I Seminário Nacional de Pesquisas e estudos sobre as cidades – Espaços, atores e dinâmicas no nordeste do Brasil,entre 28 a 30 de setembro no Maranhão

Seminario-CitadinoO I Seminário Nacional de Pesquisas e estudos sobre as cidades – Espaços, atores e dinâmicas no nordeste do Brasil acontece de 28 a 30 de setembro no Maranhão. Em sua primeira edição, o evento pretende constituir-se como um espaço para reflexões e debates sobre as complexas realidades das cidades brasileiras e maranhenses, contribuindo de maneira decisiva para a produção científica, o planejamento urbano, o reconhecimento da diversidade étnica e racial, e, a construção de um ambiente mais democrático e plural em nosso arranjo contemporâneo. O período de Inscrição de resumos dos trabalhos, propostas de minicursos e oficinas vai até 31 de agosto. Continue lendo

Rosângela Morello participa do Seminário sobre as Línguas-Mãe nos países lusófonos, na 10ª Edição do Circuito de Teatro em Português em São Paulo.

seminario0A profa. e pesquisadora Rosângela Morello participa da 10ª Edição do Circuito de Teatro em Português, em São Paulo. O Circuito, que iniciou no sábado, dia 6 de agosto, compreende apresentações de teatro dos diversos países falantes de língua portuguesa. As apresentações ocorrem no Teatro Sergio Cardoso, em São Paulo-Capital e em mais de 10 cidades do ABC, litoral e interior. A programação é gratuita e está disponível no site: www.circuitoteatroportugues.com.br

No dia 12 de agosto será realizado o Seminário sobre as Línguas-Mãe nos países lusófonos. De acordo com os organizadores do evento, no Seminário, os representantes das companhias teatrais que participam da décima edição do Circuito de Teatro em Português descrevem o panorama linguístico dos seus países e, com base nas suas experiências diárias, descrevem as interações entre a língua portuguesa e outras línguas nacionais e regionais. O objetivo destes relatos é compreender de que modo as várias línguas-mãe de cada país interagem entre si e são expressão do modo de estar, sentir, e conhecer dos diferentes povos.Para falar do caso brasileiro, o IPOL (Instituto de Investigação e Desenvolvimento de Política Linguística) apresentará um estudo sobre a diversidade linguística aqui no país e alguns caminhos e ações que vem realizando e apoiando para efetivar políticas que assegurem a coexistência das línguas no Brasil.

Segundo Rita Valente, co-curadora do Evento, o seminário busca não compreender somente o Brasil, mas a Lusofonia em geral como esfera pluricultural e plurilinguística.

Estarão presentes no debate: Adilson Spínola (Cia. CriAr Teatro, Cabo Verde) Meirinho Mendes (NET – Núcleo Experimental de Teatro, Angola) Rosângela Morello (IPOL – Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística, Florianópolis, Brasil)

Moderadoras: Creusa Borges (Dragão 7 / Circuito de Teatro em Português, São Paulo, Brasil) Rita M. Rufino Valente (Universidade da California em Los Angeles, EUA / Circuito de Teatro em Português, São Paulo, Brasil)

O Seminário ocorre às 15:00, no Teatro Sergio Cardoso. Saiba mais sobre a programação no site: www.circuitoteatroportugues.com.br

 

Revista Brasileira de Estudos Africanos recebe artigos até 15 de agosto

RBEA

A Revista Brasileira de Estudos Africanos abre chamada para submissão de artigos para seu segundo número, a ser publicado no segundo semestre de 2016. A Revista Brasileira de Estudos Africanos é uma publicação semestral, em formato digital e impresso, dedicada à pesquisa, à reflexão e à difusão de estudos sobre temas africanos. A RBEA publica artigos científicos inéditos com ênfase nas análises de Relações Internacionais, Organizações de Integração, Segurança e Defesa, Sistemas Políticos, História, Geografia, Desenvolvimento Econômico, Estruturas Sociais e Correntes de Pensamento.

Assim, convidamos os autores a contribuírem com seus artigos ou resenhas sobre os temas. As submissões podem ser feitas em português, espanhol ou inglês e devem ser originais. Pelo menos um dos autores deve ter o título de doutor. Os trabalhos devem estar de acordo com as Diretrizes para Autores disponíveis no aqui. As submissões deverão ser feitas por meio do site da Revista até 15 de agosto.

