Em dia mundial, UNESCO defende políticas para valorizar línguas indígenas

Patrimônio linguístico indígena é lembrado pela UNESCO em Dia Internacional da Língua Materna. Foto: UNESCO/ONU

Patrimônio linguístico indígena é lembrado pela UNESCO em Dia Internacional da Língua Materna. Foto: UNESCO/ONU

No Dia Internacional da Língua Materna, observado pelas Nações Unidas neste 21 de fevereiro, a UNESCO recomenda o uso de idiomas indígenas desde os primeiros anos da educação formal, bem como sua utilização nos espaços públicos e na internet. No Brasil, 190 línguas correm risco de sumirem. Idiomas como o Amanayé, Huitoto, Máku e Umutina estão entre os 12 já extintos no país.

Em mensagem para o Dia Internacional da Língua Materna, observado pelas Nações Unidas neste 21 de fevereiro, a diretora-geral da UNESCO, Audrey Azoulay, defendeu políticas que valorizem a riqueza linguística, incluindo por meio da preservação e promoção de línguas indígenas. A agência da ONU recomendou o uso desses idiomas desde os primeiros anos da educação formal, bem como sua utilização nos espaços públicos e na internet.

“Uma língua é muito mais do que um meio de comunicação, é a própria condição da nossa humanidade. Nossos valores, nossas crenças e a nossa identidade estão incorporadas nela. É por meio da língua que nós transmitimos nossas experiências, nossas tradições e o nosso conhecimento. A diversidade das línguas reflete a riqueza incontestável da nossa imaginação e dos nossos modos de vida”, afirmou a chefe do organismo internacional. Continue lendo

7.000 idiomas para 7.000 milhões de pessoas. O mundo é um complexo xadrez linguístico

A Sociedade Linguística dos Estados Unidos contabiliza quase 7.000 línguas diferentes nos cinco continentes da Terra. 18 desses idiomas só não foram dados como extintos, porque têm apenas um falante.

“Olá”, “Bom dia”, “Boa tarde”, “Boa noite” ou “Obrigado”.

São expressões que utiliza todos os dias. E que se tornaram tão naturais que, provavelmente, nem repara.

Mas já alguma vez pensou quantas formas diferentes há no mundo para dizer tudo isto?

A Sociedade Linguística norte-americana elaborou um levantamento global e não chegou a um número exatamente definitivo.

Porque, apesar de toda a evolução humana e da tecnologia avançada que temos ao nosso dispor, a verdade é que os investigadores do mundo dito civilizado ainda não conseguem chegar a todo o lado. Continue lendo

Conversatorio Nuevas Tecnologías y Lenguas Indígenas

Fecha: Jueves 22 de febrero de 2018 | Hora: 3:30 p.m.
Lugar: Hall principal del Ministerio de Cultura | Dirección: Av. Javier Prado Este 2465, San Borja

 

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A luta para salvar os dialetos europeus no Brasil

A luta para salvar os dialetos europeus no Brasil

Os defensores do Talian temem que a influência do português esteja se tornando dominante (Foto: Pixabay)

Aproximadamente 3,2 milhões de pessoas falam o Talian e o Hunrisqueano riograndense

Os idosos que jogam cartas no salão paroquial de Serafina Corrêa, uma pequena cidade no Rio Grande do Sul, parecem irrelevantes até que você preste atenção no que eles estão falando. Eles brincam não em português, mas em Talian, um dialeto que mistura palavras de dialetos venezianos e outros italianos, bem como portugueses. Ele é falado por cerca de 2 milhões de descendentes de imigrantes que vieram para o Brasil há 150 anos. Um sinal em uma faixa de pedestre na cidade pergunta: “Parché Corer Cossi? Va Pianpian “(“Por que você está correndo? Desacelere”).

Serafina Corrêa se autointitula a “capital” de Talian, uma das cerca de 30 línguas não indígenas utilizadas no Brasil, especialmente no sul. Eles incluem polonês, russo e holandês, mas também dialetos raros como Trentino, outra importação do norte da Itália, e Hunsriqueano riograndense e Pomerânia Oriental, ambas formas de alemão. Seus falantes dizem que o avanço do português os levará à extinção. Marli Zanella, que trabalha em uma boutique em Serafina Corrêa, reclama que quando ela fala com sua filha de 23 anos em Talian, “ela só responde em português”. Continue lendo

Professora conta histórias infantis com linguagem de sinais no YouTube – Brasil

A professora Carolina Hessel, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, criou um projeto para contar histórias infantis para crianças com a Libras (Língua Brasileira de Sinais) em um canal no YouTube.

O canal se chama “Mãos Aventureiras”, foi lançado há três meses e conta com mais de mil inscritos. Carolina já contou histórias clássica no canal, como “A Centopeia e Seus Sapatinhos” e “O Sanduíche da Maricota”.

Revista LínguaTec: chamada para artigos

A LínguaTec, revista especializada em publicações referentes ao ensino-aprendizagem de línguas e literatura em instituições de ensino tecnológicas, está recebendo submissões de artigos científicos, relatos de experiência e narrativas de ensino para o seu quinto  número.

O prazo para submissão dos textos é o dia 1 de abril de 2018. Os textos publicados podem ser redigidos em português, espanhol ou inglês e devem seguir as Diretrizes para Autores. A avaliação é feita por pares, às cegas, e conta com pareceristas especializados nas áreas dos trabalhos submetidos.

Visite os números já publicados. Aguardamos sua contribuição!
https://periodicos.ifrs.edu.br/index.php/LinguaTec

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