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Mullu, la plataforma de cine y comunicación desde los pueblos originarios de Abya Yala!

 

¡Por fin, una plataforma de cine desde los pueblos!

 

Nuestras historias han vivido en la palabra, en las imágenes, en la memoria de los pueblos y en la defensa de los territorios y la vida. Hoy se encuentran en un espacio propio y común: Llega Mullu.tv, una plataforma de acceso libre para encontrarnos, compartir películas, memorias y narrativas, y cuidar las historias que nacen en los territorios. Un archivo vivo donde el cine de los pueblos circula desde la soberanía narrativa, el cuidado colectivo y la justicia climática.

 

Sobre nosotrxs

Somos un colectivo diverso e intercultural de cineastas, comunicadorxs, periodistas y defensorxs que amplifica las voces de las culturas profundas que habitan los ríos, las selvas, los páramos, las llanuras y el mar, así como las nuevas geografías urbanas indígenas y afrodescendientes. Nos alineamos con las disputas anticoloniales y reivindicamos el derecho a imaginar y construir futuros culturalmente diversos y socialmente justos para todos los pueblos del mundo.

A inicios del 2022, frente al despojo y las amenazas que vivimos como pueblos originarios y comunidades en primera línea, nos inspiramos en las prácticas y enseñanzas de nuestrxs ancestrxs que intercambiaban el mullu para construir alianzas y fortalecer sus resistencias.

Interpelados por el arte y la cosmovisión del pueblo Manteño-Wankavilka, concebimos un proyecto multidisciplinar, reconociendo que el cine y la comunicación son el medio ideal para incidir, amplificar y conectar a los pueblos del mundo.

Así nace Mullu, una comunidad audiovisual alternativa, artística, diversa y comprometida.

Spot> https://vimeo.com/940873781?fl=pl&fe=cm

Lanzamiento oficial
Bogotá
9 de julio de 2026

Visite a página de entrada da plataforma MULLU.TV  em https://mullu.tv/sobre-nosotros/

confira… https://www.instagram.com/reels/DaWDmwaBKmr/

 

 

O que é  Abya Yala?

https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2023/08/o-que-e-abya-yala-o-nome-dado-ao-continente-americano

Formação internacional em Compostela reforça ensino do português na Galiza

11/07/2026

 

Conclui em Santiago o curso internacional para a criação de materiais didáticos de português, adaptados ao contexto galego. Ensino galego de português passou a ganhar projeção mundial com os novos materiais disponibilizados para mais de 25.000 docentes inscritos na plataforma.

 

Entre os dias 6 e 10 de julho, nas instalações da Escola Galega de Administração Pública (EGAP), aconteceu a XVI edição do Curso de Capacitação para a Elaboração de Materiais Didáticos de Português, uma iniciativa do Instituto Internacional da Língua Portuguesa.

A formação foi orientada pelas especialistas Edleise Mendes e Viviane Furtoso, referências internacionais na área da didática do português como língua estrangeira e língua não materna.

A importância do curso reside, em parte, por ser esta a primeira vez que decorre na Galiza, reconhecendo o crescente dinamismo do ensino do português no território e a relevância do contexto linguístico galego para o desenvolvimento de recursos pedagógicos específicos. O curso já tinha acontecido em países como Brasil, Cabo Verde, Angola, Moçambique, Timor-Leste, Argentina ou Hungria.

Na formação, com uma duração de 35 horas, uma equipa de docentes de português trabalhou de maneira colaborativa para a elaboração de unidades didáticas que serão agora disponibilizadas de forma gratuita no Portal do Professor de Português Língua Estrangeira. Nesse site existem já milhares de unidades didáticas, que incidem em conteúdos e aspetos linguísticos e socioculturais, das comunidades vinculadas com a língua portuguesa.

António Gil presidente da AGLP, Marta Coutinho subdiretora da Secretaria Geral da Língua, João Neves diretor-executivo do Instituto Internacional da Língua Portuguesa, Xosé Lago subdiretor geral da Direção de Exteriores, Carme Saborido presidenta DPG

 

Os organizadores destacaram a visão global e pluricêntrica da língua que as formadoras do PPPLE promovem nos cursos de capacitação, tentando construir pontos de partilha e entendimento entre as múltiplas variedades e culturas que compõem hoje o mundo de língua portuguesa. Assim, os três graus de conhecimento prévio do aprendente estabelecidos para os materiais no Portal foram adaptados nestas unidades didáticas à realidade galega.

Fruto do trabalho realizado nestes cinco dias, as 36 novas unidades didáticas criadas com o foco na Galiza farão parte, pela primeira vez desde a inauguração do Portal, das propostas didáticas disponíveis para mais de 25.000 docentes de português inscritos na plataforma. Segundo os organizadores estas unidades corresponder-se-iam com mais de 70 sessões completas para a sala de aulas que agora poderão ser utilizadas de maneira gratuita pelos inscritos no Portal.

