línguas brasileiras

Dia do Imigrante Pomerano – 28 de junho

No dia 28 de junho de 1859, as primeiras 27 famílias desembarcaram em Vitória, dando início à colonização Pomerana no Espírito Santo, 161 anos atrás.

 

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Dia do Imigrante Pomerano

Hoje comemoramos o Dia do Imigrante Pomerano. No dia 28 de junho de 1859, as primeiras 27 famílias desembarcaram em Vitória, dando início à colonização Pomerana no Espírito Santo, 161 anos atrás. Foram tempos muito difíceis. Mas o povo Pomerano é forte, trabalhador e, com muita luta, conseguiu superar todas as dificuldades. No Espírito Santo, somos mais de 150 mil descendentes. Os pomeranos residem, em maior número, nos municípios de Santa Leopoldina, Pancas, Laranja da Terra, Domingos Martins, Vila Pavão, Afonso Cláudio, Itaguaçu, Itarana, Baixo Guandu, Vila Valério e Santa Maria de Jetibá, que concentra uma das maiores colônias pomeranas do mundo.Várias pessoas e instituições trabalham para preservar a Língua, a Cultura e as Tradições Pomeranas no nosso Estado.Por isso, a minha homenagem e o meu agradecimento a todos os Pomeranos residentes em terras capixabas! Eu tenho orgulho de ser Pomerano!#deputadoadilsonespindula #adilsonespindula #deputadoestadual #imigracaopomerana #pomerano #pomerana

Publicado por Adilson Espindula em Domingo, 28 de junho de 2020

Palavras de Cuidado em Pomerano: Entenda o Coronavírus

Herança Tupi: descubra palavras cotidianas que têm ligação com a língua indígena

Indígenas da aldeia Ekeruá (SP) comemoram o dia do Índio — Foto: Nicolle Januzzi/Arquivo Pessoal

Indígenas da aldeia Ekeruá (SP) comemoram o dia do Índio — Foto: Nicolle Januzzi/Arquivo Pessoal

Dia 19 de abril é considerado o dia do índio no Brasil. A data remete ao primeiro Congresso Indigenista Interamericano, que ocorreu no mesmo dia em 1940 para discutir questões ligadas à situação dos povos indígenas.

Mais do que uma data comemorativa, o dia é uma oportunidade para apoiar a luta diária travada por esses povos que ainda sofrem para ganhar espaço e reconhecimento no cotidiano do homem branco, se engajando em diversas formas de manifestação para atingirem esse propósito.

A língua é, com certeza, uma das contribuições dos indígenas em nosso dia a dia. Segundo o último censo do IBGE, 274 línguas indígenas são faladas no Brasil.

Segundo o IBGE, no Brasil existem 305 etnias indígenas. — Foto: Ananda Porto/Arquivo Pessoal

Parte dessas línguas pertence à família Tupi-Guarani, que é considerada a maior família linguística no país. O professor do Departamento de Linguística da Unicamp, Wilmar D’Angelis, é especializado em línguas indígenas. Ele explica que quando os portugueses chegaram na costa brasileira, em 1500, perceberam uma grande semelhança nas línguas faladas pelos indígenas.

“Pode-se mesmo dizer que a maior parte dos povos indígenas que ocupavam esse litoral, entre São Luís do Maranhão e o Sul de Santa Catarina, era falante de alguma língua (da família) Tupi-Guarani: Tupinambás, Potiguaras, Caetés, Temiminós, Tupinaés, Tupiniquins, Tamoios, Carijós e vários outros”, conta.

Por esse motivo, os lusitanos reconheceram o Tupi como a língua geral da costa brasileira. “Muitas línguas deixaram algumas marcas no léxico do português brasileiro, mas nenhuma forneceu tantas palavras ao português como o Tupi, em suas diversas variantes”, afirma D’Angelis.

