As inscrições vão até dia 30 de junho de 2017.
As caixas foram produzidas pela Coordenação Técnica Local em Nova Xavantina/MT, com apoio do Museu do Índio, como parte do projeto “Cinema nas Aldeias Xavante: ver, ouvir e debater”, de 2015. Esse projeto promoveu sessões de cinema itinerante em aldeias Xavante da Terra Indígena Parabubure, em Campinápolis-MT, e distribuiu a coleção dos filmes exibidos para todas as escolas indígenas das nove terras indígenas do povo Xavante, por meio das Secretarias Municipais e Estadual de Educação.



