Direitos Linguísticos

Programa UEMS ACOLHE – Acolhimento Linguístico, Humanitário e Educacional a Migrantes Internacionais

O Programa UEMS ACOLHE – Acolhimento Linguístico, Humanitário e Educacional a Migrantes Internacionais – é o resultado de uma série de ações de extensão desenvolvidas no âmbito da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul com a finalidade de atendimento diferenciado em diversas áreas do conhecimento a comunidade migrante internacional no nosso estado.  A concepção deste Programa está em conformidade com a Política de Extensão Universitária da UEMS e reforça o compromisso contínuo da UEMS em retornar à sociedade os conhecimentos produzidos internamente, sendo o mesmo concebido por professores doutores da instituição, com larga experiência acadêmica e profissional na área de migrações e ensino e aprendizagem de línguas.

Em relação ao desenvolvimento das suas atividades, O Programa UEMS ACOLHE visa promover ações de extensão que possibilitem a inserção linguística, humanitária e educacional de migrantes internacionais no estado de Mato Grosso do Sul, a partir, inicialmente, do oferecimento de cursos de extensão gratuitos de Português como Língua de Acolhimento. Além disso, o Programa também contribui para a formação teórica e prática de agentes para atuarem no ensino de Português para falantes de outras línguas a partir do planejamento de cursos, da definição de níveis de ensino, da elaboração de formas de avaliação e da produção de material didático específico.

O Programa UEMS ACOLHE favorece as discussões no âmbito instituicional de políticas institucionais e públicas no estado de Mato Grosso do Sul para a implantação de ações efetivas de acolhimento linguístico, humanitário e educacional a comunidade migrante internacional, enfatizando a relevância do tema migração e deslocamentos no contexto nacional e internacional, favorecendo a reflexão sobre o que vem a ser uma sociedade que acolhe; uma sociedade que responde a expectativas e a necessidades daqueles que chegam e precisam ser acolhidos, ainda que no campo linguístico mais emergencial.

Conheça mais sobre o Programa: http://www.uems.br/midiaciencia/acolhimentopelalingua/

Live Instagram: Multiliguismo e direitos linguísticos no Brasil

Assista em:
@letrasunesc
https://www.instagram.com/letrasunesc/

 

Direitos Linguísticos dos povos Indígenas é tema do representante do Programa de Pós-Graduação em Linguística da UFSC no Prêmio CAPES de Teses 2019

A tese indicada pela Comissão para representar o Programa de Pós-Graduação em Linguística no Prêmio CAPES de Teses/2019 foi DIREITOS LINGUÍSTICOS DOS POVOS INDÍGENAS NO ACESSO À JUSTIÇA: A DISPUTA PELO DIREITO AO USO DAS LÍNGUAS INDÍGENAS EM JUÍZO A PARTIR DA ANÁLISE DE TRÊS PROCESSOS JUDICIAIS, de Julia Izabelle da Silva. De acordo com a Comissão, a tese escolhida atende aos critérios estabelecidos pelo Edital N. 10/2020, a saber: originalidade, caráter inovador e relevância científica, cultural e social. Além de atender a tais critérios, a Comissão destacou o caráter transdisciplinar do referido trabalho, à medida que este aborda e relaciona, com cuidadoso embasamento teórico, aspectos linguísticos, culturais, sociais e jurídicos relativos a um problema cuidadosamente delineado, a saber, o cerceamento do direito de cidadãos indígenas de acessarem o sistema de justiça utilizando suas línguas nativas. Dessa forma, a Comissão entende que o trabalho indicado coloca a Linguística em interface com outras áreas do conhecimento, destacando como o saber linguístico pode contribuir para aprimorar leis e, consequentemente, direitos dos cidadãos. Além disso, por este caráter transdisciplinar e pela admirável qualidade textual, teórica e empírica, a referida tese tende a alcançar uma gama maior de leitores, contribuindo, assim, para a divulgação da ciência Linguística em outras esferas da sociedade.

O Livro “Repertórios Linguísticos em Situação de Contato”

O Laboratório de Pesquisas em Contato Linguístico- LABPEC/UFF tem a satisfação de apresentar o livro “REPERTÓRIOS LINGUÍSTICOS EM SITUAÇÃO DE CONTATO”. O volume contém uma coletânea de resultados de trabalhos realizados por pesquisadores do programa de pós-graduação em Estudos de Linguagem da UFF e seus parceiros, a Europa-Universität Viadrina, através de seu programa B/Orders in motion, e o IPOL. Desejamos a todos uma boa leitura.

Baixe o livro: “Repertórios Linguísticos em Situação de Contato

Ronaldo Tenório, empreendedor digital: “O surdo vive como estrangeiro dentro de seu país”

Alagoano, escolhido pelo Massachusetts Institute of Tecnology (MIT) um dos jovens mais inovadores do mundo, veio ao Rio para seminário no Museu do Amanhã.

“Tenho 31 anos, moro em Maceió e sou publicitário, com especialização em Comunicação Estratégica. Sempre gostei de misturar tecnologia e comunicação. Na faculdade, tive a ideia de facilitar a comunicação com os portadores de deficiência auditiva. Criei um aplicativo que faz a tradução para a Língua Brasileira de Sinais.”

Conte algo que não sei.

No Brasil, 70% dos deficientes auditivos têm dificuldade com o português. A gente aprende a ler e escrever pela fonética: vai ouvindo, falando e escrevendo. Como o surdo não tem a fonética, encontra dificuldades para relacionar a escrita ao som, e as palavras viram coisas soltas. A experiência da comunicação visual faz muito mais sentido. Continue lendo

Evento no Rio debate direitos dos povos indígenas dez anos após declaração da ONU

Promovido pelo Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil (UNIC Rio) no Museu de Arte Moderna (MAM), o encontro reuniu especialistas e representantes da comunidade indígena de várias partes do Brasil.

Convidados debaterem o documentário “Guarani e Kaiowá: pelo direito de viver no Tekoha”, gravado em aldeias indígenas do centro-oeste do país. No dia 13 de setembro foram marcados os dez anos da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas. Assista aos vídeos aqui.

É simbólico que os indígenas, frequentemente associados ao passado, estejam no Museu de Arte Moderna (MAM), no Rio de Janeiro, cantando músicas em guarani. A observação foi do professor José Ribamar Bessa Freire, coordenador Programa de Estudos dos Povos Indígenas da UERJ.

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