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Inventário Pomerano
Inventário da Língua Pomerana
O Inventário da Língua Pomerana é uma parceria do IPOL com o Conselho Federal Gestor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (CFDD)/Ministério da Justiça e instituições/pesquisadores do Espírito Santo.
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Encontro de Falantes Pomeranos discutiu os resultados do Inventário da Língua Pomerana
Aconteceu nesse fim de semana, dias 12 e 13 de agosto, na Câmara Municipal dos Vereadores de Santa Maria de Jetibá, no Espírito Santo, o Encontro de Falantes da Língua Pomerana. O evento teve como foco a apresentação dos resultados do Inventário da Língua Pomerana (ILP), uma pesquisa coordenada pelo IPOL para conhecer a situação atual da língua e credenciá-la para reconhecimento como Referência Cultural Brasileira, previsto no Decreto Federal 7.387, dezembro de 2010. O trabalho contou com o apoio do Conselho Federal Gestor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (CFDD), Ministério da Justiça e Segurança Pública, e teve, como parceiros: o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), a Cátedra UNESCO em Políticas Linguísticas para o Multilinguismo/UFSC; a Prefeitura Municipal de Santa Maria de Jetibá, Estado do Espírito Santo; a Prefeitura Municipal de Pomerode, Estado de Santa Catarina; a FAPERJ – Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro; a UFF – Universidade Federal Fluminense; a APOP – Associação Pomerana de Pancas; o Grupo de Pesquisa (CNPq) “Culturas, Parcerias e Educação do Campo” do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Espírito Santo (PPGE/UFES); o Núcleo de Pesquisa (CNPq) “Educamemória” do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande (PPGEDU /FURG) e o Grupo de Pesquisa (CNPq) “LABPEC – Laboratório de pesquisas em contato linguístico” do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagem da Universidade Federal Fluminense (Posling/UFF).
A ocasião contou com a presença de falantes, pesquisadores, gestores públicos e participantes de várias regiões do Brasil, como Espigão do Oeste, (Rondônia), Pomerode, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.
Durante a programação, decorreram apresentações culturais, com a presença de alunos da Escola Municipal de Recreio, e a brilhante apresentação do Grupo de Trombonistas da localidade de Alto São Sebastião. E ainda, a exibição do documentário “Língua Pomerana, Língua Brasileira: História, memória e reconhecimento”, do colaborador, Arno Stuhr. Os dois dias de debates e discussões, sobre os resultados da pesquisa, trouxeram à tona importantes demandas e sugestões para ampliar os espaços de usos e de valorização da língua pomerana.
Um outro destaque do Encontro Falantes foi o lançamento do VOLB-Pomer (Vocabulário de Línguas Brasileiras – Pomerano), uma iniciativa inédita, concebida como um sistema web aberto e interativo que se converteu em um instrumento de registro e promoção da língua pomerana no Brasil.
O Inventário da Língua Pomerana, se constitui enquanto ferramenta para o fortalecimento e o reconhecimento do mosaico sociocultural brasileiro, rico pela sua diversidade linguística. A realização do Encontro de Falantes, se converteu em dois dias de extrema relevância, um marco para a história da cultura e língua pomerana do Brasil.
Encontro de Falantes Pomeranos discute os resultados do Inventário da Língua Pomerana
Nos dias 12 e 13 de agosto de 2022, acontecerá em Santa Maria de Jetibá, Espírito Santo, o Encontro de Falantes da Língua Pomerana. O evento tem como foco a apresentação dos resultados do Inventário da Língua Pomerana (ILP), uma pesquisa coordenada pelo IPOL para conhecer a situação atual da língua e credenciá-la para reconhecimento como Referência Cultural Brasileira, previsto no Decreto Federal 7.387, dezembro de 2010. O trabalho contou com o apoio do Conselho Federal Gestor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (CFDD), Ministério da Justiça e Segurança Pública, e teve, como parceiros: o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), a Cátedra UNESCO em Políticas Linguísticas para o Multilinguismo/UFSC; a Prefeitura Municipal de Santa Maria de Jetibá, Estado do Espírito Santo; a Prefeitura Municipal de Pomerode, Estado de Santa Catarina; a FAPERJ – Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro; a UFF – Universidade Federal Fluminense; a APOP – Associação Pomerana de Pancas; o Grupo de Pesquisa (CNPq) “Culturas, Parcerias e Educação do Campo” do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Espírito Santo (PPGE/UFES); o Núcleo de Pesquisa (CNPq) “Educamemória” do Programa de Pós-graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande (PPGEDU /FURG) e o Grupo de Pesquisa (CNPq) “LABPEC – Laboratório de pesquisas em contato linguístico” do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagem da Universidade Federal Fluminense (Posling/UFF).
Contando com a presença de falantes, pesquisadores, gestores municipais e público interessado, o Encontro promoverá o debate sobre os resultados e acolherá encaminhamentos para ampliar os espaços de usos e de valorização da língua pomerana. Na programação estão previstas palestras, exibição de documentário e outras atividades culturais.
Além disso, destaca-se o lançamento do VOLB-Pomer (Vocabulário de Línguas Brasileiras- Pomerano), um iniciativa inédita, concebida como um sistema web aberto e interativo que se converteu em um instrumento de registro e promoção da língua pomerana no Brasil.
No VOLB-Pomer, o utilizador pode ouvir palavras pomeranas, descobrir se elas mudam de uma localidade para outra e pode ainda aprender novas palavras, ampliando seu conhecimento, além disso, a interface interativa e colaborativa acolhe a participação dos falantes que podem e devem contribuir para a ampliação da base de palavras.
INDL – IPOL realiza o Inventário da Língua Polonesa/Polaca Brasileira PNPI 05/2023
O IPOL realiza, após o guarani m’bya, hunsrick, pomerano e libras, mais um inventário de línguas brasileiras. Agora o foco é a língua polaca brasileira através do Projeto Inventário da Língua Polonesa/Polaca Brasileira, executado conforme o Termo de Colaboração nº 947721, celebrado entre o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e o Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística (IPOL) pelo EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 05/2023 – PROGRAMA NACIONAL DO PATRIMÔNIO IMATERIAL.
As línguas eslavas chegaram ao Brasil, sobretudo, a partir da segunda metade do século XIX, anos 1860 e 1889, e se estenderam até 1950, no período Pós-Segunda Guerra Mundial. Dentre tais língua está a polonesa, cujos primeiros núcleos de colonização datam de 1847, com poloneses que chegaram ao Espírito Santo, provenientes da Prússia Oriental e da Silésia (Vicroski,2022).

