Línguas dravídicas faladas na Índia existem há 4.500 anos
As línguas dravídicas, faladas por 220 milhões de pessoas na Índia e países vizinhos, existem há 4.500 anos, descobriram investigadores do instituto Max Planck, que esperam compreender melhor como surgiram e se disseminaram.
Fundamentais para perceber a dispersão dos seres humanos a partir de África, os 80 idiomas e dialetos da família dravídica são falados no sul e centro da Índia mas também no Paquistão, Afeganistão e Nepal. Continue lendo
Plataforma mostra idiomas falados no mundo e sotaques de cada região
Quer saber qual idioma se fala em determinado país e os sotaques de região? Você precisa conhecer a plataforma “Localingual”. Idealizado e desenvolvido por David Ding, ex-engenheiro de softwares da Microsoft, o mapa permite que o usuário conheça dialetos, expressões e sotaques do mundo todo, selecionando por localidade. Continue lendo
Fim da TV Escola coloca em risco 10 milhões de surdos brasileiros

Funcionários da TV escola saindo do MEC
O Brasil nunca teve a cultura de TVs públicas. Além da Cultura, é difícil que os meios de comunicação estatais sejam vistos pela população de maneira massiva. Entretanto, isso não significa que as programações exibidas nesses meios não tenham valor: pelo contrário, existe muita coisa importante por trás da “audiência”. Continue lendo
Declaran Década Internacional de las Lenguas Indígenas

Juan Ramón de la Fuente, embajador de México efectuó el anuncio. La actriz indígena Yalitza Aparicio participó del anuncio.
Servindi, 19 de diciembre, 2019.- Una muy buena noticia. La Asamblea General de la Organización de las Naciones Unidas (ONU) adoptó por unanimidad la resolución que proclama la “Década Internacional de las Lenguas Indígenas” para el período entre 2022 y 2032.
La decision se tomó el miércoles 18 de diciembre, después de la reunión de Alto Nivel en la que se dio por clausurado el Año Internacional de las Lenguas Indígenas. Continue lendo
Sebastião Salgado na Amazônia
IanomâmisAventureiros do ouro e seus rastros nos rios e na selva põem em risco o maior grupo indígena de pouco contato com os brancos, que há mil anos vive em seu shangri-lá entre picos, vales e cachoeiras, no extremo norte do Brasil

As índias Cecilia e Edna; os ianomâmis têm tabus relacionados a nomes: uma pessoa jamais é tratada por seu nome indígena, embora os outros possam usá-lo para se referir a ela, mas não na sua frente. Quando pequena, a criança é chamada pelos pais de “filho” ou “filha” (ôse). Outros membros da família lhe dão um apelido, pelo qual será conhecida na comunidade. Para se comunicar com não índios, o grupo passou a adotar nomes brancos. Continue lendo
Revista Ibero Americana de Educação – nova convocatória
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Hasta el día 30 de junio de 2020 está abierta la convocatoria para el envío de colaboraciones con destino al monográfico volumen 84 (septiembre-diciembre de 2020) de la Revista Iberoamericana de Educación, que tendrá como título: Nuevos datos, nuevos retos: Iberoamérica en las últimas evaluaciones educativas. Leer más Continue lendo


