Notícias da Rede

UFSC recebe espetáculos de festival nacional de dança contemporânea nesta quinta

Nesta quinta-feira, 1º de setembro, a UFSC será palco de dois espetáculos do festival Dança em Trânsito. As apresentações “Entre-tantos”, do grupo UnderCrew Danilo d’Alma, do Rio de Janeiro; e “Contigo”, da companhia francesa “O Último Momento”, ocorrem às 13h, em frente ao Centro de Cultura e Eventos.

Dança em Trânsito é um evento que passa por diversas cidades, apresentando produções da dança contemporânea de diferentes países. A programação é gratuita e inclui residências de criação, com o objetivo de promover a democratização do acesso à dança. “Um dos pontos fortes do festival é a aproximação de profissionais com jovens talentos, através das residências, que são oficinas realizadas nas cidades participantes do evento. Essas cidades geralmente têm pouco acesso ao que ocorre mundo afora”, afirma Giselle Tápias, idealizadora do evento.

OULTIMOMOMENTOSobre os espetáculos

“Entre-tantos” é um trabalho que parte das matrizes das danças urbanas, com o objetivo de explorar a metáfora do mendigo moderno. O grupo adota práticas coreográficas baseadas em improvisações a partir de composições sonoras.

“Contigo” é um trabalho desenvolvido por João Paulo Santos, acrobata de mastro chinês, e pelo coreógrafo Rui Horta. Com força, equilíbrio e técnica, João Horta executa uma coreografia criada por Rui. A simplicidade do cenário de “Contigo” — um espaço vazio ocupado por um mastro chinês — traduz uma linguagem própria e ágil, que se desdobra em momentos de beleza.

O 12º Dança em Trânsito tem o apoio local da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (SeCArte).

A programação completa e mais informações estão disponíveis no site do evento.

Estacionamento

A SeCArte comunica que, em virtude do espetáculo, o acesso ao estacionamento em frente ao Centro de Cultura e Eventos permanecerá interditado entre 7h e 15h do dia 1º de setembro.

Fonte: Notícias da UFSC

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Rosângela Morello fecha ciclo de Entrevistas sobre Gestão do Multilinguismo no MERCOSUL

Para fechar a Série de Entrevistas sobre a gestão do Multilinguismo no MERCOSUL, Rosângela Morello, atual Coordenadora do IPOL, Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento em Política Linguística, fala sobre o CIPLOM e como as línguas do MERCOSUL regional podem agir no fortalecimento da integração. Como línguas do MERCOSUL regional são conhecidas as línguas que foram cooficializadas ao longo dos últimos anos de documentação e propostas de gestão.

Rosângela Morello enfatiza a importância das políticas de gestão do multilinguismo que, no Brasil, já alcançam 19 municípios com 11 línguas cooficiais e culminaram com o Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL), um instrumento oficial de identificação, documentação, reconhecimento e valorização das línguas faladas pelos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira.

No evento, ofereceu minicurso Política linguística: cooficialização, inventário e desafios na gestão das línguas, ao lado da também pesquisadora do IPOL, Ana Paula Seiffert.

Acesse o depoimento na íntegra:

Conheça outros professores e pesquisadores que estiveram no CIPLOM/EAPLOM, colaborando com a discussão sobre gestão do Multilinguismo no MERCOSUL. Acesse o Blogue do evento.

Agradecemos ao leitores que acompanharam as postagens. Em breve,  mais registros sobre o CIPLOM/EAPLOM.

Fonte: IPOL Comunicação

A esperança não se mata, como não se mata o mar e sua dança

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FOTO: Barack Fernandes

Um final de semana para ouvir atentamente cada egressa(o) da 2ª Turma Especial de Direito voltada para beneficiários(as) da Reforma Agrária e Agricultores(as) Familiares, por meio do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária  (Pronera).

E foi ali, em meio as árvores do cerrado, na histórica Cidade do Goiás, que através de desenhos e falas, os(as) estudantes compartilharam com os representantes da CONTAG, da Fetaeg e de vários movimentos sociais, seus sentimentos em relação ao primeiro período do Curso. Histórias como a do educando, Gustavo Maia. Continue lendo

Mapa da Violência 2016: Homicídios por Armas de Fogo no Brasil

capa_2016armasMapa da Violência compõe uma série de estudos desenvolvida pelo pesquisador Julio Jacobo Waiselfisz, desde 1998, que tem como temática a violência. Desde então, seus estudos têm contribuído de forma decisiva para que a sociedade brasileira reflita sobre as muitas formas de violência que acontecem no país.

Esta edição do Mapa da Violência focaliza especialmente a questão da violência por armas de fogo e suas variáveis.

