Pela sobrevivência das línguas indígenas
Luciana Storto, professora do Departamento de Linguística da FFLCH-USP, fala sobre o trabalho de pesquisadores que buscam evitar o desaparecimento de idiomas nativos no Brasil.
Fonte: Revista Fapesp
Roraima discute cooficialização de línguas indígenas
Debate ocorre entre professores e intérpretes de línguas indígenas até o dia 13 de dezembro
Ela conversou sobre os principais assuntos que serão abordados no evento, entre eles as leis de cooficialização das línguas indígenas nos municípios do estado.
Na Austrália, uma ilha de 500 pessoas possui 9 idiomas diferentes
Na comunidade Warruwi, o inglês mais uma porção de línguas indígenas se misturam nas conversas cotidianas – e todo mundo se entende

(Arte/Superinteressante)
Quantos idiomas você fala? Da escola de inglês do bairro a colocar espanhol como “intermediário” no currículo, dominar uma série de línguas é, de fato, uma tarefa complicada. A menos, é claro, se você for um dos 500 moradores da comunidade Warruwi, no norte da Austrália.
Warruwi fica localizada ao norte da terra dos cangurus, em uma pequena ilha chamada South Goulburn, e é a principal cidade do lugar. Por lá, os habitantes falam entre si nada menos do que nove línguas diferentes, vindas de famílias de idiomas igualmente distintos. Continue lendo
Jovens indígenas organizam rede de comunicadores no AM para aproximar aldeias distantes
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Daniela usa rede de comunicadores para levar informação à aldeias distantes — Foto: Lana Torres/G1
Diversidade e variação linguística em Mato Grosso
Autor(es): Neusa Inês Philippsen e José Leonildo Lima (Org.)
A obra Diversidade e Variação Linguística em Mato Grosso é fruto do trabalho de diferentes pesquisas desenvolvidas no projeto que leva este mesmo nome. Cabe ressaltar que o projeto objetiva refletir sobre a língua portuguesa e línguas minoritárias faladas em Mato Grosso e sintetizar resultados de pesquisa geo-sociolinguísticas em áreas geográficas mato-grossenses distintas, assim como em temáticas também distintas. Os artigos que compõem o livro são de cunho científico-analítico e apresentam resultados analisados à luz das teorias supracitadas, além de dialogarem, também, com a Linguística Aplicada. A obra apresenta onze artigos produzidos pelos pesquisadores integrantes do projeto. Continue lendo
Libras pode se tornar disciplina obrigatória nas escolas públicas
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) pode se tornar disciplina obrigatória nas escolas públicas brasileiras. A iniciativa da pedagogade São Paulo Marilei Monteiro, que tem uma filha com deficiência auditiva, está ganhando apoio de educadores de todas as partes. Em menos de quatro meses, ela recebeu mais de 20 mil apoios. Para virar lei, o projeto precisa ainda ser votado pelos senadores.
Aprender Libras é fundamental para o desenvolvimento nos aspectos social e emocional, não apenas do deficiente auditivo, mas também de todos que fazem parte do seu convívio. Ainda assim, o ensino da Língua de Sinais é bastante precário no Brasil. Muitos deficientes auditivos aprendem a linguagem em centros voltados exclusivamente para pessoas com deficiência. Continue lendo