 

Formadora Edleise Mendes

Momento duma sessão de trabalho conduzida da equipa docente pela professora Edleise Mendes

Para a Associação de Docentes de Português da Galiza (DPG), a realização desta iniciativa “representa um importante reconhecimento do trabalho desenvolvido ao longo das últimas décadas” na promoção do ensino do português e “reforça a cooperação entre instituições galegas e organismos internacionais” dedicados à difusão da língua portuguesa. Em opinião da DPG a formação constituiu uma oportunidade para consolidar a comunidade especializada e para uma oferta educativa cada vez mais “ajustada à realidade sociolinguística galega“.

O evento foi organizado localmente pela Associação de Docentes de Português na Galiza (DPG) e a Academia Galega da Língua Portuguesa (AGLP), com a colaboração do governo galego e o apoio do Observatório do Ensino da Língua Portuguesa. A XVI edição do Curso, uma ação ao abrigo do Instituto Internacional da Língua Portuguesa, integra ainda as comemorações dos 30 anos da CPLP.

 


Confira a matéria no original: https://denorteasul.eu/2026/07/11/formacao-internacional-em-compostela-reforca-ensino-do-portugues-na-galiza/

IPOL recebe a pesquisadora Alena Mikolášková discutindo Teorias de Gestão de Línguas

De 27 de julho a 08 de agosto de 2026, Alena Mikolášková estará realizando estágio de pesquisa no IPOL, consolidando um diálogo que vem ocorrendo desde 2024. A agenda está sendo organizada em parceria pelo IPOL, Cátedra UNESCO Políticas Linguísticas para o Multilinguismo e Grupo de Trabalho Geopolítica do Multilinguismo, e inclui reuniões de trabalho, visitas à cidade e a outras instituições, entrevistas e seminários.

 

 

Alena Mikolášková é doutoranda em Estudos Germânicos na Faculdade de Letras
da Universidade Carolina (Charles University), em Praga, República Tcheca, onde
desenvolve pesquisa sobre o estatudo contemporâneo da língua alemã no sul do
Brasil. Mestre em Estudos Germânicos e Estudos Portugueses, dedica-se aos
estudos de políticas linguísticas e da Teoria da Gestão Linguística, com especial
atenção aos processos de cooficialização de línguas. Atualmente realiza estágio de
pesquisa no IPOL – Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política
Linguística. Seus interesses acadêmicos incluem política e planeamento linguístico, línguas minoritárias, direitos linguísticos e gestão linguística. Trabalha como tradutora e interprete de alemão e português no atendimento médico de pessoas falantes destas línguas, em Praga.

Link para o evento: https://meet.google.com/qsh-mhop-gaj

 

 

 

Línguas e fronteiras como recurso

Santa Maria de Jetibá e a complementação da lei de cooficialização da língua pomerano

CÂMARA DE VEREADORES APROVA COMPLEMENTAÇÃO DA LEI DE COOFICIALIZAÇÃO DA LÍNGUA POMERANA

 

 

 

 

 

 

 


 

 

Santa Maria de Jetibá deu mais um importante passo na valorização de seu patrimônio linguístico e cultural. Na noite desta segunda-feira, a Câmara Municipal aprovou o Projeto de Lei de autoria do vereador Luciano da Silva que complementa a Lei Municipal nº 1.136/2009, responsável pela cooficialização da língua pomerana no município.

A proposta visa fortalecer os mecanismos de promoção, valorização e uso da língua pomerana nos espaços públicos, educacionais, culturais e institucionais, ampliando a efetividade da legislação já existente e reafirmando o compromisso do município com a preservação de sua diversidade linguística.

A sessão contou com a presença de autoridades municipais, educadores, representantes da comunidade e lideranças envolvidas na promoção da língua pomerana. Entre os participantes esteve a coordenadora do Programa de Educação Escolar Pomerana (PROEPO), Sintia Bausen, que foi convidada a contribuir com o debate e apresentar reflexões sobre a importância da política linguística para a preservação da língua e da cultura pomeranas.

Durante sua fala, foi destacada a trajetória construída ao longo das últimas décadas em Santa Maria de Jetibá, marcada por ações educacionais, culturais e comunitárias voltadas ao fortalecimento da língua pomerana, reconhecida como um importante patrimônio histórico e cultural do município.

A aprovação da complementação da lei ocorre em um momento simbólico, próximo às comemorações dos 167 anos da imigração pomerana no Espírito Santo, reforçando o reconhecimento da contribuição dos imigrantes e de seus descendentes para a formação histórica, cultural, econômica e social da região.

Autor da proposta, o vereador Luciano da Silva destacou a importância de fortalecer os instrumentos legais de proteção à língua pomerana e de garantir condições para que ela continue sendo transmitida às futuras gerações.

A iniciativa representa o resultado de um diálogo construído com educadores, pesquisadores, lideranças comunitárias e instituições comprometidas com a valorização da herança cultural pomerana.

 

A Lei de Cooficialização da Língua Pomerana, aprovada em 2009, colocou Santa Maria de Jetibá entre os municípios pioneiros do Brasil na adoção de políticas públicas voltadas à proteção das línguas de imigração. A complementação agora aprovada busca ampliar e consolidar essas ações, fortalecendo a presença da língua pomerana nos diferentes espaços da vida pública municipal.