Retrato de uma família de imigrantes / Museu Museu Sto Lat (Museu dos 100 Anos) fundado pela BRASPOL em 19/11/2005
Dentre os imigrantes eslavos estão os que entraram como russos, os quais vieram em três levas, também a partir de 1847 (BYTSENKO,2006). Os imigrantes ucranianos vieram por volta de 1895 e 1897 (Maciel, 2010). São considerados os primeiros imigrantes ucranianos a se instalarem no Brasil. De qualquer forma, mais justo e adequado se torna considerar as territorialidades constituídas por esses grupos, que abrangem seguramente uma área bem superior à atual Polônia.
Diante de tais circunstâncias, além do desafio da manutenção de uma língua eslava (o polonês), havia o contato interétnico que ocorria tanto com língua portuguesa, língua latina e oficial do Brasil, quanto com as demais línguas de outros grupos europeus que igualmente passaram a ocupar e colonizar o território brasileiro, particularmente a região sul do Brasil.

As famílias mantinham vivos os laços através de correspondências onde se contava sobre as terras e realidade brasileiras (Reprodução correspondência acervo famíliar de Dona Cacimira Nadloviski)
A história da imigração no Brasil está marcada, portanto, por fluxos de diferentes grupos étnico-linguísticos que, ao se estabelecerem em território nacional, trouxeram consigo suas línguas, culturas e tradições. Entre esses grupos, destaca-se a comunidade polonesa/polaca, cuja presença no país remonta ao século XIX. Nesse contexto, o Inventário da Língua polonesa/polaca brasileira configura-se como uma ação fundamental para o resgate, valorização e preservação dessa herança linguística, que ainda se mantém viva em algumas comunidades por meio da transmissão intergeracional.
Assim, entre os dias 7 e 16 de junho, uma das equipes do Instituto de Desenvolvimento em Política Línguística- IPOL responsável pelo Inventário da Língua Polonesa/Polaca Brasileira realizou mais uma etapa de pesquisa de campo em comunidades dos estados do Paraná e Santa Catarina.

