Censos nacionais e perspectivas políticas para as línguas brasileiras
A investigação sobre a língua falada ou usada nos domicílios pela população indígena do Brasil no Censo Demográfico de 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), rompe um silêncio de 60 anos do Estado brasileiro sobre a diversidade linguística que o compõe, e ocorre em um momento histórico em que duas outras importantes políticas linguísticas de conhecimento, reconhecimento e promoção das línguas
brasileiras estão em andamento: a cooficialização de línguas, executada por decretos e leis municipais; e o Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL), conduzido pelo governo federal, por meio do Departamento do Patrimônio Imaterial (DPI), Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Contrariamente à repressão e ao genocídio linguísticos sobre os quais se erigiu, no Brasil, uma concepção de cidadania baseada em uma única língua, a portuguesa, estas políticas reconhecem e fomentam as línguas brasileiras, em seu conjunto, como um direito de todo cidadão e pilar de uma sociedade plurilíngue.
I Simpósio Alma Linguae: Diversidade e Contatos Linguísticos worldwide
O I Simpósio Alma Linguae é um evento promovido pelo Centro de Estudos Europeus e Alemães (CDEA) em conjunto com o Programa de Pós-Graduação em Letras / UFRGS a ele vinculado. Conta, além disso, com a participação efetiva de alunos e professores da área de Licenciatura e Bacharelado em Letras Alemão, da UFRGS, tendo em vista o foco central das parcerias entre Brasil e Alemanha, no âmbito da Germanística e da Romanística.
O evento está concebido como uma reunião de formação e pesquisa em temas ligados a situações de plurilinguismo e de contato linguístico, em âmbito internacional. Para tanto, foram selecionadas 23 palestras de 30-45min, em que se buscou contemplar diferentes línguas e contextos de pesquisa da área. Seja como palestrante, seja como ouvinte, sinta-se abrigado neste grande debate em torno da dinâmica que move a “diversidade e os contatos linguísticos weltweit”.
Conheça a PROGRAMAÇÃO
Parceria: PPG-Letras / UFRGS e Centro de Estudos Europeus e Alemães – CDEA UFRGS PUCRS
Cluster do CDEA com o qual contribui o evento: Diversidade Cultural
Linha de Pesquisa do PPG-Letras / UFRGS: Sociolinguística
Grupo de Pesquisa / Diretório do CNPq: Alma Linguae: Variação e Contatos de Línguas Minoritárias
Instituto de Letras / UFRGS: Setor de Língua e Literatura Alemã
Fonte: Alma Linguae
1º Concurso de Poesia e Conto em Hunsrückisch 2017
O projeto Inventário do Hunsrückisch (hunsriqueano) como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI), em elaboração pelo IPOL e projeto ALMA-H (Atlas Linguístico-Contatual das Minorias Alemãs na Bacia do Prata: Hunsrückisch), desenvolvido no Setor de Alemão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), tem a honra de convidar interessados a participarem do
1º Concurso de Poesia e Conto em Hunsrückisch 2017
As inscrições de poemas e/ou contos em Hunsrückisch vão até o dia 15 de dezembro de 2017. Mais detalhes se encontram no regulamento em anexo, em breve também disponível nos sites dos projetos e órgãos proponentes.
Baixe o Regulamento.
Entrega de premiações encerra a JIC na UFFS
Terminou em 24/10/2017, a sétima edição da Jornada de Iniciação Científica e Tecnológica (JIC) da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). O evento foi encerrado com a entrega de Menções Honrosas e com o Prêmio Jovem Pesquisador.
Os trabalhos de pesquisa apresentados pelos estudantes bolsistas da UFFS foram avaliados pela Comissão de Avaliação do evento, constituída por professores/pesquisadores da UFFS, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e de outras instituições convidadas. Receberam Menção Honrosa os melhores trabalhos nas nove grandes áreas do Conselho.
A Política linguística institucional da Universidade de Stellenbosch promove o Multilinguismo
A Universidade de Stellenbosch (SU), uma das parceiras da futura Cátedra UNESCO Políticas Linguísticas para o Multilinguismo, a ter sede na UFSC, não virou as costas aos afrikaans e permanece comprometida com o uso deste idioma, junto com o inglês, como língua de ensino no contexto da inclusão e do multilinguismo.


