VII Conferência Mundial sobre Línguas Pluricêntricas e III Conferência Internacional da Cátedra UNESCO em Políticas Linguísticas para o Multilinguismo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Estão abertas até o dia 31 de março de 2020 as inscrições para a VII Conferência Mundial sobre Línguas Pluricêntricas e III Conferência Internacional da Cátedra UNESCO em Políticas Linguísticas para o Multilinguismo.

 

Local: Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, Brasil.

Data: 6 a 8 Julho 2020.

Informações: PRIMEIRA CHAMADA VII Conferência PLuricentric Languages

(disponível também em Inglês e Espanhol)

Página: http://www.pluricentriclanguages.org/

https://www.facebook.com/linguas.pluricentricas.3/about

 

Participe e divulgue!

Kichwa Yachay – Aulas de língua e filosofia Kichwa

Comunicado – Articulação dos Povos Indígenas do Brasil – APIB

Comunicado Geral

Diante da disseminação do Coronavírus, e seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde e decretos do governo do Distrito Federal para evitar aglomerações na tentativa de mitigar a propagação do vírus, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) vem informar sobre a necessidade de adiar a realização do Acampamento Terra Livre, que estava previsto para o período de 27 a 30 de abril de 2020, para uma nova data que será divulgada conforme as recomendações das instituições de saúde e governamentais.

Com a ocorrência dessa pandemia, vemos como mais urgente ainda a necessidade de se ampliar o serviço de saúde pública e a garantia dos subsistemas de saúde indígena, por meio da SESAI e Distritos Sanitários Especiais Indígenas, com condições adequadas de assistência de saúde aos povos indígenas.

Ressaltamos também, que pandemia como estas, alertam para o quanto gravoso pode significar uma política de contato com os povos isolados e de recente contato, em razão dos riscos não só de etnocídio, mas também a um doloso genocídio.

É importante ressaltar que com o aumento das alterações climáticas, cientistas já atestam que epidemias serão mais recorrentes. Aproveitamos para elencar aqui algumas recomendações de medidas preventivas colocadas pelas instituições de saúde:
1. lavar as mãos com água e sabão, evitando levar aos olhos, nariz e boca;
2. Não compartilhar objetos pessoais como talheres, toalhas, pratos e copos;
3. Evitar aglomerações e frequência a espaços fechados e muito cheios;
4. Manter os ambientes bem ventilados;
5. Quando possível, evitar viagens para locais que tenham casos de contaminação e reuniões e eventos com a presença de pessoas que venham de países ou estados que tenham confirmação do vírus.
6. E por último, não entrar em pânico. É uma doença que médicos e cientistas já têm conhecimento e estão na tentativa de seu controle. Essas orientações são preventivas, para evitar que a doença se propague.

Os sintomas do Coronavírus são ocorrência de febre, tosse, dificuldade para respirar e dores do corpo. Em caso de ocorrência dos sintomas, procurar atendimento o mais rápido possível e seguir orientações médicas.

E tão logo o vírus esteja controlado, definiremos uma nova data para nossa maior mobilização nacional, que neste momento de ataques, invasões, conflitos e retiradas de direitos se faz tão urgente necessária.

Sangue indígena, nenhuma gota a mais!

 

Lei mais em:  COMUNICADO GERAL 01

XIV Assembleia do Conselho do Povo Terena – 25 a 28 de março de 2020

14º Grande Assembleia do Conselho do Povo Terena (Hánaiti Ho`únevo Têrenoe), que será realizado na aldeia Mãe Terra, Município de Miranda – Mato Grosso do Sul.

Com escola, cinema e rituais, aldeia dos Fulni-ô mantém a única língua indígena viva em Pernambuco.

RESUMO DA NOTÍCIA

  • Aldeia dos Fulni-ô, no sertão de Pernambuco, mantém viva o Yaathe (iatê, em ‘português moderno’)
  • Língua está no currículo de três escolas da aldeia desde 2005
  • Professores criam o próprio material didático para o ensino da língua materna
  • Coletivo de cinema também produz filmes narrados em Yaathe

Na escola estadual Marechal Rondon, em Águas Belas, no sertão de Pernambuco, alunos do sétimo ano prestam atenção na fala do professor Taity Correia. Para quem é de fora da aldeia dos Fulni-ô, não é tão simples entender o que ele explica. A aula é de Yaathe — ou iatê, em “português moderno”—, única língua indígena ainda viva no Nordeste brasileiro.

Para a Funai (Fundação Nacional do Índio), a definição de única língua da região não considera as línguas dos povos do Maranhão, devido à inclusão do estado no território compreendido pela Amazônia Legal.

 

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Novo curso da Fiocruz trata da gestão e compartilhamento de dados abertos de pesquisa

 Novo curso da Fiocruz trata da gestão e compartilhamento de dados abertos de pesquisa

O compartilhamento de dados fortalece cada vez mais a produção e a disseminação do conhecimento. Pela importância do tema, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) lança o curso Dados Abertos — que se tornaram um dos ativos mais importantes na sociedade contemporânea. A iniciativa faz parte da Formação Modular em Ciência Aberta, que oferece cursos gratuitos, na modalidade à distância (EAD), que estão disponíveis a todos os interessados.

O novo curso, Dados Abertos, é composto por seis aulas online (totalizando 10h). Os participantes vão aprender o que são dados abertos, sua importância no campo científico, e como utilizá-los: quando abrir, por que e quais os princípios a observar (saiba mais e inscreva-se aqui). O curso é coordenado pelas doutoras em Ciência da Informação, Vanessa Jorge e Anne Clinio.

Vanessa comenta que algumas frentes da Ciência Aberta já estão mais maduras, como o acesso aberto e o uso de softwares abertos. Atualmente, os dados abertos estão no centro da discussão do movimento. “Estamos mudando para uma nova cultura do fazer científico e esta é a dimensão em destaque, agora. Isso porque há muitas possibilidades de uso e apropriações dos dados abertos por diversas áreas da sociedade. Na nossa área, particularmente, o debate engloba diferentes questões: desde privacidade, acesso à informação, governo aberto e transparência pública até os avanços em pesquisa e o combate a emergências em saúde pública, por exemplo”, afirma ela, que atua na Coordenação de Informação e Comunicação da Fiocruz.

Anne, por sua vez, lembra que todo pesquisador faz gestão de dados, mas que nem sempre tem uma visão sobre sua ampla reutilização a médio e longo prazo. “Um dos nossos objetivos é mostrar o ciclo completo da gestão de dados num projeto de pesquisa, para que os alunos saibam como atuar em função de cada etapa — do planejamento à abertura e compartilhamento futuro”, diz. Anne lembra, ainda, que apresentar o Plano de Gestão de Dados tem sido uma exigência dos órgãos de financiamento.

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