Conferência Internacional Sul-Americana: Territorialidades e Humanidades
A Conferência Internacional Sul-Americana: Territorialidades e Humanidades acontece na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) de 4 a 7 de outubro. O evento faz parte da Programação do Ano Internacional do Entendimento Global de 2016 que se propõe a discutir a globalização, nas suas dimensões internacional, nacional e regional e serve como atividade preparatória da Conferência Mundial das Humanidades, que acontecerá em Liége, Bélgica, em 2017. Os investigadores interessados em submeter trabalhos têm até o 25 de setembro. Continue lendo
UFSC recebe espetáculos de festival nacional de dança contemporânea nesta quinta
Nesta quinta-feira, 1º de setembro, a UFSC será palco de dois espetáculos do festival Dança em Trânsito. As apresentações “Entre-tantos”, do grupo UnderCrew Danilo d’Alma, do Rio de Janeiro; e “Contigo”, da companhia francesa “O Último Momento”, ocorrem às 13h, em frente ao Centro de Cultura e Eventos.
O Dança em Trânsito é um evento que passa por diversas cidades, apresentando produções da dança contemporânea de diferentes países. A programação é gratuita e inclui residências de criação, com o objetivo de promover a democratização do acesso à dança. “Um dos pontos fortes do festival é a aproximação de profissionais com jovens talentos, através das residências, que são oficinas realizadas nas cidades participantes do evento. Essas cidades geralmente têm pouco acesso ao que ocorre mundo afora”, afirma Giselle Tápias, idealizadora do evento.
“Entre-tantos” é um trabalho que parte das matrizes das danças urbanas, com o objetivo de explorar a metáfora do mendigo moderno. O grupo adota práticas coreográficas baseadas em improvisações a partir de composições sonoras.
“Contigo” é um trabalho desenvolvido por João Paulo Santos, acrobata de mastro chinês, e pelo coreógrafo Rui Horta. Com força, equilíbrio e técnica, João Horta executa uma coreografia criada por Rui. A simplicidade do cenário de “Contigo” — um espaço vazio ocupado por um mastro chinês — traduz uma linguagem própria e ágil, que se desdobra em momentos de beleza.
O 12º Dança em Trânsito tem o apoio local da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (SeCArte).
A programação completa e mais informações estão disponíveis no site do evento.
Estacionamento
A SeCArte comunica que, em virtude do espetáculo, o acesso ao estacionamento em frente ao Centro de Cultura e Eventos permanecerá interditado entre 7h e 15h do dia 1º de setembro.
Fonte: Notícias da UFSC
Rosângela Morello fecha ciclo de Entrevistas sobre Gestão do Multilinguismo no MERCOSUL
Para fechar a Série de Entrevistas sobre a gestão do Multilinguismo no MERCOSUL, Rosângela Morello, atual Coordenadora do IPOL, Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento em Política Linguística, fala sobre o CIPLOM e como as línguas do MERCOSUL regional podem agir no fortalecimento da integração. Como línguas do MERCOSUL regional são conhecidas as línguas que foram cooficializadas ao longo dos últimos anos de documentação e propostas de gestão.
Rosângela Morello enfatiza a importância das políticas de gestão do multilinguismo que, no Brasil, já alcançam 19 municípios com 11 línguas cooficiais e culminaram com o Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL), um instrumento oficial de identificação, documentação, reconhecimento e valorização das línguas faladas pelos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira.
No evento, ofereceu minicurso Política linguística: cooficialização, inventário e desafios na gestão das línguas, ao lado da também pesquisadora do IPOL, Ana Paula Seiffert.
Acesse o depoimento na íntegra:
Conheça outros professores e pesquisadores que estiveram no CIPLOM/EAPLOM, colaborando com a discussão sobre gestão do Multilinguismo no MERCOSUL. Acesse o Blogue do evento.
Agradecemos ao leitores que acompanharam as postagens. Em breve, mais registros sobre o CIPLOM/EAPLOM.
Fonte: IPOL Comunicação
A esperança não se mata, como não se mata o mar e sua dança

FOTO: Barack Fernandes
Um final de semana para ouvir atentamente cada egressa(o) da 2ª Turma Especial de Direito voltada para beneficiários(as) da Reforma Agrária e Agricultores(as) Familiares, por meio do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera).
