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Como a cultura Tupi-guarani foi impactada pelo homem branco

A Cultura Tupi-guarani sofreu forte impacto no convívio com o colonizador

A Cultura Tupi-guarani sofreu forte impacto no convívio com o colonizador

O termo Tupi-guarani define uma das dez famílias linguísticas do tronco Tupi.

Os outros troncos linguísticos são o Jê e Arauak, de onde vêm o grupo de línguas dos habitantes do Brasil antes da chegada dos colonizadores portugueses.

O Tupi tem origem na língua Tupinambá, incorporada pelos colonizadores e missionários e adotada como Língua Geral do Brasil.

O Guarani é falado ainda nos dias de hoje pelos povos Guarani, Guarani-kaiowá, Guarani-ñhandeva e Guarani-m’byá.

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Língua portuguesa ensinada no Uruguai

Mais de 200 mil uruguaios falam fluentemente o português, devido à presença da língua de Camões em todo o sistema de educação naquele país da América do Sul.

O dado foi avançado, quinta-feira, em Luanda, pelo especialista em ensino da Língua Portuguesa, Javier Geymonat, na palestra “Ensino de português no Uruguai: estado da arte”, realizada pela Embaixada da República Oriental do Uruguai.
O professor universitário disse que a língua portuguesa ocupa uma posição privilegiada no curriculum académico, estando entre os três idiomas com maior presença no ensino público. Continue lendo

A promoção das línguas africanas no Quénia

A política linguística do Quénia responde aos pressupostos ideológicos adoptados aquando da independência, que dão ênfase à empresa livre, à realização individual e ao investimento estrangeiro. Esta política dá grande valor ao Inglês, como meio facilitador de contacto internacional e catalizador do desenvolvimento técnico e industrial.

Paralelamente, tende a mesma a assegurar a protecção da herança cultural local, incluindo as suas línguas africanas, a preservação da independência nacional e da identidade cultural. Esta combinação de finalidades resultou, segundo Kembo Sure, em «Educação Bilingue num ambiente desigual», nas seguintes decisões:
– “Que a língua materna seja a língua de instrução nos três primeiros anos do ensino primário, enquanto, o Inglês e o Kiswahili são introduzidos como disciplinas durante este período; Continue lendo

Conheça Virgilio Soares, o tradutor de Libras que viralizou na web

 Nayra Mesquita / Divulgação Vídeo no qual o brasiliense Virgilio dança ao som de É D’Oxum foi visto 1 milhão de vezes e compartilhado por 22 mil pessoas, até o momento

mbora seja uma figura conhecida do teatro brasiliense, muita gente ainda não tinha esbarrado com o trabalho de Virgilio Soares. Nos últimos dias, no entanto, dois vídeos do tradutor de Libras de 39 anos viralizaram pelo Distrito Federal e sensibilizaram os internautas. Neles (que você confere logo abaixo), Virgilio traduz duas canções da MPB para a Língua Brasileira de Sinais (Libras), com direito a um diferencial: em vez de se valer somente dos sinais, ele dança e acompanha o ritmo das composições É D’Oxum (Gerônimo e Vevé Calazans) e Toda Menina Baiana (Gilberto Gil). As “traduções-poéticas”, como o próprio Virgilio intitula, chamaram a atenção e foram compartilhada por milhares. Continue lendo

2019 – Ano Internacional das Línguas Indígenas

A discussão da diversidade é uma necessidade imperiosa da sociedade contemporânea. Trata-se de uma recuperação de um tempo historicamente perdido com preconceitos e escalas hierárquicas que já se mostraram inválidas e inúteis sob diversos aspectos, seja o físico, o emocional, o intelectual ou o ideológico.

Oscar D'Ambrosio - Artigo

Oscar D’Ambrosio. Foto: Unesp

Um dado que demanda reflexão é que, embora existam por volta de 6 a 7 mil línguas indígenas no mundo, elas são faladas por cerca de somente 3% da população mundial. Portanto, a grande maioria delas, faladas sobretudo por povos indígenas, tende a desparecer em ritmo acelerado. No Brasil, há cerca de 170 línguas indígenas. E a estimativa é que possam desaparecer em 50 ou 100 anos.

A luta é para registrá-las e trabalhar para sua sobrevivência, o que inclui a produção de livros escolares, dicionários, de sites em idiomas indígenas e corpus linguísticos digitais que atendam tanto a exigências científicas da área da linguística como a propósitos sociais.

Nesse contexto, a UNESCO e seus parceiros, ao longo do ano de 2019, celebram o Ano Internacional das Línguas Indígenas (International Year of Indigenous languages – IYIL2019). Trata-se de um movimento que precisa envolver governos, organizações dos povos indígenas, sociedade civil, academia, setores público e privado, além de todo tipo de entidade interessada. Continue lendo

La última voz de la masacre indígena de Napalpí

Rosa Grilo sobrevivió en 1924 a la matanza de 500 indígenas organizada por el Estado argentino. Su testimonio es clave en un juicio por delitos de lesa humanidad aún impunes

Rosa Grilo, última sobreviviente de la masacre de Napalpí, en su casa de Colonia Aborigen, provincia de Chaco. JORGE TELLO / VÍDEO: CHACO TV DIGITAL

“Parece que me da miedo”, dice Rosa Grilo cuando se le pide que recuerde. Está sentada bajo un algarrobo frente a su casa de ladrillo sin revoque y techo de chapa. A sus más de 100 años (no sabe exactamente cuántos), sus ojos pequeños se iluminan y mueve con energía las manos cargadas de anillos al hablar de su familia. Pero baja la voz cuando vuelve al momento en el que llegó aquel avión que trajo la muerte a su infancia. “Se asusta uno, porque parece que está viniendo [el avión], por eso no quiero hablar de la matanza. Ya pasó, ya pasó. La gente que murió, criaturitas como estas [señala a una niña] las mataban. Le largaron la bomba”, relata.

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