UFAM recebe XI Congresso Internacional de Estudos Japoneses no Brasil, em setembro

ufamUniversidade Federal do Amazonas (UFAM) recebe nos dias 21, 22 e 23 de setembro o XI Congresso Internacional de Estudos Japoneses no Brasil. O evento acontece simultaneamente com o XXIV Encontro Nacional de Professores Universitários da Língua, Literatura e Cultura Japonesa.

Durante os seminários haverá conferências, painéis de discussão, sessões de comunicações, sessão de pôsteres, atividades culturais e oficinas. Os encontros são organizados a cada dois anos, de forma rotativa, nas universidades públicas que oferecem curso de graduação em Letras – Língua e Literatura Japonesa. É a primeira que vez que a região Norte do país recebe o evento.

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Licenciatura Indígena da UFAM “Políticas Educacionais e Desenvolvimento Sustentável” promove seminário de avaliação do curso

licenciatura

Entre os dias 18 e 21 de abril acontece na maloca da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN), em São Gabriel da Cachoeira, Amazonas, o II Seminário Yumuatirisa: nas trilhas e redes dos saberes indígenas, promovido pelo curso de Licenciatura Indígena Políticas Educacionais e Desenvolvimento Sustentável da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), que tem por coordenadora a Profa. Ivani Faria, da UFAM.

O Prof. Gilvan Müller de Oliveira (DLLV/UFSC) participará do evento. A pesquisadora do IPOL, Profa. Ana Paula Seiffert estará na semana seguinte ao evento trabalhando com a nova turma Nheengatu, recém aprovada no curso de Licenciatura Indígena Políticas Educacionais e Desenvolvimento Sustentável. 

O evento contará com a participação de 380 estudantes indígenas das 6 turmas existentes no curso. As apresentações serão realizadas pelos estudantes das turmas de língua Tukano, Baniwa, Nheengatu, Yanomami e Sateré-Mawé que frequentam a licenciatura.

Com o objetivo de fazer uma avaliação do curso a Licenciatura promove este encontro entre egressos do curso, docentes e estudantes indígenas, juntamente com organizações indígenas e indigenistas. O foco é uma reflexão sobre a proposta político-pedagógica do curso e a sua implementação.

De acordo com Gilvan Müller de Oliveira, o encontro demonstra a necessidade de constante reflexão e aprimoramento da proposta pedagógica, já em si mesma inovadora. O curso funciona com Ensino via Pesquisa, que substituiu as tradicionais disciplinas por projetos  de pesquisa proposto pelos estudantes, e coloca as línguas indígenas no centro do processo de ensino-aprendizagem, conferindo ao português ao espanhol o caráter de línguas auxiliares, mais utilizadas para a leitura de bibliografia. Funciona ainda dentro das terras indígenas, e não na cidade, nem dentro da sede da universidade, para também conferir centralidade à territorialidade indígena.

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A bela adormecida, São Gabriel da Cahoeira Foto: Socioambiental.org

A Licenciatura Indígena Políticas Educacionais e Desenvolvimento Sustentável foi uma conquista para os povos da região que, através de seus líderes e instituições de ensino e pesquisa, desde 2004, vem participando de discussões para amadurecer a proposta, visando uma educação escolar indígena que respeite as especificidades étnicas, linguísticas e territoriais de seu público principal.

O Curso da Licenciatura Indígena Políticas Educacionais e Desenvolvimento Sustentável, foi aprovado pela Resolução do CONSUNI n° 028/2007, garantindo assim os direitos indígenas assegurados pela Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), pela Constituição Federal de 1988,  pela  Lei n° 9394/96 de Diretrizes e Bases da Educação.

O IPOL esteve presente em vários momentos das discussões e formulações, através dos Profs. Gilvan e Ana Paula, acompanhando, problematizando e buscando garantir, com as demais instituições e lideranças indígenas, os direitos dos povos indígenas a sua língua e cultura.

Acesse a programação dos dias 18, 19,20 e 21/04 em: http://www.ufam.edu.br/attachments/article/5241/Folder%20Semin%C3%A1rio%20-%2030.03.2016%20(2).pdf

Mais informações disponíveis sobre o curso em: www.ensinosuperiorindigena.ufam.edu.br

 

Fonte:  UFAM e IPOL 

Seminários discutem educação e questões de fronteira

UFGDA conferência de abertura com Tizuko Morchida Kishimoto atrairá centenas de profissionais da educação

O Grupo de Pesquisa Educação e Processo Civilizador (GPEPC) irá realizar este mês a oitava edição do Seminário Infância, Educação e Civilidade e a quarta edição do Seminário Leituras de Fronteiras. Este ano o evento contará pela primeira vez com a participação de professores e pesquisadores da Faculdade de Ciências Humanas (FCH) da UFGD. As inscrições podem ser feitas no saguão da Faculdade de Educação (FAED) da UFGD, das 18h às 21h, até a próxima sexta-feira (15. O evento integral disponibilizará 60 inscrições e a palestra de abertura 830 inscrições.

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Coimbra cria mestrado para professores de Português na China

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Imagem urbana de Cantão

A Universidade de Estudos Estrangeiros de Cantão, na China, vai acolher um mestrado para formar professores de Português, criado pela Universidade de Coimbra (UC) em parceria com o Instituto Politécnico de Macau.

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Convocatoria para publicar en Meridional – Revista Chilena de Estudios Latinoamericanos

12388p - Revista MeridionalEn este dossier nos interesa reunir trabajos que propongan una reflexión sobre América colonial y el problema de lo colonial, de preferencia enmarcados entre las rupturas causadas por la instalación de la presencia europea en el continente, en el siglo XV, y aquellas generadas por el término del sistema administrativo colonial, a inicios del XIX. La tradicional “historia colonial” remite a formas de hacer la historia de sociedades del pasado en situación colonial, a partir de escrituras mayormente producidas por las administraciones y los gobiernos imperiales.

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MinC e Iphan se reúnem para debater o patrimônio imaterial brasileiro

iO ministro da Cultura, Juca Ferreira, esteve nesta quarta-feira, dia 13 de abril, na sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), quando abordou a importância da Instituição no Sistema MinC. Também, ressaltou a capacidade técnica dos servidores e a atuação do Iphan como “fundamental para garantir aos brasileiros a perpetuação de suas manifestações culturais, de seus monumentos e de toda a diversidade cultural do país”.

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