‘Não tenho mais ninguém para falar’, diz idosa em tribo indígena

Juvelina Krenak, de 110 anos, é a única índia que fala fluentemente o grupo linguístico macro-jê, dos indígenas boruns – Foto: Daniel Teixeira/Estadão.
‘Não tenho mais ninguém para falar’, diz idosa em tribo indígena
Edgar Maciel, O Estado de S.Paulo
Aos 110 anos, Dona Juvelina Krenak tenta manter sua língua viva
Acesse aqui a galeria de imagens com fotos de Daniel Teixeira.
Na certidão de nascimento de Juvelina Krenak está escrito: 20 de outubro de 1935. Oficialmente, seriam 80 anos. Dona Juvelina, no entanto, tem 110 anos de idade. Só foi registrada quando ela, o marido e os 12 filhos foram retirados da área indígena no norte de Minas e removidos para São Paulo, na tribo Vanuíre. Hoje, vive sozinha em uma das casas da aldeia e é a única falante da língua crenaque no Estado.
Ensino primário moçambicano será ministrado nas 16 línguas nativas a partir de 2017
Ensino primário moçambicano será ministrado nas 16 línguas nativas a partir de 2017
O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano de Moçambique anunciou hoje [18/03] que o ensino primário vai usar as 16 línguas nacionais a partir de 2017, ao lado do português, para facilitar o ensino às crianças moçambicanas.
A decisão de introduzir o ensino bilingue nas escolas primárias moçambicanas foi divulgada pela diretora nacional do Ensino Primário, Antuía Soverano, durante o Seminário de Revisão Linguística dos Planos Analíticos do Ensino Bilingue, que está a decorrer na capital moçambicana.
As muitas línguas do Brasil

Criança asurini. A língua falada por esse grupo indígena foi uma das três primeiras incluídas no Inventário Nacional da Diversidade Linguística – Foto: UnB Agência / Flickr.
As muitas línguas do Brasil
Everton Lopes
Documento cataloga as línguas faladas em nosso país. Quantas você conhece, além do bom e velho português?
Você consegue contar quantas línguas são faladas no Brasil? Se você pensou só no português, é hora de repensar sua resposta. Em um país grande como o nosso, onde diversas culturas, nascidas aqui ou vindas de outros lugares, dividem o território, é natural que as pessoas se comuniquem em diversas línguas. Mas essa diversidade nem sempre é reconhecida.
Jornada “Educación e Interculturalidad”
Jornada “Educación e Interculturalidad”
Co-organizan:
Ministerio de Educación de la Ciudad de Buenos Aires
Consejo Educativo Autónomo de Pueblos Indígenas (CEAPI)
Fecha: miércoles 18 de marzo de 2015
Lugar: Escuela Normal Superior en Lenguas Vivas “Sofía Broquen de Spangenberg”, Juncal 3251, Ciudad de Buenos Aires
Destinatarios: Miembros de Equipos de Conducción y docentes interesados en la temática.
Cronograma: Continue lendo
Ministerio de Cultura del Perú presenta Mapa Sonoro y Estadístico de Lenguas Indígenas y Originarias
Ministerio de Cultura presenta Mapa Sonoro y Estadístico de Lenguas Indígenas y Originarias
Plataforma virtual brindará información sobre lenguas, sus hablantes y las regiones donde se hablan.
El Mapa Sonoro Estadístico, se encuentra disponible en la página web: www.mapasonoro.cultura.pe
El Ministerio de Cultura en el marco de la Ley N° 29735, Ley que Regula el uso, preservación, desarrollo, recuperación, fomento y difusión de las Lenguas Originarias del Perú, presenta el Mapa Sonoro Estadístico de Lenguas Indígenas u Originarias, el cual permite conocer y escuchar las 47 lenguas indígenas que se hablan a lo largo del territorio peruano. Esta nueva plataforma virtual brinda información en formato oral sobre las lenguas, sus hablantes y las regiones donde estas se hablan. Asimismo, se incluyen videos e imágenes referenciales de los pueblos que las utilizan, así como canciones tradicionales, frases y presentaciones en la lengua indígena.
NA BOLOM Asociación Cultural, San Cristóbal de Las Casas-Chiapas-México
NA BOLOM Asociación Cultural, San Cristóbal de Las Casas-Chiapas-México
NA BOLOM es una organización no lucrativa fundada en 1950 por el arqueólogo danés Frans Blom y la fotógrafa conservacionista suiza Gertrude Duby.
Su misión, creada por sus fundadores que amaron Chiapas inmensamente, es preservar el patrimonio cultural y ambiental del estado y trabajar con las comunidades para su desarrollo sustentable.
La casa está modestamente financiada por los donativos que provienen de los visitantes al hotel, el museo y el comedor en San Cristóbal de Las Casas.