Mais do que uma medida legislativa, a aprovação do projeto representa o reconhecimento da língua pomerana como patrimônio vivo da comunidade, reafirmando o compromisso do município com a diversidade linguística, os direitos culturais e a preservação da memória de seu povo.

Confira a lei complementar aqui: L30272026


 

 

 

Saiba mais sobre a região dos imigrantes visitando https://regiaodosimigrantes.com.br/cidades/santa-maria-de-jetiba/

Las lenguas indígenas encuentran un espacio para fortalecer su voz en Wikimedia

Riohacha, La Guajira, fue el escenario del primer Encuentro de Comunidades Indígenas en los proyectos Wikimedia, realizado del 11 al 13 de junio de 2026. Durante tres días, representantes de pueblos indígenas de América Latina y el Caribe participaron en un espacio de diálogo orientado al fortalecimiento de la preservación, documentación y difusión de sus lenguas en entornos digitales. El encuentro se desarrolló bajo el lema “Voces, Redes y Autonomía”.

El evento reunió representantes de 19 lenguas indígenas, entre ellas wayuunaiki, mapudungun, aymara, quechua sureño, maya q’eqchi’, nasa yuwe y kamëntsá, provenientes de territorios de Colombia, Venezuela, Argentina, Bolivia, Brasil, Guyana, Surinam, Perú, Ecuador, México, Chile, Guatemala, Belice y El Salvador. La diversidad de pueblos y lenguas participantes evidenció el carácter continental del encuentro y la importancia de fortalecer redes de colaboración para la preservación y visibilización de las lenguas indígenas en los espacios digitales.
Un encuentro sin precedentes
Leonardis Fernández, coordinador general del encuentro, explicó que este espacio marca un precedente para los pueblos indígenas dentro del movimiento Wikimedia. “Esta es la primera vez que se organiza un encuentro de comunidades indígenas liderado directamente por un grupo indígena y pensado para los propios pueblos. Aunque espacios similares se han gestado en regiones como África y Europa, en América Latina existía una tarea pendiente para articular un evento de esta magnitud, convirtiendo este encuentro en un hito inédito para la región”.
Fernández señaló además que este propósito se refleja en el lema que acompañó el encuentro: “Voces, Redes y Autonomía”. Explicó que las voces representan la diversidad lingüística y cultural de los pueblos indígenas, así como la palabra como medio ancestral de transmisión de conocimientos. Las redes simbolizan los lazos de colaboración y hermandad entre los pueblos de Abya Yala, fortalecidos también a través de las tecnologías digitales. Por su parte, la autonomía reivindica el derecho de las comunidades a decidir cómo preservar, documentar y compartir sus saberes desde sus propios términos y formas de organización.
A lo largo de los tres días, los participantes intercambiaron experiencias sobre los desafíos y oportunidades que enfrentan las lenguas indígenas en el ámbito virtual.
Las sesiones abordaron temas relacionados con la autonomía digital, la soberanía lingüística, la documentación de memorias y saberes ancestrales, la preservación de las tradiciones orales, la enseñanza de las lenguas indígenas y el fortalecimiento del trabajo en red entre comunidades y organizaciones.
Entre las experiencias compartidas estuvieron iniciativas como Wikipedia Maya: un espacio de autonomía digital, Wikipedia en wayuunaiki: soberanía lingüística en acción, Tecnología con raíz: preservando la lengua Nasa en contextos de baja conectividad y Documentación de la memoria indígena Wayuu: voces y saberes. Estos espacios permitieron conocer diferentes estrategias para fortalecer la presencia de las lenguas indígenas en internet desde las realidades y necesidades de cada territorio.
El encuentro fue resultado de la coorganización entre Wikimedistas Wayuu, Wikimedia Colombia y Rising Voices. Asimismo, contó con el patrocinio de Wikimedia Foundation e Internet Society, además del respaldo de organizaciones e instituciones como el Área Cultural del Banco de la República en Riohacha, WikiAcción Perú, el Museo Wayuuwaa A’in, la Dirección de Cultura de la Alcaldía Distrital de Riohacha, Colnodo e ISOC Colombia. De acuerdo con la organización, estas alianzas fueron fundamentales para la construcción colectiva del encuentro, al aportar experiencias, conocimientos y espacios de diálogo que hicieron posible su realización.
Más allá de las jornadas de trabajo y los intercambios de experiencias, el encuentro dejó abierta la posibilidad de fortalecer una red de colaboración entre pueblos indígenas que comparten desafíos y aspiraciones comunes en el ámbito digital. Durante tres días, Riohacha se convirtió en un punto de encuentro para lenguas, memorias y saberes de distintos territorios de América Latina, reafirmando que la tecnología también puede ser un espacio para la preservación, el fortalecimiento y la proyección de las lenguas indígenas hacia las futuras generaciones
Saiba mais em :
https://meta.wikimedia.org/wiki/WikiMedistas_Way%C3%BAu/Encuentros/WIKI-KEPEIN_2026

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