Comunidade reunida na Igreja Centenária da Comunidade Água Branca – São Mateus do sul, responde a pesquisa
Durante a etapa de campo, foram desenvolvidas atividades de aplicação de questionários sociolinguísticos, realização de entrevistas, coleta de autorizações para participação na pesquisa e registro de listas de palavras, procedimentos metodológicos que permitem compreender a vitalidade linguística, as práticas culturais e os processos de transmissão intergeracional da língua. As atividades abrangeram as localidades de Colônia Dom Pedro, São Bento do Sul (Distrito de Bateias de Baixo), São Mateus do Sul (Colônia Iguaçu e comunidade Água Branca), Mallet (Distrito de Rio Claro), Paulo Frontin, Cruz Machado (incluindo a comunidade de Santana), União da Vitória, Porto União e Itaiópolis, contemplando diferentes contextos de manutenção da língua polonesa/polaca brasileira.
O material reunido constitui importante fonte para a caracterização das comunidades pesquisadas, contribuindo para a documentação da diversidade linguística brasileira e para a consolidação de informações que subsidiarão estudos, ações de salvaguarda e futuras políticas públicas voltadas ao patrimônio cultural de natureza imaterial.
A etapa também evidenciou o comprometimento das comunidades participantes com a preservação de seu patrimônio linguístico. Em localidades como Massaranduba e a comunidade Legru, em Porto União, os moradores manifestaram interesse na continuidade das atividades e solicitaram novos agendamentos em finais de semana, ampliando as possibilidades de participação da população local nas ações de pesquisa.

Josiane Choynaski, ativista de Paulo Frontin; Professor Evaldo José Drabeski de São Mateus; Sra. Ana Milczuk em Cruz Machado, distrito de Santana; izabel Landovski Kollross, Moinho Kollroos no bairro Paraguaçu, Itaiópolis, tombado pelo IPHAN; Irmãos Szymanak: Leon Szymanak e Polan Szymanak, Edvino Pedro Gaias e dona Francisca Szymaonska Gaia Cruz Machado – Distrito de Santanta; Aurea Lis e Aline Lis proprietárias do Restaurante Pierogarnia, Bairro Paraguaçu / Itaiópolis; a cruz está no cemitério de Paraguaçu / Itaiópolis
O Inventário da Língua Polonesa/Polaca Brasileira integra as ações de documentação do patrimônio cultural de natureza imaterial desenvolvidas pelo IPHAN com responsabilidade do IPOL e reafirma o compromisso institucional com a valorização da diversidade linguística brasileira. Por meio da pesquisa de campo e do diálogo com as comunidades detentoras desse patrimônio, o projeto contribui para registrar memórias, práticas culturais e formas de transmissão da língua, fortalecendo sua preservação e reconhecimento como parte da riqueza cultural do Brasil.
As próximas etapas do projeto darão continuidade às atividades de campo no Espirito Santo e no Rio Grande do Sul, comunidades de referências escolhidas para compor o inventário neste momento. E consequentemente ampliando a documentação e aprofundando o diálogo com os detentores desse patrimônio cultural, em consonância com as diretrizes do Programa Nacional do Patrimônio Imaterial.
“Inventário da Língua Pomerana (ILP)” está disponível em formato e-book.
O projeto Inventário da Língua Pomerana (ILP), uma pesquisa coordenada pelo IPOL para conhecer a situação atual da língua pomerana presente em alguns estados do Brasil, concluído em 2022, após distribuir exemplares pelos estados onde foi realizada a pesquisa, disponibiliza agora a publicação em formato e-book o livro Inventário da Língua Pomerana (língua brasileira de imigração) para alcançar maior número de falantes da língua, interessados e pesquisadores.
Rosângela Morello, coordenadora do IPOL e organizadora do livro juntamente com Mariela Silveira, destaca que a ideia de realizar o Inventário da Língua Pomerana: língua brasileira de imigração (ILP) surgiu muito antes da publicação do Decreto 7.387 de 2010, que instituiu a política do Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL). Relembra que já em 2006, durante o Seminário de Criação do Livro de Registro das Línguas, promovido pelo IPHAN e IPOL, na Câmara dos Deputados, em Brasília, entre os depoimentos emocionados de falantes e representantes de várias comunidades linguísticas brasileiras estavam representantes do povo pomerano do Espírito Santo como Sintia Bausen. Foi a partir dali que se iniciou uma parceria muito produtiva entre o IPOL e as comunidades pomeranas capixabas, gerando condições para a realização conjunta de várias políticas linguísticas, entre as quais se destacam i) as audiências para a cooficialização da língua pomerana em Santa Maria de Jetibá, ii) a construção de um parecer jurídico para ampa- rar a legislação municipal sobre a cooficialização do Pomerano, uma língua de descendentes de imigrantes, de estatuto distinto daquela das indígenas cooficializadas em São Gabriel da Cachoeira, cuja autonomia se amparava também na Constituição Federal de 1988, e iii) o primeiro censo linguístico municipal no mesmo município de Santa Maria de Jetibá.
O próximo passo foi possível através Conselho Gestor do Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (CFDD) que abriu em 2015 um edital para fomento de inventários e a imediata a articulação para construir uma proposta para a língua pomerana, finalmente contratada em 2017.
O Inventário da Língua Pomerana, língua brasileira de imigração (ILP) foi então concebido e realizado como uma ação para o reconhecimento dessa língua como Referência Cultural Brasileira para resguardar e promover as comunidades linguísticas e suas referências culturais e identitárias de acordo com a linha instituída pelo IPHAN e a Política do Inventário Nacional da Diversidade Linguística do Brasil, instituída pelo Decreto Federal n. 7.387, de 9/12/2010.
O projeto foi realizado com os moldes do Guia INDL (IPHAN, 2015), abrangendo a sistematização de conhecimentos sobre a denominação e classificação da língua, sua situação sócio-histórica, âmbitos de usos e circulação, registro audiovisual, dados demolinguísticos e sua situação nas práticas de ensino e pesquisa. O resultado Inventário oferece uma visão abrangente e articulada dos usos e vitalidade dessa língua nas comunidades de referência abordadas na pesquisa.
Com esta publicação os resultados da pesquisa ficam disponíveis para acesso gratuito, como prevê a Política do INDL, garantindo a continuidade de ações para a promoção dessa língua na educação, nas artes, na cultura, na ciência e tecnologia e nos direitos dos cidadãos. Agradecemos a colaboração de Sintia Bausen, Carmo Thum, Edineia Koeler, Erineu Foerste, Giales Rutz, Jandira Dettmann, Lilia Stein, entre muitos outros que tornaram possível e desejamos que o povo pomerano usufrua desta conquista.
Acesse o novo link para a publicação: Inventário da Língua Pomerana
Inventário da Língua Pomerana – lançamento em Pomerode, SC
No sábado, 25 de fevereiro, a Biblioteca Municipal de Pomerode recebeu mais uma edição da tradicional Hora do Conto. O evento, que tem como objetivo de incentivar a leitura, foi especial com o lançamento do livro “Coroa de Ferro, Coroa de Prata”, da jovem escritora pomerodense Laura Spaniol Souto, e também da apresentação dos resultados do Projeto Inventário da Língua Pomerana, desenvolvido pelo Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística (IPOL).

