Las lenguas indígenas encuentran un espacio para fortalecer su voz en Wikimedia
Riohacha, La Guajira, fue el escenario del primer Encuentro de Comunidades Indígenas en los proyectos Wikimedia, realizado del 11 al 13 de junio de 2026. Durante tres días, representantes de pueblos indígenas de América Latina y el Caribe participaron en un espacio de diálogo orientado al fortalecimiento de la preservación, documentación y difusión de sus lenguas en entornos digitales. El encuentro se desarrolló bajo el lema “Voces, Redes y Autonomía”.

Iphan lança plataforma digital do Inventário Nacional da Diversidade Linguística
Evento, no dia 22 de junho, celebra novo acervo de pesquisas, imagens, sons e vídeos sobre as línguas brasileiras.

O Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Iphan) lança na próxima segunda-feira (22/6), às 14h, a plataforma digital oficial do Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL). O evento acontece na sede do Instituto, em Brasília, e poderá ser acompanhado ao vivo pelo Canal do Iphan no YouTube. A plataforma centraliza mais de 2 mil itens entre pesquisas, registros, imagens, sons e vídeos produzidos no âmbito do inventário.

“O lançamento da plataforma do INDL é um marco na difusão da diversidade linguística brasileira, pois permite fácil acesso a diagnósticos sociolinguísticos, informações gerais sobre as línguas e conteúdos qualificados para o público em geral. É uma forma de mostrar que o Brasil é mais do que apenas o português”, afirma a diretora do Departamento de Patrimônio Imaterial do Iphan, Marina Lacerda.
Estarão presentes o presidente do Iphan, Deyvesson Gusmão, e a diretora do Patrimônio Imaterial do Iphan, Marina Lacerda, o diretor da Faculdade de Ciências da Informação, Dalton Martins, e demais representantes da Universidade de Brasília (UnB), parceira no projeto.
Estima-se que, no Brasil, são faladas mais de 250 línguas entre indígenas, de imigração, de sinais, crioulas e afro-brasileiras, além do português e de suas variedades.
Desenvolvida pelo Iphan, em parceria com Laboratório de Inteligência de Redes da Faculdade de Ciências da Informação da Universidade de Brasília (FCI/UnB), a ferramenta oferece ao público a possibilidade de conhecer diferentes aspectos das línguas brasileiras, compreender o funcionamento do Inventário e acompanhar informações sobre as línguas já reconhecidas e aquelas em processo de inclusão. Atualmente, o acervo contempla pesquisas sobre 27 línguas, com diferentes níveis de documentação.
O Inventário
Fruto da mobilização de setores da sociedade civil e de instâncias governamentais, o Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL) foi criado em 2010 e é o instrumento federal de identificação, documentação, reconhecimento e valorização das línguas portadoras de referência à identidade, à ação e à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira.
A atuação se estrutura em cinco eixos: promoção e valorização; engajamento comunitário; documentação linguística; pesquisa e estudo; publicação e disseminação.
A plataforma
A plataforma reúne mais de 2 mil itens produzidos ao longo dos anos de execução do INDL, organizados entre línguas indígenas, de imigração, de sinais, crioulas e afro-brasileiras. O conjunto reúne pesquisas, registros, imagens, sons e vídeos que documentam e difundem a pluralidade linguística do país.
Além de registrar essa diversidade, os estudos sociolinguísticos disponibilizados estimulam a mobilização das comunidades em torno de suas línguas maternas, fortalecendo seu protagonismo na preservação e gestão do próprio patrimônio cultural.
O Inventário é construído de forma colaborativa. Órgãos e instituições públicas federais, estaduais, distritais e municipais, além de entidades da sociedade civil e representações de falantes, podem solicitar a inclusão de línguas ou a complementação das informações já existentes.
SERVIÇO
Data: 22/06/2026
Horário: 14h às 18h
Local: Auditório Heloísa Alberto Torres – Iphan sede
Endereço: SEPS 702/902 Centro Empresarial Brasília Torre Iphan – Asa Sul, Brasília – DF, 70390-025
Programação
14h – Mesa de Abertura com a presença de autoridades
14h45 – Apresentação de vídeo sobre o INDL
15h – 16h – Mesa 1: Panorama da Diversidade Linguística brasileira
16h – 16h45 – Mesa 2: Dados e informações sobre cultura e o diálogo com o cidadão
16h45 – 17h30 – Mesa 3: Acervos Digitais do Patrimônio Cultural no Tainacan na Perspectiva do ensino e pesquisa
Confira a matéria na página do IPHAN: https://www.gov.br/iphan/pt-br/sala-de-imprensa/notas-e-avisos-de-pauta/iphan-lanca-plataforma-digital-do-inventario-nacional-da-diversidade-linguistica
Projeto Wikikaingáng fortalece a presença digital da língua Kaingáng
Por Emanuelli Oliveira
Publicado em

