Notícias da Rede

“Promover a integração do Português nos currículos das escolas alemãs é o nosso principal objetivo”

o_article_64383A ligação de Rui Azevedo ao Camões, I.P. começou há 20 anos, mas nos últimos 12 anos dedicou-se a dinamização do ensino da Língua Portuguesa em África, primeiro enquanto leitor em Moçambique e depois como coordenador na África do Sul, Namíbia, Suazilândia e Zimbabué. Agora chegou a hora de abraçar um novo desafio: em julho último, Rui Azevedo iniciou funções como coordenador do Ensino Português na Alemanha, país onde crê que o futuro passa por valorizar a imagem do Português Língua de Herança nas escolas alemãs “de modo a que o ensino da Língua Portuguesa (pelo Estado Português) seja progressivamente reconhecido como parte integrante da oferta das escolas”.

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“8 séculos de história”, reportagem sobre a história e projeções da Língua Portuguesa no mundo

ufsc

Desde sua formação, a língua portuguesa passou de um idioma europeu para um dos mais falados na América — mas hoje, seu futuro está na África e na Ásia

A 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, de 26 de agosto a 04 de setembro

bienal

A 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo acontecerá de 26/Agosto a 04/Setembro de 2016 no Pavilhão de Exposições do Anhembi.

O evento é palco para o encontro das principais editoras, livrarias e distribuidoras do país, cerca de 480 marcas apresentando seus mais importantes lançamentos para aproximadamente 700 mil visitantes em um espaço total de 60 mil m².

Além da grande oferta de livros, a Bienal do Livro ainda conta com uma programação cultural abrangente, mesclando literatura, gastronomia, cultura, negócios e muita diversão!

 Quando Acontece?

De 26 de Agosto a 04 de Setembro de 2016
Pavilhão de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana
CEP 02012-021 São Paulo – SP

Horário de Visitação:

Segunda à sexta-feira, das 9h às 22h (com entrada até as 21h)
Sábados e domingos, das 10h às 22h (com entrada até as 21h)
Dia 4 de Setembro, das 10h às 21h (com entrada até às 19h)

 Fonte: Site Oficial 

Seminario 25 años de AUGM, 5 y 6 de setiembre en Montevideo

seminario25 En conmemoración de los 25 años del Grupo se realizará el Seminario “25 años de la Asociación de Universidades Grupo Montevideo. Una mirada hacia el futuro de la Educación Superior”, el 5 y 6 de setiembre en Montevideo. El último día será el Consejo de Rectores que emitirá una declaración acerca de lo discutido en el Seminario.

Del Seminario participarán destacados académicos en jornadas de exposición y reflexión acerca del pasado y el futuro de la Asociación y la Educación Superior. Continue lendo

Inscrições abertas na UFSC para programa de intercâmbio ‘Escala de Estudiantes de Grado 2017’

logo_augmA Secretaria de Relações Internacionais (Sinter) informa que estão abertas as inscrições para o Programa Escala de Estudiantes de Grado 2017, promovido no âmbito da Asociación de Universidades Grupo Montevideo (AUGM).

O programa é destinado aos estudantes de graduação da UFSC. Serão 17 vagas, distribuídas entre universidades da Argentina, do Chile, do Paraguai e do Uruguai.

Os contemplados realizarão intercâmbio de um semestre em uma das universidades participantes e serão beneficiados com isenção de taxas acadêmicas, hospedagem e alimentação (a serem concedidas pela universidade anfitriã).

As inscrições devem ser realizadas até 2 de outubro.

Conheça todas as normas do programa e o edital 11/2016/Sinter aqui.

Conheça mais sobre a AUGM – Asociación de Universidades Grupo Montevideo.

Fonte: Notícias da UFSC

 

UNESCO: memória sobre escravidão é importante para construir futuro melhor

No Dia Internacional para Relembrar o Tráfico de Escravos e sua Abolição, a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, afirmou que a memória sobre o tráfico de escravos e a escravidão é importante para a luta contra novas formas de servidão, racismo, preconceito, discriminação racial e injustiça social.
 
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Correntes que prendiam escravos. Foto: ONU/Mark Garten

A coragem dos homens e mulheres que em agosto de 1791 se revoltaram contra a escravidão no Haiti “criou obrigações para nós”, disse a chefe da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, no Dia Internacional para Relembrar o Tráfico de Escravos e sua Abolição, completando que “toda a humanidade é parte dessa história” e dos esforços para a construção de um futuro melhor.

“A revolta foi um ponto de mudança na história da humanidade, afetando fortemente o estabelecimento de direitos humanos universais, para os quais estamos todos em dívida”, disse as diretora-geral da UNESCO em comunicado para o dia lembrado anualmente em 23 de agosto em memória à noite de 1791, quando africanos vendidos como escravos se revoltaram contra o sistema escravocrata para obter liberdade e independência do Haiti, conquistada em 1804.

Segundo Bokova, o Dia Internacional foi criado para prestar uma homenagem àqueles que lutaram por sua liberdade e lembrar sua história e seus valores. “A história do tráfico de escravos e da escravidão criou uma tempestade de raiva, crueldade e amargura que não foi até hoje reduzida”, disse a diretora-geral. “Mas a coragem daqueles homens e mulheres criou obrigações para nós”.

Ela reconheceu que o sucesso da revolta, liderada pelos próprios escravos, é uma importante fonte de inspiração atualmente na luta contra todas as formas de servidão, racismo, preconceito, discriminação racial e injustiça social que são legados da escravidão.

“Toda a humanidade é parte dessa história, em suas transgressões e boas ações”, disse Bokova. Por meio do projeto “Rota do Escravo”, a UNESCO tem como objetivo encontrar nessa memória coletiva a força para construir um mundo melhor e para mostrar as relações históricas e morais que unem os diferentes povos.

Nesse mesmo sentido, as Nações Unidas proclamaram a Década Internacional dos Afrodescendentes (2015-2024). A UNESCO colabora por meio de seus programas educacionais, culturais e científicos, de forma a promover a contribuição dos afrodescendentes para construir sociedades modernas e assegurar dignidade e igualdade para todos os seres humanos, sem distinção, segundo Bokova.

Fonte: Nações Unidas

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