Inventário da Língua Pomerana, uma publicação do IPOL organizada por Rosângela Morello e Mariela Silveira

Laua Spaniol Souto, autora do livro “Coroa de Ferro, Coroa de Prata”
Inventário da Língua Pomerana
Durante a Hora do Conto também foi apresentado o Inventário da Língua Pomerana. O principal intuito da proposta é conhecer e preservar riquíssimas tradições herdadas de nossos antepassados. “Essa entrega representa o reconhecimento do IPOL, que realizou uma pesquisa e agora está devolvendo o resultado dela, tanto para a biblioteca como para as pessoas que participaram das rodas de conversa e trouxeram à tona essas respostas tão importantes para o município”, afirmou a historiadora e museóloga, Roseli Zimmer.

Em Pomerode foi realizado o lançamento da publicação Inventário da Língua pomerana durante evento de literatura. (Foto: Marta Rocha)

Os encontros de articulação para realização do projeto, que foi aplicado pelo IPOL com o apoio da Prefeitura Municipal de Pomerode, ocorreram em junho de 2019. “Esse inventário foi criado para manter a língua pomerana falada, escrita e talvez até ensiná-la nas escolas em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Espírito Santo. A esperança é de plantarmos essa semente, mantermos as tradições, a fala e a escrita pomerana”, declarou Genrado Riemer, participante do projeto.
Ao todo, quatro localidades do município (Pomerode Fundos, Testo Central, Testo Alto e Testo Rega) receberam as rodas de conversa, que foram organizadas por articuladores locais, para coletar dados e informações para inventariar a língua Pomerana na cidade. “Pomerode é a cidade mais alemã do Brasil, mas que nunca esquece a origem dos nossos primeiros antepassados, que em sua maioria também foram pomeranos. Esse foi um momento muito especial de ouvir os relatos daqueles que participaram dos encontros, para que todos nós possamos abraçar esse compromisso de lutarmos para mantermos as nossas tradições e a nossa cultura, que também ajudou a contar a história dos pomeranos em Pomerode”, completou Ércio.
“Ter esse resgate e a contextualização é algo mágico, porque a gente consegue manter a história, a cultura e as tradições, mostrando isso para as novas gerações. Acredito que isso é uma pequena semente plantada para gerar ainda mais frutos”, disse o diretor de Cultura, André Cristiano Siewert.


























