Lanzan Firefox en Guaraní para Android
La versión oficial de Firefox en guaraní para el sistema operativo Android será lanzada oficialmente este martes 29 de noviembre a las 18:00 hs., será durante un acto que tendrá lugar en el Aula B01 de la Facultad Politécnica de la Universidad Nacional de Asunción (FP-UNA), Campus de la UNA, ciudad de San Lorenzo.
Firefox para Android es una aplicación que permite personalizar los paneles de inicio con los contenidos web que uno escoja y los muestra en el orden que se desee: agrega, oculta o borra lo seleccionado como favorito a un solo toque. Además, permite acceder a favoritos como Instagram y Pocket Hits— al instante y, como es de compartición rápida, recuerda las apps que se hayan usado recientemente. Continue lendo
UFMG: Conferência Internacional Sul-americana: territorialidades e humanidades
Está acontecendo na UFMG – Universidade Federal de Minas Gerais, entre os dias 4 e 7 de outubro, a Conferência Internacional Sul-americana: territorialidades e humanidades. O evento acontece sob os auspícios do Conselho Internacional de Filosofia e Ciências Humanas (CIPSH) e da Unesco.
No dia 04, quarta-feira, o Prof. Gilvan participou de mesa-redonda “Identidades e Línguas”, com coordenação de Heliana Mello (UFMG, Brasil), ao lado de Michel DeGraff (MIT, EUA), Bruna Franchetto (UFRJ, Museu Nacional, Brasil) e Alberto Guarani Mbyá (UFF, Brasil).
A Conferência Internacional Sul-Americana: Territorialidades e Humanidades insere-se no âmbito da Programação do Ano Internacional do Entendimento Global de 2016 que se propõe a discutir a globalização, nas suas dimensões internacional, nacional e regional. O evento é uma atividade preparatória da Conferência Mundial das Humanidades, que acontecerá em Liége, Bélgica, em 2017 e ocorre no âmbito das comemorações dos 90 anos da UFMG.
A programação compreende mesas e comunicações e pode ser acessada em: https://www.ufmg.br/humanidades/Conferência Internacional
Fonte: Site do Evento/Edição IPOL Comunicação
Chamada para artigos: Imigração, práticas de linguagem e políticas linguísticas
A revista Gragoatá (ISSN (online) 2358-4114, Qualis A1) abre chamada para submissão de artigos para sua edição de número 42 que tem como tema Imigração, práticas de linguagem e políticas linguísticas. O prazo para o envio de artigos vai até o 30 de dezembro, e a revista tem publicação prevista para abril de 2017.
A revista Gragoatá é editada pelos Programas de Pós-Graduação em Letras da UFF. São aceitos originais sob forma de artigos inéditos e resenhas de interesse para estudos de língua e literatura, em língua portuguesa, inglesa, francesa e espanhola. Os originais devem ser redigidos por doutores ou por doutores e colaboradores.
Ementa Gragoatá 42: Imigração como fenômeno geopolítico e histórico que envolve diversidade linguística, plurilinguismo, línguas de fronteira, multiculturalismo. Políticas e direitos linguísticos. Descrição de línguas de fronteira e de fenômenos de mescla linguística. Práticas de linguagem que tematizam e instituem questões identitárias. Saberes, memórias e patrimônio. O português em uso em regiões de fronteira e em comunidades de imigrantes.
Organizadoras: Monica Savedra (UFF) e Konstanze Jungbluth (Europa – Universität Viadrina Frankfurt (Oder))
Fonte: Plataforma 9
A Bolívia alfabetizará em 36 línguas originárias a partir de 2017

Bolívia é território livre de analfabetismo desde 2008. | Foto: Hispantv
O governo boliviano também trabalha em novas metodologias para ensinar a ler e escrever a pessoas com deficiência auditiva e visual.
Tradução para Desacato.info: Elissandro dos Santos Santana.
Iphan lança Guia de Pesquisa e Documentação da Diversidade Linguística Brasileira

Estudiosos, profissionais e comunidades linguísticas podem contar agora com o Guia de Pesquisa e Documentação do Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL), publicação que integra as ações comemorativas dos 80 anos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
A edição está estruturada em dois volumes. O primeiro, denominado Patrimônio Cultural e Diversidade Linguística, de caráter teórico e conceitual, é composto de seis capítulos, e traz uma apresentação geral da Política da Diversidade Linguística; o processo de inclusão de línguas no INDL, além das diferentes dimensões que constituem um inventário linguístico, seus conceitos estruturantes, orientações para organização dos arquivos audiovisuais, incluindo ainda abordagens utilizadas para documentação linguística, como técnicas de pesquisa e de tratamento de dados. Continue lendo
IFSC terá uma política de ensino de línguas
“Não podemos tratar as línguas como um problema, mas como direito e recurso”. Foi com esta premissa que o renomado professor do programa de pós-graduação em Linguística da UFSC, Gilvan Muller de Oliveira, orientou os servidores presentes na palestra de abertura do II Fórum de Ensino de Línguas do IFSC. O evento foi realizado nos dias 14 e 15 de junho em Florianópolis e reuniu os professores de línguas (português, espanhol, inglês e libras) do Instituto. Refletir sobre qual tratamento dar às línguas na instituição e como construir uma política de ensino de línguas foram alguns dos objetivos da segunda edição do Fórum.
Em sua palestra intitulada “Internacionalização, tecnologias linguísticas e multilinguismo”, o professor da UFSC enfatizou a importância de se superar a visão da língua como um problema para que seja tratada como um direito. “Temos a necessidade de apoiar e promover as línguas minorizadas e chegarmos à ideia da língua como recurso estratégico, de internacionalização e até comercial”, disse Oliveira.
