Myanmar e Bangladesh fecham acordo para retorno de roghingyas
Governo birmanês anuncia acordo com país vizinho e afirma que retorno pode acontecer “tão logo seja possível”. Rússia critica acusações de “limpeza étnica” de EUA e ONU. Os governos de Myanmar e de Bangladesh assinaram um memorando de entendimento para o retorno de centenas de milhares de pessoas da minoria étnica rohingya que fugiram do território birmanês após intensa repressão das Forças Armadas, afirmou o Ministério do Exterior de Myanmar nesta quinta-feira (23/11).
“Estamos prontos para aceitá-los de volta tão logo seja possível, assim que Bangladesh nos enviar os formulários”, disse Myint Kyaing, secretário do Ministério do Trabalho, Imigração e População de Myanmar, à agência de notícias Reuters. Ele se referiu ao documento que os rohingyas devem preencher com seus dados pessoais antes de serem repatriados. Continue lendo
Operadoras têm que oferecer atendimento online em Libras
Entrou em 1º/12/2017, a obrigação das prestadoras de telefonia móvel e fixa disponibilizarem intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras) aos usuários. Pelos portais online das empresas deverá ser possível ao deficiente auditivo realizar videochamadas pelo computador, tablet ou smartphone.
Como informa a Anatel, essa é uma das obrigações do Regulamento Geral de Acessibilidade, que prevê, seja pela internet em nos demais canais de atendimento informações mecanismos de interação via mensagem eletrônica, webchat e videochamada por profissionais qualificados para atender as pessoas com deficiência, além de possuir atendimento especializado que possibilite a melhor comunicação às pessoas com deficiência auditiva. Continue lendo
Em dia mundial, UNESCO defende políticas para valorizar línguas indígenas

Patrimônio linguístico indígena é lembrado pela UNESCO em Dia Internacional da Língua Materna. Foto: UNESCO/ONU
No Dia Internacional da Língua Materna, observado pelas Nações Unidas neste 21 de fevereiro, a UNESCO recomenda o uso de idiomas indígenas desde os primeiros anos da educação formal, bem como sua utilização nos espaços públicos e na internet. No Brasil, 190 línguas correm risco de sumirem. Idiomas como o Amanayé, Huitoto, Máku e Umutina estão entre os 12 já extintos no país.
Em mensagem para o Dia Internacional da Língua Materna, observado pelas Nações Unidas neste 21 de fevereiro, a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, defendeu políticas que valorizem a riqueza linguística, incluindo por meio da preservação e promoção de línguas indígenas. A agência da ONU recomendou o uso desses idiomas desde os primeiros anos da educação formal, bem como sua utilização nos espaços públicos e na internet.
“Uma língua é muito mais do que um meio de comunicação, é a própria condição da nossa humanidade. Nossos valores, nossas crenças e a nossa identidade estão incorporadas nela. É por meio da língua que nós transmitimos nossas experiências, nossas tradições e o nosso conhecimento. A diversidade das línguas reflete a riqueza incontestável da nossa imaginação e dos nossos modos de vida”, afirmou a chefe do organismo internacional. Continue lendo
7.000 idiomas para 7.000 milhões de pessoas. O mundo é um complexo xadrez linguístico
“Olá”, “Bom dia”, “Boa tarde”, “Boa noite” ou “Obrigado”.
São expressões que utiliza todos os dias. E que se tornaram tão naturais que, provavelmente, nem repara.
Mas já alguma vez pensou quantas formas diferentes há no mundo para dizer tudo isto?
A Sociedade Linguística norte-americana elaborou um levantamento global e não chegou a um número exatamente definitivo.
Porque, apesar de toda a evolução humana e da tecnologia avançada que temos ao nosso dispor, a verdade é que os investigadores do mundo dito civilizado ainda não conseguem chegar a todo o lado. Continue lendo
Conversatorio Nuevas Tecnologías y Lenguas Indígenas
Fecha: Jueves 22 de febrero de 2018 | Hora: 3:30 p.m.
Lugar: Hall principal del Ministerio de Cultura | Dirección: Av. Javier Prado Este 2465, San Borja
A luta para salvar os dialetos europeus no Brasil

Os defensores do Talian temem que a influência do português esteja se tornando dominante (Foto: Pixabay)
Aproximadamente 3,2 milhões de pessoas falam o Talian e o Hunrisqueano riograndense
Serafina Corrêa se autointitula a “capital” de Talian, uma das cerca de 30 línguas não indígenas utilizadas no Brasil, especialmente no sul. Eles incluem polonês, russo e holandês, mas também dialetos raros como Trentino, outra importação do norte da Itália, e Hunsriqueano riograndense e Pomerânia Oriental, ambas formas de alemão. Seus falantes dizem que o avanço do português os levará à extinção. Marli Zanella, que trabalha em uma boutique em Serafina Corrêa, reclama que quando ela fala com sua filha de 23 anos em Talian, “ela só responde em português”. Continue lendo


