Cooficialização de línguas

Cidade mineira reconhece idioma indígena como segunda língua oficial

Reconhecimento busca fortalecer os direitos Maxakali em Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, após séculos de luta e resistência

Crianças Maxakalis, vestindo saias vermelhas, perfiladas lado a lado, de frente para a câmera

Câmara de Teófilo Otoni define idioma Maxakali como segunda língua da cidade crédito: Mauro Pimentel / AFP

 

Rafael Silva*

A língua indígena Maxakali foi reconhecida como segundo idioma oficial de Teófilo Otoni, no Vale do Mucuri, a 443,6 quilômetros de Belo Horizonte. Com 137.418 habitantes, segundo o Censo de 2022, o município agora passa a ensinar o idioma nas escolas da rede pública municipal, especialmente nas unidades educacionais existentes nas aldeias da região.

O projeto de lei (PL) 123/2025 é de autoria da vereadora Eliane Moreira (PT) e foi aprovado por seus colegas da Câmara, em segundo turno, nessa segunda-feira (22/9).

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social de Minas Gerais (Sedese) estima que 500 indígenas Maxakalis façam parte da população de Teófilo Otoni, distribuídos em duas comunidades: Aldeia Escola Floresta e Aldeia Cachoeirinha.

Em nível estadual, a população Maxakali encontra-se distribuída da seguinte forma:

  • Aldeia Verde (Ladainha): 55 famílias
  • Aldeia Hãm Kutok (Ladainha): 95 famílias
  • Aldeia Cachoeirinha (Teófilo Otoni): 10 famílias
  • Aldeia Pradinho (Bertópolis): 220 famílias
  • Aldeia Água Boa (Santa Helena de Minas): 280 famílias

De acordo com a Sedese, há mais de vinte etnias indígenas em Minas Gerais, dentre elas: Maxakali, Xakriabá, Krenak, Aranã, Mukuriñ, Pataxó, Pataxó hã-hã-hãe, Catu-Awá-Arachás, Kaxixó, Puris, Xukuru-Kariri, Tuxá, Kiriri, Canoeiros, Kamakã-Mongoió, Karajá, Kambiwá, Tikuna, Borum-Kren, Makuni, Guarani e Pankararu.

Juntas, essas etnias somam aproximadamente 30 mil pessoas, pertencentes aos troncos linguísticos Macro-Jê e Tupi-Guarani (Guarani). A língua Maxakali faz parte do tronco linguístico Macro-jê.

O reconhecimento presenteia os Tikmu’un – nome dado ao povo Maxakali – e atesta a língua como um importante elemento cultural teófilo-otonense, conforme o líder Tikmu’un, Isael Maxakali.

“Essa conquista sempre foi um sonho para mim. Estamos há um tempo na luta para ter nossa língua reconhecida. Temos mantido um contato diretamente nos últimos três anos com os políticos da cidade para ter esse direito reconhecido”, diz o indígena.

Primeiros habitantes

A Lei de Diretrizes Básicas da Educação (LDB) de 2008 obriga as escolas a ensinarem a história indígena em sua grade curricular.

Segundo dados do Censo de 2010, o Brasil registrou a existência de 274 línguas indígenas. Os dados do Censo de 2022 sobre o tema ainda não foram divulgados.

O reconhecimento da língua Maxakali busca valorizar, preservar o uso e difundir o idioma. O ensino será ofertado de forma bilíngue – junto ao português – para respeitar os processos de aprendizagem da comunidade indígena.

A iniciativa surgiu da demanda vinda de lideranças Maxakalis, que pediram maior reconhecimento da sua língua e cultura. O projeto de lei foi apresentado pela vereadora Eliane e aprovado nesta semana. Para ela, o reconhecimento melhora a comunicação entre os Maxakalis e toda a comunidade. “Eles foram os primeiros habitantes”, justifica.

O projeto aguarda sanção do Executivo, mas ainda não há prazo. O prefeito Fábio Marinho (PL) diz que apoia a proposta e que realiza acolhimento ao povo indígena com a entrega de cestas básicas, realização de jogos indígenas, entre outros.

Ensino nas escolas

A contratação de duas professoras Maxakalis para apresentar a cultura da etnia aos não indígenas é outra demanda da comunidade. “Penso que a aprovação da lei e essa troca de saberes entre profissionais da educação podem fazer com que o preconceito deixe de existir”, acredita Isael.

Após a sanção do prefeito, as modificações na grade de ensino serão implementadas. Em seguida, a promessa é que as contratações dos professores Maxakalis sejam realizadas. No entanto, não há prazo para o início dos trabalhos das docentes.

