Observatório da Educação na Fronteira disponibiliza livro em PDF para download

O livro “Política Linguística em Contextos Plurilíngues: Desafios e Perspectivas para a Escola” organizado por Rosângela Morello e Marci Fileti Martins está disponível para download no link abaixo.

As fronteiras como linhas limítrofes de territórios e como espaços habitados por múltiplas outras fronteiras, materiais e imateriais, simbólicas sempre, que se erigem por razões políticas, econômicas, étnicas ou linguísticas e que afetam o ensino público constituem o tema central desse livro. Nele estão reunidos textos que tematizam políticas que impõem fronteiras, que falam da experiência de viver nas e com as fronteiras, de poder ou não reconhecê-las e atravessá-las. Continue lendo

MEC nomeia defensora do ensino domiciliar para coordenar formação de alfabetizadores

Maria Eduarda Manso Mostaço não possui experiência em sala de aula ou formação em Educação

Fachada lateral do Ministério da Educação (MEC) em Brasília   Foto: Elza Fiuza/Agência Brasil

O Ministério da Educação (MEC) nomeou Maria Eduarda Manso Mostaço para ocupar o cargo de coordenadora-geral de formação de professores na Secretaria de Alfabetização. A nomeação, divulgada nesta quarta-feira (30/01) no Diário Oficial, está gerando polêmica porque Maria Eduarda é defensora da regulamentação do ensino domiciliar (homeschooling) no Brasil. Com isso, a hashtag #MinistériodaEducação ficou no topo dos trending topics do Twitter. Continue lendo

Mirandês: Miranda do Douro assina protocolo para cumprir Carta de Línguas Minoritárias

O município de Miranda do Douro vai avançar com a assinatura de um protocolo com a Associação de Língua Mirandesa para cumprir os 35 princípios da Carta Europeia das Línguas Minoritárias, disponibilizando 25 mil euros para tal.

“A partir do momento em que o protocolo seja assinado, pretendemos que Portugal fique com todas as garantias formais para proceder à ratificação da Carta Europeia das Línguas Regionais ou Minoritárias (CELM) e assim dar um novo impulso ao mirandês”, disse à Lusa o presidente da Câmara Municipal de Miranda do Douro, Artur Nunes. O autarca salientou que com a assinatura deste protocolo serão elaborados um conjunto de documentos para endereçar aos diferentes ministérios ligados ao processo, como é caso dos Negócios Estrangeiros, da Educação e da Justiça. Continue lendo

Programa abre inscrições para concurso de curtas sobre línguas indígenas

Iniciativa busca chamar atenção para a importância cultural da preservação dos idiomas

Reprodução/CNM

A resolução da Organização das Nações Unidas (ONU), que definiu 2019 como o Ano Internacional das Línguas Indígenas, inspirou um concurso de curtas-metragens sobre línguas indígenas. O concurso “Comunidades Linguísticas: identidade e salvaguarda”  busca chamar atenção para a importância cultural da preservação desses idiomas, revitalizá-los e promovê-los junto com as comunidades linguísticas. Os interessados podem inscrever seus projetos até 21 de fevereiro, neste link. Continue lendo

Mirandês: Ensino em Lisboa tem “bastante” procura apesar da falta de apoios

Vinte anos após o reconhecimento do mirandês como segunda língua oficial em Portugal, em Lisboa tem “bastante” procura, apesar da falta de apoios de que se queixam os seus divulgadores.

Numa pequena sala da Casa de Trás-os-Montes em Lisboa, funciona à segunda-feira e em horário pós-laboral uma aula de língua mirandesa, onde até um aluno francês de Erasmus já se inscreveu para aprender esta língua falada no nordeste transmontano.

Antes de dar início a mais uma aula, António Cangueiro, professor de mirandês, falou à Lusa sobre este seu percurso, que começou ainda com o escritor, professor universitário, estudioso e divulgador da língua mirandesa Amadeu Ferreira, que instituiu o curso em Lisboa há dez anos. Continue lendo

A Surdo para Surdo possibilita a educação bilíngue online – em Libras e Português

Nome:
Surdo para Surdo.

O que faz:
É uma plataforma de educação bilíngue — em Libras (língua brasileira de sinais) e Português — que oferece aulas particulares online, com tutores surdos e tecnologias para o apoio do aprendizado.

Que problema resolve:
De acordo com a fundadora da startup, apenas 2% das crianças surdas do mundo recebem uma educação em língua de sinais. “No Brasil, existem políticas públicas e leis sobre a educação inclusiva, entretanto, o acesso à educação em língua de sinais é limitado”, diz.

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