1º Congresso de Jovens Pesquisadores em Sociolinguística na América Latina

Nos dias 17 e 18 de maio de 2018, na cidade de Porto Alegre (RS – Brasil), será realizado o 1º Congresso de Jovens Pesquisadores em Sociolinguística na América Latina. Considerando a abrangência da área de Sociolinguística e a multiplicidade de contextos, experiências e trajetórias que compõem a América Latina, buscamos proporcionar um espaço de discussão dedicado especificamente a jovens pesquisadores (estudantes de pós-graduação), incentivando a integração latino-americana e a construção de uma rede de contatos e cooperação entre acadêmicos. Durante os dois dias de evento, jovens pesquisadores poderão compartilhar suas investigações, discutir resultados e construir um panorama dos estudos atualmente desenvolvidos em Sociolinguística na América Latina.

O evento contará com a presença do Dr. Heiko F. Marten, professor convidado da Tallinn University (Estônia), que realizará a conferência The Practical Application of a Holistic Model of Language Policy: The Case of Latvia e ministrará um workshop de três horas de duração, com o tema Researching Multilingualism in the Linguistic Landscape: Real-life Examples and Virtual Spaces.

Fonte: 1º Congresso de Jovens Pesquisadores em Sociolinguística na América Latina

Recife ganha sessões de cinema para pessoas que não enxergam e não escutam

Sessão de cinema com recursos de acessibilidade encanta público

Sessão de cinema com recursos de acessibilidade encanta público

Filmes são exibidos com recurso de audiodescrição, Língua Brasileira de Sinais (Libras) e legendas para surdos e ensurdecidos no cinema da Fundaj. Projeto promove sessões quinzenais.

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Descendentes se reúnem em S.José dos Pinhais para falar a língua ladina

Grupo que participou do encontro cultural com o casal anfitrião Giampaolo Zandó e Terezinha Rosa Alves em São José dos Pinhais, no sábado – FOTO FJBRUGNAGO

Grupo de descendentes de imigrantes italianos que vieram do Vale do Biois, Belluno, para a Colônia Luiz Alves, participou de uma excursão a São José dos Pinhais, no sábado, na Chácara Focobon, do engenheiro italiano Giampaolo Zandò e da baiana e também engenheira, Terezinha Rosa Alves. Giampaolo, 75 anos, rodou o mundo a trabalho na construção civil, em vários continentes, mas mantém ligação estreita com a terra natal, em Falcade, no sopé da montanha Focobon, que fica no maciço dolomítico, que ele considera a mais bela do mundo.

Deu o nome da chácara em homenagem à montanha. O casal participou em novembro da comemoração dos 140 anos da imigração italiana a Luiz Alves, na Comunidade Sagrada Família, em Massaranduba, e fez o convite ao bellunesi Luiz Carlos Ronchi para organizar um grupo de até 30 pessoas e conhecer a chácara e falar o dialeto canalin do Vale do Biois, que tem 20 quilômetros de extensão, mas 10 km desabitados.  Continue lendo

‘Pantera Negra’: Ator explica como idioma de Wakanda foi escolhido

A primeira adaptação solo dos quadrinhos de ‘Pantera Negra’ vai trazer um grande diferencial dos demais filmes do MCU. Na produção, boa parte dos atores conversará em um outro idioma.

Seguindo as raízes africanas que compõem os personagens, o idioma escolhido para as telonas foi a Língua xhosa.

E durante uma entrevista à MTV, o veterano John Kani falou sobre a escolha em questão, pontuando que além de estrelar a produção, foi o consultor do idioma no set de filmagens

Segundo ele: Continue lendo

Os descendentes que preservaram no Brasil uma língua que quase não se fala mais no Japão

Quando a cantora japonesa Megumi Gushi começou a cantar na língua original de Okinawa, a província onde nasceu, no sul do Japão, foi ao Brasil que ela veio para estudar o idioma.

“Ela veio para estudar um pouco a pronúncia, melhorar a dicção. Ela falava que aqui que estava a verdadeira língua okinawana”, explica Tério Uehara, presidente da Associação Okinawa de Vila Carrão, em São Paulo, uma das entidades que a recebeu por aqui. Megumi participou de diversos grupos folclóricos e conviveu com imigrantes idosos.

É que no Brasil a língua e a cultura do arquipélago se mantiveram vivas. Muitos dos imigrantes okinawanos conversam até hoje no idioma da região – considerado patrimônio cultural em perigo pela Unesco – e passaram a cultura para seus descendentes. Continue lendo

Papa pede reconhecimento de indígenas e fim da violência

Durante missa em região dos mapuches, Francisco diz que luta pelo reconhecimento não deve ser baseada na violência. Região chilena é palco de conflito entre comunidades indígenas e empresas agrícolas.O papa Francisco defendeu nesta quarta-feira (17/01) em Temuco, na região chilena da Araucanía, berço de origem dos índios mapuches, o reconhecimento das culturas indígenas, mas instou os mapuches a abandonar a violência. Araucanía é palco de um conflito entre comunidades indígenas, que exigem terras ancestrais, e empresas agrícolas. Continue lendo

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