I Congresso Internacional Os territórios discursivos na América Latina

O Congresso Internacional Os territórios discursivos na América Latina acontece em Quito, Equador, do 12 ao 14 de setembro. Promovido pelo Centro Internacional de Estudos Superiores de Comunicação para a América Latina (CIESPAL) e pela Sociedade Latino-Americana de Estudos Interculturais (SoLEI) em parceria com a Universidade de la Frontera (UFRO),o evento tem o objetivo de oferecer um espaço de reflexão para questões do âmbito daspráticas comunicativas, do discurso e das produções de texto que se geraram e que são geradas na América Latina e Indo americana identificando suas problemáticas e identidade.
Os diferentes pontos de vista e processos comunicativos envolvidos na realização deste continente, e seu registro através de suas múltiplas discursividades, permitem-nos abordar em primeira mão os acontecimentos sócio-culturais e históricas complexas dos vários povos que compõem este território. E identificar ainda suas áreas de contato cultural que se tornaram uma nova forma dinâmica de reconhecer e respeitar suas fronteiras permeáveis. Continue lendo
O foco na tecnologia de reconstrução acústica
O proto-indo-europeu é considerado o idioma-mãe de todas as línguas indo-europeias. Não há registos escritos da mesma, mas graças a uma forma de cálculo estatístico inovadora já se sabe como soava.
O proto-indo-europeu é considerado o idioma-mãe de todas as línguas indo-europeias. Não há registos escritos da mesma, mas graças a uma forma de cálculo estatístico inovadora já se sabe como soava.
Através de um inovador método estatístico que analisa a vibração produzida pela vocalização das palavras, estatísticos da Universidade de Cambridge e especialistas em fonética e linguistas da Universidade de Oxford conseguiram deduzir a que soaria o idioma mãe de centenas de línguas — algumas faladas e outras extintas, usadas por pessoas que viviam entre o ano 6 mil e 3.500 a.C. nas estepes do norte do Mar Cáspio. Continue lendo
Bilingues experimentam uma mudança de personalidade quando utilizam diferentes línguas

bilíngues2 O Segredo – Jovem
As pessoas bilíngues têm sido uma fonte de fascínio por anos, com vários estudos revelando que são mais receptivos, tolerantes e com mente mais aberta. No entanto, o impacto de longo alcance do multilinguismo não termina aí, pois uma pesquisa recente sugere que o comportamento e as perspectivas dos bilíngues também mudam de acordo com a linguagem que usam em um determinado momento.
Entre 2001 e 2003, os linguistas Jean-Marc Dawaele e Aneta Pavlenko entrevistaram mais de mil bilíngues sobre o assunto de se sentir uma pessoa diferente quando falam línguas diferentes. Incrivelmente, quase dois terços confirmaram isso, e a maioria dos entrevistados também enfatizou diferentes traços de personalidade e a expressão de emoções alternativas, dependendo da sua escolha de linguagem.
Sinter recepciona alunos internacionais da UFSC na sexta
A Secretaria de Relações Internacionais (Sinter) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recepcionará os 166 estudantes internacionais, de 18 países, que iniciam as aulas neste segundo semestre. O evento será realizado na próxima sexta-feira, 5 de agosto, das 10h ao meio-dia, no auditório da Reitoria, em Florianópolis.
A vice-reitora Alacoque Lorenzini Erdmann, o secretário de Relações Internacionais da Universidade, professor Lincoln Fernandes, e a servidora responsável pelo Programa de Intercâmbio de Alunos Internacionais da UFSC, Natália Roth da Silva – que fará uma breve apresentação, com orientações gerais aos alunos sobre Florianópolis e a Universidade –, participarão da cerimônia.
Fonte: Noticias da UFSC
Projeto de extensão da UFSC promove grupos de conversação em francês, italiano, inglês e espanhol
O projeto de extensão Grupos de Conversação da UFSC promove quatro encontros semanais, gratuitos e abertos à comunidade, com um idioma diferente a cada dia: francês (segunda-feira), italiano (terça-feira), inglês (quinta-feira) e espanhol (sexta-feira). Todos podem participar, indiferentemente do nível de proficiência: o objetivo é dividir conhecimento nesses idiomas.
As atividades, coordenadas pelo professor André Berri, são realizadas das 12h30 às 13h30, na sala 252 do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), de 15 de agosto a 25 de novembro. É possível ingressar a qualquer momento, durante o semestre – não há necessidade de inscrição.
Mais informações pelo telefone (48) 3721-9288.
Fonte: Notícias da UFSC
Colóquio VI: Aspectos da Lusofonia Macau e a Língua Portuguesa na China
A Universidade de Heidelberg na Alemanha dedicou em junho uma conferência completa a Macau e à Língua Portuguesa na China. A conferência insere-se no Colóquio anual “Aspectos da Lusofonia”, lançado em 2011 pelo Departamento de Português no Instituto de Tradução e Interpretação (IÜD) de Heidelberg em parceria com o Instituto Camões. Trata-se de um evento que junta anualmente especialistas de diferentes países lusófonos e lusitanistas de língua alemã com o propósito de focar e discutir aspectos à volta da Lusofonia e analisar cenários em que a Língua Portuguesa desempenha um papel de relevo.
No Colóquio de 2016 sobre Macau, realizado no dia 22 de junho, estiveram presentes, como professoras que ensinam e investigam o Português na China e em Macau, a Doutora Maria José Grosso da Universidade de Macau, que proferiu uma comunicação sobre o Português na paisagem linguística de Macau, e a Doutora Maria Poço Lopes do Instituto Politécnico de Macau com uma intervenção sobre os factos e desafios do ensino de Português na China. A antropóloga Doutora Marisa Gaspar, investigadora integrada no Instituto do Oriente da Universidade de Lisboa, apresentou a comunidade macaense e a sua reinvenção cultural depois da transição de Macau para a China. Entre os oradores estiveram também o prestigiado investigador da história da cultura de Macau, Professor Doutor Roderich Ptak da Universidade de Munique, a ex-aluna Mestre Jannika Otte, cuja tese de mestrado teve como tema a Identidade de Macau, e Dorothea Slevogt do Instituto de Estudos Asiáticos de Heidelberg, que – de perspetiva inversa – dedicou a sua intervenção à didática do ensino de chinês.

Entrada do Instituto de Tradução e Interpretação da Universidade de Heidelberg. Da esquerda para a direita: Professor Doutor Thomas Sträter (Diretor do Departamento de Português), Doutora Isabel Poço Lopes (Instituto Politécnico de Macau), Professor Doutora Maria José Grosso (Universidade de Macau), Dra. Marisa Gaspar (Instituto do Oriente, Universidade de Lisboa), M.A. Rosa Rodrigues (Camões IP)
O Colóquio atraiu mais de 50 participantes e evidenciou claramente a situação dinâmica da Língua Portuguesa na China, que é o país onde mais se aprende Português hoje em dia. O número de instituições universitárias chinesas a ensinar Português tem vindo a aumentar significativamente devido a uma procura crescente da parte de jovens chineses e à importância das relações comerciais que a China tem vindo a desenvolver com o Brasil e Angola. Neste cenário, Macau desempenha um papel especial e funciona como centro ou plataforma para o ensino do português na China e na Ásia em geral.