O povo indígena também alega sofrer preconceito constantemente na região, o que os impede de acessar espaços e comprar itens básicos do dia a dia, conforme denúncias registradas pelos Maxakalis no Ministério Público (MP). Houve casos de lojistas que se negaram a realizar negócios com os Tikmu’un e até abuso financeiro, quando comerciantes venderam a eles pacotes de arroz por R$ 50.

A intolerância motivou o Procon-MG a realizar uma ação com os empresários e povos originários da região em junho de 2024, para conscientizar os vendedores de que indígenas e não indígenas têm os mesmos direitos.

A Situação dos Maxakali em outras cidades

Apesar da boa notícia, nem todo Maxakali está contemplado, já que membros da etnia residem em outras cidades mineiras. Lúcio Flávio Maxakali, por exemplo, mora em Santa Helena de Minas, que fica a 194,4 quilômetros de Teófilo Otoni. Por lá, não há nem sinal de quando um reconhecimento do tipo será conquistado pelos indígenas da região.

Mestre pela Faculdade de Educação da UFMG, ele celebra a conquista de seu povo. “Aqui dentro da aldeia ninguém fala português, só Maxakali. No município, não tem projeto similar ao de Teófilo Otoni”, contextualiza. “Vamos correr atrás para ver se a gente consegue ter nossa língua e cultura respeitadas do mesmo jeito”, completa.

Lúcio Flávio foi autor da primeira dissertação de mestrado escrita em língua indígena defendida na UFMG, em maio de 2025. Ele realizou uma apresentação bilíngue, em uma alternância entre português e Maxakali. O pesquisador resgatou a história da escola de sua aldeia e também as violências sofridas pelo seu povo.

A reportagem contatou a câmara e a prefeitura da cidade de Santa Helena de Minas, para saber se há alguma proposta em desenvolvimento, mas não obteve retorno. A vice-prefeita do município, Margarida Maxakali, pertence à comunidade indígena local.

A aldeia onde ele mora recebeu foi contemplada em uma publicação recentemente lançada pela Cemig. O objetivo é incentivar o uso sustentável e seguro da energia nas aldeias de Bertópolis e Santa Helena de Minas. O material foi construído em conjunto com os indígenas, segundo a empresa.

 

Confira a matéria publicada: https://www.em.com.br/gerais/2025/09/7257309-cidade-mineira-reconhece-idioma-indigena-como-segunda-lingua-oficial.html#google_vignette

II ENMP – está chegando! confira o caderno de programação

O II Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues (II ENMP) ocorrerá nos dias 1º e 2 de setembro, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e tem como objetivo aprofundar as discussões sobre a regulamentação das políticas de cooficialização de línguas no Brasil.

Este encontro será um espaço de troca de experiências, capacitação e debate sobre a regulamentação e a implementação da cooficialização, seus desafios e oportunidades, reunindo gestores públicos, pesquisadores, educadores, agentes culturais e demais interessados na promoção do multilinguismo brasileiro.

Em sintonia ao I ENMP/2015, que abordou a política de cooficialização de línguas pelos municípios, pretendemos, agora, elaborar orientações para a regulamentação e implementação das leis. Com mais esse passo, reafirmamos nosso compromisso de atuar em prol dos direitos linguísticos no Brasil e da valorização de todas as línguas brasileiras. A colaboração de vocês é de valor inestimável.

O II ENMP se propõe a discutir as ricas experiências já realizadas pelos 80 municípios plurilíngues do Brasil e avançar para o processo de regulamentação, abrindo para as administrações municipais novas possibilidades.

Nossa vontade é fazer deste Encontro um momento de celebração de trajetórias compartilhadas e de construção de novas parcerias.

Visite a página do evento em: https://geomultling.ufsc.br/ii-encontro-nacional-de-municipios-plurilingues/

 

Estimados/as participantes e palestrantes,

É com muita alegria que encaminhamos, em anexo, a programação final do nosso II Encontro Nacional de Municípios Plurilingues – II ENMP, que realizaremos em Florianópolis, nos dias 01 e 02 de setembro próximo.

Em sintonia ao I ENMP/2015, que abordou a política de cooficialização de línguas pelos municípios, pretendemos, agora, elaborar orientações para a regulamentação e implementação das leis. Com mais esse passo, reafirmamos nosso compromisso de atuar em prol dos direitos linguísticos no Brasil e da valorização de todas as línguas brasileiras. A colaboração de vocês é de valor inestimável.

Nossa vontade é fazer deste Encontro um momento de celebração de trajetórias compartilhadas e de construção de novas parcerias.

Assim, desde já, agradecemos a participação de cada um(a) e desejamos uma boa viagem aos que vêm de longe. Para qualquer eventualidade, por favor, entrem em contato conosco nos telefones/whatsapp: Rosângela Morello: 48 99933 – 8938 e Gilvan Müller de Oliveira 48 99916-1815.

