Diagrama mostra as línguas mais faladas no mundo
O site WordTips publicou um diagrama com o ranking dos 100 idiomas mais falados do mundo. O número de falantes nativos de cada língua e a árvore de origem da qual cada uma se ramificou aparecem na ilustração que utilizou como fonte o site Ethnologue, cuja base é alimentada pela organização não governamental Sil, especialista em linguagem e cultura.
Segundo a publicação, o idioma mais falado no mundo, não é o mandarim, como você pode ter pensado. É o inglês. Mas sim, o mandarim é o idioma mais falado no mundo se levarmos em conta o número de falantes nativos. “Como primeira língua, cerca de 918 milhões de pessoas falam mandarim, com mais de 1,11 bilhão de falantes no mundo todo”, comenta acrescentando que o chinês mandarim tem uma grande variedade de dialetos, como o chinês padrão que é o idioma oficial do estado chinês e o dileto de Pequim. “30% da população do país [China] não falam mandarim”. No mapa mais abaixo, você pode acompanhar a ramificação da língua sino-tibetana e conferir a variedade de línguas chinesas, por exemplo, além dos demais idiomas do planeta.
Então vamos aos números!
Os 5 mais falados idiomas do mundo (pelo número de falantes):
1) Inglês: 1.132.366.680 total de falantes
2) Chinês Mandarim: 1.116.596.640 total de falantes
3) Hindi: 615.475.540 total de falantes
4) Espanhol: 534.335.730 total de falantes
5) Francês: 279.821.930 total de falantes
Os 5 mais falados idiomas do mundo (pelo número de falantes nativos):
1) Chinês mandarim: 917.868.640 falantes nativos
2) Espanhol: 460.093.030 falantes nativos
3) Inglês: 379.007.140 falantes nativos
4) Hindi: 341.208.640 falantes nativos
5) Bengali: 228.289.600 falantes nativos
Confira o mapa:

“Sua Excelência, de Corpo Presente”, de Pepetela, ganha o prêmio Correntes d’Escrita

O escritor angolano Artur Carlos Maurício Pestana dos Santos, conhecido pelo pseudônimo de Pepetela, autor de obras de referência como Mayombe, A Geração da Utopia e Predadores, entre outras, ganhou no último dia 20 de fevereiro, o prêmio Correntes d’Escrita com seu último livro “Sua Excelência, de Corpo Presente”.
Leia a reportagem e ouça a entrevista divulgadas pelo Voz da América.
A “humanidade está muito conflituosa”, diz-nos Pepetela por um lado, mas por outro o escritor angolano tem esta crença incurável nessa mesma humanidade que o inspira a escrever obras que o tornaram um autor premiado mundialmente.
Mas o que nos fez embarcar numa longa conversa com Artur Pestana, Pepetela, não foram as suas crenças, mas os seus prémios. O escritor angolano foi distinguido com o prémio literário Correntes d’Escrita a 20 de fevereiro, pelo seu mais recente livro “Sua Excelência, de Corpo Presente”.
Pepetela habituou o leitor à sátira, à crítica e esta obra não é muito diferente, mas o escritor ressalva que é um livro que destaca a mudança nas sociedades africanas, numa altura em que se vive um contra-ciclo no mundo. Desta vez, a realidade africana é o exemplo positivo e não o mau exemplo.
Educação, um bem que vai de mal a pior
Pepetela vê em si um optimista, com esperança na juventude, mas ao mesmo tempo assume uma posição realista no que toca ao estado da literatura e educação angolanas, descrevendo um cenário pouco auspicioso nesse campo: “O ensino da língua portuguesa está muito mau e eu não vejo quando é que para de piorar”.
Pepetela refere que além da falta de domínio da língua portuguesa, os jovens angolanos não aprendem a escrever e não têm referências de obras em línguas nacionais, pelo que não têm portanto uma alternativa à língua portuguesa.
Com dezenas de obras publicadas e traduzido em 15 línguas, o ex professor universitário, ex-vice ministro da Educação, lamenta a falta de investimento no departamento que um dia ajudou a gerir, mas mais um vez o seu optimismo não o deixa desesperar: “Um dia vai ter que ser”, referindo-se à melhoria do sistema angolano.
Nesta conversa, o autor de obras mundialmente conhecidas como Lueji, Mayombe, Jaime Bunda, Yaka, Os Predadores, Geração da Utopia ou o Cão e os Calús, vencedor do Prémio Camões em 1997, falou também de possíveis adaptações dos seus livros ao cinema e como tudo emperra no obstáculo dinheiro. Por isso, ainda que gostasse de ver uma obra sua adaptada ao ecrã, é algo que não tira o sono a Pepetela: “Se acontecer, aconteceu, se não acontecer não aconteceu”.
I Encuentro Internacional Plurilingüismo y Educación – Segunda Circular
I Encuentro Internacional Plurilingüismo y Educación
9, 10 y 11 de noviembre de 2020
PRÁCTICAS, REPRESENTACIONES, ENSEÑANZA Y APRENDIZAJE DE LENGUAS
9, 10 y 11 de noviembre de 2020
Córdoba, Argentina
Saiba mais em:
Aula Inaugural: Linguistic Landscapes: Policies, Diversities and Migration in Public Spaces
Linguistic Landscapes: Policies, Diversities and Migration in Public Spaces
Prof. Karolina Bielenin-Lenczovska, Visiting Professor
March, 3rd, 2020, Federal University of Santa Catarina, Brazil





