Escolas de abordagem internacional, bilíngues ou com High School: o que diferencia uma da outra?
Andrea Rodrigues, Coordenadora de Multilinguismo do CSL, fala sobre as diferenças entre escolas com currículo bilíngue, abordagem internacional e programas de High School.
O que é uma escola bilíngue? O que é uma escola internacional? Existe diferença entre elas? Essas certamente são perguntas que começam a se tornar frequentes nos dias de hoje.
O aluno começa a convivência com a segunda língua já na Educação Infantil. Os professores de escolas bilíngues não são obrigatoriamente professores nativos da segunda língua. O importante é a fluência e a qualidade da imersão. Continue lendo
Brasil ganha desenho animado que ensina língua de sinais

A equipe de ‘Min e as Mãozinhas’: sinais da comunicação (Foto: Maicon Renan/Divulgação)
Idealizado por Paulo Henrique dos Santos, que mora em Itajaí (SC) e já participou de projetos como Turma da Mônica, Show da Luna e Sítio do Pica-Pau Amarelo, entre outros, o desenho irá contar a história de Min, uma garota que vive num mundo em que as personagens falam as mais diferentes línguas – o elefante, por exemplo, fala o ‘elefantês’ e o gato, o ‘gatês’.
“A internacionalização de uma língua, se não transportar cultura, não tem o mesmo valor económico”
Isabel Pires de Lima encontra-se em Macau como oradora de um ciclo de conferências sobre tradução e formação de professores, que ontem terminou no Instituto Politécnico de Macau. Na sua comunicação, a antiga ministra da Cultura defendeu a importância da literatura no ensino de línguas estrangeiras e também da vertente cultural na exportação de uma língua.

Catarina Vila Nova
“A atenção à internacionalização da língua portuguesa é a atenção a um bem patrimonial português que é um desiderato patriótico porque, na verdade, é alguma coisa que permite transportar a economia e a cultura portuguesa para espaços, distâncias e patamares muitíssimo importantes”. A ideia foi ontem deixada por Isabel Pires de Lima, antiga ministra da Cultura do Governo português, no Instituto Politécnico de Macau (IPM). À professora emérita da Universidade do Porto coube proferir a comunicação que encerrou o ciclo de conferências sobre tradução e formação de professores, durante a qual frisou a importância do papel que a literatura deveria ocupar no ensino das línguas, especialmente as estrangeiras. Continue lendo
Segunda convocatória do Congresso internacional DIPROling 2018
Site multilingue do Congresso: http://www.letras.ufmg.br/dipr oling2018 E-mail para enviar sua proposta em formato Word (conforme modelo disponível na área de download do site): diproling2018.cc@gmail.com
Grupo Sonissini Mavutsini mistura música indígena com o reggae
O Sesc apresenta shows com a temática indígena durante este mês. Na sexta-feira (20), às 20h, quem mostrou o trabalho no teatro da unidade foi o grupo Sonissini Mavutsini. Os interessados devem retirar os ingressos gratuitos com uma hora de antecedência.
A ideia do grupo é misturar música tradicional indígena com o reggae. As composições são todas em Karibe e Tupi (línguas faladas no Xingu).
Tudo surgiu com o índio Lappa, da etnia Yawalapiti e que vive no Parque Nacional Indígena do Xingu. Desde criança, Lappa desenvolveu seu lado musical, tendo domínio do canto, da percussão indígena e da flauta. Continue lendo
Livro traça o panorama dos indígenas na América Latina

Mapa Universalis Cosmographia (1507), em que aparece pela primeira vez o nome “América” para denominar a região recém-descoberta, em homenagem ao navegador italiano Américo Vespúcio – Mapa: Martin Waldseemüller / Library of Congress / Domínio públicovia Wikimedia Commons
Obra é fruto de debates realizados em 2017 pela Cátedra José Bonifácio do Centro Ibero-Americano da USP
A Editora da USP (Edusp) lançou nesta segunda-feira, dia 16, o livro O Mundo Indígena na América Latina – Olhares e Perspectivas. A publicação reúne análises sobre os povos indígenas da região, escritas por professores, pesquisadores e estudantes de pós-graduação da USP e de outras instituições latino-americanas.
O volume é resultado dos debates organizados pela Cátedra José Bonifácio em 2017, sob coordenação da socióloga, diplomata e política mexicana Beatriz Paredes. Essa é a quinta obra lançada pela cátedra, que é vinculada ao Centro Ibero-Americano (Ciba), órgão ligado à Pró-Reitoria de Pesquisa e ao Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP. Também nesta segunda-feira, dia 16, Beatriz Paredes passou a titularidade da cátedra para a ex-presidente da Costa Rica, Laura Chinchilla (leia mais aqui). Continue lendo