Quando se fala em internacionalização, significa ver as línguas como recursos para que se atue em outros países e se estabeleça parcerias. Mais do que isso, segundo o linguista, internacionalizar é refletir sobre o modo de organização da produção. “Precisamos ter abertura para outras comunidade linguísticas se quisermos nos internacionalizar para atuar no mundo e trabalhar na língua dos nossos parceiros”, aconselhou o professor.
A ampliação da visão que se tem sobre as línguas foi outro ponto bem enfatizado pelo palestrante. “Nos convém olhar a língua não só como a língua oficial materna, mas como segunda língua, estrangeira, de herança, de acolhimento, de memória, de integração e internacional”, destacou. Oliveira citou, inclusive, como exemplo de uso da língua como forma de acolhimento, os cursos que alguns câmpus do IFSC ministraram para imigrantes haitianos que incluíram aulas de Português.
Neste contexto, o multilinguismo é uma realidade e é preciso pensar em uma educação para o multilinguismo e numa formação de professores que saibam lidar com todo o pluralismo existente. “Para isso, precisamos respeitar as diferenças entre as línguas e combater o preconceito”, afirmou Oliveira.
Segundo o professor, a educação linguística passa pela aceitação de que todo mundo tem sotaque no mundo multilíngue e de que a função da escola não é corrigir a fala das pessoas. “Isso é ineficiente do ponto de vista metodológico e temos que considerar que todas as formas linguísticas são boas epistemologicamente”, destacou.
E o papel do professor de línguas nesse processo é fundamental, podendo ser considerado como o “porteiro para o mundo” de acordo com o palestrante. “Precisamos facilitar o contato com outras comunidades linguísticas, preparar novas línguas para o multilinguismo, inserir novas línguas no mundo digital, atuar no campo das tecnologias das línguas e, finalmente, pensar que, se somos educadores linguísticos, não podemos ver a língua dos nossos alunos como um problema, mas como recursos em produção em que os alunos são nossos parceiros neste processo”, finalizou Oliveira.
Sobre o Fórum
A partir da primeira edição do evento, realizada em 2014, foram identificados todos os professores de línguas do IFSC para que houvesse uma articulação do trabalho. Atualmente, o Instituto conta com 101 docentes na área. Com uma programação que incluiu palestras, painéis, debates e reuniões de grupos de trabalho, o II Fórum, realizado nesta semana, deu continuidade às discussões iniciadas há dois anos e permitiu ao IFSC avançar em uma proposta de política linguística para a instituição.
Entenda melhor a importância de se discutir uma política linguística em entrevista feita pela Comissão Organizadora do II Fórum com o professor Gilvan Muller de Oliveira, palestrante de abertura do evento:
Na cerimônia de abertura do evento deste ano, o pró-reitor de Ensino, Luiz Otavio Cabral, destacou a necessidade de o Instituto ter uma harmonização na oferta de cursos de línguas, bem como no ensino de idiomas nos cursos. “Acreditamos que essas diretrizes fortalecem o trabalho dos professores e a própria instituição”, afirmou.
Uma política em construção
A presidente da Comissão Organizadora do II Fórum, Daniela de Carvalho Carrelas, ressalta que o IFSC está se encaminhando para isso. Com toda a discussão gerada nos dois dias do evento, o grupo de servidores presentes concebeu uma formação que dará origem à proposta de minuta da política de Ensino de Línguas do IFSC. “O trabalho agora irá continuar numa capacitação disponibilizada pelo Centro de Referência em Formação e EaD em que os servidores que integram o Fórum irão fazer um trabalho coletivo e de maneira organizada utilizando o moodle como espaço de socialização e registro das discussões”, explica.
A autoformação será iniciada a partir de agosto. Todos os servidores presentes no Fórum terão que fazer uma unidade comum de Política de Línguas. Depois, os grupos de trabalhos constituídos no evento irão aprofundar o referencial teórico de cada temática e propor diretrizes para cada assunto. “Nossa expectativa é ter uma minuta construída coletivamente no final do primeiro semestre de 2017 e até o final do próximo ano já ter a política de Ensino de Línguas do IFSC aprovada”, conta Daniela.
Os temas para a constituição dos grupos de trabalho foram estabelecidos a partir das discussões do I Fórum de Línguas. São sete GTs: Ensino de Línguas para fins específicos, Ensino de línguas como oferta complementar, Formação de professores para o Ensino de Línguas, Pesquisa no Ensino de Línguas, Ensino de Línguas como extensão, Ensino de língua materna e letramento e Ensino de literatura e leitura crítica.
Quem compareceu ao evento, no ato da inscrição, já escolheu um grupo para participar. Os professores de Línguas que não puderam participar do Fórum poderão se inscrever na capacitação EaD e passar a integrar um GT.
Abertura do evento
A solenidade de abertura do II Fórum foi realizada na terça-feira (14) no auditório da Reitoria. Além do pró-reitor de Ensino, participaram da cerimônia a a reitora, Maria Clara Kaschny Schneider; a assessora de Assuntos Estratégicos e Internacionais, Consuelo Sielski; e o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Clodoaldo Machado
Uma terceira edição do Fórum de Línguas deve ser realizada daqui a dois anos. Servidores interessados nesta discussão e construção podem entrar em contato com Comissão Organizadora do evento, formada pelas seguintes servidoras: Daniela de Carvalho Carrelas (Câmpus Florianópolis-Continente), Ana Lúcia Machado (Reitoria), Ana Paula Kuczmynda da Silveira (Gaspar), Mara Lúcia Massuti (Cerfead), Telma Amorim (Câmpus Garopaba) e Maria Rosa da Silva Costa (Câmpus Garopaba).