Para mais informações sobre o II ENMP, confira: https://geomultling.ufsc.br/ii-encontro-nacional-de-municipios-plurilingues/

Até breve.

Rosângela Morello e Gilvan Müller de Oliveira

P/ Comissão Organizadora.

Confira o caderno de programação abaixo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

II ENMP – 1 e 2 de Setembro em Florianópolis

 

II Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues

Embora frequentemente representado como um país monolíngue, o Brasil é, na realidade, um território profundamente plurilíngue, onde mais de 250 línguas são faladas cotidianamente. Frente a esse contexto, a Cátedra UNESCO em Políticas Linguísticas para o Multilinguismo (UCLPM) e o Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística (IPOL) reafirmam o compromisso com a promoção de políticas linguísticas plurais e inclusivas e promovem o II Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues (II ENMP). O evento visa a reunir gestores públicos, pesquisadores, educadores, agentes culturais e comunidades linguísticas para fortalecer os processos de regulamentação e implementação das leis de cooficialização em municípios brasileiros, reafirmando o direito à diversidade linguística como pilar da cidadania e do desenvolvimento local.

O evento acontecerá nos dias 1 e 2 de setembro de 2025 na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Nesta edição, o formato será híbrido, com atividades presenciais, como mesas-redondas, palestras e workshop, e com comunicações orais realizadas de forma online, ampliando o alcance e a participação.

O II ENMP visa aprofundar as discussões sobre os desafios da cooficialização de línguas, com especial atenção às etapas seguintes à aprovação da lei municipal: a regulamentação e a implementação. Desde a pioneira experiência do município de São Gabriel da Cachoeira (AM), que em 2002 cooficializou o baniwa, o nheengatu e o tukano, 80 municípios brasileiros já adotaram medidas semelhantes, reconhecendo oficialmente 60 línguas, entre indígenas, de imigração, afro-brasileiras e de sinais, que podem ser conferidas aqui.

O II ENMP se propõe não apenas a celebrar os avanços obtidos com a cooficialização de línguas nos municípios brasileiros, mas também a discutir as ricas experiências já realizadas pelos 75 municípios e avançar para o processo de regulamentação, abrindo para as administrações municipais novas possibilidades.

Saiba mais acessando a página do evento: https://geomultling.ufsc.br/ii-encontro-nacional-de-municipios-plurilingues/

 

II ENMP – Prorrogado o prazo para envio de resumos!! Participe!!!

Prorrogado o prazo para envio de resumos!

O II Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues está com chamada aberta até 27/07/2025 para envio de resumos simples (200–300 palavras).
O II ENMP se propõe a discutir as ricas experiências já realizadas pelos 80 municípios plurilíngues do Brasil e avançar para o processo de regulamentação, abrindo para as administrações municipais novas possibilidades.
Confira as normas e o cronograma no site:
✅ Faça sua inscrição pela plataforma Even3:
Aguardamos sua proposta e sua presença
Saiba mais acessando a segunda circular do evento:

Atenção Primária à Saúde com etiquetas em pomerano e intermediação de intérprete da língua pomerana aumentam adesão a tratamentos de saúde em Santa Maria de Jetibá

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A saúde deve falar a língua do povo. Quando não há barreiras de comunicação e conseguimos adaptar a linguagem à realidade local, o acesso à saúde se torna mais fácil. O que antes parecia complicado, passa a ser entendido com mais nitidez, o que melhora a vida das pessoas e ajuda no sucesso dos tratamentos.

Foi com essa ideia que nasceu o projeto “Cultura e Saúde: o impacto da etiquetagem em pomerano na adesão ao tratamento”, criado pela médica Marcella Lima Seibert e pelas enfermeiras Géssica Penha Buss e Leticia Manhani, que atuam em Santa Maria de Jetibá, por meio do Programa de Qualificação da Atenção Primária à Saúde (Qualifica-APS), do Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa e Inovação em Saúde (ICEPi).

A ideia do projeto surgiu ao perceber a dificuldade da comunidade pomerana em entender as orientações de saúde por causa da barreira da língua e da cultura. A cidade foi colonizada por europeus da região da Pomerânia e até hoje mantém tradições e o dialeto pomerano.

A iniciativa é realizada na Unidade de Saúde de São Luís e ganhou destaque na 8ª Mostra “Espírito Santo, aqui tem SUS”, organizada pelo Colegiado de Secretários Municipais de Saúde do Espírito Santo (COSEMS/ES). Como garantiu o segundo lugar, o projeto será um dos representantes do Estado na 20ª Mostra Nacional “Brasil, aqui tem SUS”, em Belo Horizonte, entre os dias 15 e 18 de junho. O evento é promovido pelo Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Segundo a coordenadora do Componente de Provimento e Fixação de Profissionais, Maiara Baratela, esse tipo de iniciativa mostra o comprometimento dos profissionais do Qualifica-APS, que atuam diretamente nas comunidades, levando um cuidado mais próximo e humano. “É um reconhecimento do poder que o Sistema Único de Saúde (SUS) tem de transformar a vida das pessoas, junto às gestões municipais”, destacou.