São dados perversos e preocupantes. Dentre eles, podemos citar o crescimento da violência contra negros. Entre 2003 e 2014, as taxas de homicídios por armas de fogos de brancos caem 27,1%, de 14,5, em 2003, para 10,6, em 2014; enquanto a taxa de homicídios de negros aumenta 9,9%: de 24,9 para 27,4. Com esse diferencial, a vitimização negra do país, que em 2003 era de 71,7%, em poucos anos mais que duplica: em 2014, já é de 158,9%, ou seja, morrem 2,6 vezes mais negros que brancos vitimados por arma de fogo.

Saiba mais sobre o Mapa da Violência em http://www.mapadaviolencia.org.br/

Acesse o estudo completo em:  http://flacso.org.br/files/2016/08/Mapa2016_armas_web.pdf

Fonte: FLACSO Brasil/Mapa da Violência

Associação Brasileia de Hispanistas divulga Manifesto

abhMANIFESTO PÚBLICO

 Nós, professores e pesquisadores, membros da Associação Brasileira de Hispanistas, reunidos em Assembleia nesta data por ocasião do IX Congresso da referida Associação, realizado nas Universidades Federal da Integração Latino-americana e Unioeste, em Foz do Iguaçu, nos manifestamos publicamente sobre as medidas que vêm sendo adotadas recentemente pelo Governo interino e que colocam em risco as conquistas alcançadas no âmbito das Universidades públicas nacionais.

Assistimos nos últimos anos a um expressivo crescimento das Universidades públicas no país, resultado de um projeto de reestruturação e ampliação que representou um significativo aumento da oferta de vagas, de melhoria de infraestrutura, de contratação de novos docentes, de descentralização geográfica e implementação da política de cotas, resultando numa Universidade mais forte, mais democrática e mais inclusiva.

De acordo com dados do Ministério da Educação, houve um evidente crescimento no número de matrículas em todo o país entre 2003 e 2013, em especial nas regiões mais carentes. No nordeste, o aumento foi de 94%, no norte, de 76%, no sudeste, de 47%, no centro oeste, de 46% e no sul de 26%. Na educação à distância, o número de matrículas nos cursos de graduação passou de 49.911 em 2003 para mais de 1,5 milhão em 2013. Do mesmo modo, a oferta de cursos de graduação passou de 16.505 em 2003 para 32.049 em 2013, apresentando um crescimento de 94%.

 Houve ainda uma evolução significativa na qualificação dos docentes, passando de um índice de 39,5% de professores doutores em 2003 para 53,2% até 2013, além da criação de 18 novas universidades e de 173 novos campi. No que se refere à pós-graduação, adverte-se um expressivo incremento no número de matrículas, passando de 48.925 em 2002 para 203.717 em 2014, enquanto o número de professores efetivos federais no ensino superior passou de 40.523 em 2003 para 75.279 em 2014.

 Esse novo cenário propiciou que nossas universidades se tornassem espaços de construção de múltiplos saberes. Neste sentido, foi possível incluir discussões e reflexões em estreita sintonia com as demandas concretas de setores historicamente alijados da produção de conhecimento acadêmico. Consequentemente, esses setores vêm atuando como agentes multiplicadores em seus entornos, o que permite advertir mudanças radicais na produção de conhecimento na sociedade brasileira.

 Por esta razão, repudiamos:

 – a desvinculação orçamentária da educação em relação ao PIB brasileiro;

– os cortes de bolsas destinadas aos estudantes de graduação e de pós-graduação; à assistência estudantil e à mobilidade internacional;

– os cortes de auxílios à pesquisa, bem como à qualificação docente;

– a extinção do Ministério da Ciência e Tecnologia;

– a política de desmonte de acesso e permanência na universidade;

– os projetos de privatização da universidade pública;

 Reiteramos, desta forma, nosso apoio à manutenção de uma universidade pública, plural, gratuita, livre, autônoma, democrática e inclusiva, respeitando e aprimorando as conquistas das últimas décadas.

 Foz do Iguaçu, 25 de agosto de 2016

 

Núcleo da UFSC promove cursos de português para estrangeiros com visto humanitário ou de refugiado

brasao_349O Núcleo de Pesquisa e Ensino de Português – Língua Estrangeira (Nuple) irá oferecer cursos de português gratuitos, direcionados a estrangeiros que entraram no Brasil com visto humanitário ou de refugiado. As inscrições já estão abertas.

Os cursos, coordenados pelas professoras Rosane Silveira e Donesca Xhafaj, se iniciam no dia 10 de setembro, e as aulas serão realizadas sempre aos sábados pela manhã, no Centro de Comunicação e Expressão do Campus Trindade, prédio CCE-B, salas Hassis e Drummond.

Mais informações sobre o curso e o processo de inscrição somente pelo e-mail 

 Fonte: Notícias da UFSC

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