Quaisquer dúvidas podem ser enviadas ao e-mail: rbea.fce@ufrgs.br

Mais informações no site: http://seer.ufrgs.br/index.php/rbea/index

Mensagem da UNESCO para o Dia Internacional dos Povos Indígenas do Mundo

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Foto Portal UNESCO

Mensagem de Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO, por ocasião do Dia Internacional dos Povos Indígenas do Mundo, 9 de agosto de 2016

A aprovação da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e do Acordo Climático de Paris em 2015 estabeleceu uma nova e ambiciosa agenda para a construção de um mundo digno para todos, no que diz respeito ao planeta.

Essa agenda reconhece, pela primeira vez neste âmbito, os povos indígenas como grupos distintos, assim como o seu papel nos esforços mundiais para a construção de um futuro melhor para todos.

Nesta ocasião, prestamos homenagem aos 370 milhões de indígenas de todo o mundo e reafirmamos a determinação da UNESCO de salvaguardar e promover suas identidades, línguas e sistemas de conhecimento. Os povos indígenas são guardiões de uma rica diversidade cultural, e detêm uma espécie única de sabedoria sobre a vida sustentável e o respeito pela biodiversidade. O estímulo e o aproveitamento desse potencial pedem por uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade para todos. A muitos indígenas ainda é negado o direito pleno a uma educação de qualidade. Crianças indígenas continuam a ter uma probabilidade menor de serem matriculadas na escola e, por outro lado, são mais propensas a apresentar resultados abaixo do esperado em relação a crianças não indígenas. Associada às barreiras socioeconômicas e culturais, com frequência essa marginalização cria um círculo vicioso de desvantagens. Essa lacuna moral e de desenvolvimento prejudica a humanidade como um todo.

O direito à educação é fundamental, como estabelece a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas (2007) e a Convenção da UNESCO Relativa à Luta contra a Discriminação no Campo do Ensino (1960). Os sistemas de conhecimento indígenas detêm muitas respostas para a atenuação das consequências da mudança climática, e a UNESCO continuará a recorrer a eles para reforçar a cooperação científica para a biodiversidade, assim como a educação para o desenvolvimento sustentável. Nosso principal desafio consiste em reunir essa riqueza de conhecimento e cultura para o benefício de todos, no pleno respeito aos direitos humanos. Esse é o mandato da UNESCO e o nosso compromisso renovado neste Dia Internacional.

Fonte: UNESCO Brasil

Disciplina de graduação reúne sábios indígenas e afrodescendentes na UFRGS

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Líder Kaingang Iracema Rã-Nga Nascimento é uma das participantes. Foto Ramom Moser

Conteúdo é dividido em quatro módulos: Alimento e Rito, Plantas e Espírito, Artes Aplicadas e Sociedades e Cosmovisões

Sábios indígenas e afrodescendentes serão os ministrantes da disciplina Encontro de Saberes, em parceria com professores da Universidade. Ligada ao Curso de Música, a disciplina (ART03946) está aberta, como extracurricular, a qualquer aluno de Graduação. Será oferecida no semestre 2016/2, nas segundas-feiras, das 13h30 até às 17h, na sala 301 do Anexo I da Reitoria.

Serão oferecidos quatro módulos de 16 horas/aula cada: Alimento e Rito; Plantas e Espírito; Artes Aplicadas; Sociedades e Cosmovisões. A metodologia envolve exercícios de observação e análise, trabalhos de campo, registros, práticas, improvisações, intervenções e pesquisa teórica. Continue lendo

Especialistas da ONU defendem direito de indígenas à diversidade na educação

Os Estados precisam trabalhar de forma construtiva com os povos indígenas para enfrentar barreiras à educação, incluindo a estigmatização da identidade indígena, discriminação nas escolas e barreiras linguísticas entre estudantes e professores, disseram especialistas da ONU às vésperas do Dia Internacional dos Povos Indígenas, comemorado na terça-feira (9).

“É imperativo que as instituições educacionais sejam construídas com um padrão de direitos humanos que seja inclusivo e respeite as culturas, visões de mundo e línguas dos povos indígenas”, disseram.

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Especialistas da ONU chamaram atenção para o acesso de indígenas a um sistema educacional livre de discriminações. Foto: PNUD / Tiago Zenero

Aproximadamente dez anos depois de as Nações Unidas adotarem a Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, crianças e jovens indígenas ainda não têm total acesso a formas adequadas de educação, alertou um grupo de quatro especialistas da ONU para os direitos indígenas em comunicado conjunto publicado na sexta-feira (5).

Em declarações às vésperas do Dia Internacional dos Povos Indígenas, comemorado na terça-feira (9), os especialistas pediram que os governos garantam sistemas educacionais livres de discriminação e culturalmente sensíveis aos povos indígenas, levando em conta suas línguas e suas histórias. Continue lendo

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