Na história a seguir, por exemplo, os termos em destaque indicam palavras de origem indígena:

“O Terra da Gente ama a natureza. Assistindo aos programas ou lendo os textos do site, é possível aprender mais sobre o mundo das aves. Se encantar com as cores das araras, descobrir o comportamento dos tucanos e até procurar o urutau entre os trocos. Na beira do rio, o encontro com as capivaras é rotineiro, mas às vezes um jacaré também aparece. A pescaria traz aventura e diversão na companhia dos pirangueiros, que vão atrás das enormes pirararas e das piraíbas e tentam evitar as piranhas. Na “Hora do Rancho”, todo mundo está pronto para a refeição. As receitas diversas ensinam desde churrasco, até pamonha e mousse de maracujá”.

Capivara (do tupi, kapi'wara) significa "comedor de capim". — Foto: Gabriel Arroyo/Arquivo Pessoal

Capivara (do tupi, kapi’wara) significa “comedor de capim”. — Foto: Gabriel Arroyo/Arquivo Pessoal

Isso mesmo, são onze palavras de origem Tupi-Guarani, entre milhares de outras opções. Arara (a’rara) significa aves de muitas cores, e os nomes tucano (tu’kã) e o urutau (uruta’ ui) eram usados para designar as espécies. A capivara (kapi’wara) é traduzida por comedor de capim e o jacaré ( îakaré ou jaeça-karé), significa “aquele que olha de lado”.

A palavra pirangueiro deriva do Tupi pirá (peixe) e designa os pescadores. Com o mesmo prefixo, temos a pirarara (pirá + a’rara), piraíba (pirá + aíba, que traduz para ruim) e piranha. A palavra piranha é considerada por alguns como a junção dos termos pirá e anha (dente), significando “peixe com dente” ou pirá e raim (o que corta), significando “peixe que corta a pele”.

Nos alimentos, a mandioca (maniok) faz referência à uma narrativa mítica sobre a origem do alimento e maracujá (mara kuya) é conhecido como o “fruto que se serve”.

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REBEP – Revista Brasileira de Estudos da População lança número 32

capa_rebepv32n2_s4A REBEP – Revista Brasileira de Estudos da População divulga o número 32/2016. Neste número, destaque aos textos da pesquisadora Rosângela Morello, que publica o texto Censos nacionais e perspectivas políticas para as línguas brasileiras e ao texto Avanços na captação de dados sobre a população indígena no Censo Demográfico 2010, da pesquisadora Nilza de Oliveira Martins Pereira.  Os textos lançam olhares importantes ao Censo de 2010

Leia os textos completos e conheça outros artigos presentes no número em: https://www.rebep.org.br/revista/index

 REBEP é uma publicação da Associação Brasileira de Estudos Populacionais criada em 1984. Trata-se do único periódico publicado no Brasil que tem por objetivo estimular e difundir a produção brasileira sobre demografia e população e desenvolvimento sustentável, assim como garantir o diálogo entre este campo e áreas afins. Em 2005, a REBEP passou a integrar a rede SciELO, o que permitiu maior disseminação do conhecimento publicado na revista, tanto no âmbito nacional como no internacional. A REBEP também está disponível na Scopus e indexada no SJR, assim como em outras bases de dados científicas.

Email de contato é E-mail: rebep@rebep.org.br.

Site da revista: https://www.rebep.org.br/revista/index

Fonte: Site Rebep/IPOL Comunicação

 

 

Portaria fortalece política de Educação Patrimonial do Iphan

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Foto IPHAN

Resultado de amplo debate, pesquisas e avaliações das práticas e ações educativas voltadas à preservação do Patrimônio Cultural, a portaria nº 137, de abril de 2016, publicada nasexta-feira, 29 de abril, consolida as atuais diretrizes com as quais o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) tem atuado no campo da Educação Patrimonial.

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MinC e Iphan se reúnem para debater o patrimônio imaterial brasileiro

iO ministro da Cultura, Juca Ferreira, esteve nesta quarta-feira, dia 13 de abril, na sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), quando abordou a importância da Instituição no Sistema MinC. Também, ressaltou a capacidade técnica dos servidores e a atuação do Iphan como “fundamental para garantir aos brasileiros a perpetuação de suas manifestações culturais, de seus monumentos e de toda a diversidade cultural do país”.

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