Programa Startalk dos EUA não inclui português como língua crítica em 2020

Programa Startalk dos EUA não inclui português como língua crítica em 2020

Pixabay

O programa federal Startalk, que financia projetos de formação em línguas consideradas críticas nos Estados Unidos da América, não incluirá o português na edição 2020, uma decisão justificada pelas “prioridades” da comunidade de inteligência no próximo ano.

“Como parte da Declaração de Trabalho, o Governo reserva o direito de mudar o ‘mix’ de línguas em qualquer momento, com base nas prioridades e financiamento da Comunidade de Inteligência”, explicou à Lusa fonte do gabinete de comunicação da Agência de Segurança Nacional (NSA), que financia o programa. Continue lendo

VII World-Conference on Pluricentric Languages and their Non-Dominant Varieties

O IPOL é parte da comissão organizadora e ressalta que estamos com submissão de trabalhos até 30 de janeiro de 2020.

International Working Group on Non-Dominant Varieties of Pluricentric Languages (WGNDV), the founding group and organizer of previous conferences, coordinated by Prof. Rudolf Muhr welcomes the inititiative by the UFSC’s UNESCO Chair on Language Policies for Multilingualism (UCLPM) to organize the VII World Conference on Pluricentric Languages and their NON-dominant Varieties, which is jointly organized within the framework of an institutional partnership between the following 5 institutions: Continue lendo

CCJ recomenda ao governo estudar a oferta de Libras na educação básica

Caroline de Toni disse que a proposta do Senado contraria a LDB. Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou uma indicação ao governo para que promova estudos com vistas à regulamentação das condições de oferta do ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) na educação básica.

Indicações são sugestões feitas pelos deputados ao Poder Executivo, que não é obrigado a cumpri-las. A indicação foi elaborada pela deputada Caroline de Toni (PSL-SC) e tem origem em uma proposta relatada por ela.

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Comissão aprova projeto que torna idioma indígena língua cooficial em municípios com aldeias

Túlio Gadêlha: medida é importante para consolidar direitos linguísticos dos povos indígenas. Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Uma língua cooficial possui o mesmo status jurídico do português, idioma oficial do País. No Brasil, as línguas cooficiais são adotadas apenas em nível municipal

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (10) proposta do deputado Dagoberto Nogueira (PDT-MS) segundo a qual os municípios brasileiros que possuem comunidades indígenas passarão a ter os idiomas indígenas como línguas cooficiais.

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Em sua língua nativa, Nory Kaiapo mostra o funk das aldeias indígenas

Fotos por: Reprodução // Redes Sociais

O funk quebrou todas as barreiras e ultrapassou as fronteiras linguísticas com músicas estouradas em vários países. Além de todos os hits que bombaram lá fora, o funk chegou nas aldeias indígenas e funkeiros como Nory Kaiapo, de uma aldeia no Pará, norte do Brasil, canta funk com sua língua nativa pra todo mundo poder embrasar. Chega mais pra conhecer ele.

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