Com Maria Bethânia, documentário aborda a literatura e poesia africanas

Maria Bethânia está no documentário Karingana. Foto: CineGroup/Divulgação
Após circular nos festivais de cinema do ano passado, o documentário Karingana – Licença para contar estreiou dia 22/03, no canal Curta!. O filme reúne depoimentos de personalidades como a cantora Maria Bethânia, o angolano José Eduardo Agualusa e os moçambicanos Mia Couto e Mingas, que falam sobre a palavra, a poética e a literatura de países africanos e de como há influência na língua portuguesa. Com filmagens em Moçambique e Angola, o longa-metragem tem direção da pernambucana Monica Monteiro, da CineGroup, também responsável por outras produções de televisão, como os programas Chegadas e partidas e Boas-vindas, ambos exibidos no GNT.
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Alinhando realizações: Visita do IPHAN ao IPOL

Da esquerda, Cintia Vilanova (IPOL), Andressa Durães (IPHAN), Rosângela Morello (IPOL), Matheus Santos (IPHAN), Tamissa Godói e Lívia Gomes (IPOL).
Os dias 13, 14 e 15 e Março, desse ano, foram marcados por intensa atividade voltada para a gestão com base digital dos inventários das línguas Hunsriqueana e LIBRAS, no IPOL.
A equipe recebeu Andressa A. Durões, Coordenadora de Convênios e Prestação de Contas, e Matheus Moura Fonseca Santos, Chefe da Divisão de Prestação de Contas da Coordenação de Convênios do IPHAN, ambos representantes do setor de Gestão de Convênios através do SICONV, dentro do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico Artístico e Natural, MinC.
A ações foram realizadas visando o alinhamento entre as equipes quanto às necessidades específicas para a gestão de convênios públicos, os quais foram celebrados entre as instiuições. Nesse sentido, a equipe do IPOL estava composta pelas Coordenadoras dos Inventários Hunsriquiano e LIBRAS, Rosângela Morello e Ana Paula Seiffert, respectivamente, pelas Assistentes Executivas, Tamissa Godoi e Cintia Vilanova, e por Lívia Gomes, membro da secretaria do IPOL. Continue lendo
Entenda como as línguas são criadas (e por que desaparecem)
Idiomas são elementos vivos, que mudam o tempo todo — para sobreviver, uma língua também depende do poder político de seu povo

‘OS LUSÍADAS’, DE LUÍS DE CAMÕES, CLÁSSICO DA LÍNGUA PORTUGUESA (FOTO: REPRODUÇÃO)
Àmedida que se espalhavam pela Terra, grupos deHomo sapiens deixaram de conviver entre si e o seu jeito de falar também mudou. É que as línguas vivem em movimento. “Por que se separaram ninguém sabe, mas eles começaram a desenvolver características próprias de linguagem, mudar a fonética”, explica Thomas Finbow, professor de linguística da Universidade de São Paulo. E, sem contato nenhum, ao longo do tempo, o jeito de falar mudou tanto que eles já não conseguiam mais se entender.
Passaram a falar idiomas completamente diferentes. Essa mudança acontece quase sem querer — cada povo cria novos vocabulários e altera a pronúncia das palavras naturalmente, com o passar dos anos. “Isso pode ocorrer até por uma questão de eficiência articulatória — por exemplo, por ter um gasto energético menor ao colocar a língua de tal jeito na boca”, afirma Finbow. Continue lendo
Campanha de jovem surda pede que youtubers brasileiros utilizem legendas descritivas
“A comunidade surda pode e deve acompanhar a comunidade ouvinte. Nós queremos igualdade como os ouvintes, não desigualdades por conta da nossa deficiência.”
Para a comunidade surda, as legendas descritivas nos vídeos da internet são uma ferramenta de empoderamento e inclusão.
A youtuber Larissa Jorge é surda e usa o seu canal na rede social de vídeos para compartilhar conteúdos sobre a comunidade não ouvinte, mas também sobre temas de seu interesse, como os tutoriais de maquiagem. Porém, muitas das referências que a jovem tem são de youtubers ouvintes.
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