A médica Marcella Seibert conta que, ao analisar dados de 2023 sobre hipertensão e diabetes, ficou demonstrado que muitos pacientes não estavam seguindo os tratamentos corretamente, o que aumentava os riscos de complicações e internações. A solução encontrada foi simples: etiquetar os medicamentos em pomerano, com imagens para facilitar o entendimento.

“Quando começamos a etiquetar os medicamentos em pomerano, com imagens e linguagem acessível, percebemos de imediato o retorno dos pacientes: vê-los olhando para o rótulo e afirmando que haviam entendido a posologia do medicamento foi algo que me marcou e me mostrou que estávamos no caminho certo. A sensação de pertencimento emanava dos pacientes”, comemora a profissional.

Depois que essa mudança foi implantada, os dados de 2024 e 2025 mostraram uma melhora importante na adesão ao tratamento, menos complicações e uma valorização da cultura local, tudo de acordo com os princípios do SUS.

“A etiquetagem funciona como uma ponte entre o conhecimento técnico e o saber popular. A saúde precisa falar a língua das pessoas para realmente funcionar. Ver os resultados e o envolvimento da comunidade nos motiva a continuar e buscar sempre o melhor para a Atenção Primária”, destaca Marcella Seibert.

O projeto mostra que é possível melhorar a saúde com ações simples, acessíveis e que respeitam a cultura de cada lugar, exatamente como o SUS defende.

Dra Marcella Seibert comenta que “A Atenção Primária pode ser potente, acessível e inclusiva quando construída com olhar atento e sensível… vai muito além do consultório: é escuta, pertencimento e transformação real.”

Informações à Imprensa:

Coordenadoria de Comunicação em Saúde – Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa e Inovação em Saúde (ICEPi)

Caroline Pignaton / Mayra Scarpi

icepi.comunicacao@saude.es.gov.br

Matéria publicada em https://icepi.es.gov.br/Not%C3%ADcia/saude-que-fala-a-lingua-do-povo-etiquetas-em-pomerano-aumentam-adesao-a-tratamentos-de-saude-em-santa-maria-de-jetiba

 


Assista também a matéria realizada em Santa Maria de Jetibá e exibida na TV Gazeta:

https://www.instagram.com/reel/DLps5GVRvJG/?igsh=MTdqdzFrMnpnY2d4MA%3D%3D

 


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Conheça o ICEPi – Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa e Inovação em Saúde e suas  inovações para atendimento à saúde no link:

https://icepiead.saude.es.gov.br/

 

Encontro Nacional dos Municípios Plurilíngues – segundo encontro acontece em setembro

2ª Circular


 

O II Encontro Nacional de Municípios Plurilíngues (II ENMP), organizado pela Cátedra
UNESCO em Políticas Linguísticas para o Multilinguismo (UCLPM/UFSC) e pelo
Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística (IPOL), ocorrerá nos
dias 1º e 2 de setembro, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e tem como
objetivo aprofundar as discussões sobre a regulamentação das políticas de cooficialização de
línguas no Brasil. Este encontro será um espaço de troca de experiências, capacitação e
debate sobre a regulamentação e a implementação da cooficialização, seus desafios e
oportunidades, reunindo gestores públicos, pesquisadores, educadores, agentes culturais e
demais interessados na promoção do multilinguismo brasileiro.

O II ENMP se propõe a discutir as ricas experiências já realizadas pelos 80 municípios plurilíngues do Brasil e avançar para o processo de regulamentação, abrindo para as administrações municipais novas possibilidades.

Participe enviando seu resumo simples (200-300 palavras): 15 de julho de 2025

Acesse a segunda circular aqui: https://geomultling.ufsc.br/wp-content/uploads/2025/07/2a-Circular-II-Encontro-Nacional-de-Municipios-Plurilingues.pdf

Confira a página e novidades do evento no link:

https://geomultling.ufsc.br/ii-encontro-nacional-de-municipios-plurilingues/

 

Atenção para o Cronograma para Submissão de Trabalhos e Inscrições
● Inscrição no evento (ouvinte): até 15 de agosto de 2025
● Inscrição no evento (comunicação): até 15 de julho de 2025
● Prazo para envio de resumos simples (200-300 palavras): 15 de julho de 2025
● Divulgação dos trabalhos aprovados: 31 de julho de 2025
● Submissão dos slides de apresentação: 15 de agosto de 2025
● Submissão do resumo expandido (3-5 páginas): 30 de agosto de 2025

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