A Cátedra UNESCO em Políticas Linguísticas para o Multilinguismo, sediada na Universidade Federal de Santa Catarina e coordenada pelo professor Gilvan Müller de Oliveira, concluiu, em maio de 2026, a assessoria ao projeto Wikikaingáng, iniciativa desenvolvida no âmbito da Ação Saberes Indígenas na Escolada Universidade Federal do Rio Grande do Sul, coordenada neste ano pelo professor Bruno Ferreira Kaingang, com foco na criação da primeira Wikipédia em uma língua indígena brasileira.
O povo Kaingáng está entre os povos indígenas mais numerosos do Brasil, com presença principalmente nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo. Sua língua pertence ao tronco linguístico Macro-Jê, mais especificamente ao grupo Jê Meridional, apresentando diferentes variantes linguísticas relacionadas às diversas regiões onde as comunidades estão localizadas. Além disso, o povo Kaingáng possui uma importante atuação no campo da educação indígena onde diferentes escolas indígenas desenvolvem ações voltadas ao fortalecimento da língua, da memória e dos conhecimentos tradicionais nas comunidades.
O encerramento das atividades de assessoria da UCLPM ocorreu durante o encontro presencial realizado entre os dias 4 e 6 de maio, na Faculdade de Educação da UFRGS, em Porto Alegre/RS, reunindo orientadores, professores e lideranças Kaingáng.

Ao longo dos três dias de atividades, os participantes compartilharam experiências pedagógicas desenvolvidas nas escolas indígenas, realizaram leituras coletivas de verbetes elaborados por eles, discutiram categorias próprias de organização do conhecimento Kaingáng, escreveram e aprimoraram novos verbetes e deram continuidade à tradução da interface da Wikipédia para a língua Kaingáng.
Os trabalhos envolveram diferentes eixos temáticos, como cantigas, alimentação, remédios, artesanato, histórias tradicionais, brincadeiras, frutas, memória coletiva, povo e escola indígena Kaingáng, fortalecendo a construção de uma plataforma digital alinhada às formas próprias de organização cultural e linguística do povo Kaingáng. Durante o encontro, houve um avanço expressivo no processo de tradução da interface da Wikipédia, alcançando a marca de 334 dos 584 principais termos traduzidos para o Kaingáng.
Por se tratar de um ambiente aberto e colaborativo, o projeto também foi pensado de modo a possibilitar a participação de diferentes regiões Kaingáng e de suas variedades linguísticas, buscando construir um espaço digital capaz de acolher a diversidade linguística presente entre as comunidades.
Outro ponto importante do encontro foi a discussão sobre a integração de recursos de áudio e vídeo aos verbetes, buscando valorizar a oralidade e os registros de memória da comunidade. Também houve troca de experiências com participantes da comunidade Mbyá-Guarani, fortalecendo o diálogo intercultural entre os povos indígenas envolvidos na iniciativa.
Desenvolvido entre novembro de 2025 e maio de 2026, o projeto contou com assessoria da UCLPM, com participação de Emanuelli Oliveira, do GT Geopolíticas do Multilinguismo, e de Artur Corrêa Souza, da Wikimedia Brasil. A iniciativa contou também com a participação ativa da equipe da Ação Saberes Indígenas nas Escolas do RS, composta pela profª Magali Mendes de Menezes, profª Daniela Pinheiro Machado Kern, Juliana Schneider Medeiros, Mariana Martins Maciel, Bianka Biazuz Vicente, Iracema Nascimento, Derli Bento e Sueli Krengre Candido.

