Curso de extensão Plurilinguismo, política linguística, línguas indígenas, histórias e culturas

Coordenação: Profa. Tania  Clemente de Souza

Vice-Coordenação:  Maycon Silva Aguiar

Produção Cultural: Nicolas Alexandria

Ementa: o curso de extensão “Plurilinguismo, política linguística, línguas indígenas, história e cultura” propõe reflexões importantes sobre os cenários político, linguístico e educacional que caracterizam o Brasil. O curso é composto por três eixos temáticos, interligados pelo compromisso de difundir conhecimentos considerados essenciais para profissionais de educação, sobretudo para aqueles cujas salas de aula espelham as dificuldades encontradas em grande parte nacionalmente pela falta de informações básicas sobre os povos indígenas, que ocupam nosso território. Continue lendo

Você consegue pronunciar as letras V e F? Agradeça a polenta.

Pesquisadores associam o uso das consoantes às mudanças na mandíbula propiciadas pelo consumo de alimentos moles e cozidos no período neolítico.

Comidas moles – como polenta, mingau ou sopa – eram tecnologia de ponta na pré-história. Usar o calor para tornar o alimento mais fácil de mastigar e digerir foi tão importante para evolução humana quanto o bipedalismo, que liberou as mãos do chão, ou a posição dos nossos polegares, que permitiu o manuseio de objetos. Continue lendo

ENTREVISTA: Índios do Brasil querem apoio de Portugal à produção de cinema indígena

Representantes dos povos indígenas do Brasil, que estão em Lisboa para participar numa mostra de cinema, pretendem conseguir apoios de Portugal para a sua produção cinematográfica, disse à Lusa o índio e cineasta brasileiro José Lima.

“Como têm aqui a mostra, o objetivo é conseguir apoios e alianças para a produção de mais documentários e mais filmes. Nós temos vários realizadores indígenas, que estão aqui nesta mostra, e é preciso para continuar a produção de arte”, afirmou em entrevista à Lusa, em Lisboa, o também cineasta e político, que foi secretário para os Assuntos Indígenas do governo do estado brasileiro do Acre entre 2010 e 2018. Continue lendo

Stella no coração das línguas indígenas

Se aprendes uma língua indígena e se escreves livros para ensinar aos outros essa ‘língua estranha’, a posteridade te dirá: teu nome jamais será esquecido”.

 (Versão adaptada do soneto em língua muísca. Frei Bernardo de Lugo,1619)

Toda vez que os índios Muísca da zona central da Colômbia usavam o termo “pquyquy”, os espanhóis traduziam como “coração”, conforme consta nos dicionários coloniais. Continue lendo

VI Colóquio do LABPEC – pesquisas em Política e Sociolinguística de Contato

VI COLÓQUIO DO LABPEC
PESQUISAS EM POLÍTICA E SOCIOLINGUÍSTICA DE CONTATO
18, 19 e 20 de março de 2019
Sala 212 do Bloco C
Instituto de Letras – UFF (Universidade Federal Fluminense)
Inscrições no local

Baixe a PROGRAMAÇÃO

Início do Inventário da Língua Pomerana em Santa Leopoldina e Santa Maria de Jetibá

Família Nickel e equipe do Ipol

Por Neubiana Beilke

Na última sexta-feira, 08 de março de 2019, a equipe multidisciplinar do Ipol, Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística, chegou a Vitória/ES e seguiu rumo ao interior do Estado para dar início aos trabalhos do Inventário da Língua Pomerana (ILP) que abrangerá, inicialmente, os municípios de Santa Leopoldina, Santa Maria de Jetibá, Pancas, Vila Pavão, Itaguaçu, Laranja da Terra, Afonso Claudio e Domingos Martins. Continue lendo

Receba o Boletim

Facebook

Revista Platô

Revistas – SIPLE

Revista Njinga & Sepé

REVISTA NJINGA & SEPÉ

Visite nossos blogs

Forlibi

Forlibi - Fórum Permanente das Línguas Brasileiras de Imigração

Forlibi – Fórum Permanente das Línguas Brasileiras de Imigração

GELF

I Seminário de Gestão em Educação Linguística da Fronteira do MERCOSUL

I Seminário de Gestão em Educação Linguística da Fronteira do MERCOSUL

Clique na imagem

Arquivo

Visitantes