Acontece hoje, na 24ª Bienal do Livro em São Paulo: Mesa de Discussão “Divulgação internacional da língua portuguesa: cenário e ações”

Língua internacional por excelência, o português é hoje o quarto idioma mais falado do mundo, presente, sobretudo no Brasil, em Portugal e em vários países africanos. Observando a crescente importância cultural, econômica e geopolítica do idioma, os países de Língua Portuguesa se uniram há vinte anos para criar a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Entre 2016 e 2018, caberá ao Brasil a presidência temporária da entidade. Para tratar da crescente difusão dessa língua, abordando as iniciativas voltadas para a sua difusão, convidamos Gilvan Müller de Oliveira, ex-diretor do IILP (Instituto Internacional da Língua Portuguesa), Susanna Florissi, que é presidente da Câmara Brasileira do Livro e Coordenadora da CPCLP (Comissão de Promoção de Conteúdo em Língua Portuguesa) e João Hilton Sayeg de Siqueira, Coordenador Adjunto da Comissão Nacional do Instituto Internacional da Língua Portuguesa.
SERVIÇO
Divulgação internacional da língua portuguesa: cenário e ações com Gilvan Müller de Oliveira, Susanna Florissi e João Hilton Sayeg de Siqueira
Atividade gratuita
Classificação etária: Livre
Data: 30 de agosto (terça-feira), às 16h
Local: Estande das Edições Sesc São Paulo
Entre as ruas G e H
Fonte: Email divulgação Edições SESC/Coordenação Editorial
Associação Brasileia de Hispanistas divulga Manifesto
MANIFESTO PÚBLICO
Nós, professores e pesquisadores, membros da Associação Brasileira de Hispanistas, reunidos em Assembleia nesta data por ocasião do IX Congresso da referida Associação, realizado nas Universidades Federal da Integração Latino-americana e Unioeste, em Foz do Iguaçu, nos manifestamos publicamente sobre as medidas que vêm sendo adotadas recentemente pelo Governo interino e que colocam em risco as conquistas alcançadas no âmbito das Universidades públicas nacionais.
Assistimos nos últimos anos a um expressivo crescimento das Universidades públicas no país, resultado de um projeto de reestruturação e ampliação que representou um significativo aumento da oferta de vagas, de melhoria de infraestrutura, de contratação de novos docentes, de descentralização geográfica e implementação da política de cotas, resultando numa Universidade mais forte, mais democrática e mais inclusiva.
De acordo com dados do Ministério da Educação, houve um evidente crescimento no número de matrículas em todo o país entre 2003 e 2013, em especial nas regiões mais carentes. No nordeste, o aumento foi de 94%, no norte, de 76%, no sudeste, de 47%, no centro oeste, de 46% e no sul de 26%. Na educação à distância, o número de matrículas nos cursos de graduação passou de 49.911 em 2003 para mais de 1,5 milhão em 2013. Do mesmo modo, a oferta de cursos de graduação passou de 16.505 em 2003 para 32.049 em 2013, apresentando um crescimento de 94%.
Houve ainda uma evolução significativa na qualificação dos docentes, passando de um índice de 39,5% de professores doutores em 2003 para 53,2% até 2013, além da criação de 18 novas universidades e de 173 novos campi. No que se refere à pós-graduação, adverte-se um expressivo incremento no número de matrículas, passando de 48.925 em 2002 para 203.717 em 2014, enquanto o número de professores efetivos federais no ensino superior passou de 40.523 em 2003 para 75.279 em 2014.
Esse novo cenário propiciou que nossas universidades se tornassem espaços de construção de múltiplos saberes. Neste sentido, foi possível incluir discussões e reflexões em estreita sintonia com as demandas concretas de setores historicamente alijados da produção de conhecimento acadêmico. Consequentemente, esses setores vêm atuando como agentes multiplicadores em seus entornos, o que permite advertir mudanças radicais na produção de conhecimento na sociedade brasileira.
Por esta razão, repudiamos:
– a desvinculação orçamentária da educação em relação ao PIB brasileiro;
– os cortes de bolsas destinadas aos estudantes de graduação e de pós-graduação; à assistência estudantil e à mobilidade internacional;
– os cortes de auxílios à pesquisa, bem como à qualificação docente;
– a extinção do Ministério da Ciência e Tecnologia;
– a política de desmonte de acesso e permanência na universidade;
– os projetos de privatização da universidade pública;
Reiteramos, desta forma, nosso apoio à manutenção de uma universidade pública, plural, gratuita, livre, autônoma, democrática e inclusiva, respeitando e aprimorando as conquistas das últimas décadas.
Foz do Iguaçu, 25 de agosto de 2016