Entre os principais resultados alcançados ao longo da assessoria, destacam-se a criação de 305 verbetes em língua Kaingáng na Incubadora Wikimedia, a formação de mais de 50 professores/as Kaingáng para atuação em ambientes digitais colaborativos e o fortalecimento das discussões sobre soberania linguística digital, circulação de conhecimentos indígenas e presença das línguas indígenas no ciberespaço. Mais do que uma proposta tecnológica, a Wikikaingáng consolidou-se como uma iniciativa voltada à valorização da língua Kaingáng, da memória coletiva e dos sistemas próprios de conhecimento indígena em ambientes digitais colaborativos, articulando universidade, comunidade e plataformas abertas de circulação do conhecimento.
Como encaminhamento final do projeto, está sendo elaborado o relatório técnico que será enviado ao Comitê de Novas Línguas da Fundação Wikimedia, etapa importante para a futura abertura oficial da Wikipédia em língua Kaingáng. O documento consolida os resultados alcançados ao longo da assessoria da UCLPM, fortalecendo a presença digital da língua Kaingáng e a circulação de conhecimentos indígenas em ambientes digitais.


Emanuelli Oliveira
Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade Federal de Santa Catarina. Licenciada e bacharela em Letras – Língua Francesa e Literaturas e Graduada em Secretariado Executivo pela Universidade Federal de Santa Catarina.
Confira no link: https://geomultling.ufsc.br/projeto-wikikaingang-avanca-na-criacao-da-primeira-wikipedia-em-lingua-indigena-brasileira/
A única vila brasileira premiada pela ONU encanta como a “Itália Brasileira”, onde cerca de 80% da população ainda fala italiano

Antônio Prado, a Italia Brasileira na Serra Gaúcha (imagem ilustrativa)
Nas ruas de Antônio Prado, o “bom dia” soa como “bondì”. A 658 metros de altitude na Serra Gaúcha, essa cidade de 13 mil habitantes preserva o maior acervo arquitetônico da imigração italiana no Brasil, com casarões centenários de madeira que parecem ter saído de uma vila do Vêneto.
A última colônia italiana da serra que virou patrimônio nacional
Fundada em 1886 como a sexta e última colônia italiana da Serra Gaúcha, Antônio Prado nasceu às margens do Rio das Antas. Os imigrantes, vindos do norte da Itália, derrubaram matas e ergueram casarões com técnicas trazidas da Europa. O traçado das ruas, quadriculado, seguiu o padrão dos engenheiros militares do século XIX.
O isolamento geográfico que travou o crescimento econômico acabou preservando o casario intacto. Em 1990, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) tombou o conjunto arquitetônico e urbanístico. São 48 edificações construídas entre 1890 e 1940, ornamentadas com lambrequins, os recortes decorativos de madeira que marcam os beirais. Em 2025, a ONU Turismo reconheceu Antônio Prado como uma das melhores vilas turísticas do mundo, a única brasileira entre 52 selecionadas.

Antônio Prado oferece o cenário de casarões centenários de madeira que transportam os 13 mil habitantes para uma autêntica vila do norte da Itália // Créditos: Wikipedia / Wikimedia Commons
Por que 80% dos moradores ainda falam talian?
Porque o isolamento também preservou a língua. Cerca de 80% da população fala o talian, dialeto que mistura idiomas do norte da Itália com o português. Em 2014, a língua foi incluída no Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL), reconhecimento inédito para uma língua de imigração no país. Nas padarias, nas feiras de sábado e nas missas, o talian ainda é o idioma das conversas entre vizinhos.

