memória

Seminário Internacional – Raízes da Intolerância no Brasil

 

 

O IPOl estará presente com a participação da Coordenadora Professora Drª. Rosângela Morello na MESA 6: Grande debate – Por que somos tão intolerantes? Futuros possíveis, no Sábado, 18 de setembro. 

PROGRAMAÇÃO COMPLETA E INSCRIÇÕES AQUI 

 

 

A emergência da Memória em tempos de incertezas: sobre informação, preservação e formas de apagamento

No último dia 25, pesquisadores do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) discutiram o tema “A emergência da Memória em tempos de incertezas: sobre informação, preservação e formas de apagamento”. A live é uma realização do Ibict, unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI).

O evento contou com a presença de pesquisadores ligados ao Ibict e convidados. O objetivo da live é discutir o papel cada vez mais urgente da memória na era digital, na qual a informação e a desinformação disputam o campo do conhecimento, colocando-o em centralidade em momentos tão difíceis como o que a humanidade vive atualmente em meio à pandemia do novo coronavírus.

A transmissão já está disponível no canal do Ibict no Youtube, confira!

 

Seminário Internacional – Raízes da Intolerância no Brasil

INSCRIÇÕES AQUI 

Seminário Memória e Patrimônio Afro Brasileiro organizado pela UFBA

museo-afro-brasileiro-ufbaO Seminário Memória e Patrimônio Afro Brasileiro acontece em Salvador, nos dias 29 e 30 de setembro. Organizado pelo Museu Afro-Brasileiro da Universidade Federal da Bahia (UFBA) o evento contará com mesas redondas e oficinas. O evento é gratuito mas é necessário fazer inscrição na página do Seminário. Continue lendo

Seminário Patrimônio, Memória e Educação

brasao_788O Grupo de Pesquisa PAMEDUC tem o prazer de convidá-los a participar do Seminário “Patrimônio, Memória e Educação” a se realizar nos dias 22 e 23 de setembro de 2016, no Auditório Henrique Fontes e na Sala Drummond, do Centro de Comunicação e Expressão (CCE/UFSC). Na manhã do dia 22/09 contaremos com a Conferência da Profª Drª Helena Maria Marques Araújo, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Clique aqui para acessar a programação completa.

Fonte: Site PPGE/UFSC

 

UNESCO: memória sobre escravidão é importante para construir futuro melhor

No Dia Internacional para Relembrar o Tráfico de Escravos e sua Abolição, a diretora-geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, afirmou que a memória sobre o tráfico de escravos e a escravidão é importante para a luta contra novas formas de servidão, racismo, preconceito, discriminação racial e injustiça social.
 
escravidao

Correntes que prendiam escravos. Foto: ONU/Mark Garten

A coragem dos homens e mulheres que em agosto de 1791 se revoltaram contra a escravidão no Haiti “criou obrigações para nós”, disse a chefe da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), Irina Bokova, no Dia Internacional para Relembrar o Tráfico de Escravos e sua Abolição, completando que “toda a humanidade é parte dessa história” e dos esforços para a construção de um futuro melhor.

“A revolta foi um ponto de mudança na história da humanidade, afetando fortemente o estabelecimento de direitos humanos universais, para os quais estamos todos em dívida”, disse as diretora-geral da UNESCO em comunicado para o dia lembrado anualmente em 23 de agosto em memória à noite de 1791, quando africanos vendidos como escravos se revoltaram contra o sistema escravocrata para obter liberdade e independência do Haiti, conquistada em 1804.

Segundo Bokova, o Dia Internacional foi criado para prestar uma homenagem àqueles que lutaram por sua liberdade e lembrar sua história e seus valores. “A história do tráfico de escravos e da escravidão criou uma tempestade de raiva, crueldade e amargura que não foi até hoje reduzida”, disse a diretora-geral. “Mas a coragem daqueles homens e mulheres criou obrigações para nós”.

Ela reconheceu que o sucesso da revolta, liderada pelos próprios escravos, é uma importante fonte de inspiração atualmente na luta contra todas as formas de servidão, racismo, preconceito, discriminação racial e injustiça social que são legados da escravidão.

“Toda a humanidade é parte dessa história, em suas transgressões e boas ações”, disse Bokova. Por meio do projeto “Rota do Escravo”, a UNESCO tem como objetivo encontrar nessa memória coletiva a força para construir um mundo melhor e para mostrar as relações históricas e morais que unem os diferentes povos.

Nesse mesmo sentido, as Nações Unidas proclamaram a Década Internacional dos Afrodescendentes (2015-2024). A UNESCO colabora por meio de seus programas educacionais, culturais e científicos, de forma a promover a contribuição dos afrodescendentes para construir sociedades modernas e assegurar dignidade e igualdade para todos os seres humanos, sem distinção, segundo Bokova.

Fonte: Nações Unidas

IPOL Pesquisa

Receba o Boletim

Facebook

Revista Platô

Visite nossos blogs

Clique na imagem

Clique na imagem

Visitantes

Arquivo