O que visitar no centro histórico de Antônio Prado?
O centro cabe numa caminhada de duas horas. As 48 construções tombadas se concentram ao redor da Praça Garibaldi e ao longo da avenida principal, transformadas em cafés, bistrôs, museus e lojas de produtos coloniais.
- Casa da Neni: primeiro imóvel tombado da cidade, construído em 1910. Abriga o Museu Municipal e a Central de Informações ao Turista. Visitantes caminham por cômodos com mobiliário original.
- Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus: erguida entre 1891 e 1897, tem pinturas internas do artista italiano Emilio Zanon e vitrais restaurados após o tornado de 2003.
- Casa Grezzana: casarão de 1915 que recebe exposições culturais e eventos da FenaMassa.
- Monumento Leão de São Marcos: réplica do símbolo da República de Veneza, esculpida em pedra de Vicenza pelo artista Enrico Pasquale.
- Sociedade Pradense de Mútuo Socorro: prédio de 1912 que já abrigou farmácia, escola dos Irmãos Maristas e, durante a Segunda Guerra, teve documentos em italiano recolhidos pela polícia.
Quem quer conhecer a cidade mais italiana do Brasil, vai curtir esse vídeo especialmente selecionado do canal Diogo Elzinga, que conta com mais de 567 mil visualizações, onde Diogo Elzinga mostra a gastronomia, o centro histórico e o interior de Antônio Prado:
A ITÁLIA BRASILEIRA | Antônio Prado [DOCUMENTÁRIO]
Cachoeiras e rotas rurais além do casario
O interior do município, chamado de “colônia” pelos moradores, guarda paisagens que contrastam com a delicadeza do centro histórico. A 6 km da área urbana, as Cascatas da Usina formam duas quedas d’água separadas por 300 metros, com três mirantes de contemplação. No local funcionou a primeira hidrelétrica de Antônio Prado, na década de 1920.
A Gruta Natural de Nossa Senhora de Lourdes recebe fiéis desde os anos 1930. Escavada na rocha, abriga um campanário de madeira e trilhas curtas em meio à mata. Nas estradas rurais, 25 capitéis religiosos marcam o caminho e revelam a devoção herdada dos colonizadores. O Armazém do Prado, na Linha 21 de Abril, oferece passeios de tuque-tuque e piqueniques coloniais com vista para o vale.
Que pratos experimentar na cidade mais italiana do Brasil?
A mesa pradense preserva receitas passadas de geração em geração. A brachola com polenta e bacon frito, preparada na Linha 21 de Abril, foi eleita o melhor prato italiano do Brasil no programa “Minha Receita”, do chef Erick Jacquin, na Rede Bandeirantes.
- Sopa de capeletti: servida como entrada em praticamente todas as cantinas, com massa feita à mão.
- Polenta brustolada: fatias grelhadas que acompanham galeto e radicci com bacon.
- Grostoli: tiras de massa frita polvilhadas com açúcar, presente em festas e padarias.
- Vinho colonial: produzido em pequenas vinícolas familiares, servido em jarra nas cantinas do centro.
A FenaMassa (Festival Nacional da Massa) acontece em novembro na Praça Garibaldi, com mais de 50 variedades de massa e estrutura para milhares de visitantes. A Noite Italiana, em agosto, reúne jantar dançante com cardápio típico e música ao vivo.
Como chegar a Antônio Prado saindo de Porto Alegre?
Antônio Prado fica a 184 km de Porto Alegre pela RS-122 e a 50 km ao norte de Caxias do Sul. De carro, o trajeto desde a capital leva cerca de 2h30. Ônibus intermunicipais partem de Cias do Sul com frequência regular. Quem vem do litoral gaúcho pode usar a Rota da Uva e Vinho como caminho cênico pela serra.
A vila onde o Brasil ainda fala italiano
Antônio Prado é um daqueles lugares que fazem o visitante desacelerar. Os casarões de madeira, as cantinas com cheiro de massa fresca e as conversas em talian nas calçadas criam uma atmosfera que nenhuma outra cidade da Serra Gaúcha reproduz.
Você precisa caminhar pela Praça Garibaldi num fim de tarde e ouvir o som do talian misturado ao barulho dos pratos nas cantinas, é quando Antônio Prado se revela por inteiro.
Acesse a matéria no link: https://www.correiobraziliense.com.br/cbradar/a-unica-vila-brasileira-premiada-pela-onu-encanta-como-a-italia-brasileira-onde-cerca-de-80-da-populacao-ainda-fala-italiano/#google_vignette
Multilinguismo Digital e Governança de Plataforma
Janny H. C. Leung (Universidade de Hong Kong)
Publicado online pela Cambridge University Press:23 de abril de 2026
De acordo com Leung, mais da metade dos oito bilhões de pessoas do mundo não têm um forte suporte digital para sua primeira língua. Isso resulta em uma falta desproporcional de acesso a informações vitais de saúde e segurança, oportunidades benéficas de comércio eletrônico e sites populares de mídia social. Essas disparidades para falantes de línguas minoritárias são exacerbadas pela abordagem de lucro das grandes plataformas de tecnologia para o mercado linguístico digital. Por exemplo, as plataformas digitais investem menos na moderação de conteúdo, deixando os palestrantes vulneráveis à violência causada por discurso de ódio; elas não fornecem sistemas de tradução automática confiáveis, levando a sérios erros de comunicação com consequências criminosas; e não fornecem acesso multilíngue a documentos legais importantes, deixando milhões de palestrantes sem os recursos necessários para participar de suas comunidades on-line de forma legal ou segura. Para abordar esses problemas sistêmicos na governança da plataforma, Leung fornece ideias práticas e soluções realistas em todo o seu Element, enfatizando que a linguagem é o proxy mais poderoso para entender e combater a injustiça digital global.
Resumo

Língua Tupi e Língua Indígena Potiguara de Sinais são oficializadas como língua cooficiais do território indígena de Monte-Mor em Rio Tinto (PB)
| 29 de abril de 2026

O legislativo do município de Rio Tinto (PB), no Litoral Norte do Estado, realizou na tarde de hoje (29/04), a sua 7ª Sessão Ordinária, do 2º Período Legislativo, sobre o comando do vice-presidente, vereador Felipe Pessoa, na ausência do presidente Sandro Gomes, por conta de compromisso no Recife (PE).
A recente sessão ordinária foi marcada por intensos debates e uma pauta recheada, com destaque para Projeto de Lei Indicativo, nº 15/2026, de autoria da vereadora Claudecir Braz – Cacica Cal, que dispõe sobre a oficialização da Língua Tupi e da Língua Indígena Potiguara de Sinais, como língua cooficiais do território indígena de Monte-Mor, no município de Rio Tinto.
Durante a sessão, os vereadores apresentaram demandas da comunidade, fizeram o uso da tribuna para registrar cobranças e discutiram temas relevantes para o desenvolvimento do município. As falas reforçaram a importância do diálogo entre Legislativo, gestão municipal e população, especialmente em áreas que necessitam de atenção mais urgente.
Luan Potigura

O vereador Lua Potiguara parabenizou a vereadora Cacica Cal, pela propositura da lei. “Somos cinco vereadores indígenas na Casa de Ponciano Pessoa. Então é importante que a gente traga mais Projeto de Lei. Esse espaço que a gente ocupa faça com que assegure cada vez mais os nossos direitos”, disse.
Felipe Pessoa

“Eu acompanho o raciocínio do vereador Luan Potiguara. Parabenizo também a vereadora Cal, muito louvável e dizer que essa casa vai está aqui de portas abertas, irmanadas, para a gente garantir o direito do nosso povo, de quem tanto reivindica a cada um de nós, sendo a voz de quem mais precisa”, disse.
Gratidão

A vereadora Cacica Cal agradeceu a todos da ‘Casa de Ponciano Pessoa’. “Agradeço aos pares da casa pela colaboração, não só em relação a esse projeto que acaba de ser aprovado, mais por todas as proposituras acolhidas por todos. Minha gratidão”, disse Cal.
Acesse a matéria na fonte: https://www.valenoticiapb.com.br/lingua-tupi-e-lingua-indigena-potiguara-de-sinais-sao-oficializadas-como-lingua-cooficiais-do-territorio-indigena-de-monte-mor-em-rio-tinto-pb/


